Notas iniciais
FFFeeeliiizz annooo nooovvoooooooooo!!!! Voltei garera! E agora quero adiantar essa fic, no mínimo um cap por dia, pq eu quero ajeitar minha fic de Jelsa e uma que eu vou começar de Peetinss

POV/Lety

Enquanto Ian dirigia a moto eu refletia tudo que Think havia contado naquele maldito jantar. Eu e Bia tínhamos poderes a mais que os outros filhos de Hermes, pois éramos descendentes de várias misturas de Deuses Gregos. Eu ainda mais que ela. Ian era o descendente mais poderoso de Apolo, pois era filho e bisneto do mesmo Deus, e Erik é praticamente um deus menor, por ser filho de Lícaon e Afrodite. Nós somos os semideuses mais poderosos da nossa era. Sem falar na parte da profecia que diz que “um morrerá”. Tenho medo que minha vida acabe aos 15 anos.

Fora todos os temores, a nossa missão tinha um caminho certo: Ir até a cidade centro do Canadá, procurar uma estátua em forma de anjo, adentrar abaixo dela. encontrar a coroa, que nos levará para o local que Hermes, Apolo e a Senhora Stoll estão. Entregar o cristal, e ser tele transportado para o olimpo com a coroa. Enganar Zeus até devolverem o cristal, e rezar para que ele nos deixe ir embora em paz.

– Estamos chegando. – falou Ian, enquanto entrávamos em uma cidadezinha extremamente ensolarada para um verão canadense.

Diminuímos a velocidade das motos, e estacionamos na praça central. Descemos e seguimos caminhando até chegarmos na estátua/fonte no centro da cidade. Antes de chegar lá, passamos por uma igreja e eu me Benzi. Nunca se sabe né, apesar de acreditar fielmente nos Deuses Gregos, o Deus de Abraão ainda é o meu Deus, e Jesus, meu irmão. Quando nos aproximamos mais, eu exclamei.

– Que lugar deserto – a praça era grande, tinha vários banquinhos de madeira escura e era cercado por pinheiros e arvores frutíferas. Um pouco de neve derretida se alojava no chão, transformado a areia em lama. A grama verde era rala, porém mais alta onde a água da fonte molhava. A fonte era a estátua de mármore de um ajo com as grandes asas abertas, e o rosto voltado para cima. – Não tem ninguém aqui – apurei os ouvidos – e nenhum animal faz barulho. Preparem-se.

Erik se transformou em lobo, Bia pegou a espada, eu retesei o arco, e posicionei uma flecha, Ian pegou uma lança que eu nunca havia visto antes, e todos nós ficamos tensos em silêncio.

Alguns segundos depois, escutamos passos pesados, e eu imediatamente soube o que iríamos enfrentar.

– Ciclope – murmurei segundos antes de uma besta com uns três metros de altura vestindo uma toga verde e segurando um tipo de “bastão de basebol com pregos” surgiu do meio das árvores nos observando com um grande olho cor de musgo.

– Ora, ora. A garotinha sabe o que sou. Nem todos nós somos escravos de poseidon e hesfesto em suas forjas, ou simples campistas em seu santuário. Eu sirvo a Zeus, e ele me trata como um, e não como um qualquer. Vocês só entrarão por essa fonte por cima do meu cadáver.

– Que assim seja. – murmurou Bia.

Foi aí que a coisa começou. Erik subiu em uma árvore e pulou nas costas do gingante, mordendo o pescoço do monstro, literalmente lutando com unas e dentes. Bia e Ian começaram a tentar atacar as pernas do gingantes, desferindo golpes afiados. Eu mantinha distância e atirava flechas nos ombros e no rosto.

Ian subiu em um dos brinquedos do parque, e agilmente pulou e enfiou a lança até a metade onde Erik esteva a poucos segundos.

– Sua mosquinha loira – urrou o gigante – vou te esmagar nojento.

Antes que o gigante tivesse tempo de pegar Ian que ainda estava em suas costas, eu atirei uma flecha de gosma – invenção dos Stoll – bem abaixo do olho daquele feioso. A geleca verde escorreu até a ponta do nariz do monstro, enquanto ele virava vagarosamente para me dizimar.

Agora é o fim, eu não tinha para onde correr, pois as árvores me cercavam. O sujeito arremessou o bastão, de pregos na minha direção, Bia corria até mim mas ela ainda estava distante. Eu simplesmente fechei os olhos poucos segundos antes do bastão me imprensar na árvore, mas ao invés de sentir a morte, eu senti uma rajada de vento ultra forte que me derrubou. O bastão pegou no meu lado esquerdo, arranhando profundamente e talvez quebrando algumas costelas e se cravou no pinheiro que estava atrás de mim. Me levantei tossindo, e senti pontadas agudas e fortes nas minhas costelas, e um pouco de falta de ar.

– Não meche com a minha irmã, filho de uma Hera. – falou Bia lançando uma rajada de ar, desequilibrando o gigante. Ele chegou para trás, quase derrubando a estátua, e me veio um plano na cabeça. Olhei pra Ian enquanto preparava – mesmo morrendo de dor – uma das flechas surpresa dos gêmeos.

O gigante há tinha se recuperado, mas não o suficiente para sair do lugar.

Formei com a boca a palavra “agora”, e Ian atirou em direção ao gigante uma bola de luz solar e radiação. Eu lancei com muito esforço a flecha Stoll. Ela atingiu primeiro o gigante, fincando-se em seu olho cor de musgo, e a bola de luz chegou logo depois fazendo – o que eu imaginava, e estava certa – a pólvora explodir em milhares de pedacinhos de bronze celestial. Nos defendemos como podíamos, e eu me joguei no chão. Antes de desmaiar, vi o ciclope caindo, e derrubando a estátua.

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Acordei com as dores na lateral esquerda, mas mesmo assim tentei me sentar

– Ai – exclamei com o esforço.

– não levante querida – diz Ian se aproximando – beba este néctar. – ele me apoiou até que eu ficasse sentada, e pudesse beber o líquido que nessa ocasião tinha sabor de Kuat. Reparei que minhas pernas estavam super arranhadas, e eu estava sem blusa, com o tórax enfaixado e a jaqueta de brim. Ainda era dia, e os outros não estavam muito melhores que eu. Boa parte da blusa de Bia estava rasgada, e ela tinha vários hematomas. Ian estava com um olho roxo, e tinha um corte horrível no topo da testa, que manchava boa parte de seu cabelo de vermelho. Erik tinha o antebraço esquerdo todo enfaixado, e ajudava Bia a passar um unguento nos cortes nas pernas.

– temos que ir, quanto tempo passei desmaiada. – disse me levantando com a ajuda de Ian

– Umas meia hora. Mais foi o suficiente para cuidarmos de nossos ferimentos.

– Bia – disse enquanto a abraçava devagar – você me salvou, você manipula o ar ou algo do tipo.

– Não sei nem como eu fiz aquilo, só sei que liberei minha raiva e medo.

– Erik, você foi corajoso. – falei

– Obrigado, não fiz quase nada.

– Ian, você perdeu sua lança. Tome – disse entregando meu arco a ele – eu quero de volta depois. Você precisa de uma arma, algo me diz que a batalha lá embaixo será pior que aqui em cima.

– Vamos logo, ainda temos muito o que fazer – disse bia se encaminhando a escada que descia pelo buraco da estátua.

Notas finais
agradeço por gastarem seu tempo comigo. COMENTEM CIDADÂOS