Exchanged Sex.
11 Capítulo 11 - Meus... Dois lados?
Notas iniciais
ME DESCULPEM!! ME DESCULPEM!! ME DESCULPEM!! ESTOU IMENSAMENTE ARREPENDIDA DO QUE FIZ!! ME DESCULPEM!
Porra, Naka-chan!! Duas semanas e meia sem postar! Que merda é essa??
Pois é, gente. Eu voltei. Sevre de consolo que eu estava com muitas saudades? Leitores lindos! *cara de pau máxima*
Eu tenho uma explicação para isso: por ser um dos últimos capítulos, eu travei! Sim, minha cabeça ficou em branco! Perdão! *implorando de joelhos*
Bom, mesmo arrependida, eu preciso mesmo agradecer vocês! Agradeço às: Fionna The Human (Uau, seu nome ficou chique! *o*kk), Roxell, Mya, Kahzinhaaa, Hruska Nóbrega, TheDifferentGirl, Norachan, AndreaChan, AhoBaka, JkUchiha, Anne, hyuugavi, Aysawa Misaki Love Takumi Usui, Yuki Date, winter e Yuuka! Muito obrigada, sua lindas!!
E Wendy C, Cynder e DeuzSantos, sejam bem vindos! Espero que estejam gostando da fic!
Bom, acho que já chega de falar. Esse capítulo te um hentaizinho, então quem não gosta, não leia.
Devo acrescentar que o final é bem fofo (pelo menos para mim).
Boa leitura!!
P.S.: Não me matem ! T.T
No capítulo anterior...
– Então... Já que é nossa última vez desse jeito... — começa. Se vira e puxa minha gravata, fazendo-me ficar a milímetros de sua boca. — Nós vamos fazer tudo o que der vontade.
– Tudo... O que der vontade...? — pergunto, sem acreditar. — Mas... Tudo mesmo?
– Cala a boca e me beija logo, seu lerdo. — manda, e eu obedeço, sorrindo.
O que será que vai acontecer comigo?
Capítulo 11
POV Zoro
Ele me levanta, apertando meu corpo contra o seu. Sinto meus seios serem pressionados contra seu corpo, e agarro seu cabelo, na região da nuca. Enrola sua língua na minha, e eu quase perco a força nas pernas. Sua mãos deslizam por minha pele nua, e param na bunda, onde ele aperta com força moderada.
– Mn...! — gemo, surpreso. Para de me beijar, dando uma lambida em meu pescoço. Eu suspiro, e seu cheiro invade meu nariz — por algum motivo, muito mais forte do que qualquer outra vez. Minha vagina se contrai involuntariamente. Mas... Que merda é essa?
Puxo sua cabeça para cima, mordendo seu lábio inferior e buscando sua língua. Ele me suspende do chão, dá alguns passos e eu sinto a parede gelada em minhas costas. Prendo sua cintura com as pernas, travando-o. Ele quase rosna. Que posição é essa!? E eu estou nu! De onde vem essa coragem? Ah, se bem que eu não consigo pensar direito, mesmo...
Suas mãos apalpam minhas coxas, e sobem pela barriga. Seu simples toque quase me faz arquear as costas de prazer. Subindo mais um pouco, pousa uma das mãos sobre um dos seios. Meu rosto fica quente de vergonha, mas o prazer é muito maior. Apalpa um pouco, e eu arranho sua nuca com as unhas, fazendo um enorme esforço para não gritar.
A outra mão vai descendo pela barriga. Pousa-a na parte de dentro da minha coxa, perto da virilha. Me separo de sua boca, buscando um pouco de ar. Levanta meu queixo e dá um chupão forte em meu pescoço.
– Desse jeito... Eu vou ficar marcado, Sanji... — falo, arfando.
– Eu quero que fique. Você agora é propriedade minha. — diz ele, olhando no fundo dos meus olhos.
– Ei, quem disse... — começo, mas ele toca na minha intimidade, e eu cerro os dentes para não gemer muito alto.
– Nossa... Você nunca ficou desse jeito... — murmura. Facilmente, desliza dois dedos dentro de mim, e com o polegar, roça meu clitóris.
– San...Ji! — gemo, alto. Ele tampa minha boca com a mão, e faz movimentos de entrada de saída com os dedos dentro de mim. — Ah...
– Você gosta disso? — pergunta. Olho para seu rosto, que parece sincero em sua palavras.
Apenas assinto, e ele intensifica os movimentos. Quando estou quase lá, ele tira, me beijando com muito desejo. Coloca minhas mãos encostadas na parede e me aperta. Sinto sua ereção em minha intemidade, e solto outro gemido.
– Ero-Cook... Vai sujar sua roupa... — murmuro, entre o beijo.
– Nada que vem de você é sujo. Absolutamente nada. — responde. Observo seu rosto, que está com as bochechas vermelhas por conta da excitação, e também sua respiração acelerada.
Solta minha mãos, e eu começo a desabotoar sua roupa aos poucos. Ele observa cada movimento meu. Tiro a gravata, jogando-a em algum lugar ali do chão. Inclino a cabeça, chupando a pele de seu pescoço. Desabotoo a camisa devagar, passando as mãos em cada lombada de sua barriga.
Tiro sua camisa e passo as mãos em sua costas, sentindo seu músculos perfeitamente definidos, assim como a maciez de sua pele. Nenhuma falha. Nenhuma cicatriz. Simplesmente perfeito.
Ele segura minha nuca, beijando-me. Enquanto me beija, tira as calças, ficando só de cueca. Aperto minhas pernas, e seu membro é pressionado em mim, fazendo soltar um gemido entre o beijo.
Desce beijos por meu pescoço. Se curva para frente, e sua boca se fecha em meu seio direito. Seus quadris se esfregam em mim, e eu me sinto muito, muito quente. Sua mão direita apalpa o outro seio, e seu polegar esfrega o bico, enquanto a boca faz os mesmo movimentos no outro, só que chupadas e algumas mordidas fracas.
– Aaah! — gemo, rebolando contra seu quadril. Seu cheiro fica cada vez mais forte, me deixando maluco de tesão. É... Acho que eu preciso melhorar meu vocabulário, mesmo.
Solta meus peitos, abraçando minha cintura e colocando o rosto entre eles. Sobe beijos até meu ombro. De repente, me tira da parede, me deitando no chão limpo do banheiro. O gelado do piso me dá um pequeno choque que ressoa até o meio de minhas pernas. Estou parcialmente encostado na parede, e ele está sobre mim.
Chega bem perto de meu rosto, como se fosse me beijar, mas desvia e sinto sua língua fazer um carinho no lóbulo da minha orelha esquerda. Dá um mordida leve na parte de cima.
– Eu gosto desses brincos. — murmura com a voz roupa. Seu hálito quente me arrepia.
– Ah... Que bom... — murmuro, segurando seus cabelos.
Ele chega para trás, descendo beijos por minha barriga, até o umbigo. Chegando mais para trás ainda, dobra um pouco minha perna, deixando beijos do pé até o meio da coxa. Merda... Ele vai fazer de novo!
Passa a língua até minha virilha, e eu tampo a boca com as duas mãos para não gritar. Fecho os olhos com força. Põe minhas pernas em seus ombros, ficando com o rosto bem ali. Que coisa vergonhosa!!
– Você é tão linda... — murmura. Sua língua encosta em minha intimidade, lambendo-a sem dó. Mordo meu dedo, tentando conter gritos. Chupa minha intimidade, e eu contorço meu corpo. Fecho minhas pernas, apertando seu rosto. Ele não parece ligar, pois penetra sua língua em mim, tirando e colocando, tirando e colocando.
Tiro as mãos do rosto, pousando-as em seu cabelo. Não consigo fechar minha boca, porém ele parece bem controlado. Passa os dente naquela região, e aí... Eu gozo.
Ele solta minha pernas e chega para frente, me beijando. Olha em meus olhos, e parece sufocado. Quando se separa de mim, tranca a mandíbula com força. Ele está se controlando muito. Olho para baixo, e vejo sua cueca. Nossa! Vai explodir! Ele está tão duro! Isso deve estar doendo muito!
– Me desculpa, mas... Eu estou no meu limite. — fala. Eu assinto. Ele dá um jeito de tirar a cueca, e eu vejo seu pênis pela primeira vez. Duro, meio rosado e com várias veias aparentes.
– Eu já te disse para não ficar tão duro, Sanji... — murmuro, brincando. Ele me devolve um sorriso malicioso.
– Como sabe que eu estou tão duro, se nem entrei em você ainda? — responde, com a voz extremamente sensual e rouca.
Com a mão direita ele posiciona o membro em mim, entrando bem devagar. Sinto-me preenchido, e agarro seu corpo, me contraindo fortemente. Suspiro, sentindo seu cheiro em minhas narinas. Travo meus pés às suas costas.
– Que... Apertado... — murmura, para si mesmo. — Acho que nem uma virgem é tão apertada quanto você...
– Ah... E isso é bom? — pergunto, gemendo um pouco.
– Mais do que bom. É excelente. — responde, e sai quase todo de dentro de mim, entrando com força em seguida. Solto um grito de prazer, sentindo minhas paredes vaginais levarem um susto. Caralho! Assim eu vou gozar de novo!
Ele faz de novo, seus quadris batendo com força em mim. Arranho sua pele com as unhas e arqueio as costas com o prazer que me atinge a cada estocada. Isso é tão selvagem!
Sua boca cobre um dos meus seios, e eu seguro seus cabelos, quase arrancando alguns fios. Ele solta gemidos roucos, que me excitam mais ainda. Sobe por meu pescoço, passando sua língua no caminho. Encosta sua bochecha na minha, prendendo o lóbulo da minha orelha nos dentes.
Seu pescoço branco está completamente à mostra. Dou uma mordida e um chupão forte, gemendo por suas investidas terem ficado mais rápidas e fortes. Sinto que estou quase.
– Ero-Cook... Estou quase! — falo. Ele faz ainda mais forte.
– Venha, Zoro. — murmura, e eu tenho o melhor orgasmo da minha vida. Como pode uma coisa dessas!? Ele é muito bom!
Minha respiração está toda desregulada. Me contraio pela última vez, e sinto um grande desconforto. Olho para Sanji, que continua do mesmo jeito de antes, ou senão pior.
Esse grande desconforto... Merda! Não acredito!
– Sanji! Você não gozou!? — pergunto, espantado. Ele assente.
– Eu me segurei demais antes, por isso... Eu não estou nem perto. Me desculpe. — fala. Ele não gozou e está pedindo desculpas?– Isso nunca aconteceu antes...
– Não é como se você tivesse brochado. — tranquilizo-o. — Você só ficou duro demais. Eu disse para não fazer isso...
Me separo de seu abraço.
– Levante-se. — peço. Ele fica confuso, mas assente. Se desliza para fora de mim, soltando um longo gemido. Se levanta, me dando a mão, que eu aceito.
Fico em pé na sua frente, pensando em inúmeros jeitos de ajudá-lo com essa situação. Infiltro meus dedos em seu cabelo, trazendo em minha direção. Junto nossos lábios, e nos beijamos com muito desejo, roçando nossas línguas.
Ando um pouco para frente, e sinto sua ereção tocar meu ventre. Passo meus braços por sua cintura, prensando-o com meus seios. Olho para seu rosto. Seus olhos viraram corações, e ele sacode a cabeça, voltando ao normal.
Encosto o rosto em seu peito, inalando seu cheiro.
– Tão gostoso... — murmuro, em relação ao seu perfume. Deixo um beijo ali. — Tive uma ideia. Sanji, senta naquele banquinho?
Ele assente, se sentando no banquinho de madeira. Segura seu membro e faz movimentos lentos com a mão, arfando um pouco.
– O que vai fazer, Zoro? — pergunta. Eu sorrio e encosto sua testa na minha, olhando no fundo de seus olhos.
– Eu vou te lavar.
– Como assim?
Ando até o sabonete e coloco um pouco nas mãos, fazendo bastante espuma. Vou até suas costas e esfrego lentamente, sentindo cada músculo. Ele mexe o braço na mesma velocidade que eu o ensaboo. Encosto-me nele, abraçando seu pescoço. Pego seu queixo, virando sua cabeça para o lado. Mordo seu lábio, entrando com a língua em sua boca.
Ainda nos beijando, ando até a sua frente, parando o beijo em seguida. Vou até o sabonete e pego logo o frasco.
– Segura para mim? — peço. Ele assente. Coloco mais pouco em minhas mãos, fazendo bastante espuma. Me ajoelho em sua frente, colocando as mãos em seu peitoral. Passo o sabão, sentindo a maciez de sua pele. Desço e sinto sua barriga, cada lombada de seu músculos abdominais. Ele geme.
Pego mais sabonete e esfrego as mãos. Não acredito que vou fazer uma coisa dessas. Mas... Eu quero que ele fique satisfeito também.
Encosto a ponta do dedo indicador na ponta de sua glande, e ele me encara.
– O que você... — começa, mas eu interrompo.
– Quando você toma banho, lava as partes íntimas, certo? — pergunto. Ele concorda com a cabeça.
– Claro que sim! Mas não quer dizer que você precise fazer uma coisa dessas. Não se force, Zoro. — fala. Eu sorrio.
– Não se preocupe. Não vou me arrepender, nem nada. — falo. — Se você acha que eu vou arrancar seu pau ou alguma coisa do tipo, pode ficar tranquilo. Eu já bati muita punheta quando tinha uns 15 anos.
– Não acho nada disso! E por favor, não coloque uma imagem dessas na minha cabeça! — pede. Eu rio, e seguro seu pênis, apertando-o. Ele fecha os olhos com força. Movo as mãos, passando o sabão.
– Haa... — geme, rouco. Põe sua mão sobre a minha, e eu aperto seu membro. Altero um pouco o ritmo, fazendo um pouco mais rápido e depois lentamente novamente. — Você é bom nisso...
– Obrigado. — respondo. Começa a mexer o quadril na direção da minha mão, e eu o solto. Ele fica desapontado. — Hora de tirar toda essa espuma de você.
Pego o chuveiro, ligando-o no jato quente. Jogo água em suas costas, passando as mãos para ajudar sumir com todo aquele sabonete. Dou alguns passos e me ajoelho à sua frente de novo, jogando em seu tórax. Jogo em seu membro, e ele olha fundo em meus olhos, passando seu olhar para minha boca e observa meu corpo.
Se levanta, pegando o chuveiro das minhas mãos e jogando água em mim. Quando estou encharcado outra vez, desliga. Pega meus cabelos, trazendo meu rosto para milímetros do seu. Sua língua encosta em meus lábios, que eu entreabro, dando passagem.
Quando estou sem ar, começo a beijar seu pescoço, passando por seu peito e barriga, e me ajoelho.
– Por que você quer fazer isso? — pergunta, olhando para baixo. Eu olho para cima, e nosso contato visual é inevitável.
– Por quê...? — pergunto. Ele assente. Ah, eu sabia que ele não me deixaria fazer. – Porque eu te amo, Sanji.
Encosto a boca na glande. Vamos lá, Zoro. Você consegue. É só fechar os olhos e pensar que ele está se sentindo bem. Ponho a língua para fora, fechando os olhos e segurando-o com a mão direita. É só fazer nele o que gostaria que uma mulher fizesse em você.
Deslizo minha língua por toda extensão, e ele suspira fortemente. Abro a boca, dando espaço para coloca-lo. Inclino a cabeça um pouco para frente, e sinto-o batendo nos limites da minha boca. Merda. Chegou até o ametade, e eu não tenho mais espaço na boca.
Tiro seu membro da minha boca, colocando-o de volta. Começo a chupá-lo com força, e ele geme um pouco mais alto. Roço os dentes, e ele infiltra os dedos em meu cabelo, forçando minha cabeça para frente e mexendo os quadris. Porra! Eu não tô mais chupando ele! Ele que está fodendo a minha boca! Que coisa... Sem vergonha!
– Haa... Zoro... — murmura, olhando para mim — Eu estou tendo a visão mais erótica do mundo, agora.
Tiro seu membro da minha boca, e ele flexiona uma pouco as pernas, abaixando-se. A glande encosta na altura dos meus peitos. Ele o arruma, e seu pênis fica entre meus seios. Suas mãos juntam os dois, prensando-se entre eles.
– O que... — pergunto, meio confuso. Ele começa a mexer os quadris para trás e para frente, esfregando-se em mim. Nossa, isso é tão sensual... E... Ele está quase gozando, agora.
Me levanto e beijo-o, agarrando seus cabelos. Ele aperta minha bunda com força, fazendo-me gemer alto. Seus dedos entram em minha intimidade, completamente molhada pelos outros dois orgasmos.
– S-Sanji... — sussurro, em seu ouvido — Pode escolher a posição que quiser...
Morde meu pescoço e dá alguns passos para frente, me fazendo dar alguns para trás. Sinto a parede gelada às minhas costas novamente.
– Abra um pouco a boca. — fala. Eu entreabro os lábios, abrindo a boca devagar. Sua boca encosta na minha, e ele pega minha língua com os lábios, chupando-a com força. Sinto vontade de gozar só com aquilo. Ele dá uma mordida leve e faz a mesma coisa com meu lábio inferior. — Gostosa... Demais.
– Tsk! — resmungo, tentando conter um gemido.
– Zoro... Se vire e coloque as mãos na parede, de modo que você fique com os braços esticados para frente. — pede. Eu assinto e me viro, ficando de costas para ele. Seus lábios chupam a pele de minhas costas. — Empine a bunda para mim.
– Como? — Meu Deus! Isso foi uma coisa muito safada de se dizer!! Encosta as duas mãos em minhas nádegas.
– Vamos. Empina para mim... — pede, com a voz muito rouca em meu ouvido. Eu coro e abro a boca para respirar. Puxa meu rosto e dá um selinho no canto da minha boca — Te amo, Zoro. Demais.
– Ero-Cook... — murmuro. Meu coração esquenta. — Eu também. Muito.
Se posiciona em mim e entra devagar. Pouco a pouco, sinto meu interior se abrindo para receber todo o seu tamanho.
Me estoca lentamente, porém com força, manipulando meu clitóris. Seu quadril bate contra mim e faz barulho. Me encosto em seu peito, com a cabeça em seu ombro. Sua mão vai para meu joelho e ele levanta minha perna, dobrando-a.
Entra e sai cada vez mais rápido, e sinto que estou perto. Seguro seu pescoço e me equilibro com um pé só. Ele altera ritmos entre as investidas, e eu me pego ansiando por mais e mais.
– Mais rápido... — peço.
– Como quiser, minha rainha. — murmura, e fica cada vez mais rápido. Eu quase grito de prazer, e sinto algo quente e molhado no meu rosto. Merda! Eu estou chorando outra vez! Por que isso sempre acontece? Mas ele é muito bom!
– San...Ji! — falo — Eu estou perto...
– Vamos juntos. — responde, e me estoca mais rápido ainda. Eu gozo, tendo, sem sombra de dúvidas, o melhor orgasmo da minha vida. Ele também goza, deixando seu prazer dentro de mim.
Respiro com dificuldade. Ele solta meu joelho e sai de dentro de mim.
– Uau... — murmura. — Eu estou exausto. Você está bem?
– Muito cansado, mas estou bem. — respondo. Ele me pega no colo e entra na banheira, comigo junto. Sinto a água quente relaxando meus músculos imediatamente. Me estico sobre ele, abraçando seu pescoço levemente. Ele abraça minha cintura.
– Ficar com você assim é tão bom... — murmura. Eu assinto, concordando.
– Tô com sono. — falo, bocejando. Ele ri.
– É, depois disso tudo... Também estou quase dormindo. — responde. — Tive uma ideia: Vamos tomar um banho de verdade, e depois vamos dormir. Tudo bem?
– Tudo. — respondo. Encosto meu queixo em seu peito. — Só que... Como nosso último dia desse jeito... Posso pedir sua companhia no meu sono?
– Nem precisa. Eu vou, de qualquer jeito. — fala, e eu rio.
– Arigatou, Ero-Cook.
– Arigatou, Marimo-chan.
–----X-----
Quando terminamos de tomar banho, Sanji me ajuda com a toalha. Passa a toalha ao meu redor e me dá um selinho carinhoso. O quanto este momento pode ser perfeito?
Saímos do banheiro, recolhendo as roupas do chão. Na verdade, é ele quem pega todas. Entro no quarto feminino, e ele vem atrás de mim, colocando o bolo de roupas sujas no chão.
– Merda... Tenho que pegar uma cueca... — murmura. Eu olho para a cama da Nami.
– Olha ali. É sua, né? — pergunto. Ele olha e assente, pegando a cueca. — Essa Nami... Sempre sabe o que vai acontecer...
Ele veste a cueca boxer preta e tira a toalha. Ando até o guarda roupas e pego uma calcinha e um sutiã de renda verde.
– Quer ajuda? — pergunta. Eu reviro os olhos. Solto um bocejo acidental.
– É... Uma ajudinha não seria ruim agora. — respondo. Ele pega a calcinha da minha mão e se agaicha. Eu levanto um pé de cada vez, e ele sobe-a, encostando de leve nas minhas pernas.
– Sua pele é tão lisa... — murmura. Eu coro.
– Ah... Arigatou.
Coloco o sutiã e tiro a toalha.
– Sente-se aqui. — pede, apontando para a ponta da cama. Eu obedecço e ele começa a secar meu cabelo com a toalha, movimentando seus dedos em meu cabelo.
– Isso é tão booom... — murmuro, quase dormindo.
– Você vai dormir assim? De lingerie? — pergunta. Eu o olho.
– Vou. É contra? — pergunto. Ele balança a cabeça para os lados.
– Não, jamais! — depois de alguns minutos, ele para os movimentos e tira a toalha do meu cabelo, estendendo-a no banheiro.
Me arrasto pela cama, encostando a cabeça no travesseiro. Ele deita de frente para mim, encostando a mão em meu rosto.
– Essa cama não é da Robin-chan? — pergunta. Eu nego.
– Era. Agora ela dorme na rede. Não me pergunte o motivo. — respondo.
– Falta pouco, Zoro. Amanhã você será homem novamente. — fala, abraçando-me. Eu sinto uma pontada no peito.
– Você não está feliz, né?
– Claro que estou. Tudo o que eu quero é que as pessoas que eu amo sejam felizes, mas... Eu tenho medo de que isso tudo que nós passamos evapore assim que você virar homem novamente. E se você perder a memória, por exemplo?
– Não vou. Você é minha pessoa importante, Sanji. Não esqueceria isso por nada no mundo. — respondo. Ele assente. — Meu medo é que nosso gênios continuem do mesmo jeito.
– Nós brigaremos, como sempre. Isso não tem jeito. — fala, sorrindo — E eu já sinto até falta disso, sabia?
– Ah, Sanji... Tomara que nós nos demos bem. — murmuro, encostando meu nariz ao seu.
Ele me gira na cama, e nós ficamos de conchinha. Isso é tão gostoso e agradável...
– Você tem uma pele tão cheirosa... — murmura, encostando os lábios de leve.
– A sua também é.
Começo a sentir os olhos pesados, e Sanji começa a fazer um cafuné muito bom em mim.
– Durma, Zoro.
– Não. Eu quero ficar mais.
– Pode dormir. Vai ficar tudo bem. Amanhã eu vou fazer o seu café da manhã preferido. — sussurra, em meu ouvido.
– Hm... Mal posso esperar... — murmuro.
– Zoro... Posso pedir um último beijo? — perunta. Eu assinto me viro, inclinando-me em direção à ele. Nos beijamos calmamente e amorosamente. Me deita com as costas no colchão e ele fica sobre mim. Me beija novamente.
– Muito obrigado por ter me proporcionado todos aqueles momentos perto de você. Muito obrigado por ter aguentado minhas crises de safadeza, muito obrigado por ter me dado seus beijos e carinhos, muito obrigado por ter me deixado te ter... Eu nunca me senti tão amado na minha vida. — fala. Sinto lágrimas descerem por meu rosto.
– Não fale como se fosse uma despedida... Eu não vou morrer. — falo. Sinto duas gotas solitárias caírem de seu rosto, no meu.
– A sua parte feminina vai, Zoro. E eu sei que vou sentir muita falta disso. Mas também sinto falta da sua cara mal humorada. Sinto falta do meu rival e melhor amigo. Por isso... Também quero que você volte. Mas quero que fique como você está agora. Porque... Eu gosto dos seus dois lados.
– Dos meus... Dois lados? — pergunto. O que ele está dizendo? Que dois lados?– Do que você está falando, Sanji?
– Eu estou dizendo que... — começa, e suspira. Em seguida, coloca um sorriso no rosto — Eu amo você por inteiro. Não importa se você vai virar homem amanhã. E... Isso vai totalmente contra meus ideais de homem. Mas eu pensei muito nisso. Para falar a verdade... O tempo inteiro. E eu quero te fazer uma pergunta: se eu sou homem, e gosto de uma pessoa que, por hironia do destino, também é um homem, eu não sou gay, né? Porque eu não sinto a mínima atração por nenhum deles.
– Hm... Acho que não. Se você não sente atração por homens em geral, você não é gay. — respondo, pensando. Ele solta um suspiro de alívio e se deita atrás de mim, de conchinha novamente.
– Me pergunto o que aconteceria se eu virasse mulher algum dia. — fala ele. Eu solto um riso.
– Eu ia tratar de te dar vários orgasmos por dia. — falo, rindo. Ele ri.
– Ei! E quem disse que eu gozaria com você? Até parece! — fala. Eu abro a boca, sem acreditar.
– Eu já fiz uma mulher gozar com um beijo. — falo. Ele dá de ombros.
– Eu já fiz uma mulher gozar com uma mordida. — responde.
– O QUÊ!? Espera... Por que nós estamos competindo nisso? — pergunto. — Eu tô com sono, sabia?
– Ah, tem uma coisa que eu quero perguntar: o orgasmo da mulher é assim tão forte? Ouvi dizer que é bem mais intenso que o do homem. — fala. Eu coro.
– Hm... É. Pelo menos com você, é bem intenso. Pelo menos umas cinco vezes a mais que um homem. — respondo, com o rosto vermelho de vergonha.
– Uau. Ah, eu sou fantástico. — murmura. Eu me irrito.
– Não fique se achando! Isso acontece por que eu sou sensível demais! — falo. Ele solta um risinho na minha nuca, e eu me arrepio.
– Realmente sensível. — sussurra. Desliza a ponta dos dedos pela minha coluna, e eu prendo um gemido com os lábios. — Eu pensei que você quisesse dormir, Zoro.
– Eu quero muito! Mas com você me provocando desse jeito, é impossível! — falo, e sinto sua mão pousar na minha bunda, dando um apertão de leve. — Para de me provocar...
– Você não parece querer isso. — sussurra, e me dá um selinho. — Mas, eu não vou fazer nada. Também tô morto de cansaço. É só que... Você é uma tentação.
– Ah, você também é. Não é por isso que eu fico te provocando.
– Me provoca. Pode ser inconscientemente, mas provoca. — murmura.
– Foi mal. Não tenho culpa de ser tão lindo. — falo. Ele ri. — Ok, agora eu vou dormir.
Me viro de frente para ele, abraçando sua cintura.
– Obrigada por tudo, Sanji. Por me salvar, principalmente. — falo. Ele assente.
– É o mínimo que eu poderia fazer diante de uma donzela como você. — fala. Eu levanto uma sobrancelha. Donzela? Cacete.
– Gosto desse seu cavalheirismo, sabia? — pergunto. Ele sorri.
– Bom saber. — responde. Encosta meu rosto em seu peito. — Durma bem, Zoro.
– Claro. — respondo. Começo a pegar no sono rapidamente, fechando os olhos. — Ero-Cook... Te amo.
Mal consigo ouvir sua resposta, murmurada.
– Eu amo mais.
E durmo, com suas palavras rondando minha mente. De repente, ter virado mulher não foi tão ruim.
Várias horas depois...
POV Sanji.
Abro os olhos, me acostumando com a claridade do quarto. Olho ao redor, e vejo Nami-san e Robin-chan deitadas em seus lugares. Olho para baixo, e Zoro ainda dorme pesadamente, abraçado a mim. Dou-lhe um beijo na testa, admirando o quanto é delicado.
Saio de seu abraço e corro para fora do quarto, em busca do banheiro. Olho para o céu. O Sol nem nasceu ainda. Entro no banheiro, e depois de fazer toda a minha higiene pessoal, entro no quarto masculino.
Visto minhas roupas habituais e pego o maço de cigarros. Saio do quarto, acendendo um.
Zoro vai voltar à sua forma original hoje. Tenho que fazer um café da manhã bem maior, porque ele COM CERTEZA vai comer muito. E... Tenho que me preparar emocionalmente, também. Com certeza vou ficar com raiva por alguma coisa. Estranhamente... Esse pensamento me alegra.
Notas finais
Quero agradecer ao pessoal que favoritou a fic, e também aos leitores fantasmas! Vocês me ajudam muito! Obrigada!!
Pessoal! No próximo capítulo o nosso Zoro lindo, tesão, bonito e gostosão está de volta! EEEEEEEE! Com todos aqueles músculos e aquela pele morena.... Me abana!
Bom, deu pra perceber que está acabando, né? kkkkkk
Podem me xingar o quanto quiserem! Prometo que não ficarei com raiva!
Beijos! Até a próxima!
♥
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