"Eu o amo, sempre vou ama-lo!" GSR CSI Las Vegas
13 Capítulo 13
Notas iniciais
espero que gostem...
Obrigada pelos comentários, estou adorando.
Nos meses seguintes eles voltaram a rotina normal de suas vidas. Gil dava aulas à noite na Universidade e quando chegava em casa, trabalhava mais um pouco em seu computador e depois de dormir por algumas horas acordava e fazia o café da manhã para esperar sua esposa chegar do trabalho. Eles tomavam café juntos e então iam para a cama onde faziam amor e dormiam um nos braços do outro.
A vida de casada estava maravilhosa, tudo ia bem, mesmo seu trabalho parecia mais leve. Até Sara acordar naquela manhã. Grissom havia recebido um convite para palestrar na Conferência Anual da Academia Forense, então naquela manhã, eles haviam tomado café juntos e depois ele partira para Los Angeles onde aconteceria a Conferência. Logo após a saída de Grissom, Sara tomou um banho relaxante e foi dormir. Acordou alguma horas depois com um forte enjoo, levantou-se e correu para o banheiro, vomitando tudo o que havia comido à pouco, escovou os dentes e voltou para a cama, sua cabeça girava, sentia-se tonta, enjoada e cansada. Precisava melhorar, por que, como Gil só voltaria na noite seguinte, ela havia trocado sua folga, pois não gostava de ficar em casa sem seu marido.
Horas mais tarde, quando acordou novamente teve tempo apenas para tomar um banho rápido e rumar para o trabalho. Estava estacionando o carro em frente ao laboratório quando seu celular tocou.
- Sidle — atendeu ela.
- Oi Sara — cumprimentou Finn. — Russel acabou de me passar um caso de um corpo que foi encontrado no deserto, disse que estamos juntas nesse caso.
- Claro Finn, me passa a localização e te encontro lá.
Finn passou-lhe o endereço e desligando o telefone Sara deu partida no carro. As duas chegaram juntas ao local e assim que Sara saiu do carro o cheiro forte de putrefação atingiu suas narinas, sentiu o estomago revirar e o deserto girou ao seu redor, segurou-se na porta do carro tentando conter o mal-estar. Se aproximaram do corpo, David e Brass já estavam lá. Sara respirava pela boca lutando contra o mal cheiro.
- Olá rapazes — disse Finn. — Então Dave, hora da morte?
- Ele deve estar aqui pelo menos uns cinco dias — olhou para Sara que se mantinha um pouco distante, estava pálida e desviava o olhar do cadáver. — Sara você esta bem?
Ela não respondeu, afastou-se rapidamente e inclinou o corpo para frente apoiando as mãos nos joelhos enquanto vomitava. Finn e Brass se entreolharam achando estranha aquela situação pouco comum em relação a Sara. Foram até ela e Finn colocou a mão em seu ombro.
- Sara, você está bem? — perguntou preocupada.
- Sim, foi alguma coisa que u comi nas últimas semanas que me deixou um pouco enjoada, só isso — respondeu limpando os lábios com um lenço de papel que retirou do bolso de seu colete.
Os dois a seguraram pelos braços, quando ela levantou a cabeça e cambaleou, e a levaram para seu carro fazendo com que sentasse no banco d trás. Brass afastou-se um pouco e pegou o celular.
- Russel? É o Brass — falou ao telefone. — Poderia mandar outro CSI para o caso no deserto?
- Sara não está aí com Finn? — questionou.
- Sim, mas ela está passando mal, vou manda-la de volta para o laboratório com um policial.
- Tudo bem, Brass, faça isso. Alguém vai estar a caminho.
Brass desligou o telefone e virou-se para um policial.
- Walters? Leve a CSI Sidle para o laboratório, por favor.
- Sim, Capitão — respondeu o policial assumindo a direção do carro de Sara.
- Isso não é necessário — disse Sara. — Eu já estou bem.
- Descanse um pouco, tome um remédio e fique no laboratório, nos falamos depois — replicou Finn fazendo um sinal para o policial partir, olhou para Brass. — O que você acha?
- Eu acho, — respondeu Brass com um sorriso — que meu amigo Gilbert Grissom vai ser papai.
Finn concordou com a cabeça, sorrindo e voltaram ao trabalho.
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