Notas iniciais
Voltei pessoinhas queridas do meu coração!
Eu acho que eu vou morrer ~drama mode on~ eu estou dodói :( cof cof cof
Isso não explica a minha demora para postar, sabe...
É que a semana de provas acabou de acabar então eu decidi me concentrar ou eu iria bombar em matemática! Se eu não me der bem nessa matéria minha mãe tira meu computador ://
De boa por que eu tirei uma nota ótima e vou passar ~dança feliz~
Okay pessoas... Cof cof... Eu deveria ter postado ontem ~faltei nas últimas aulas hehehe~ , porém eu tive que ir no hospital.
Eu espero que vocês gostem do capitulo, está ai.
LEIAM AS NOTAS -ou não, leiam se quiserem- e até logo... Vejo vocês lá embaaaixo.

Depois que eu contei para o meu irmão que eu e Frank estávamos meio que... Juntos, Mikey fez a maior algazarra pulando feito um completo louco por ai. E Ray me olhou meio estranho depois disso, acho que ele deveria ter sacado faz tempo, mas deve ser difícil conviver sabendo que seu melhor amigo de infância agora namorava outro menino.

Suspirei abrindo os olhos, eu já não estava com sono mais. Olhei em volta meu quarto estava uma bagunça, finalmente tive coragem de levantar da cama e descer as escadas, com o cabelo bagunçado mesmo, meu costumeiro pijama amassado.

Quando eu dei alguns passos próximos á cozinha eu me lembrei: Era Domingo! Arregalei os olhos, Frank com certeza estava na cozinha, e ele não podia me ver assim.

- Frank, vá acordar o Gerard, por favor. – Ouvi a voz abafada da minha mãe, assim que eu ia me virar para subir novamente as escadas senti um puxão na minha blusa do pijama.

- Onde é que você ta indo? – Pude ouvir a voz de Frank logo depois uma risadinha. Não tinha como fugir então virei para encará-lo. – Já dormiu de mais. – Falou Frank mordendo o lábio inferior.

- Dormir seria uma perda de tempo com você aqui. – Abracei-o com força, adorava fazer aquilo. Soltei-o e lhe dei um selinho. – Eu só vou me arrumar, olha só o meu estado. – Falei referindo-me a roupa e meu cabelo.

- Claro, quer café? – Perguntou como se fosse óbvia a resposta. Sorri e ele assentiu com a cabeça. – Tudo bem, vou preparar. – Sorriu se virando e voltando para a cozinha.

Acompanhei-o com os olhos até que ele fechou a porta da cozinha. Subi as escadas novamente e dei de cara com o meu irmão que estava mais sorridente do que nunca. Sorri para ele e segurei seu braço antes que ele pudesse terminar de descer as escadas.

- O que houve maninho? – Perguntei e ele alargou o sorriso, era difícil vê-lo sorrir.

- Vou sair com a Wedy obviamente. – Falou. Meu sorriso automaticamente desapareceu do meu rosto. — E você está com o Frank, não tem coisa melhor!

- Erm... Aham. – Assenti e voltei a subir as escadas, acho incrível como aquela garota estragava o meu dia. Ela tinha o dom de fazer eu e meu irmão brigar. – Tenha uma boa tarde. – Gritei.

Entrei no meu quarto e comecei a separar algumas roupas, eu cantarolava como um grande idiota, eu sou idiota mesmo. Aproveitei para arrumar meu quarto rapidinho e fui tomar meu banho. Fiquei um tempo de baixo d’água cantando algumas músicas que vinham na minha cabeça. Assim que terminei o meu banho escovei os dentes, penteei os cabelos para trás e vesti a minha roupa. Finalmente fiquei pronto então fui para a cozinha.

- Seu café, Gee... – Frank disse enquanto folheava uma revistinha em quadrinhos. Me segurei para não agarrá-lo ali mesmo, ele estava muito lindo, mas minha mãe e a Tia Linda ainda estavam ali e não sabiam de nada.

- Obrigadinho, Frankie. – Falei pegando a xícara de café de cima da mesa e tomando um gole. – Ta bom. – Frank levantou o rosto e deu um sorrisinho sem dentes.

- Ele insistiu que queria fazer o café. – Linda disse sorrindo para nós dois. – Ele disse que você pediu para ele fazer, então o deixamos fazer o café. – Riu e minha mãe lançou-lhe um olhar não muito amigável.

Sentei numa cadeira ao lado do Frank e ele estava ali, nem prestou a atenção em mim. Olhei o que ele estava lendo tão interessado daquele jeito deveria ser mesmo legal. Era uma das revistinha antigas de super-heróis que eu guardava, eu já tinha me esquecido delas.

- Onde acharam isso? – Perguntei apontando para a revistinha que Frank segurava.

- No depósito. – Minha mãe disse pegando alguns livros de receita. – Linda, quando nossas colegas chegam? – Perguntou.

- Acho que daqui a meia hora. – Linda disse olhando no relógio de pulso. – Garotos, vocês vão sair hoje?

- Se o Frank quiser, a gente sai. – Falei balançando os ombros e terminando de tomar o café. Olhei para Frank de soslaio e o mesmo balançou a cabeça negativamente, decidido, ficaríamos em casa. –A gente fica.

- Vão vir colegas nossas então vocês vão ter que ficar no quarto. – Donna disse enquanto mexia no celular, ela parecia estar escrevendo uma mensagem. – Subam meninos! Elas estão vindo. – Disse enquanto fazia um gesto com a mão.

Levantei da cadeira, Frank nem se mexeu. Puxei-o pelo braço e fui arrastando ele até o andar de cima.

- Tá surdo? – Perguntei deitando na minha cama. Eu acho que eu tinha esquecido a minha educação ainda parecia que eu estava lidando com um amigo. – Frankie! – Falei olhando-o, ele ainda não tinha largado a revistinha e estava sentado no puff preto.

Levantei da cama e me aproximei o puff ficando abaixado de frente ao ser pequeno. Fiquei esperando um pouco para ver se ele parava de ler aquela coisa, mas nada, nem mover um músculo, ele paralisou total.

- Frank, você prefere essa revista ou eu? – Perguntei. Frank tirou a revista da frente do rosto e ficou me encarando sério, aposto que ele queria rir. Jogou a revista em algum canto do quarto.

- Que revista? – Sorriu inocente enquanto rodeava meu pescoço com os braços. – Você tem ciúmes até da re... – Juntei nossos lábios antes que ele terminasse a frase, sim eu tenho ciúmes.

- É que a revistinha e vocês são meus. – Fiz um bico quando nos separei. Frank riu, entrelacei nossos dedos e fiquei encarando-o.

- Meninos vocês vão querer alguma coisa? – A porta do meu quarto foi aberta e Linda apareceu com uma expressão confusa. Soltei a mão de Frank imediatamente e olhei para ela.

- Não, mãe... E você tem que bater na porta para entrar. – Frank revirou os olhos bufando. – Você quer alguma coisa Ger? – Perguntou.

- Não, valeu, eu to de boa. – Me joguei na cama, percebi que Linda estava segurando uma bandeja... Com chocolates. – Espera ai! Você ta com chocolate ai? – Sorri como um maníaco levantando da cama e indo em direção. – Ah, eu quero sim, obrigado. – Peguei um chocolate de cima da bandeja e coloquei na boca. – Tem certeza que não quer Frankie? – Perguntei de boca cheia fazendo Frank rir.

- Não, Gerard. – Falou contendo o riso, então sorri para ele. – Valeu, mãe.

- Okay meninos, só não façam nada de errado. Qualquer coisa estamos lá embaixo. – Linda disse sorrindo ternamente e saindo do quarto.

Sentei na cama lançando um sorriso cúmplice para Frank, o mesmo me retribuiu com um sorriso idêntico. Continuei daquele mesmo jeito como se nada estivesse acontecido até ouvir Frank pigarrear.

- Hm? – Murmurei.

- Se caso a minha mãe perguntar alguma coisa, o que eu respondo? – Perguntou Frank. Eu sabia que no caso da Tia Linda seria impossível não perguntar o que estava acontecendo, afinal, ninguém aqui é burro.

- Não sei, se ela for que nem a minha mãe invente alguma coisa. Mas se ela for uma mulher amorosa e doce apenas diga a verdade. – Falei inclinando a cabeça para o lado. – Sacou?

- Acho que minha mãe é uma mulher amorosa e doce... – Frank disse colocando a mão sobre o queixo e fazendo uma cara pensativa. – Ela é sim. – Afirmou com a cabeça. – Donna não é?

- Ela é uma preconceituosa, taí um motivo de nós não nos darmos muito bem. – Expliquei. – Ela só sabe fazer duas coisas de bom: Comida e lavar as minhas roupas. O resto é só me encher o saco!

- Awnnn que dó de você Gerrr... – Disse prolongando a letra “R”. Sentou no meu colo de frente para mim. – Nem liga para ela, bobo, ela não precisa saber. – Falou depositando um beijo na minha bochecha.

- Oi... Opa... – Mikey disse abrindo a porta com tudo, depois de ter feito isso pareceu um pouco sem graça. Acho que as pessoas tem uma bela mania de entrar no meu quarto sem bater na porta. – Desculpem se eu tô interrompendo...

- Michael! – Frank disse bem humorado.

- É Mikey! – Exclamou vermelho de raiva. – Eu sempre esqueço alguma coisa... Viram meu celular por aí? – Perguntou coçando a nuca.

- Não. – Olhei-o sério ouvindo uma risadinha sem graça do meu irmão. – Que foi?

- Ah, ta ali! – Apontou para um local em cima do meu guarda-roupa. – Desculpem!

- Nossa! Como você conseguiu realizar a proeza de deixar seu celular em cima do meu armário? – Perguntei olhando-o indignado, agora sei o menino responsável que ele é. – Vai lá com a sua vadia, Mikey! – Mandei.

- Okay, você fica ai com a sua! – Mikey disse saindo do quarto batendo a porta em seguida. Logo a porta foi reaberta pelo meu irmão. – E... Tranquem a porta! –

Eu e Frank nos encaramos com os olhos arregalados. Frank não conseguiu conter o riso e começou a rir escandalosamente apoiando sua cabeça na curva do meu pescoço.

- Que foi? – Falei quase começando a rir, ele estava rindo muito alto.

- Ah, seu irmão... Ah... – Foi tentando conter o riso enquanto balançava a cabeça. – Parece que ele sempre chega nas melhores horas.

- E isso não é bom. – Revirei os olhos.

- Vish! Esqueci de uma coisinha! – Frank se levantou no meu colo. – Ta na bolsa da minha mãe, volto já! – Saiu do quarto sem nem mesmo me deixar responder.

Eu nunca deixaria nada na bolsa da minha mãe. Ela simplesmente iria ver o que era, se era coisa ruim, se era bom, se era caro, se era útil... E se não era nada que ela gostasse, jogava no lixo. Uma vez ele teve a ousadia de jogar o meu cartão de memória do celular! Depois dessa eu nunca mais passei a confiar nenhuma das minhas coisas á minha mãe, só os livros.

A porta abriu e Frank apareceu com as mãos nas costas e um sorriso de orelha á orelha. Um sorriso suspeito, mas mesmo assim lindo.

- Que foi? Andou contrabandeando drogas e agora quer me vender? – Perguntei bem-humorado, Frank alargou o sorriso, me assustando. – Tem pó aí? – Ri.

- Idiota! – Falou sério enquanto fechava a porta com o pé. Aproximou-se de mim e deu uma risadinha baixa. – Isso é um pouco bizarro. – Pude ver que suas bochechas estavam mais vermelhas que o normal. Ele mostrou uma caixinha cinza. – Abre.

- Ah, Frank! Isso... Isso não é bizarro. – Senti minhas bochechas esquentarem. – Assim eu vou me sentir a dama da relação!

- E você é! – Disse colocando as mãos na cintura. – Não vou entregar o meu título de homem tão fácil! Agora vem aqui e me dá a sua mão. – Ordenou pegando um dos anéis prateados da caixinha. Eba! Agora eu era definitivamente uma bicha. Parabéns WAY!

- No meu está escrito... Frank! – Falei esticando a mão para olhar direito o anel do meu dedo. – Obrigado Frankie, eu adorei. – Falei puxando sua cintura e selando nossos lábios.

x—x

Segunda-feira infelizmente chegou. Mais uma semana de aula começou. E morrer eu vou.

Só assim mesmo para a professora de redação me dar um pontinho extra na prova! Agora voltando para a realidade da minha vida...

Eu estava encarando a minha mãe seriamente tinha uns minutos. Ela insistia em me dar bronca e lição de moral, mas uma coisa um pouco suspeita era ela voltar sempre no mesmo assunto:

- Ontem eu vi no noticiário que um casal gay apanhou muito na estação de trem. – Falou sem tirar os olhos da panela. – Eles mereceram, pois isso é pecado! – Ela mexia alguma coisa no fogão que eu não sabia, eu apenas assenti com a cabeça. – Que bom que meus filhos não estão no grupo desses monstros! – Exclamou virando-se para mim séria.

- Ah é. – Assenti com a cabeça tomando mais um gole do meu café, que estava muito bom. – Eu vou me atrasar! – Avisei tomando o último gole de café.

Saí da cozinha sem nem me despedir direito da minha mãe. Ela já tinha me estressado muito, eu não sei de onde tirei forças para me segurar e não bater nela. Coloquei minha mochila pesada nas costas e saí de casa rapidamente, fiz o caminho da minha escola como todos os dias.

- Hey, senhor Way! Fiquei sabendo que você ganhou um anel do Iero! – Ray escandaloso já chegou gritando. Tapei sua boca com as mãos.

- Idiota! – Falei dando uma tapa em sua testa. – Como sabe disso?

- Frank está com um anel prateado no dedo escrito Gerard. Ai que lindo. – Disse saltitando.

- Frank! Onde ele está? – Perguntei ansioso.

- No banheiro, já faz um tempo que ta se olhando no espelho, vaidoso! – Resmungou.

Sai correndo desviando das pessoas que insistiam entrar no meu caminho. Takada ainda chegou para me encher o saco, eu tentei suportar ela falar aquelas baboseiras dela, mas uma hora eu tive que me livrar. Enfim cheguei ao banheiro e lá estava Frank como esperado se olhando no espelho.

- Nossa, que vaidoso. – Ri e Frank virou-se para mim.

- Oi Ger! – Pulou em cima de mim me abraçando e quase me derrubando. – Senti sua falta.

- A-a gente se viu ontem. – Falei quando ele desfez o abraço voltando a encarar o espelho. – E o que você fica olhando ai?

- Ah, ontem depois que eu sai da sua casa, eu furei aqui ó. – Falou apontando para uma bolinha prateada um pouco abaixo do lábio inferior. – Só posso por a argola semana que vem.

- Ah, que bonitinho! – Falei me aproximando para olhar melhor. – Dói?

- Um pouquinho. – Falou juntando o indicador com o polegar.

- Hmm... Espero que isso não me impeça de fazer isso... – Enlacei sua cintura puxando-o para perto e juntei nossos lábios em um selinho demorado.

- De jeito nenhum. – Sorriu.

Frank ficou na ponta dos pés e voltou a juntar nossos lábios, nossas línguas se enrolaram e ficamos naquela “dança”, enquanto Frank mexia nos meus cabelos. Infelizmente o ar faltou e nos separamos.

- Vamos para a sala. – Falei desanimado.

- É. – Concordou com a cabeça.

Fui puxando Frank para fora do banheiro, o pátio estava quase vazio os alunos estavam indo cada um para sua devida sala. Quando nos aproximávamos da nossa sala, me deparei com uma raridade: A porta da sala do zelador entreaberta e com a luz ligada. Minha consciência disse para eu continuar meu caminho, mas minha curiosidade me fez levar Frank comigo até a porta.

Como se já não bastasse, eu abri a porta com o maior cuidado possível. Havia algumas plantas que tapavam a visão, mas logo as afastei me arrependendo por fazer isso. A cena que eu vi, foi apenas Wedy aos beijos com Johnny – o valentão cabeça-dura da minha turma-.

Sai o mais rápido possível da sala e olhei para Frank com os olhos arregalados, o mesmo mantinha uma expressão surpresa.

- O que você vai fazer? — Perguntou Frank.

- Não sei, só sei que farei de tudo para acabar com a vida dessa cretina. – Falei com sentindo meu sangue queimar dentro de mim. – Ela vai ver só...

Notas finais
Vish, eu não queria estar na pele da Wedy...
O que será que o Gee vai fazer? como será que o Mikey vai reagir? ~eu sou má até mesmo quando eu estou doente hihihi~
Okay gente, isso vocês irão descobrir no próximo capitulo e eu tenho um aviso...
Não sei se tem alguém ai que curte Death Note, teem??
Se gostam, a minha amiguinha está escrevendo uma MattxMello *w* muiiito fofa, caso interessadas esse é o link: https://www.fanfiction.com.br/historia/198109/Yuiitsu_No_Reigai/
Beleza?
Falow até a próxima COF COF ATCHIM e logo logo eu to ai!