Exit Wounds
11 Infected pt II
Notas iniciais
As pessoas se amontoaram rápido perto em frente a loja,mary não entendia o porque de eles a encararem com tanto horror,ela tinha certeza que não tinha matado o garoto só o apagado,passou a mão perto da boca, olhou para as mãos, estavam sujas de sangue mesmo assim não entendia o terror das pessoas de repente viu a mulher loira de mais cedo apontar a arma para ela.
─Hey,ele não está morto eu só apaguei ele,ele ia me matar! ─ defendeu-se Viu Dean fazer a mulher abaixar a arma e todos continuarem á encarar ela, Sam falava alguma coisa, não conseguia ouvir pois estavam do lado de fora mas pela cara de Dean não podia ser algo muito bom Lisa pegou a arma,apontando diretamente pra Mary,mesmo com Dean tentando abaixar ela não desistia.
─Temos que fazê-lo ─ ela insistiu,a arma ainda apontada para o cérebro de Mary,a loira mordeu os lábios,olhando para o pai cheia de medo,ela não sabia se era a prova de balas,e mesmo se fosse sentia que não era uma boa hora para sobreviver à um tiro na cabeça e sair rindo disso.
─ Não! ─Dean falou sua voz grossa em um estrondo, mesmo Mary que o encarava se assustou.
─Ela é um deles agora- ela tentou apertar o gatilho, com um movimento do braço a arma voou longe Marilyn encarou Lisa com uma cara de desdém e de repente umas 10 armas estavam viradas pra ela.
─Dean defenda sua cria aqui,não consigo lidar com essa pressão ─ Marylin encarou seu reflexo no espelho, e tudo que viu foram seus olhos completamente pretos, deu um grito desesperado, não podia estar possuída, quando parou de gritar e olhou pros lados a vitrine quebrou e todos recuaram, um tiro ressoou. Ela se exasperou, não como isso foi acontecer?
─Dean,me ajuda eu to possuída,cadê o sal?FAZ ALGUMA COISA SEU IMPRESTAVEL. ─ela correu pelas prateleiras a procura de sal,ou qualquer coisa que fosse exorcisante,eles não vendiam água benta na mercearia,olhou para os cheetos,segundo aquela coisa tinha sal,sal suficiente pra dar pedra nos rins será que serviria para tirar o demônio dela?Achou melhor não, correu mais um pouco até achar um vidro cheio de sal de uma marca qualquer, ela abriu rapidamente o jogando dentro de sua boca, aquilo era horrível todo aquele sal ela mal podia respirar, mas nada de fumaça ou sensação estranha.
─Mas que diabos?-ela disse se olhando de novo os olhos pretos ainda estavam lá Dean se aproximou dela,daquele jeito pseudo calmo,mesmo ele se aproximando letamente pronto para por seus braços em volta dela,Mary se sentia mais desesperada,abraços calmantes de Dean eram um mal sinal,um péssimo sinal.
─Calma,vamos dar um jeito nisso. ─ele a abraçou,mesmo sem perceber ela afundou sua cabeça no peito dele.
─ Calma? CALMA? Dean eu to POSSUIDA, porque eu não to possuida, mas to possuida? ─ela murmurou contra a camiseta cheirando a suor dele.
─Não acho que você esteja possuida ─ ele disse segurando os ombros dela,afastando gentilmente seu corpo.
─Minha boca está com um gosto horrível — Ela estava praticamente chorando com o sal dentro da sua boca,salgada e seca .De alguma forma Dean conseguiu para ela uma garrafa de água que Mary bebeu com voracidade.
─Obrigada, Dean, meus olhos tão pretos, o que ta acontecendo?
─Eu não sei, mas vamos descobrir, temos que achar um lugar seguro,e ligar pra Bobby.
─Qualquer lugar é mais seguro do que aqui com umas cinco pessoas apontando uma arma pra mim ─ com relutância,as pessoas abaixaram a arma enquanto Dean a levava para fora, Todos encaravam ela cautelosamente, Marilyn aproveitou a situação e encarou Lisa com um sorriso sádico no rosto. Lisa a encarou com desprezo Marilyn suspendeu uma sobrancelha e riu da morena, praticamente teve um ataque de risos.
─O que foi?-perguntou Dean
─Adorei a Lisa. — Ela falou parando de rir e saiu andando na frente dele, agradeceu que ninguém chegava muito perto dela e se ela fizese "boo" sairiam correndo.
─Ah,sim — Dean respondeu sem realmente acreditar nela ─ Vamos logo,o aperto nos ombros dela se apertaram.
─Dean você não pode estar falando sério em levar a coisa pro abrigo, temos que mata-lá — disse um garoto não muito mais velho que Mary,ela viu com dificuldade o sol atrapalhava,ele era alto e parecia estar com uma cara de eu sou o bom,meninas fiquem nos seus joelhos por mim.
─ Menino, quem você pensa que é? Coisa é a senhora sua mãe! Na verdade aposto que ela tem a profissão mais antiga do mundo — Mary falou andando mais pra frente e Dean colocou o braço na frente dela.
─Ben,não se mete -Dean falou num suspiro exasperado,Marilyn olhou pro menino e sua boca se abriu em um enorme o junto com seus olhos, menino era a cópia de Dean e dela própria , os mesmos olhos verdes claros que se pareciam com maçãs verdes,a pele clara salpicadas por sardas perto dos olhos,a boca fina e o cabelo alguns tons mais dourados.
─Mas que... -As palavras faltaram no dicionário para a surpresa que ela sentiu.
A surpresa também era visível no rosto de Ben, olhou de Dean para Marilyn até o jeito como ficavam parados era parecido a não ser que Marilyn estava chocada e Dean parecia preste a se jogar no chão e chorar em posição fetal.
─Você é a droga de um coelho?Agora eu entendi tudo,você não queria salvar a droga da cidade,queria avistar mais uma de suas crias!Quantos filhos você tem?de quantas putas diferentes?Por que agora eu estou com medo de o sam ser meu irmão também?Quem sabe metade dessa cidade não são seus filhos, na verdade você deve ser seu próprio pai!-Ela se afastou de Dean o olhando com desprezo, todo esse tempo Mary se sentia especial por ter um pai que não era tão filho da puta quanto ela achou, se sentia especial por ser única,por não ter que dividir SEU pai com ninguém,mas agora...Ben estava ali,eles eram iguais,ele era parecido com Mary,eles facilmente passariam por irmãos,e pelo jeito que Dean a encarou,era ─Não me toca!
Sem olhar a direção em que ia apela apenas e afastou da multidão e correu o mais rápido que podia,mesmo com os músculos de suas pernas protestando ela se afastou todos os lugares pareciam os mesmo,os mesmo carros virados os mesmos mortos,as mesma ruas adoravelmente estreitas e que costumeiramente deveriam ser limpas e ridiculamente bonitas,aquele lugar deveria ser incrível como uma maldita cidade cenográfica do elenco rico.
Onde ela morava não era assim,nem de perto,havia o deserto,haviam os traficantes,haviam os imigrantes ilegais e havia policia prendendo qualquer pessoa que parecesse suspeita e haviam os coiotes.Eles eram piores que os traficantes,nem em mil anos Mary poderia ter corrido assim no Calexico,onde o México fronteira com o estado da Califórnia.Ela parecia perdida,eles atirariam e a jogariam na parte mexicana da fronteira,não importava se ela fosse ameicana era suspeita,ninguém correria perdida assim,Mary sentia medo deles mesmo que ela pudesse fazê-los ir para o infeno,mas não era assim quando se tratavam dos coiotes,eles transformam a poderosa Mary Odair em uma garotinha chorando por sua mãe.
Ela se pegou desejando por sua mãe,ou por lilith qualquer pessoa que a acolhesse agora.
Mary estava encarando a parede do beco prestes a explodir, sentia algo estranho, um estresse fora do normal, quis socar a parede até só restar pó,queria cair e chorar queria fazer Bem sangrar até a ultima gota de seu corpo,queria arrancar cada fio do cabelo da Lisa,queria não ter nascido queria tantas coisas ao mesmo tempo que ela nem sabia o que realmente queria.
─Eu não faria isso se fosse você,salva vidas de aquário- disse uma voz atrás dela,mesmo se se virar ela sabia que Meg estava atrás dela,provavelmente a olhando amargamente por demonstrar fraqueza,Meg não a treinou para ser fraca.Mary grunhiu.
─Quem?-Meg perguntou,encostado na parede oposta a ela,seus olhos estreitos como um gato.
─Quem será? O pai de todos, Dean Winchester ─quando a garota se virou,Meg imediatamente a desaprovou,ela sabia que seu rosto deveria estar um pimentão ela se forçava ao Maximo para não chorar na frente de Meg.
─Sempre achei que fosse Deus mas...-Ela piscou- Você não deveria estar aqui.
─Como você pode falar o nome de Deus, sei lá, achei que fosse proibido.
─Anos te ensinando e você não aprendeu nada- Ela rolou os olhos -Saia daqui,pegue suas trouxinhas e carregue tico e teco com você,Não chame atenção pra si, some entendeu?
─ Não dá! Eu só sei que essa cidade é estranha, eu to enlouquecendo aqui. — Se encostou na parede jogando a cabeça pra trás, estava exausta de não poder fazer merda nenhuma.
Dean olhou em volta,Sam e Mary haviam sumido,ele encarou lisa desesperado,ele passou aos mãos pelos cabelos.
─ Lisa, preciso que você vá com o pessoal, vou procurar a Mary e o Sam. — Ele parou suspirando e virou pra Ben. — Cuide da sua mãe, por favor.
─Eu vou com você,posso procurar Sam enquanto você a procura- Ben sussurrou,seus olhos brilhando por sair,dean deu um meio sorriso.
─É melhor não, não pode deixar sua mãe sem cuidado.
─Ela tem uma automática!não precisa de cuidados! ─o garoto retrucou.
Dean não tinha como insistir mais, só estava perdendo tempo,e sabia que não podia levar o garoto Mary estava furiosa iria descontar na primeira coisa que visse pela frente,e não poderia se responsabilizar se a primeira coisa fosse Bem.
─ Se sua mãe deixar.
Ben olhou suplicante para mulher
─Não- ela falou simplesmente,sem olhar para o garoto.
─ Eu não tenho 5 anos mãe! — Ben bufou e seguiu Dean enquanto ele sai pela cidade chamando o nome da filha.
─Meg eu nao vou sair da cidade!eu já disse,Dean nunca vai querer sair de perto da cria mais nova dele ─ Mary argumentou.
─ Então largue eles! simples. ─a morena falou enquanto andava em círculos se esforçando para não deixar Mary inconsciente com o resto do açafrão de emergência que ela mantinha sempre que tinha que lidar com Mary.
─ Claro,e vamos embora eu e você,duas grandes amigas se aventurando pelas estradas da américa.-Mary ironizou-grande idéia.
─ Não seja estúpida criança, você se apegou aos cachorrinhos, se lembre que você sempre esteve sozinha, começou sozinha e vai terminar do mesmo jeito, sabe que não tem saída.
─Talvez eu tenha me cansado de ser sozinha, agora eu tenho uma família, por mais bizarro que seja.
Meg rolou os olhos já se irritando com a menina.
─Você não é normal, seu nascimento não foi pela graça da felicidade, nasceu pra ser uma arma, vai dar merda.
As palavras de Meg a cortaram como facas, ela se virou pro beco encarando a formação de tijolos avermelhados,sua visão ficando cada vez mais vermelha como se tudo a sua volta fosse feito de coiotes,a encarando a caçando,cercando,cada vez mais próximos.
─Eu não ligo, eu gosto de John, de Bobby até mesmo de lilith ,foda-se o que esperam de mim,eu não sou o hulk esmaga,eu não sou má,eu não sou uma arma! ─Mary gritou.
─ Sim, você é basicamente isso, claro que pode tentar viver, mas tudo isso vai virar cinzas na sua boca me escuta. ─Meg tentou se aproximar, mas Mary não era segura quando estava naquele estado de auto-negação ─Eu não estou mentindo você sabe,eu sou a única que não estou dizendo que vai ficar tudo bem por que,bem,por alguma razão eu não quero que você sofra,se iludindo com uma vida de cerquinhas brancas que nunca poderá ter.
─Meg vai embora,eu não quero ouvir isso,Eu não sou uma arma! Eu sou uma pessoa eu tenho sentimentos!agora vá embora,eu não quero te ver! ─algo explodiu enquanto ela falava, Meg sumiu de repente e Mary agradeceu por estar sozinha,Logo depois a silhueta de um homem apareceu.
─Gostei a sua voz de comando- ele disse num tom rouco,os pelos da nuca de Mary se arrepiaram.
─Quem é você? -perguntou chegando para tras
─No momento um admirador- ele se aproximou,completamente vestido de preto,apenas uma faixinha branca no colarinho.Beleza,um padre. A menina continuou a encarar o homem, estava completamente calada.Sua boca geralmente rápida e cheia de insultos,estava estranhamente calada como se tivessem anestesiado a sua língua.
─É um prazer conhecê-la,filha de lilith — Mary sentiu um calafrio percorrer sua espinha.
─ Como sabe quem eu sou? O que você quer? — Mary falou tentando manter a calma por fora, por dentro sentia a mesma sensação da chegada na cidade, algo forte como se fosse explodir a qualquer momento,a mesma sensação dos coiotes.
─Por que você foi feita pra mim- os olhos dele brilharam num estranho tom de dourado.
Sabia que o mais sensato seria correr ou sumir dali, com aquele estranho olhando pra ela como uma obra prima, mas não conseguia se mover. Literalmente.
O homem caminhou lentamente até ela,mas Mary sentia que as suas pernas eram feitas de gelatina,e as palavras se enrolaram na garganta sem que ela tivesse a oportunidade de proferi-las.
─ Exatamente feita pra mim, então, temos que fazer algumas coisas.
Falou o homem e Mary tentava fazer qualquer coisa, mas nada funcionava,ele passou os dedos pelo rosto dela como se a admirasse. alguém deveria ter pregado seus pés no chão com supercola,eles não se mexiam enquanto ele passou suavemente as costas das mãos pelo rosto de Mary,numa canção suave,demoníaca mas anestesiava seus sentidos,embaralhava sua mente.
Assim como a tinta negra se espalha na água cristalina, Mary se sentiu afundar,sentir o poder daquele homem se infiltrando nas veias dela,como um veneno bombeado pela seu coração se espalhando no seu sistema. A medida que ele tocava seu rosto,mary se sentia como se as engrenagens de seu cérebro estivessem se configurando. Sua visão ficava embaçada e depois voltava novamente, suas pupilas se contraíram até seu olho ficar completamente verde.
Ao ouvir o grito Dean se posicionou com a arma em direção,mas o berro estava dividido em muitos ecos,era inútil procurar,mas isso não diminuía o aperto em seu peito.
─O que foi isso?- Ben perguntou,olhando em volta com a arma próximo ao seu rosto.
─ A Mary, Ben, precisa tomar cuidado e prometer me obedecer à qualquer custo.
─Eu não sou criança, dean eu posso me virar.
─Não contra ela, ela é... Diferente, é complicado explicar.
─Ela parece ser doida, sem ofensas.
Ele se atreveu a rir, se Marilyn estivesse ali ia socar o menino.
─Talvez um pouco.
Isso não diminuía sua aflição, pensar em Mary sozinha em algum lugar da cidade com algo que nem ele sabia o que era o deixava extremamente preocupado.
─Temos que encontrar o Sam.
─ Quem ? — O menino questionou, bem longe podiam ouvir algumas explosões..
─Meu irmão!O alto,é bem fácil de ver.
─Achei que iríamos procurar a garota, aquela baixinha que parece comigo.
─Se acharmos Sam,provavelmente acharemos a Mary.
Sam estava nervoso,o grito que cortou a cidade tinha sumido de repente do mesmo jeito q tinha vindo
Seguindo o que parecia ser um instinto, se sentia incomodado, a cidade inteira estava com sangue de demônio, e Marilyn... Não fazia idéia do que estava acontecendo apenas que o grito era dela.
Algo explodiu.
E alí estava Marilyn, coberta de sangue, roupas rasgadas e olhos completamebte pretos acompanhados de um sorriso sádico. Um homem tentava fugir dela,seu rosto coberto de sangue,ele gritava.
A menina não pareceu notar que Sam estava alí, o moreno estava perplexo demais com a visão de pessoas mortas para notar um homem alto, de terno sentado no fundo assistindo aquilo como se fosse teatro. Em que Mary era a tração principal.
─Mary!
Pareceu que a menina não havia ouvido mas seu sorriso aumentou. ela não se virou pra ele, apenas caminhou até o homem que tentava escapar, ela o fez levitar ele gritou quando seus membros foram retirados do tronco.
─Mary pare agora! ─ele gritou mais uma vez,dessa vez ela o notou e sorriu para ele correndo em sua direção como se tivesse saído de um filme de terror,seu cabelo emplastrado contra o couro cabeludo de sangue,seu rosto era uma tela pintada por algum maníaco,os olhos fundos e negros numa escuridão sem fim,o sorriso era um retalho vermelho pintado num rosto grotesco.
─Estou feliz que tenha vindo me encontrar,Sam.
Aquela não era a voz de Mary,estranhamente irritada e doce ao mesmo tempo,era algo profundo e maligno,era adocicada enjoativa,fazia a cabeça de Sam rodar,e havia o cheiro que emanava dela,tão doce e gritante como uma limonada no meio do deserto.
Ela o encarou,e sentiu seu corpo sendo levado até ela,arrastado contra sua força.o cheiro aumentava Sam sentia suas glândulas salivares ficarem incitada,alegres com a possibilidade de tomar algo fresco,mesmo que ele lutasse pelo impulso ele sentia desejo em bebê-la.
As veias delas pulsavam,sua boca enchia de saliva e antes que ele pudesse imaginar ele sentiu o sangue quente dela escorrendo pela sua boca,doce e melodioso o sabor mais delicioso que ele provara na vida,ele queria mais queria esgotá-la e quando terminasse queria ter outra fonte cheia daquele sangue quente e delicioso.
Do outro lado conseguiu ver Dean e Ben perplexos, provavelmente prestes a correr.
─Mary!- Dean gritou correndo até ela,sua expressão horrorizada,aquilo não podia ser real.Em um movimento a menina jogou o loiro contra a parede.
─Não se mova, e nem você aborto de wendingo !-Mary encarou Ben,o rosto dela torcido de ódio,ele viu Sam se jogar para trás se afastando de Mary que sorria para ele como se ele fosse um cachorrinho tímido.
Os olhos da menina completamente pretos assustou Ben que automaticamente antes que Dean pudesse impedir deu um tiro na garota com o olhar, Mary afastou a bala, seu rosto se torceu numa careta fé reprovação,Sam se afastou mais,parecendo notar o que estava acontecendo e tentar empedi-la e foi preso na parede sem nem um movimento da garota.
─Papai, porque? Por que queria me matar?-Dean e Ben voaram ate a parede mais próxima ─ Só por que eu não sou ele?-Mary apertou Ben contras a parede
Dean tossiu um pouco de sangue, sentia que se a garota o apertasse mais um pouco iria explodir. num segundo Dean estava sendo estrangulado é logo em seguida seu peso relaxou, fazendo-o cair no chão com toda força,Algo havia tirado a atenção da garota.
O sangue atrapalhou a visão dele, mas ainda podia ver algo em cima de Mary, a pessoa gritava com ela enquanto rolaram pelo chão.Foi do melhor jeito que pode com seus corpo pulsando e doendo se debruçando sobre a menina imobilizando-a e injetando o estranho liquido nela, antes que pudesse reagir.
O corpo dela ficou mole, lentamente caindo na inconsciência, viu Sam correr até um homem e cortar seus dedos, Um anel caiu no chão.
E do mesmo jeito que tudo aquilo tinha começado terminou,durante um longo tempo nada aconteceu,Dean se levantou com dor e dificuldade e foi até a pessoa que se limpava do cascalho e tentava tirar o sangue impregnado.
─Tyler? ─O garoto deu o melhor sorriso que pode.
─E ai sogrão.
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