Notas iniciais
Olá pessoal!! Eu espero que vocês estejam gostando da minha história. Queria agradecer "Maylaila Black" por ter comentado no capítulo anterior. Bom, este capítulo traz um pouco de mistério e descoberta sobre vida do professor Snape, espero que gostem!!!

Harry, Rony e Hermione observavam do lado de fora da mansão dos Snape.

–Então, vamos entrar? -perguntou Harry.

–Vamos! -respondeu Hermione.- Mas vamos entrar pela janela.

–Tá, vamos logo!

Os três garotos abriram e entraram pela janela na mansão.

–Aqui deve ser o escritório -concluiu Hermione.

Mas como vamos saber se as coisas do Snape estão aqui? -indagou Rony.- Ele sequer mora nessa casa.

–Já que viemos, pelo menos vamos procurar -disse Hermione.- Harry, procure nas gavetas que eu procuro nas estantes. E Rony, procure dentro dos livros.

Os três começaram a procurar durante alguns poucos minutos.

–Achei! -gritou Rony.

–Fala mais alto, bota um anúncio no jornal, faz sinal de fumaça pra vê se descobrem logo a gente aqui, cabeça de bagre! -repreendeu Hermione cochichando.

–Cadê? Me mostra! -pediu Harry.

–Aqui -disse Rony entregando a foto à Harry.- Ele namorou mesmo a sua mãe.

–É tão estranho -disse Harry olhando para foto de sua mãe ao lado de Snape, ambos sorrindo.- Eu nunca tinha visto o Snape sorrindo antes.

–Agora sabemos o porquê dele te odiar tanto, Harry -informou Rony.- A gente deveria dizer ao Dumbledore, assim o Snape pararia de pegar no seu pé.

–E você acha que ele não sabe? Tudo que acontece naquela escola é de conhecimento dele -argumentou Hermione.

–Olha -disse Rony-, tem um caixinha escrito Lily, mas está fechada.

–Eu vou tentar abri-la -disse Hermione puxando a varinha do bolso.- Alohomora!

–Não abriu, deve está enfeitiçada -sugeriu Rony.

–Então eu vou tentar outro feitiço.

–Mas e se for magia negra?

–No pior das hipóteses, nós morremos, mas isso vai ter que acontecer algum dia mesmo.

–Me dá isso -disse Rony tomando a caixinha de Hermione-, que eu sou jovem demais para morrer -informou choramingando.

–Devolve pra ela, Rony!

–Parem vocês dois! Esse escritório é pequeno demais para confusão.

Os garotos ouviram um barulho de gente chegando.

–Vem vindo gente, corram! -disse Rony.

–Espera, eles pararam -observou Hermione-, devem levar algum tempo. Temos alguns minutos para abrir a caixa e ver o que tem dentro.

–Não, temos alguns minutos para sair correndo -disse Rony desesperado-, vamos, larga isso ai!

–É melhor nós irmos -disse Harry-, já sabemos o que viemos descobrir. Cadê a capa de invisibilidade, Rony?

–Acho que deixei lá fora.

–Você o quê?

–Tava pesada. Hermione, faça um feitiço pra fazer com que eles não nos encontre.

–Faça você!

–Eu não conheço nenhum.

–Como você não sabe? É tão simples.

–Você se impressionaria com o que eu desconheço.

–Já que é simples, Hermione -disse Harry-, então faz logo.

–Eu conheço um velho feitiço, o básico da magia. Corram! -disse a garota se virando e se batendo contra a janela, caindo no chão.

–Tem que abrir! -disse Hary.

–Não brinca?

–Então caiu por que, senhorita sabe-tudo?

–Vai logo, garoto!

Hermione e Rony saíram pela janela, mas a porta se abriu e Harry teve que se esconder debaixo da escrivaninha.

–Eu esqueci os papéis no quarto, vou voltar para apanhá-los -disse Snape ao homem misterioso no pé da porta.

Harry tentou ficar imóvel, mas bateu a cabeça na mesa, fazendo barulho, atraindo a atenção do homem.

–Você é o garoto de ontem, não é? -perguntou inclinando a cabeça para olhar para o intruso.

–Oi senhor.

–Está fazendo o que debaixo da mesa?

–Medindo espaço, senhor.

–Mesmo? Não tem uma desculpa melhor?

–Não, senhor.

–Como foi que você entrou aqui sem ser pela porta?

–Pela janela, senhor.

–Tava fazendo o que no escritório?

–Eu vim procurar provas se o Snape e a minha mãe namoraram como o senhor comentou no outro dia.

–Ganhou os pontos pela franqueza. Então, achou o que queria?

–Sim senhor. Sem querer parecer intrometido, mas quem é o senhor?

–Você invadiu a minha casa e não quer parecer intrometido?

–Então a casa é sua?

–Também.

–Snape é seu filho?

–É sim. Desculpe, Harry, eu fui muito mal-educado no outro dia, sequer me apresentei. Meu nome é Tobias Snape -disse estendendo a mão.

–Prazer, senhor -respondeu apertando a mão do homem.

–Ele falou muito de mim?

–Não, nem um pouco. É estranho o Snape ter um pai, ele me parece tão... sozinho. O senhor não me parece muito velho, então o Snape também não deve ser. Sabe, ele é indecifrável, pode ter de vinte à cinquenta anos, que não tem como se saber.

O homem riu do que Harry dissera.

–Você me parece muito legal, meu jovem. Fui dizer isso para Severo, pra quê? Ele ficou irritadíssimo. Cresceu pra cima de mim. Aposto que ele é injusto com você, não é? Por causa de Tiago?

–É sim, senhor, mas eu já me acostumei, nem noto mais.

–Severo está enlouquecendo gradativamente e precocemente. É melhor você ir logo, meu rapaz, antes que ele apareça.

–Obrigado, senhor Snape.

Harry saiu pela janela e logo em seguida, Severus entrou no escritório.

–Estava falando com quem?

–Com ninguém -respondeu o pai.

Notas finais
Obrigada por lerem e deixem suas opiniões nos comentários, Ok? Beijos!!!