"Eu o amo, sempre vou ama-lo!" GSR CSI Las Vegas
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Aqui mais um capítulo para vocês..
Bjus
Eles entraram de mãos dada no laboratório e foram direto para a sala de descanso onde seus amigos disseram que estariam para receber a notícia do sexo do bebê. E lá estavam todos reunidos; Russel, Dr. Robbins e Hodges conversavam sobre um caso em um dos cantos da sala; Morgan e Finn folheavam revistas, enquanto Greg, Nick e Jim discutiam sobre o campeonato de baseball.
- Olá pessoal — disseram Sara e Gil juntos.
Todos se viraram para eles respondendo ao cumprimento ansiosos, Nick e Greg ficaram de pé imediatamente.
- Então, Sara? — perguntou Nick não aguentando mais o suspense. — Menino ou menina?
- Parabéns Nick, você vai ser padrinho do nosso menino — respondeu ela com um sorriso largo.
Nick socou o ar em comemoração e foram todos cumprimenta-los. Greg foi o último a se aproximar, estava feliz mas seu sorriso era um tanto triste.
- Não está feliz, Greg? — perguntou Sara.
- Claro que estou feliz. Mas sabe, eu realmente achei que seria uma menina, já estava planejando leva-la para passear, ensinar um monte de coisas legais para ela, afastar os garotos atrevidos... Não foi dessa vez.
- Quem disse que não foi dessa vez? — questionou Gil.
- Vocês disseram que é um menino, então Nick é o padrinho. Bom, ainda serei o "tio Greg", não é?
- Na verdade eu estava pensando em você ser o padrinho da nossa menina — revelou ela pousando a mão no ventre. — Tem dois coraçõezinhos batendo aqui.
Todos a olhavam boquiabertos até Greg quebrar o silencio que se instalara na sala.
- Como assim dois coraçõezinhos? — perguntou aparvalhado.
- Ah pessoal, vocês não vão fazer como Gil, não é? Só falta perguntarem se o bebê tem dois corações — disse ela rindo.
- Amor, não era para contar isso para ninguém — repreendeu Gil.
- Grissom, você perguntou e o bebê tinha dois corações, de onde tirou essa ideia? — perguntou Nick, gargalhando.
Todos começaram a rir e falar ao mesmo tempo. Até Grissom chamar a atenção deles.
- Pessoal, por favor. O importante é que são gêmeos, um casal. E Sara e eu ficaríamos muito felizes se você Finn fosse madrinha com o Nick, e você Morgan com o Greg. O que me dizem? — perguntou olhando para elas.
- Seria uma honra — respondeu Morgan.
- Para mim, também, é claro que eu aceito — disse Finn.
Eles voltaram a falar todos ao mesmo tempo e Sara ficou observando a felicidade que sentiam pela chegada dos gêmeos. Apertou a mão de seu marido e lhe deu um sorriso, finalmente sentia-se completa. Sua família estava ali, reunida naquela sala.
Os últimos meses de gravidez de Sara passaram rápido. Assim que todos souberam que seriam gêmeos, os cuidados com ela também foram redobrados, e ela já estava no limite com aquilo. parou de trabalhar no oitavo mês só para contrariar seu marido, que queria que ela tivesse parado aos cinco meses.
Ela acomodou-se no sofá da sala para esperar Gil chegar, ligou a televisão, mas não prestava a atenção na tela, lembrava-se da briga deles, na tarde anterior, que acabara na cama.
Eles estavam vendo um filme e comendo pipoca, Sara estava deitada com a cabeça em suas coxas e ele acariciava sua barriga com um das mãos. Ela levantou-se e Gil ficou de pé imediatamente.
- Onde você vai, amor? — perguntara Gil.
Ela o olhou séria.
- Buscar suco na cozinha, você quer?
- Aham, mas deixa que eu pego.
- Não, Gil, eu pego.
- Que isso, amor. Eu busco num segundo, sente-se e relaxe — insistiu, indo em direção da cozinha. Não tinha dado nem dois passos quando a raiva dela explodiu.
- Para com isso, Grissom — ela gritou, fazendo com que ele se virasse para ela. — Eu posso muito bem andar até a cozinha e pegar um suco. Não estou doente ou inválida, só estou grávida e vocês estão me sufocando com esse cuidado exagerado. Pelo amor de Deus nós nem fizemos amor nas últimas duas semanas.
Ele a olhava assustado e Sara viu a mágoa surgir em seus olhos azuis, por causa de suas palavras agressivas, e se arrependeu de tudo o que disse assim que ouviu sua voz triste.
- Sara, me desculpe...
- Não, Gil — interrompeu ela, aproximando-se dele. — Você é que tem que me desculpar, amor. Eu não devia ter falado essas coisas, não quero magoar você.
- Tudo bem, Sara. Você tem razão, eu estou exagerando... eu só queria protege-la, cuidar de você...
- Eu sei, amor. Me perdoa...
- E sabe, sobre fazermos amor, eu fiquei com medo de machuca-la ou os bebês.
- Não vai me machucar e nem os bebês, tomaremos cuidado — disse segurando suas mãos e puxando-o para o quarto.
Chegaram ao quarto trocando beijos cheios de paixão e desejo, logo se despiram e Grissom a colocou na cama e deitou-se ao seu lado, lambendo e beijando seu pescoço esguio. Desceu para seus seios e com carinho é delicadeza os acariciou até ouvi-la gemer. Uma de suas mãos deslizou pelo corpo dela e parou em seu centro quente e úmido.
- Ah, Gil. Senti tanto sua falta, amor — disse em meio a gemidos de prazer provocados pelo dedo que penetrava seu corpo e a levava ao céu.
Ela chegou ao clímax e Gil sentiu prazer com o prazer que proporcionava a ela, Beijou-lhe os lábios mais uma vez e colocou-se de joelhos entre suas pernas macias. Pegou um travesseiro, dobrou-o e o posicionou embaixo de seu quadril, para que ficasse confortável para ela.
Prendeu o olhar dela com o seu e penetrou-a devagar, o movimento arrancou gemidos de ambos. Grissom manteve o ritmo das estocadas leve para não machuca-la, Sara se contorcia de prazer, mas não desviava o olhar do dele. Sempre fora assim entre eles, não faziam amor só com o corpo, mas também com os olhos, coração e alma. Ele se segurou para que ela para que ela chegasse ao clímax mais uma vez e quando isso aconteceu ele logo a acompanhou naquele maravilhoso mundo do êxtase.
Saiu de dentro dela e deitou-se ao seu lado trazendo-a para seu peito, acariciava suas costas com uma mão, enquanto a outra repousava em seu ventre, e assim adormeceram.
Continua...
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