Notas iniciais
Hello! Cá vais um capítulo! Este é mais romântico *-* Espero que gostem!

Mais um dia de trabalho na Vogue, logo que cheguei à minha secretária fui chamada por Gavin para o ajudar a escolher um lugar onde levar Olívia, pelos vistos estavam a entender-se mais que bem. Após ter terminado a relação com Dean, apenas alguns meses depois de Adam também ter acabado comigo, mas de maneira mais amistosa e continuando a grande amizade que os unia, Olívia ficou solteira e mais disposta a divertir-se, mas estava na altura de assentar um pouco, então como cupido que sou, influências da Melodie, acabei por combinar um encontro no meu local de trabalho e arranjei maneira de ela se cruzar com Gavin, que além de patrão se tornou um grande amigo meu, e voilá acabaram por se entender.

– És maléfica Iris. — ouvi Marc dizer a rir-se quando lhe contei a novidade.

– Só dei um empurrãozinho. — desculpei-me a sorrir.

A hora do almoço acabou por chegar e como hoje não iria ter companhia da minha melhor amiga resolvi ir com o Marc até ao restaurante onde ele costumava ir com outros colegas de trabalho. Assim que entrei no lugar caminhei com o meu amigo até à mesa onde era costume ele se sentar e ao sentar-me reparei em alguém que também estava a almoçar, mas num almoço de negócios e numa sala mais reservada, mas que tinha a vista para o salão de almoços.

– Aquele não é o...? — perguntou.

– Yep, numa cidade tão grande quem diria que o ia encontrar aqui. — disse enquanto lia o menu.

Após fazermos o nosso pedido fiquei a conversar com alguns colegas e de vez em quando dava por mim a olhar em direção à mesa onde Adam estava e várias vezes reparei que ele estava a olhar para mim também.

O resto do almoço correu normalmente e assim que o acabamos cada um pagou a sua parte e eu fiquei encarregue de entregar o dinheiro na caixa, peguei no meu casaco, cachecol e carteira e caminhei até à caixa colocando-me na fila para o pagamento enquanto os meus colegas, nomeadamente Marc e Megan esperavam por mim.

– Precisas de ajuda? — ouvi uma voz que meus ouvidos reconheciam à distância.

– Não é necessário. — afirmei.

– Ok, vais tomar café agora?

– Sim, porquê?

– Estava a pensar se querias vir comigo.

– Porque não? — sorri matando-me mentalmente por estar a flirtar com Adam mais uma vez, mas era inevitável.

Saímos para a rua a vestir os casacos, avisei Marc que ainda ia tomar café e ele foi andando até a revista com Megan, caminhei lado a lado com a pessoa que ultimamente preenchia os meus sonhos e me fazia acelerar o coração de novo.

– Então está a correr tudo bem na tua vida? — disse iniciando uma conversa ligeira.

– Sim, está tudo a correr sobre rodas. E na tua?

– Também, hoje tive uma reunião com alguns parceiros importantes que estão dispostos a financiar a minha empresa em conjunto com Nate.

– Isso ótimo. — sorri.

– Sim é verdade. — disse abrindo a porta do café e deixando-me passar em primeiro.

Adam fez o pedido, lembrando-se do meu tipo de café e dos extras que eu gostava de colocar, senti como se o último ano não tivesse acontecido parecia que estava ainda com ele e que este era um dos nossos típicos almoços.

– Ainda vais trabalhar? — afirmou a caminho do Central Park.

– Sim, mais uns minutos e tenho que ir embora.

– Ok, será que podíamos jantar um dia destes?

– Adam…

– Como amigos que somos nada mais. — acrescentou logo de seguida.

– Tudo bem. Sabes o meu número, por isso é só combinar. — afirmei.

Ficamos mais alguns minutos a conversar, mas depois cada um se dirigiu para o seu respectivo trabalho e na minha cabeça só pairava uma coisa, tinha acabado de aceitar um convite para jantar com Adam sozinha, iria ter que me controlar o que cada vez se tornava mais difícil.

*

Adam ligara na noite anterior a combinar um jantar para hoje à noite, sendo sexta-feira dava mais jeito a ambos não ficando assim restringidos a horários. Mais uma vez após estes anos encontro-me com as portas do meu armário da roupa abertas à procura de algo para vestir, sentia a necessidade de ir bonita e de o impressionar. Acabei por escolher um vestido preto justo ao corpo que acentuava as minhas curvas, uns botins também eles pretos e por fim um trenchcoat para proteger da frescura da noite.

Assim que acabei de colocar um pouco de perfume e maquiar ouvi a campainha de casa tocar, peguei na minha carteira e abri a porta a Adam que vestia uns jeans escuros, uma camisa ao xadrez preto e branco e um casaco de fazenda pelo meio da coxa.

– Hey. — sorriu. — Estás linda, como sempre.

– Obrigada. — sorri. — Vamos?

– Sim. — e deu-me passagem até ao elevador, descemos sem dizer uma palavra e quando sai do prédio vi que Adam trouxera o seu carro, abriu-me a porta e só depois é que se encaminhou para o lado do condutor, dando início à viagem.

– Boa noite. — dissemos ao rececionista e encaminhamo-nos para a mesa que Adam reservara.

– Nunca vim aqui antes. — informei.

– Espero que gostes então, é novo abriu a apenas dois meses.

– Então serás tu a escolher o nosso jantar. — sorri.

Mal fizemos os pedidos as bebidas vieram abrindo assim um serão que teve conversa ligeira e algumas risadas pelo meio, Adam sempre que olhava para mim aquecia o meu coração e quando sorria sentia as borboletas no estômago.

As horas passaram e quando dei por mim estava de volta a casa e a hora da despedida chegara.

– Obrigada pelo jantar, estava ótimo. — disse.

– De nada, diverti-me imenso. — sorriu.

– Eu também... — afirmei enquanto ficava perdida nos olhos castanhos tentando perceber o que ia na cabeça dele, sem prever senti ao de leve uma força a puxar-me para ele e os lábios roçarem ligeiramente, assim que isto sucedeu uma vontade enorme envolveu-nos e fez com que ambos nos entregássemos a uma beijo cheio de intensidade e paixão que durou vários minutos. Acabamos por sair do carro e entrar no prédio beijando-nos na curta viagem de elevador até à entrada do meu apartamento, dei graças por Mel estar em casa com Nate e mal tive oportunidade coloquei as minhas pernas em volta da cintura de Adam que me segurou até ambos entrarmos no quarto. Senti a sua mão passar nas minhas costas enquanto me beijava e o fecho do vestido ser aberto caindo aos meus pés, enquanto eu retirava a camisa dele e ele abria as calças retirando-as, de seguida ambos nos deitamos na cama envolvendo-nos em profunda paixão deitando fora as últimas peças de roupa que cobriam os nossos corpos.

Notas finais
então que tal?