Notas iniciais
Oiiee gentE!
capitulo ficou pronto rápido né?
conversamos lá embaixo.

Eu não posso acreditar em meus olhos! Era minha mãe ali do meu lado, ela estava traindo o meu pai com um homem incrivelmente estranho que eu não pude memorizar bem o rosto. Espero que ela não me veja, mas o que eu faço? Se ela me ver ela vai querer me matar, mas se ela não me ver vai ficar por isso mesmo?

Pelo que eu percebi, eles continuavam se agarrando ali. Eu não posso deixar isso assim, eu tenho que fazer algo... mas o quê? Foto! O mesmo que eu fiz para entregar Wedy, eu tirarei uma foto e mostrarei para o meu pai.

Discretamente, tirei o meu celular do bolso, apontei para o casal que nem percebia a minha presença ali e simplesmente tirei a foto. A minha sorte que a câmera do meu celular tinha flash, assim pude captar a imagem nitidamente e sair correndo antes que minha mãe me visse.

Enquanto eu corria, guardei o celular no bolso e pensava o quanto era decepcionante ver aquela cena. Se bem que... Minha mãe de uns tempos para cá estava legal demais comigo e com o meu irmão, ela não nos criticava nem nada, fazia docinhos para a gente toda a noite. Ai está à resposta para o mistério: Todo esse tempo, ela traia meu pai com esse homem.

Ouvi meu telefone tocando, peguei-o e atendi.

- Alô? – perguntei tentando segurar o celular direito.

- Gerard, você esqueceu-se do seu dinheiro para o almoço. – Disse a voz do meu pai.

- O-oh... Tudo bem, eu me viro aqui. – Respondi rapidamente. Eu senti uma enorme vontade de contar o que eu havia acabado de ver, mas isso era coisa para ele ver com os próprios olhos, para isso que serve a foto. – Até depois. – Desliguei o telefone contendo a vontade de contar tudo e colocar todo o plano – que eu já tinha pensado – por água a baixo.

Cheguei à escola e a primeira pessoa que eu vi foi a que eu mais queria ver. Sim, era Frank, meu lindo... MEU só MEU lindo! Com aquele sorriso lindo ele ficou parado apenas esperando que eu entrasse na escola.

- Frankie!!! – Abracei-o levantando-o do chão e sacudindo-o com força.

- Ger... Gerard! – Frank disse dando soquinhos fracos nas minhas costas. – Isso dói!

Deixei-o no chão e de um selinho nele.

- Você é um palhaço. – Frank disse rindo enquanto balançava a cabeça negativamente. – Eu te amo. – Frank sussurrou como se não quisesse que eu ouvisse, percebi que suas bochechas logo ficaram vermelhas e ele tentou esconder abaixando sua cabeça.

Segurei seu queixo e levantei-o fazendo-o olhar para mim, beijei-o fazendo com que Frank arregalasse os olhos, mas correspondesse ao beijo.

- Olha a putaria na escola! – Ray disse fazendo-me rir e instantaneamente me separar de Frank.

- Idiota! – Dei um tapa em sua cabeça. – Vai comer meu irmão e para de me encher o saco.

- Idiota é você. – As bochechas do cabeludo logo ficaram vermelhas e ele saiu andando na nossa frente. Provavelmente morrendo de vergonha, é claro.

- Você é malvado, Gee. – Frank disse dando uma risada baixa.

- E não mandei ser a fim do Mikey, aquele pirralho difícil... O jeito vou ser eu dar um empurrãozinho nos dois! – Falei dando uma piscadinha para Frank.

- Boa idéia. – Falou Frank antes de entrarmos na sala.

Ao entrar na sala, é claro que recebemos uns olhares meio desagradáveis dos nossos colegas, mas nada que balançar os ombros como se não ligasse não resolvesse. Esse tipo de pessoa é assim, só tenta nos ofender por enquanto que a gente liga, é só mostrar indiferença e seguir em frente.

Sentei no meu lugar, encostei a cabeça na parede e cai no sono durante as aulas.

x-x

- Amor... Gerard, Gee! Geezinho... – Ouvi a doce voz de Frank tentando me acordar enquanto me sacudia.

- Ai que apelido GAY! – Ouvi a irritante voz de Ray gritando. – Ain geezinho! – Ray imitou um gemido.

Abri os olhos e levantei da cadeira, desviando de Frank e empurrando Ray com tudo na cadeira vazia ao lado. Ele mereceu.

- Gay... É você! – Chutei sua perna sem a intenção de machucar e mostrei-lhe a língua.

Ray me deu uma rasteira me fazendo cair com tudo no chão. Senti uma dor forte nas costas e uma vontade enorme de continuar essa briguinha infantil.

- Toma troxa! – Ray disse dando saltos felizes e apontando para a minha cara de desgosto.

- Me ajude, amigo... – Pedi estendendo a mão para que ele segurasse, ele negou. Mas nada que a carinha de cachorro pidão do Gerard não resolva. – Por favor... To machucado. – Falei enquanto via Frank rindo atrás de Ray, ele provavelmente já sabia o que eu faria a seguir. Ray estendeu a mão e eu me levantei puxando-o para baixo. – Ai... Agora o troxa é você. – Ri me espreguiçando.

- Agora nós podemos descer para o intervalo? – Frank perguntou me olhando entediado.

- Claro, quando vocês me ajudarem a levantar nós vamos. – Ray disse fazendo uma careta de dor.

- Ih! Se vira! – Falei debochando da cara que Ray fez para mim. Ah... Vingança!

Segurei a mão de Frank e sai puxando-o até o pátio da escola. Lá era entediante, mas tornava-se divertido quando Frank estava por perto. Além do mais, eu precisava conversar seriamente com Frank sobre o que havia acontecido hoje antes da aula.

Sentei no gramado da parte externa da escola, e bati na grama para que Frank sentasse do meu lado, ele logo o fez.

- Frank, eu descobri que a minha mãe está traindo meu pai. – Sussurrei.

- Jura?! Como?! Você tem provas ou algo assim?! – Frank perguntou falando um pouco alto, eu apenas fiz que sim com a cabeça e tapei sua boca para que ele não falasse nada alto.

Mostrei para ele a foto que estava no meu celular, Frank ficou pasmo como qualquer um ficaria. Afinal, minha mãe parece ser uma santa, mas essa foto prova que é totalmente o contrário.

Expliquei para ele meu plano, que seria bem fácil desde que minha mãe não interferisse ou tentasse fazer algo contra mim já que sou eu quem ferrará com o casamento dela.

É claro que eu não quero o mal dos maus pais nem do meu irmão, já que isso não afetará nada a mim, mas eu acho muito injusto minha mãe fazer esse tipo de coisa com o meu pai, um homem que cuida bem da família, baça as despesas como deve e jamais ousou levantar um dedo para minha mãe. Se Donna não soube reconhecer isso, eu vou ter que fazer o que eu acho certo.

x-x

Cheguei em casa sozinho após a aula, eu não estava nem pensando em ir direto para o meu quarto e ter uma tarde de sono, nem pensar! Eu tinha que fazer o que eu havia planejado fazer, que era contar toda a verdade para o meu pai.

Procurei-o por toda a casa mais não o achei.

- Pai? Pai! – Gritei pela casa até que cheguei na cozinha onde estava minha mãe de costas para a porta cortando alguns legumes.

- Quer falar com o seu pai, tesouro? – Minha mãe virou-se para trás me olhando com um olhar maníaco mesmo sua voz parecendo doce.

- S-sim. – falei tentando disfarçar o medo que eu estava dela naquele momento.

- Ele viajou a negócios e pediu a mim que retirasse seu celular e excluísse todas as fotos que você tirou hoje. – Disse ela sínica sorrindo e estendendo a mão como se pedisse que eu a entregasse o celular.

- Por que ele pediria alguma coisa dessas? – perguntei franzindo o cenho e dando alguns passos para trás a cada passo que ela se aproximava.

- Porque você não quer que aconteça nada ao seu namorado. – Minha mãe disse séria e ameaçadora.

Senti meu coração falhar algumas batidas e não hesitei em entregá-la o celular.

- Bom garoto, agora eu vou pensar e não farei nada de mais ao pequeno Iero. – Completou ela abrindo um enorme sorriso.

- Você não fará nada a ele ou... – Ameacei.

- O que eu poderia fazer afinal? Oh... Você me garante que não abrirá o bico para o seu pai nem para o seu irmão, nem para qualquer pessoa... Que ele sai inteiro. – Ela disse dando uma leve risada.

- Você jura que não fará nada contra ele? – Perguntei com a voz trêmula.

- Juro. – Não senti segurança no que ela disse. – Temos um trato? – Perguntou ela com seu sorriso maníaco.

- Sim. – Estendi a mão, ela apertou minha mãe, virou-se e voltou a cortar verduras.

- Então, o almoço sai daqui a dez minutos, vai chamar o Mikey e lavar as mãos. – Disse ela voltando a agir como se nada tivesse acontecido.

Assenti com a cabeça e sai da cozinha tremendo, sentindo meu coração quase saindo pela boca. Se agora ela sabe... o que ela fará com Frank? Ela vai cumprir o combinado? Eu não estava me sentindo seguro, ela agiu extremamente estranha. O que ela quer?

- O que você e a mamãe estavam falando? – Mikey disse sério com os braços cruzados.

- Vamos, gerard, responda. — Disse meu pai atrás de Mikey, com a mesma expressão séria.

Notas finais
http://animespirit.com.br/evellynsutcliff
essa é a minha conta do animespirit!
Bem, eu não sei se vocês conseguem perceber, mas a fic faltam apenas alguns capítulos para o final, tipo uns cinco capítulos, realmente falta pouco.
Eu espero que todas vocês possam ler a minha próxima fic que também será Frerard, eu já estou escrevendo os primeiro capítulos dela e eu realmente estou gostando.
Eu começarei a postar a próxima fic no animespirit logo depois de terminar essa daqui!
Se as senhoritas já tem conta no animesprit me adicionem!!!!! ^^ tem chat lá, sabiam disso? suauashuas
by the way vejo vocês no próximo capitulo ou se caso vocês criarem uma conta no animespirit ;)