Exit Wounds
12 Ready,Aim,Fire!
Notas iniciais
“Então Dean, envolvido pela luxúria, beijou Sam com voracidade” Tyler leu, olhando para o seu telefone, ele tinha lido uma centena de livros, para Marilyn mas recentemente tinha concentrado suas forças nas fanfics o que particularmente irritava Dean, principalmente quando ele pegou o celular de Mary e nas pesquisas recentes tinha achado “irmãos Winchester” e o inferno começou.
Milhares de piadinhas, reclamações e risadas que não contagiavam a garota sobre a descrição dos personagens, e mais tarde, um prologo recém lançado sobre uma mulher cuidando de uma criança loira de olhos extremamente verdes que tinha o destino da guerra brincando em suas mãos. Mary se encolheu ao ouvir isso e Dean quis socar Tyler até a morte.
O clima ficou desconfortável, mas logo Tyler a distraiu contando sobre as aventuras dos irmãos winchester na terra desconhecida do incesto. Nem todas as piadas sobre Dean melhoravam o humor dela, era quase frustrante vê-la tão calada, ignorando a pilha de pirulitos roxos que se formavam aos poucos, sem olhar ninguém nos olhos e o tempo todo parecendo tão triste com tudo.
Ela se culpava, claro que sim, quando ela voltou a si e percebeu tudo que guerra tinha feito usando seu corpo ela se fechara, voltou em silencio e permaneceu no quarto dois dias seguidos.
– Mas que porra? — Mary falou com uma cara completamente assustada, imitou um calafrio e Tyler riu, era a primeira reação que ela esboçava em duas horas de leitura.
Dean torceu a cara mais uma vez, mesmo odiando cada segundo da leitura e odiando Tyler por ser tão irritantemente insistente ele se sentia grato mesmo que nunca admitisse por ele fazer isso por ela, era bom (e ao mesmo tempo ruim) que alguém gostasse de Mary.
Mas ainda assim achava que não era certo, ele nem sabia o quer era certo.Tudo estava bagunçado, nem castiel respondia as suas preces. Castiel sempre parecia ter um tempo para ele, mas havia sumido. Dean se levantou lentamente se apoiando nos joelhos, suas costas ainda doíam de ter ficado alguns segundos pressionado contra a parede dom toda a força que Mary tinha o que realmente não era pouca.
Foi andando até o lado de fora para falar com Bobby, enquanto saia pode ouvir Tyler começando mais uma vez um trecho de uma fanfic e logo em seguida um estrondo no chão, Mary tinha empurrado Tyler com os pés no chão mais uma vez, ele se virou e riu.
Mary ainda estava sentada na cama o celular tinha pulado da mão dele, e ele tinha caído de costas no chão e ria com as mãos nas costelas.
Tyler não poderia agradecer mais por Dean ter saído, podia ser insolente, mas qualquer pessoa com um cerebro teria medo de fazer algo pra Dean Winchester. Ele não sabia ao certo o que fazer desde que fora atrás do pai e acabou imobilizando Marilyn Odair, a garota que mais o impressionava na cidade e ainda depois de ver a garota possuída, e saber que o apocalipse está começando e a garota que ele realmente queria levar no baile de formatura destruir o mundo excluindo as chances de leva-la os baile e muito menos de existir um baile. E claro, quase apanhar de Dean Winchester, O que era pior do que não ter um baile.
Não foi exatamente um cool aid* gelado de engolir, e quando a levaram pra casa e ela nem bater mais nele e ignorar todas as provocações, significava que ela estava mal. Tentara fazer de tudo, mas pra sua surpresa não conseguia e a ultima coisa que tinha em mente... Definitivamente faria ele levar uma surra de Dean.
–Mary? – chamou inseguro, menina olhou como se tivesse acabado de ser chamada pra terra de novo, desde a outra semana ela havia brisado muito, mas ele gostava do jeito que ela falava, meio manso meio mandão sempre com aquela coisa meio com sotaque que a sempre a fazia parecer a garota estrangeira. Ele gostava do jeito que o cabelo dela enrolava nas pontas e ela sempre sabia o que dizer.
– Que é Tyler? –ela disse sem olhar para ele, ainda concentrada demais na colcha de gatinhos que John havia comprado pra ela, Tyler se aproximou, pegando ela pelo braço, aproximando seu corpo do dela. Marilyn o olhou assustada, todo esse contato físico.
A cabeça dela pareceu derreter e o tempo parar, prendeu a respiração, seus batimentos estavam a mil e estava com medo de fazer alguma merda. Ele rapidamente afundou suas mãos no cabelo dela a puxando para mais perto, as mãos dela involuntariamente indo para as costas dele.Estava no paraíso e no momento seguinte estava caindo, literalmente, a menina o empurrou de um jeito que se sentiu um boneco de pano.
– Que porra você ta fazendo?-ela gritou, ele não sabia o que pensar era muito bom ela ter uma reação, mas não era a reação que ele espera – eca, vou ter que lavar a boca com soda cáustica.
Olhou nervosa através do menino e Tyler virou a cabeça, e só uma palavra veio a sua cabeça. Merda. Dean estava parado, completamente vermelho e encarava o menino com um olhar assassino.
– Por que merda você estava agarrando a minha filha?
Ele perguntou sombriamente.
–E-e-eu não estava não, s-senhor. — O menino gaguejou chegando pra trás.
– Papai! Quem bom que você chegou, ele tava querendo se aproveitar da minha fragilidade! –Mary gritou inocentemente, se encolhendo na cama. Aquilo só fez o homem ficar com mais raiva.
–Garoto se você não sair daqui...
Dean nem precisou terminar, e o menino saiu correndo e tropeçando. Ao sair, Dean bateu a porta deixando Mary pegando uns de seus pirulitos. A menina estava vermelha, a ponto de esquecer a raiva que estava de Dean, Mary se jogou pra trás na cama deitando, estava sozinha de novo, e sorrindo inconscientemente.
Tyler tinha a beijando, do mesmo jeito que Brandon tinha feito, por um segundo ela considerou se preocupar com ele, Bran tinha a beijando e morreu, vai q ela era uma espécie de viúva negra, mas se lembrou da noite em que passou com ele na escola, ele era um caçador podia se defender sozinho.
Se levantou e prendeu o cabelo em um rabo de cavalo e saiu do quarto devagar e olhando se alguém estava vendo. Conseguiu ouvir alguma coisa caindo longe, pelo visto Dean ainda perseguia Tyler. Ela desceu as escadas o mais rápido que podia, indo em direção ao porão onde Sam estava.
Ela sentia falta de ter Sam por perto, mas a noite ela ainda se lembrava de Sam bebendo seu sangue como um viciado, mas ela sentia que no fundo aquilo era sua culpa.
Quando chegou junto da porta respirou fundo e se amaldiçoou por não ter trago nenhuma comida. O lugar era sujo, parecia um grande calabouço coberta por símbolos anti-demonios, anti-anjos e o anti milhares de outras coisas que os caçadores conheciam símbolos pala evita-los.
– Sammy?
– Marilyn? — O grandão perguntou com uma voz rouca, estava em estado deplorável, olhos fundos, olheiras, a barba por fazer o envelhecia 20 anos e o olhar culpado adicionava o dobro a conta.
Ela se apoiou na porta, na ponta dos pés, sabia que ele deveria estatística vendo a ponta de sua cabeça e seus olhos –não deveria estar aqui.
– Desculpa–ela murmurou – Eu não sabia o que eu estava fazendo – Ela engasgou nas suas palavras – foi como se ele tirasse minha visão, era eu meu corpo mas não era eu, a Mary.
– Tudo bem Mary- ele falou ainda o mais afastado dela que podia –Não é sua culpa.
–Eu atrai você, eu te dei meu sangue! É tudo culpa minha, Sam me desculpe, você não tem que estar aqui, eu devo.
–Não Mary, vá embora! –ele gritou.
–Não –ela piscou, os olhos pinicando, odiava ver Sam nessa situação. Ele era uma boa pessoa, ele não tinha culpa do que tinha acontecido aquilo era tudo culpa dela, tudo era na verdade. Os machucados de Dean, o braço quebrado de Ben, e Sam preso como um animal que Mary era. Ela deveria estar presa, não ele. –Eu vou falar com Dean,isso está errado,e...
– Marilyn, o que você está fazendo aqui? –Dean a interrompeu.
–Falando com o Sam — A menina encarou Dean cruzando os braços.
Dean atravessou a sala com um olhar assassino, agarrou Mary pelo braço e começou a puxá-la para fora – Eu te disse pra não vir aqui
– E você realmente esperou que eu fosse te obedecer? – Ela puxou o braço de volta encarando ele com ousadia –Dean isso tá errado, ele não fez nada eu fiz!
– Deveria, eu sei o que é melhor pra você – Aquilo encheu a menina.
– Realmente? REALMENTE? Então porquê não pensou duas vezes antes de me levar pra aquela merda daquela cidade, pensou em mim? Claro que não, pensou na Lisa! E viu a merda que deu? – A menina gritou em plenos pulmões.
– Eu não sabia que você ia virar um fantoche nas mãos de um cavaleiro do apocalipse e fazer meu irmão ter uma queda pelo sangue de demonio.
– Então, não diga que sabe o que é o melhor pra mim! Então não haja como se fosse o dono da minha vida, posso ter o seu sangue mas tenho certeza absoluta que não sou a merda da sua filha! — Gritou mais uma vez vermelha de raiva.
Perdendo a paciência, Dean segurou Mary pelo braço jogando la sobre as costas e carregando ela sobre os ombros, Mary tentava chutar a virilha de Dean com a maior força que podiae como sempre, não havia efeito, ele levava a menina mesmo ela se debatendo.
– Pai! para agora eu não sou uma ovelha pra você me carregar nas costas desde jeito
Ele continuou andando e quando chegou a sala, jogou a garota no sofá.
– Minha querida cria, razão da minha existência, eu estou te suplico para que quando eu falar ' filha, não faça isso' você não faça.
A menina encarou ele e esperou o resto do sermão, se havia aprendido alguma coisa sobre pais, era não falar quando eles estivessem prestes a explodir. Ele se abaixou na frente dela
– Me promete, que vai fazer tudo que eu disser, eu sei o que é melhor, eu só quero te proteger – ele segurou rosto dela de um jeito terno – Depois da coisa como guerra, tudo perdeu o controle, confie em mim.
Ela respirou fundo e assentiu com a cabeça, na verdade ele falava coisa com o guerra mas ela ouvia: "toda a merda que você fez "Dean se sentou do lado dela, puxando-a pelo braço e fazendo-a sentar no colo dele, Mary estava estranhamente confortável,ela mesmo se sentindo estranha se aconchegando no colo dele.
– Isso é muito estranho – Mary disse alguns segundos depois Dean riu levemente.
– Eu não acho – ela não riu de volta, olhou para ele de cara fechada.
– Pois eu acho! e muito – ela tentou de levanter ele a segurou, ainda rindo, e a menina voltou a se contorcer.
– para, fica quieta, você é impossível
– Mary, fica quieta e curte o momento.-ele recostou ainda mais no sofá-não sabemos quando isso pode acontecer de novo.
Ela ficou desconcertada, não estava acostumada a momentos assim, e ainda havia a bronca por ter beijado o Tyler. Droga.Só agora havia percebido o que fez
– você não discutiu, isso é incrível–ela murmurou.
– Sobre o que? — Dean se fez de desentendido e comprimiu os olhos.
– Sobre Tyler- ela corou violentamente.
– Ele já recebeu o recado, e se por acaso ISSO acontecer de novo, vai ser a ultima vez em que ele usa a língua –ameaçou Dean.
– Mas ele nem usou – Mary falou baixinho, com um leve tom de pesar.
– Me poupe dos detalhes sórdidos — Dean exclamou fazendo cara de nojo.
– cala a boca – ela tentou bater na cabeça dele, sendo negada pelas mãos fortes, e logo se tornou um jogo, Mary tentando se soltar enquanto Dean a segurava.
– Espera um minuto-Dean disse
– O que foi — Ela rolou pro lado no sofá saindo de cima dele, quase caindo no chão.
– Não volta, estávamos tendo um momento.
– Adorável — Alguém disse atrás deles.
– Eita porra. — Exclamou Marilyn se arrumando no sofá e encarando Meg que acabara de aparecer – Sério Meg? – Eu não tinha me livrado de você?
– Não docinho — Ela bufou rolando os olhos,Mary odiava jeito que ela a fazia sentir como se merece estar na apae – Enfim... Vim aqui dar avisos mais importantes, tem um tropinha de anjos vindo pra te matar, então, você. — ela apontou pra menina. — Vem comigo.
– Ela não vai com você pra lugar nenhum–Dean interferiu comprimindo os olhos.
– Deixa de ser idiota, acabei de dizer que ANJOS, vindo matar ela, devia agradecer de joelhos que eu vou levar ela –Sam e Mary pareceram confusos, Meg bufou –O show da nossa querida Mockingjay, atraiu a atenção do Presidente Snow lá em cima, ele está puto, acha que ela é uma ameaça que deve ser imobilizada até chegar a hora certa, quando a guerra começar.
– E eu disse que não, você não vai levar a minha filha pra lugar nenhum – insistiu Dean.
– Eu não estou pedindo permissão. –Zombou a morena.
– Marilyn Sarah Odair, Eu estou mandando você vir comigo agora, se não vir e se salvar seu papaizinho e titios vão morrer, Suficiente pra você? –Ela piscou falando diretamente para Mary –Se você ficar aqui seu distrito 12 vai ser destruído!
– Ok, vamos, agora! – Mary se afastou de Dean indo em direção a Meg, antes de ele a impedisse sabia que era melhor, Meg sempre tinha razão quanto a sua proteção, foi assim por anos não fazia sentido mudar agora.
– Fim de linha. — John disse enquanto apontava a arma pra cabeça de Meg,Mary nem tinha notado quando ele entrou na sala.
–John –Meg disse com uma leve sugestão de sorriso nos lábios.
–O Que é demônio? — Ele respondeu com a arma na mesma posição.
–Quanta violência – Meg sorriu marota.
– Não temos tempo Meg! Vamos. – Exclamou Marilyn pela primeira vez parecendo apressada para ir.
– Viajem ? eu to dentro -Tyler se estreitou para dentro da sala, Mary rolou os olhos já ao lado de Meg.
– Quem é esse? — Meg encarou menino comprimindo os olhos e os deixando pretos.
–Tyler Andrew Miller muito prazer –ele deu um sorriso doce para Meg.
Meg cruzou os braços na altura dos peitos, com os olhos ainda pretos continuou encarando o menino da cabeça aos pés, sem nenhuma expressão que Marilyn pudesse identificar.
–Então, você é o namoradinho da Marilyn –em resposta Mary ficou vermelha, e Tyler riu abertamente
–Olha bem que eu gostaria, mas se eu tentar qualquer coisa meu provável futuro sogro quebre os meus braços – O garoto encolheu os ombros enquanto falava, ignorando a cara feia de Dean.
–Ele não vai ser o único –Murmurou Meg.
–Eu tenho quase certeza que você acabou de me chamar de vadia.
–Fica quieta Marilyn, e vamos logo.
–Não espera, eu não vou deixar me chamarem de puta assim.
– Ninguém disse isso ! — Dean exclamou
–Vou aprontando o carro pra sairmos imediatamente, — Disse John
–Não há tempo, se eu vi aqui e não mandei um sms, Mary você precisa se concentrar, eu sei que pode se transportar, vamos pro caléxico.
– Ok. — A menina se concentrou, sem argumentar Mary odiaria ir para o caléxico.
Tyler segurou a mão de Mary sorrindo
–Nossa primeira viagem juntos, é emocionante
A menina puxou a mão encarando ele.
–Ha-ha palhacinho. — falou enquanto olhava ao redor, reconhecia aonde estava,O deserto brilhou em volta deles, uma leve sensação de ter sido transportada para um filme de faroeste, mas ela apenas sabia que estava fora dos limites da cidade.
–Pronto, e agora pra onde vamos? — John perguntou
–você morava aqui? – Tyler perguntou
– Sim, o melhor lugar do mundo –Mary começou a andar, ainda achando uma péssima ideia Tyler ter vindo.
–Não tem tempo, vamos -Meg começou a se movimentar
–Pra onde exatamente? — Indagou Mary andando rapidamente e deixando um Tyler indignado pra trás.
–Mas especificamente sua casa, eu a protegi contra anjos. –Ela sempre pensava em tudo.
– Minha casa? — Marilyn exclamou lembrando da casa toda quebrada e mais precisamente o seu quarto cheio de pôsters e outras coisas contrangedoras.
–Não acredito que eu vou conhecer a sua casa, senhorita Monroe –Tyler estava animado,ótimo.
–Ai, droga. — a loirinha disse e andando mais rápido na expectativa de chegar na sua cidade.
–Por que estar nervosa?-Meg perguntou baixinho- não quer que o seu namorado veja seus cds da Taylor Swift que você acha que esconde?
– E também as fanarts do Oberyn ? — Meg riu — Vai ser maravilhoso –Mary quis socar a morena – E todas aquelas fotos do Michael Fassbender ! nossa ele vai ficar com muito ciúmes
– Me deixa, em, paz! — ela reclamou completamente vermelha, se afastando rápido.
–Também as fotos do Tom Hiddleston! – gritou Meg ganhando em troca um gest rude com a mão.
E rapidamente chegaram a cidade.Mary andou pelas ruas com facilidade, feliz por ter colocado o capuz e ninguém a estava reconhecendo pelas confusões que causava.De repente bem de longe viu uma figura, um borrão agitado gritar o nome dela.Mary com muita dor no coração fechou os olhos e sussurou "merda"
–Mary, como você ousa pisar na minha cidade e não vir falar comigo sua, putana! –A –
–Quem é essa? — Tyler perguntou com um sorriso,Sem muita opção,Mary se virou sorrindo para a velha amiga.
–Oi, mandy. — Ela falou completamente vermelha, sabia o que vinha por aí
Tyler chegou pra junto da loira e segurou a mão dela, ainda com um sorriso sacana no rosto.
–Você trouxe seu namorado pra eu conhecer! — Mandy se aproximou dela
–Ele não é... — Tentou responde mas não conseguiu, Meg tinha se afastado e ela e John conversavam sobre alguma coisa de proteção, não tinha como fugir.
–Ele é um bonitinho, olha, finalmente ela desencalhou porque é uma puta essa daí. — Mandy falou sorrindo pra Tyler. — Se bem que tinha o BrAn, mas ele morreu então, cuidado com a viúva negra, acho até que ela vai tomar o cargo da agente Romanoff.
–Mandy! Pausa! — Mary falou. — Se você deixar, ela nunca mais para.
–Quem é Bran?- Tyler encarou Mary.
–Você não contou? –Mandy perguntou indignada, com as mãos na cintura –era o ex namoradinho dessa safada, quero dizer eles eram amigos mas ele era mega apaixonado nela, mas ai ela veio visitar, e ele morreu.
–O que?-Tyler gritou– você me disse que eu era o único!
–Mary você é uma putana, não me apresentou pro seu namorado!
– Ele não é meu namorado... –Repetiu Mary imaginando um anjo a matando agora para se livrar dessa situação.
–Porque você não quer! — Tyler replicou
–Oor que eu não quero? – Mary olhou para ele discutindo e ignorando mandy – você sabe que não é por isso!
–Então você quer.- Ele sorriu vitorioso, Mary ficou vermelha.
–Não foi o que eu disse
– Foi sim. — Disse Amanda e Marilyn quis espancar ela.
–Não foi, e cala a boca Mandy!
–Concordo com a sua amiga. — Tyler disse ia fazer algum comentário mas foi interrompido por Meg que encarou ele com a sobrancelha erguida e ele soltou Marilyn como se ela pudesse dar um choque.
– Precisamos ir pra casinha feliz
–Sua definição de feliz realmente me assusta – Mary cruzou os braços e caminhou rapidamente
– Marilyn Sarah Odair! Aonde pensa que vai sem mim? — Amanda perguntou ameaçadora.
–Pra casa! ou você tem um lugar melhor pra me levar? na casa do Brandon ? ou quem sabe o tumulo dele? – perguntou Mary acida– Estou de ouvidos abetos a sugestões.
–Pois fique sabendo que eu sou sua amiga e você simplesmente some sem dar notícias nenhumas e eu fico SUPER preocupada, saiba que não só você quem tem problemas por acaso sabe de ALGUMA coisa que está acontecendo na minha vida?
– Desculpa não dar notícias eu estava muito ocupada sendo possuída por um cavaleiro do apocalipse que me fez matar um monte de gente inocente! me fez dar sangue de demônio, no caso o meu para o meu tio! -Mary suspirou – e agora eu estou sendo seguida por um monte de galinhas celestiais que querem me matar! –Ela gritou –mas não se preocupe eu vou dar uma pausa pra saber quem é o idiota que se apaixonou por você e os seus irmãos querem espancar.
–Talvez você queira sabem quem foi o idiota que matou o meu irmão. — Amanda falou encarando Marilyn seriamente. — Ou quem atacou a minha casa, e quase matou a minha mãe também.
–O que?-Mary parou um segundo encarando a amiga ela estava pálida, sem metade da maquiagem preta que usava e os olhos num inchaço vermelho? – Quem matou sua Família?
–Também queria saber. — A menina se virou bruscamente pra ir embora.
–Olha aqui sua idiota, você não pode me dizer que mataram a sua família e sair correndo que nem uma putinha assustada, volte aqui, e me conte essa história!
– Ninguém sabe quem foi, provavelmente a outra gangue, faz um tempo, logo depois do Bran, e a única putinha assustada aqui é você que esta passando por todas essas porras e não me diz nada.
–Você não sabe de nada, Amanda, estou tentando de proteger sua burra,egoista,antipatica,nojenta.
– Então... É linda essa reconciliação mas precisamos ir. Anjos Marilyn!
– Corre comigo? hein vadia ? acho que temos algumas tragédias para pôr em dia.
– Como nos velhos tempos. — As duas saíram e Tyler ficou confuso pra trás sendo observado estranhamente por John que parecia analisar cada passo do menino.
–Garotas, por que tão estranhas? –Murmurou Tyler.
–Faça ela ficar assim de novo – John apontou para ele, uma expressão assassina no rosto — e eu juro que te dou cem dólares.
– Hã?
–Eu nunca consigo ver Marilyn tão sem graça, isso foi hilário. – Tyler relaxou, havia achado que ia levar um tiro e uma surra por ter tocado na menina.
–Um dom natural que eu tenho.
–Ser inconveniente e deixar todo mundo sem graça?-perguntou Meg
– Sim, que nem você. — Disse passando direto com um sorrisinho indo em direção as duas amigas que conversavam.
Haviam pessoas de terno na frente da casa me Marilyn. Haviam pessoas que queriam o sangue de Mary lá.
– Merda
Mary sentiu algo gelado em sua mão, uma lamina brilhante e prateada Meg havia entregado isso pra ela e a jogado pra trás, junto com Amanda e Tyler, na frente estavam apenas John e Meg,Mary tentou ir para frente, era dela que eles estavam atrás não deles
– Eu posso lutar minhas próprias batalhas, Meg.
– Emocionante mas, vai pro fundo. –Meg disse a empurrando mais uma vez.
– Meg estou falando sério -Mary sentiu um aperto em sua mão, levemente a puxando para tras, as mãos quentes de Tyler envolveram a sua.
– Alguém pode me dizer o que esta acontecendo. — Amanda perguntou com voz baixa junto de Mary.
– Magnifico, uma pequena tropa. — Falou um dos homens de terno junto a porta
–Mandy, sai daqui ,agora! –Gritou Mary.
– Mas... — A menina ficou sem reação
–A gora!-Mary gritou e ela começou a correr — você também, Tyler.
–Eu vou ficar aqui. — Ele encarou ela e Mary não tinha como argumentar.
–Não, eu não posso morrer ,você pode, sai daqui!
– Ninguém vai morrer, vamos chutar as bundas deles e sair daqui pra eu pedir você em namoro e sermos felizes para sempre –ele disse com um sorriso doce.
Mary olhou para ele suplicante
–Por favor, vai!
– Não!
Os homens a porta assistiam a cena observando Marilyn como se ela fosse um inseto irritante.
–acabou a discursão? temos que eliminar uma ameaça – falou um anjo alto e negro
– O Que você quer?
–Meu nome é Marilyn por acaso flor. — Mary respondeu, estava com raiva.
–Venha conosco pacificamente, e talvez eu não mate eles -repetiu o anjo
– Vocês são irritantes. — Meg disse fazendo cara de entediada – Vocês não vão pegar ninguém, Cada demônio nesse planeta a quer, mesmo que eu só esteja aqui, quando a notícia se espalhar, não haverá lugar seguro para esconde-la.
–Um demônio, dois humanos e uma filha de lilith que não sabe usar seus poderes não porem contra dez anjos.
–Um idiota egocêntrico que não sabem no que estão se metendo.
–Veremos — o anjo caminhou jogando John e Meg longe como bonecas de trapo.
– Filho da puta. – O anjo segurou Mary pelo pescoço, a levantando do chão, ela soltou a lamina no chão, o ar faltando em seus pulmões, Esperou que Tyler estivesse bem.
Mary olhou de lado,jonh não se movia,uma grande poça de sangue se formava perto de sua cabeça : Pânico, raiva, tristeza, desespero, tudo era um misto dentro dela mesma Pânico, raiva, tristeza, desespero, tudo era um misto dentro dela. Ele não podia estar morto, não mesmo ela podia ver sua visão se tornando vermelha aos poucos, a raiva a consumindo. Só começou ar ouvir barulhos e coisas caindo e explodindo percebeu que ela estava gritando, ao mesmo tempo que um clarão branco surgia a sua volta, Três dos anjos perto dela voaram para trás se batendo na casa quebrando a porta e caindo dentro da velha casa e uma grande sensação de adormecimento tomava conta de seu corpo, ali era um bom lugar para ficar, Não haviam anjos ou demônios nada dependia dela, ela poderia ficar lá por muito tempo na sua bolha confortável.
Gabriel andou por meio da destruição, poucos humanos se arriscavam a chegar perto dos cacos das explosões.
Ele nunca tinha ido ao Iraque mas imaginava que era assim que as coisas ficavam quando algum homem bomba se matava por um Deus que não estava ouvindo suas preces. Haviam vários corpos, a maioria cascas dos anjos que foram enviados de volta ao céu, ninguém sabia que a filha de Lilith tinha esse poder, expulsar anjos.
Finalmente Gabriel achou o que procurava, a loira estava completamente carbonizada mas ainda viva, arias feridas e cortes tomavam conta do seu corpo, onde os fios loiros não estavam pretos estavam cobertos de sangue, ele se abaixou e a pegou no colo, precisava escondê-la os anjos nunca deixariam barato esse massacre.
Um garoto estava do lado dela, respirando baixo e com dificuldade, Gabriel o pegou também mesmo sabendo que ele não era sua missão, ele odiava ver crianças machucadas por uma briga de família milenar.
Ele tinha uma ideia de onde escondê-los, e o que fazer com eles. Num bater de assas o anjo sumiu com os dois.
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