Eu Sou a Noite
33 Parceiros no perigo - parte 3
No dia seguinte ao capítulo anterior, Miroku, que tinha sido dispensado por Sango, tinha se hospedado na casa de InuYasha, a quem não contou nada do que tinha acontecido por ter chegado tarde, e ambos conversavam durante o café da manhã. INUYASHA – Não vai me contar o que houve?(tomando chá) MIROKU – Eu prefiro não falar agora.(sem muita fome) INUYASHA – Parece chateado com algo.(vendo ele triste) MIROKU – Algumas coisas que aconteceram. Miroku não parava de pensar em Sango, mas sentia que nunca poderia haver nada entre eles e era isso que o deixava angustiado e nesse momento em que Miroku pensava em Sango, InuYasha nota algo no dedo do amigo. INUYASHA – Miroku, você se casou? MIROKU – O que?(ele estava distraído) INUYASHA – Estou falando do anel no seu dedo! É uma aliança de casamento. MIROKU – É sim!(ele volta a sorrir) — Me desculpa InuYasha, mas tenho que ir. INUYASHA – Mas você não iria me levar a um lugar onde me explicaria como sabia do meu segredo? MIROKU – Isso pode ficar para depois. Miroku sai correndo até seu carro, que estava estacionado na frente do restaurante de InuYasha, que não entendia a pressa do amigo e viu sem entender sua partida e sem saber o seu destino. MAIS TARDE No departamento de polícia de Tóquio, Sango estava lendo e depois assinando o relatório da missão em conjunto com a Agência Imperial, quando Takeda se aproxima dela. SANGO – O que foi Takeda?(estranhando a cara séria dele) TAKEDA – O capitão Jinenji está querendo falar com você. SANGO – Tá! Depois de assinar o relatório, Sango segue Takeda até a sala de Jinenji, onde ele e mais um homem estão esperando. SANGO – O que foi senhor?(Jinenji olha para Takeda) JINENJI – Pode ir detetive Takeda.(e Takeda sai da sala e fecha a porta) – Sente-se, detetive Sango.(e ela o faz) SANGO – O que está havendo senhor? JINENJI – Reconhece esse homem?(ele aponta para o homem que estava com eles na sala) SANGO – Claro que sim! É o dono da Joalheria Lux, o que ele faz aqui? HOMEM – Vim por isso!(ele coloca o colar na mesa em frente dela) SANGO – O que tem o colar? HOMEM – Eu levei esse colar para um perito examinar eventuais falhas, mas depois dele examinar ele me disse que o colar é falso. SANGO – O que?(ela se levanta) – Não pode ser! Eu fiquei o tempo todo com o colar. JINENJI – É só isso o que tem a falar, detetive? SANGO – Eu não sei o que dizer.(desesperada) HOMEM – O senhor sabe o que vai acontecer, não é capitão? O departamento de polícia de Tóquio será responsabilizado pelo prejuízo. JINENJI – Mas esse colar vale milhões. HOMEM – Isso é problema seu... e não meu! Resolva isso! O dono da joalheria sai da sala deixando Jinenji e Sango sozinhos e ela já podia imaginar a bronca que iria levar, e enquanto isso, Miroku acaba de chegar ao departamento de polícia procurando por Sango e ao chegar no andar do departamento de Homicídios, ele vê que Sango estava na sala de Jinenji levando uma enorme bronca e Takeda vê sua presença. TAKEDA – O que está fazendo aqui?(o encarando) MIROKU – Eu vim falar com a detetive Sango.(ele olha para a sala) – Mas vejo que ela está bastante ocupada.(e aí Takeda também olha para a sala onde estava Sango) TAKEDA – Acontece que o colar que ela entregou era falso. MIROKU – Mas ela ficou o tempo todo com o colar! Devem ter trocado na joalheria. TAKEDA – Um perito examinou o colar antes de entregar a polícia, era verdadeiro. MIROKU – Não pode ser! (ele olha para Takeda) A Sango será expulsa? TAKEDA – Ou algo pior!(e ele olha para Miroku) – E isso é culpa sua. Takeda, que sentia ciúmes de Sango, se afasta de Miroku e vai até a sala onde estava Sango. TAKEDA – Eu já emiti uma ordem para que Juroumaru seja intimado a depor aqui sobre o sumiço do colar. SANGO – E o dono da joalheria ou o perito? Eles podem estar envolvidos. JINENJI – Negativo! Eu os conheço há tempos... eu desconfiaria dos agentes imperiais, talvez algum deles tenha te ‘passado a perna’. TAKEDA – Mas eu tenho mais um suspeito. SANGO – Quem? TAKEDA – Miroku!(ao ouvir isso Sango se levanta) SANGO – Isso é um absurdo! TAKEDA – E por que absurdo? SANGO – Primeiro nós é que fomos até ele e em segundo, ele nunca tocou no colar, eu fiquei com ele o tempo todo. TAKEDA – Então por que ele veio aqui? SANGO – O Miroku veio aqui?(ela olha para fora) — Onde?(ela o procura mas ele não está mais lá) TAKEDA – Ele já foi não? Que interessante. SANGO – Eu já disse, Takeda! O Miroku não fez nada. TAKEDA – Eu não entendo! Por que está defendendo ele? Não era você que desconfiava das atividades dele?(bravo) JINENJI – Chega de discussão vocês dois!(gritando) — Fora Juroumaru, não podemos interrogar ninguém, então não adiantar defender ou atacar ninguém...estamos entendidos? SANGO – Sim senhor. TAKEDA – Sim! JINENJI – Voltem ao trabalho... enquanto o Juroumaru não chega, vamos investigar, discretamente, os antecedentes de alguns dos agentes imperiais da missão. Mesmo bravo com Sango, o capitão Jinenji ainda acreditava na inocência da detetive e fará tudo, dentro da lei, para evitar sua expulsão. MAIS TARDE Miroku, que saiu sem falar com ninguém no departamento de polícia, chega ao Hotel Majestade e logo vai para a recepção. MIROKU – Por favor, gostaria de saber se Ayame ainda está ocupando o quarto 413? RECEPCIONISTA – Deixe me ver senhor!(a recepcionista vê pelo computador) – Sim! Ela ainda não fechou a conta. MIROKU – O.k.! Ao saber da informação Miroku vai direto para o quarto 413 e ao entrar não vê ninguém nele e acha estranho, mas quando ia se virar, Ayame, que estava atrás da porta, usa uma arma de choque pelas costas dele, o fazendo desmaiar. 5 MINUTOS DEPOIS Miroku, deitado no chão, acabar recobrando a consciência e ao abrir os olhos vê a arma de choque em cima da mesa de centro com um bilhete, que tinha um numero de celular. MIROKU – Deve ser de Ayame, mas por que ela deixou o número do celular. Naquele exato momento Ayame estava dirigindo um carro com destino desconhecido e de repente o celular dela toca e ala atende enquanto dirige. AYAME – Só agora ‘acordou’? Aquela arma de choque é poderosa mesmo. MIROKU – Mas como sabia que eu estava indo até ao seu apartamento? AYAME – A recepcionista me avisou da sua chegada, eu e o Juroumaru pedimos esse procedimento em todos os hotéis em que nos hospedamos, você foi esperto em descobrir o meu plano. MIROKU – Sim! O Juroumaru é uma ‘Casanova’ de araque, mas ele não é o sujeito mais inteligente da Terra, sei que ele não roubou o colar e sim você. AYAME – Mas que espertinho! Os homens não costumam ser muito inteligentes, a gente da uma piscadinha e lança um lindo sorriso e o QI deles fica próximo do zero.(rindo) – Como fiz com o idiota do Juroumaru.(rindo mais ainda) MIROKU — Eu só não sei como teve tempo, no meio da escuridão, trocar o colar de Sango, roubar o relógio daquela mulher e coloca-lo no bolso de Juroumaru. AYAME – Mas eu não sou tão boa assim! Eu o peguei de dia. MIROKU – De dia?(estranhando) — Como? Quando? AYAME – Na Joalheria Lux! Foi quando fiz você e aquela policial se beijarem, nesse momento eu fiz a troca enquanto estavam distraídos com o beijo, e que beijo, hein!(rindo) MIROKU – “É verdade!”(pensando e relembrando o beijo) — Mas eu não entendi uma coisa! E por que está me contando tudo isso?(ele se senta) AYAME – É que como foi esperto em descobri o que fiz, eu achei que seria interessante se nós fizéssemos uma dupla, eu sou bem divertida se me conhecer.(sorrindo) MIROKU – Aposto que sim, mas a resposta é não. AYAME – Que pena!(e ela sorri maliciosamente) – Eu já sei! É por causa daquela policial, a Sango, gosta dela, não é? MIROKU – É só trabalho e estou aqui para evitar que uma amiga seja expulsa da polícia. AYAME – Sei.(não acreditando) – Eu vou provar para você que não sou tão má assim. MIROKU – Como? Você será responsável pela expulsão de uma excelente policial. AYAME – Dê uma olhada na gaveta da mesinha de centro. Mesmo não entendendo nada, Miroku faz o que Ayame pediu e ao abrir a gaveta ele vê o colar de diamantes. MIROKU – O colar? AYAME – Viu?! Eu não uma pessoa tão má assim, agora pode salvar a carreira da sua “namoradinha”. MIROKU – Mas como vou saber se esse colar também não é falso? AYAME – Não pode! Vai ter que acreditar(ela para o carro em um posto de gasolina) — Fique sabendo que meu objetivo não era o colar e sim Juroumaru... e lembre-se, eu não sou tão má assim. Ayame desliga o celular para encher o tanque de gasolina do carro e enquanto isso, no Hotel Majestade, Miroku não entendia as atitudes de Ayame. MIROKU – Deve ser o colar verdadeiro! Ela não teria por que mentir. Saindo do hotel, Miroku até pensou em levar pessoalmente o colar até ao departamento de polícia, mas se lembrou do compromisso com InuYasha e assim falou com um patrulheiro que passava por ali e entregou a ele um pacote, que tinha o colar e um bilhete dentro dele e depois vai ao encontro com InuYasha. MAIS TARDE Depois de pegar InuYasha em seu restaurante, Miroku chegou na cia do amigo à uma casa grande no centro de Tóquio na qual entraram ambos. INUYASHA – Por que me trouxe aqui? MIROKU – Eu comprei essa casa! É aqui que vou morar quando me mudar definitivamente para Tóquio. INUYASHA – E me trouxe aqui para me mostrar que tem dinheiro? MIROKU – Não!(ele sorri) — Para mostrar o meu segredo. Miroku leva InuYasha para uma passagem secreta na sala, que na verdade era um elevador subterrâneo que os levava a uma pequena base de operação com um grande computador central e outros equipamentos de espionagem e uma moto preta com equipamento de última geração. INUYASHA – Mas onde conseguiu tudo isso? MIROKU – Você já ouviu falar em “rede secreta”? INUYASHA – Rede secreta!? O que é isso? MIROKU – É uma organização sem fins lucrativos com o único objetivo de ajudar pessoas com determinados problemas como por exemplo, mulheres que sofrem agressões de maridos violentos, cidadãos comuns que sofrem perseguição de empresários ou policiais corruptos e assim por diante. INUYASHA – Então foi sua rede secreta que ajudou Rasetsu, não é? MIROKU – Isso mesmo! Além disso eu possuo uma grande rede de informação com os contatos que tive nessa rede secreta. INUYASHA – Foi assim que descobriu o meu segredo e o de Sango? MIROKU – É isso aí, amigão! Depois de ouvir Miroku dando suas explicações, InuYasha ficou olhando toda a base de operação, mas ficou realmente fascinado era com a moto, que até tinha um computador de bordo, e ficou curioso com aquilo. MIROKU – Gostou da moto?(sorrindo) INUYASHA – Sim!(ele sorri e depois fica sério) — Por que está me mostrando isso? O que quer de mim? MIROKU – Eu quero te ajudar a combater o crime em Tóquio, com minha ajuda você pode realmente fazer a diferença nessa cidade que você seja de fato um herói. INUYASHA – Mas por que eu? Deve haver outros homens capazes de te ajudar e... MIROKU – Mas ninguém com suas características!(eles ficam frente á frente) – Eu te conheço InuYasha! Sei que se sente frustrado em ficar só perseguindo bandidos ‘pé de chinelo’, isso é um desperdício do seu talento, não entende? INUYASHA – Tudo bem, Miroku, para eu aceitar a sua ajuda, você vai me contar suas verdadeiras razões para fazer tudo isso... eu quero saber com quem estou trabalhando, se me convencer eu posso pensar no seu caso. MIROKU – O.k.!(ele respira fundo) — Vai ser uma história longa. Miroku começou a contar que o pai dele, que era um rico empresário, foi morto acidentalmente em um atentado contra a vida de outra pessoa que está perto dele e durante as investigações desse crime ficou evidenciado a existência de uma grande conspiração, mas nada foi provado, então Miroku contou a InuYasha que ele fez uma investigação particular sobre o caso até entrar na rede secreta e assim conseguir saber quem estava por trás da morte de seu pai. INUYASHA – Quem foi o responsável pela morte do seu pai? MIROKU – Isso eu ainda não posso dizer, pois não tenho provas, não quero ser imprudente, mas no futuro logo direi quem é. INUYASHA – Faz sentido!(ele encosta na parede e fica de braços cruzados) MIROKU – Para mostrar minha boa intenção eu vou contar algo sobre sua mãe que talvez não saiba. INUYASHA – Minha mãe?(ele descruza os braços) – O que sabe de minha mãe? MIROKU – Izaoy era agente da Interpol, a polícia internacional. Ao ouvir aquilo, InuYasha fica com os olhos arregalados de surpresa, ele não podia imaginar que a mulher que cuidou dele fosse uma espiã. INUYASHA – Minha mãe espiã da Interpol?(ele olha para Miroku) – Mas como nunca soube disso? MIROKU – A sua mãe deixou a Interpol antes do seu nascimento, era um trabalho perigoso para quem pretendia iniciar uma família. INUYASHA – Mas e o meu pai? Ele não sabia? MIROKU – Acho que não! Para ser exato foi pelo trabalho que seus pai se conheceram, a Interpol investigava o movimento Vitória para a humanidade, desconfiando que eles ‘lavavam’ dinheiro. INUYASHA – Deixa eu adivinhar! A minha mãe ficou responsável pela investigação. MIROKU – Exato! Ela descobriu que eram inocentes e ao conhecer melhor o seu pai, uma coisa leva a outra e o resto você sabe, eles ficaram juntos por um tempo. INUYASHA – Mas o meu pai não me assumiu.(triste) MIROKU – E eu vou contar uma coisa que talvez mude definitivamente sobre minha ajuda. INUYASHA – O que seria? MIROKU – Primeiro me responda uma pergunta... sabe como sua mãe foi morta? INUYASHA – Ela estava comprando brincos na joalheria quando houve um assalto e um dos assaltantes atirou nela, a polícia achou que minha mãe reagiu. MIROKU – Mas não foi isso! A verdade é que um dos assaltantes já tinha sido preso pela sua mãe e ele a reconheceu e executou sua vingança. INUYASHA – Sério?(triste e surpreso) — Descobriu isso através da rede secreta? MIROKU – Não! Na verdade o meu padrinho, Mushin, era o detetive encarregado do crime, ele achou melhor você não saber da verdade, pois certamente iria querer vingar sua mãe. INUYASHA – Está falando em matar o assassino? Mas é claro que sim, era isso que iria fazer. MIROKU – Eu já contei os meus motivos, agora quero saber se aceita a minha ajuda. INUYASHA – Digamos que aceito, como vai ser nossa parceria? Quais suas condições? MIROKU – Eu quero que esteja disposto em tempo integral, não só à noite, deixe o Myuga cuidando do restaurante e se isso for um problema, eu contrato alguém para ajuda-lo... está de acordo?(InuYasha pensa por um momento) INUYASHA – Está bem! Pela minha mãe.(eles apertam as mãos) — Seremos parceiros no perigo. MIROKU – Ótimo! Não se arrependerá, amigo. Ao apertarem as mãos, Miroku e InuYasha iniciavam uma grande sociedade no combate ao crime, uma sociedade que daria muito o que falar no futuro. MAIS TARDE Depois de terem acertado os últimos detalhes da nova sociedade, Miroku e InuYasha acabam de chegar ao restaurante e saírem do carro dão de cara com Sango, que estava na porta do restaurante. INUYASHA – Sango?! Aconteceu algo? SANGO – Nada! É que eu queria falar com o Miroku. INUYASHA – Com o Miroku?(ele olha para o amigo) – Tá! Eu vou lá dentro. InuYasha entra no seu restaurante deixando Sango e Miroku a sós. MIROKU – Estou estranhando não ter vindo com seu parceiro? SANGO – O Takeda recebeu um telefonema da filha, por isso não está aqui, mas não é para falar do Takeda que estou aqui. MIROKU – Eu sei.(ele da um sorriso vitorioso) — Recebeu a encomenda que enviei? SANGO – Sim! Como podia imaginar que aquela Ayame fosse a verdadeira ladra? MIROKU – Ela enganou muita gente, não só você... já tem alguma pista dela? SANGO – Nada! E duvido que a peguemos, ela já deve estar fora da cidade, mas não entendo por que ela deixou o colar para trás, qual o objetivo dela? MIROKU – Eu não sei, mas ela me disse que não era uma pessoa tão ruim. SANGO – Acredita nela? MIROKU – Não sei! Não posso ter certeza se não souber verdadeiro objetivo dela. SANGO – Tem razão!(ela chega mais perto dele) – Tem mais uma coisa que vim fazer aqui. MIROKU – Ah é?(sorrindo) – O que seria?(imaginando algo de bom entre eles) SANGO – O anel!(ele fica decepcionado) MIROKU – Claro! O anel!(ele tira o anel do dedo e da a ela) – “Ela não pensava em você Miroku e sim nesse anel, não seja bobo.”(pensando) — Só isso?(seco) SANGO – E o que mais seria?(ela olha para baixo) – “Droga Sango! Ele nunca vai gostar de uma mulher como você.”(pensando) — Então eu já vou indo. MIROKU – Passar bem. SANGO – É! Passar bem. Sango se afasta de Miroku e anda até seu carro, mas no momento em que ela coloca a mão na alça da porta, um sentimento de coragem invade seu coração e em seguida ela da meia volta e corre em direção a Miroku para lhe dar um enorme beijo, que evidentemente era correspondido. SANGO – Foi por isso que vim também!(ela volta para o carro e ele vai atra dela) MIROKU – E nós, como ficamos?(ela se vira para ele) SANGO – Me liga!(ela entra no carro) — Você sabe o meu numero. MIROKU – Eu já tinha um motivo para me mudar para Tóquio, agora ganhei outro.(sorrindo) SANGO – Até mais. Sango da partida no seu carro deixando um Miroku feliz, pois ao que parece, eles teriam um relacionamento e ele estava tão feliz que nem percebeu a chegada de InuYasha por trás dele. INUYASHA – O que foi aquilo?(o beijo entre eles) MIROKU – Foi uma coisa que aconteceu esses dias.(rindo) INUYASHA – Você e Sango? Tá aí uma coisa que nunca passaria pela minha cabeça. MIROKU – O pior é que nem pela minha, mas no coração ninguém manda. INUYASHA – Vai me contar os detalhes. MIROKU – O.k.! O.k.! InuYasha e Miroku entram no restaurante para conversarem sobre o que aconteceu entre Miroku e Sango e também sobre essa nova sociedade em que estavam formando. Próximo capítulo = Votos eternos – parte 1
Fale com o autor