Everytime We Touch
23 Capítulo 23- Mateus 10
Notas iniciais
"Portanto, não tenham medo deles. Não há nada escondido que não venha a ser revelado, nem oculto que não venha a se tornar conhecido.
O que eu lhes digo na escuridão, falem à luz do dia; o que é sussurrado em seus ouvidos, proclamem dos telhados.
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Depois de enviar os vídeos, fazer cópias, cartas e decorar os pergaminhos que o pai lhe havia dado, Ler o livro do Fantasma da Opera e depois sua continuação em o fantasma de Manhatan, Ler o livro De Mateus todinho, deitou-se em sua cama.
Seus pensamentos voavam nas próximas provas que teria dali pra frente, tanto da escola, quanto do pai ou da vida. Sabia o quanto a Yamanaka podia ser perigosa para ter o que quisesse.
Todos a sua volta podiam ser considerados verdadeiros psicopatas. Talvez ela mesma. O pai era muito religioso, não tanto quanto a mãe, mais achava que o pai era um escravo dos padres.
Ele a fazia ler Livros inteiros que mechem com o espiritual ou coisas que podemos considerar. Ler o Livro de mateus, não fora tão ruim, pelo contrário, abriu sua mente em partes.
Ela conhecia a bíblia desde criança, sabia o velho testamento todinho. Estudara em escolas de regimento interno, onde aplicavam o velho testamento completo. Trabalhos, provas, privações, nisso se resumia sua vida.
Ino não podia sair impune dessa. Até mesmo a bíblia dizia que não há nada em oculto que não seja revelado. Para ela, talvez Gaara não revelaria nada, ele era resevado, Sakura muito menos.
Depois de quebrar a cara e voltar para o lugar onde ela se considerava uma prisioneira das leis, ela decidiu ajudar a Rosada. Por partes, ela não havia feito nada a Sakura.
A verdade sempre foi que, depois que Sakura descobriu a traição de Ino e Kiba, E após ela ter partido, Ela começou a ficar com o Kiba, enquanto o mesmo dizia a Ino que eles estariam para sempre juntos.
Ninguém merece sofrer tanto, ninguém merece tanta dor a ponto de morrer. Pelo menos uma vez na vida, alguém tinha que ser misericordioso.
Depois de receber a noticia de Anyume ( A jornalista principal do colégio ) Parou de pensar só em si nessa história. Que Ino a havia dedurado. O que ela sentia, jamais se compararia ao que Sakura estava sentindo, ao que ela estava passando. Não era lá aquelas santas, mais não era maldosa a ponto de saber a causa das doenças e quase morte de alguém e permanecer calada, vendo a pessoa ir pro abismo. Talvez essa hora fosse, a escolhida pra usar os argumentos Bíblicos de misericórdia e compaixão.
– Taiuya ! Venha !
Ouviu a voz do pai a chamar, ele sairia para trabalhar enquanto ela que mal havia chegado da escola teria de limpar a casa inteira, e organizar coisas 'inúteis'.
Se levantou da cama e calçou os chinelos, andou devagar em direção a porta, abriu-a devagar e desceu as escadas. O pai estava de pé em frente a porta esperando a filha.
– Sim papai.
– Já estou indo para o trabalho. Aqui está tudo o que deve fazer em casa, e tudo o que deve estudar. Volto as dez. Fica com Deus. — depositou um beijo na testa da filha que forçou um sorriso.
– Tchau papai.
O barulho da porta se fechando aquela hora era mais do que normal. Caminhou até o lavabo e trocou suas vestes escolares limpas e novas, por um vestido até um pouco abaixo da canela na cor cinza, seus sapatos eram da cor do avental que usava por cima do vestido, azul claro. Seu cabelo agora preso num coque, coberto por um lenço. Estava preparada pra limpar aquilo tudo.
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Los Angeles — 17:50
Estava parada em frente a casa dos Haruno's. Ele pareciam bem detalhistas e perfeccionistas. Tudo era detalhadamente enfeitado, e ao mesmo tempo dando um toque discreto de luxo. Tinha muitas informações sobre os Haruno, afinal, fora o que ela fizera a tarde toda.
Era uma família bela, e perigosa. Tinha poder sobre o que quisessem. Sem limites. Adoraria conversar com uma família tão requisitada quanto essa. Desceu do carro e desfilou até a entrada com seu salto preto boneca. Seu vestido simples, fazia jus a quem ela era.
Discreta
Essa era Tenten Mitsashi. Tocou a campanhia branca, e logo viu o rosto de um senhor na tela ao lado. Talvez fosse o recepcionista da casa.
– Olá senhorita, no que posso ajudar ?
– Olá senhor. Bom, eu sou jornalista, queria ter uma conversa com os senhores Haruno pra edição Line's Record.
– Espere um momentinho, verei se eles estão aptos a te atender.
– Okay, Thank you.
Esse riquinhos de Los Angeles são tão cheios de frescuras, o pensamento de Mitsashi era : Quem em sã consciência irá contratar um recepcionista pra própria casa ? Olha que a casa é em tamanho médio.
Em tamanho médio com 3 andares e um subterrâneo ( Onde se reunia com sua organização ) Aparentemente perfeita, era considerada a família Haruno. Pais, Tios, primas, e filhos perfeitos.
A luz ao lado da campanhia ascendeu mais uma vez, dando lugar a imagem do visor. O senhor estava lá com seu habitual sorriso no rosto. Imaginava que o motivo de sua felicidade não era estar com uma família perfeita, e sim o que ele recebia estando com ela.
– Senhorita, eles vão te atender. Aguarde um momento enquanto uma de nossas Harunátics vá te buscar no portão, pode se sentar nos bancos, ao lado, se isso a deixar mais confortável.
– Claro senhor. Muito obrigada.
Ela realmente conseguia o que queria. Mais um passo estava dado, ela saberia por fim de toda a verdade que a levaria até o amado. Nada ficava barato com Tenten Mitsashi. Sentou-se nos bancos cintilantemente brancos ao lado, e apanhou uma pequena revista de vendas dos Haruno.
– '' Parceria com Nações ? ''
Esse era o tema da revista. Parecia interesante, leria mais tarde. O portão abriu silenciosamente, dando passagem a uma senhorinha de cabelos grisalhos e olhos castanhos mel.
– Olá senhorita, seja bem-vinda.
– Obrigada senhora. Pode me levar até eles ?
– Claro senhorita. Fique a vontade e haja naturalmente. Venha comigo.
Quando cruzou os grandes portões da casa dos Haruno, sentiu a vitória ser injetada no seu sangue. Um sorriso se formou nos seus lábios. Ela teria o que queria, sempre tinha.
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Tókio, Japan — 10:50 am
Naruto estava rumo ao hospital. Seu olhar ainda era vago. Estacionou o carro e tomou um capuccino e em seguida foi pra seu destino. Chegou lá e se sentou, esperando noticias. As recepcionistas nem o perguntava nada,Já sabiam o que o loiro queria. Já haviam se passado duas semanas desde quando a grande tragédia ocorrera, e o que ele mais achava engraçado, era que no mesmo dia, da grande tragédia, Vira Hinata.
A tristeza que apertava o seu peito, era por causa do amigo e da rosada, claro! Mais algo a mais batia ali, um algo que ele não queria admitir de jeito nenhum. Precisava de um tempo, de mais tempo. Precisava que aquilo se resolvesse de uma vez, precisava ver o amigo que considerava irmão, sorrir outra vez.
Achou estranho o fato de Itachi não estar ali, eles sempre chagavam na mesma hora. Talvez, ele estivesse cansado. Eles passavam o dia e a metade de uma noite no hospital, esperando obter respostas sobre a rosada, querendo acompanhar o amigo/irmão onde ele fosse.
– '' Se a ela morrer, ele morre junto, ele não aguentaria perder a pessoa que ama, ele se trancaria, e desabaria em silêncio ''
Passaria horas ali, dez, vinte, trinta dias, meses até, mais não sairia dali enquanto não avistasse o sorriso do casal SS. Embora seus pensamentos tenham dona, embora seu coração sofra por amor, a sua dor, não será tão grande assim, ele tinha que suportar, pelo Sasuke. Pela Sakura. Pelo Itachi.
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Ino ajudava Mikoto a preparar o café da manhã, já que Sasuke não contratava uma empregada de jeito nenhum. Panquecas de chocolate, torradas, frutas, bolo cremoso de fubá, suco natural de laranja e leite, era tudo o que elas haviam preparado.
– Ino, você pode ir chamar a Fugaku e Itachi ?
– Claro tia Miki.
Ino foi até o quarto de Fugaku e bateu na porta duas vezes e escutou o ''entre'' de fugaku. Abriu a porta devagar e entrou, encostou-se na porta, apoiou as mãos na cintura e deu um sorriso.
– Bom dia senhor Fugaku!
– Bom dia Ino... O que deseja.
– O café da manhã já está na mesa, fizemos tudo a gosto do senhor e de Itachi.
– Oh, claro. Bem, avise que já vou.
– Claro, com licença.
Deixou o aposento branco de Fugaku e andou até o de itachi. Ficou receosa de bater lá na porta dele. Ergueu as mãos e fechou o punho para bater, mais seu coração falhou uma batida. Não entendia o porque estava sentindo aquilo, só sentia. Tomou coragem e bateu na porta. Mais ninguém atendeu. Entrou delicadamente sussurrando o nome do moreno mais velho, e fechou a porta quando o viu.
– Itachi ? Você está bem ?
O moreno estava sentado na cama, com as costas recostadas na cabiçeira Marrom. Os olhos dele eram de tremenda tristeza. Seus cabelos estavam bagunçados, as olheiras profundas, os olhos vermelhos, Parecia que ele havia bebido.
– Itachi o que aconteceu ?
– Nada Ino. O que você quer ?
Ele era sempre tão grosso com ela. Não entendia o porque de tanto ódio naquele coração Uchiha. Ele a fitava com seriedade. Ele não queria contar-lhe nada, mais ela não ficaria sem sua resposta.
– Quero saber o que aconteceu! Não posso deixar a tia Miki te ver assim !
– Você sabe onde está a Sakura ?
T-Tum tum..
O coração dela gelou. Ele sabia de algo, talvez ela tivesse contado seus planos, seus feitos.
– Da Sakura ? a-an não. Você sabe?
– Ela não está aqui. Me responda, o que faria se alguém precioso pra você estivesse morrendo por dentro?
– Eu não sei.
– Então isso só prova o quanto você não se importa com os sentimentos dos outros.
– EU ME IMPORTO SIM !
– Se alterou porque ? Você não se importa, se realmente se importasse, teria defendido a sua 'melhor amiga' quando o meu pai disse tudo aquilo a ela, mais a única coisa que você soube fazer, foi cuidar dele. Você me enoja.
Itachi se levantou da cama e foi em direção ao banheiro. Parou em frente a porta e se virou.
– Ah, e Ino, Usar blusas tão folgadas não vai esconder o tamanho da sua barriga, a parte de moda do meu pai, talvez não contrate grávidas.
– Como sabe do contrato fotográfico?
– Eu sou um Uchiha, tão persuasivo quanto você.
Bateu a porta como quem anunciasse poder. Itachi se despiu e entrou na ducha, ele teria de resolver alguns problemas, Konan havia mandado uma mensagem dizendo que queria falar com ele urgente, e se ele não fosse ela iria até a casa dele, até o hospital.
Ino colocou as duas mãos sobre a barriga que já ganhava um formato arredondado, ela cresceria muito. O catálogo dos Uchiha teria ela como modelo. O senhor Fugaku a havia escolhido. Ela tinha chegado até ali, e não desceria os degraus.
Não contaria a ele, que estava grávida, que iriam fazer 4 meses. Mais até que pra quatro meses a barriga estava bem pequena. Fugaku se quer tinha notado a sua gestação. Ela deveria agir logo, o mais rápido possível. Ela brilharia, sambaria na cara de Kiba e de Taiuya.
Saiu do quarto e se recompôs. Entrou na sala de jantar e se sentou. O café da manhã até que foi tranquilo. Aquela tarde seria ainda mais tranquila, conheceria a administração da empresa dos Uchiha.
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Hinata estava deitada em sua cama. Seu corpo enfeitado pelas lingeries rosa claro cintilante, também estava marcado. Os olhos vermelhos pelo choro, e o corpo com marcas da dor.
Hiashi estava ali, parado de frente pra ela, com alguns homens, seguranças da empresa, mandados dele ao lado. Ambos seguravam um especie de cinturão, e apenas um, uma raquete.
– Sabe, eu investiguei Hinata, e agora me diga. Você e o Naruto já transaram ? Quem te deu essas lingeries ? — Disse jogando algumas peças no chão.
– Papai para. A gente nunca fez nada, isso eu comprei.
– Mentindo pra mim Hinatinha ?- Tirou alguns papéis do bolso papéis de compras e dados. — Aqui está dizendo que foi no nome do Naruto. Anda Hinata. Me decepcionou. Escolheu um jogadorzinho de futebol ? Aquele cara não vale nada, só presta pra pagar uma de idiota e correr atrás de uma bola.
Raiva
Dor
Era o que ela sentia naquele momento. Hiashi sempre aprovou o relacionamento dos dois, nunca agira desta tal maneira.
– Mais que porre é o senhor !- falou baixo — Acha que me bater, vai me separar do Naruto? Vai acabar o que eu sinto por ele? — riu- Isso jamais vai acontecer.
– Não fale assim comigo Hinata! Eu sou o seu pai.
– E VOCÊ ACHA QUE EU ME IMPORTO SE VOCÊ É O MEU PAI OU NÃO? MAIS QUE PORRA ! QUER SABER ! A GENTE JÁ TRANSOU SIM! A GENTE SE AMOU POR VÁRIAS E VÁRIAS NOITES!
O som do estralho foi alto. A face da morena agora era marcada por quadradinhos de uma raquete pequena.
– desista desse homem Hinata.
– NUNCA!
– Você quem pediu. Homens.
Os homens que estavam vestidos de preto foram na direção de Hinata com as cintas em mãos. Eles batiam com força na morena. Eram uma covardes por baterem em uma mulher. Tudo por dinheiro. Depois de uns vinte minutos apanhando, ainda conseguiu dizer :
– E mesmo depois de tudo isso, eu ainda amo o Naruto.
Os homens se retiraram dali juntamente com Hiashi, que estava furioso. Ela estava muito marcada, não conseguiria se mover dali por longas horas, até que a dor cessasse. A porta foi trancada, Hiashi tinha a chave. Ele andava pelos corredores com um semblante sério. Nunca pensou que teria problemas assim com a morena mais velha.
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O restaurante estava iluminado pelos raios solares, Itachi já havia avistado Konan que estava sentada perto do lago que tinha ao lado. Ela trajava um vestido bege rendado, e calçava um salto de fios também na cor bege. Sentou-se de frente para Konan que estava séria.
– O que foi Konan ?
– é urgente Itachi...
– Diga o que aconteceu de tão urgente. Eu tinha que estar no hospital agora sabia?
– O que eu vou te dizer também cabe a você.
– Então diga, seja breve por favor.
– Eu sei que você está triste Itachi, mais me escute. Eu nunca quis que isso acontecesse, não é por ser seu, mais é porque eu realmente nunca quis...
– Por ser meu ? Meu o que Konan ?
– Itachi se acalma e me deixe falar..
– Fala logo Konan eu to ficando nervoso.
– Eu pedi pra se acalmar, não desconte suas frustrações em mim.
– Eu não estou descontando nada em você, agora diga.
– Okay, desculpa. Eu fiz várias vezes, e todos deram que sim.
– O que deu que sim ?
– O que eu fiz.
– PORRA KONAN, fala logo o que está acontecendo caralho !
– Seu Inútil eu to grávida caralho, GRÁ-VI-DA !
Itachi arregalou os olhos, ele não podia ter um filho agora, não com quem ele não amava, não com esse B.O do pai dele.
– Você o que?
– Isso mesmo. Eu estou esperando um filho seu.
– A quanto tempo?
– Faz duas semanas que nós transamos lembra? Por mais que eu esteja me sentindo um lixo, por transar com meu melhor amigo, eu não posso abortar essa criança.
– E você não vai abortar. Eu vou assumir vocês.
– O que? Mais v-você?
– Isso Konan, eu vou assumir, se eu fiz, eu vou assumir. Dane-se meu pai, vamo ser feliz juntos!
– Itachi....- Os olhos de Konan se encheram de lágrimas, elas caíram sem peso algum. Colocou as mãos sobre o rosto tentando conter as lágrimas, e sentiu ser abraçada por Itachi.
Nas condições que seu irmão estava, tudo seria difícil de enfrentar. Ele não pararia com a vida dele. Não poderia abandonar a mulher que carregava no ventre um filho seu. Ele cuidaria dos dois, e seria feliz. Tinha chances de alcançar a felicidade com a Konan, afinal, eles agora mais do que nunca se conhecem. Sempre se conheceram.
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Los Angeles — 18:00
Residência dos Haruno's
Ela havia sido bem recebida por todos na casa, gostara de cada parte da recepção. Fora convidada a entrar em um sala de visitas exclusiva. A sala era linda, as cadeiras vermelhas de camurça, o chão bem limpinho, as cortinas também vermelhas, contrastavam com as paredes branquissímas do local. As flores nos vasos, tulipas e orquídeas, brancas, azuis e amarelas, chamavam bastante atenção no local. A televisão que ocupava quase a parede inteira, era sonhada por muita gente.
– Prazer senhor e senhora Haruno, Tenten Mitsashi.
– Prazer senhorita. Natsumi Haruno.
– Prazer Goenji Haruno. Sente-se.
– Obrigada.- sentou-se. — Sua casa é realmente linda, parabéns, tens excelente gosto.
– Obrigada querida. Essa é minha sala preferida, eu adoro vermelho e adoro essas flores. De onde você é ?
– Bom, eu sou jornalista, não fico em empresa fixa. Sou uma jornalista turista.
– Ah, claro. Boa escolha de profissão.
– Posso começar algumas perguntinhas básicas?
– É claro senhorita. Comece.
– Todos aqui nos E.U.A dizem que a família Haruno, é a família perfeita. Como é ter a família perfeita ?
– Bom, ter a família perfeita, é viver em sincronia com todos, amor, carinho e cuidado sem excluir ninguém. é saber a hora de brincar e de trabalhar. Tudo em perfeita sincronia, é gratificante.
– Hmm, é gratificante. Ouvi falar que tem comunidades ou os seus fãs, deram uma nome ao grupo Harunotics. Desde quando esse grupo surgiu ?
– Desde que nos casamos, nós faziamos várias peças de teatro juntos, e o casal principal era a gente, então esse casal adere até hoje o subtitúlo de Harunotics.
– Então eles gostam muito de vocês pelo que eu vejo, quem não gostaria né — risos. Voltando aqui, a empresa de vocês é em Off?
– Somos dono da polícia do país, a maior agência policial. Temos também algumas acadêmias e escolas aqui.
– Vocês exercem um cargo importante ao extremo. Agora sei o porque da casa ser tão fechada, ter tanto sigilo. Pode ficar tranquila não contarei tudo isso a Line's Record. Apenas direi que exercem um cargo de extrema importância na sociedade estadunidense.
– Você é realmente um amor senhorita.
– É muito profissional.
– Obrigada pelos elogios. Eu gostaria de perguntar mais uma vez sobre família. O casal não tem filhos?
– Ah, claro que temos. Uma filha.
– E onde ela está? gostaria de entrevista-la.
– Ela não está no país.
– Então me diga o nome dela pelo menos?
– Sakura.
– Podem me informar mais ou menos onde ela está? preciso pra agência.
– Na ásia. Isso é tudo o que diremos a respeito dela. Acho que isso já está bom, eu estou cansada e meu marido também, tivemos um longo dia. Amor chama ela.
– Claro. — Apanhou o telefone sem fio — Nana, venha até aqui e leve a senhorita Mitsashi até os portões.
– Claro senhor.
– Nana te levará, com licença.
O casal se retirou da sala. Mitsashi percebeu o quanto eles ficaram nervosos quando ela tocou no assunto filha. A informação que uma garota da escola de L.A lhe passou estava totalmente correta. Os pais dela a desapreciam, isso é mais do que ridículo.
Uma senhorinha entrou na sala e a convidou para segui-la. Quando Tenten estava do lado de fora do portão, ela viu os lábios da senhora se mexerem, e sussurrar bem baixinho.
–'' Sakura está num lugar diferente. Sushi, Gelo''
A senhorinha deu um sorriso e entrou, dando as costas para ela. E mais uma vez a Mitashi conseguiu o que queria. Uma pista tão clara quanto as águas, foi dada a ela sem ao menos que a mesma insistisse. Entrou no carro, agora descansaria um pouco, e depois iria até onde deveria ir.
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