Eu Sou a Noite

41 Kohaku e o gênio do mal - parte 4


Finalmente chegando à Agência Imperial, Miroku foi logo falar com o agente Ryoma, que era o comandante da procura á Kohaku. RYOMA – O que quer de mim, advogado? MIROKU – Eu tenho a prova da inocência do meu cliente. RYOMA – Verdade?(sentado e de braços cruzados) — E onde está? MIROKU – Aqui!(ele mostra o CD) – Aqui contém todas as transações financeiras feitas pelo setor onde Kohaku trabalha, nele mostra que meu cliente não fez nada. RYOMA – Como o senhor conseguiu isso? MIROKU – Uma pessoa conseguiu para mim.(rindo) — Não importa como consegui, importa que ela livra meu cliente da culpa, portanto retire o mandato de busca contra ele. RYOMA – Eu vou mandar analisar o CD.(ele ia pegar o CD mas Miroku não deixa) MIROKU – Antes quero um recibo dessa prova, ela é muito importante para o julgamento. RYOMA – Primeiro quero analisar esse CD para ver se é autêntico, e se for verdadeiro, seu cliente poderá ficar livre. MIROKU – É justo!(ele entrega o CD) RYOMA – Farei isso imediatamente!(ele se curva a Miroku) – Obrigado pela ajuda. MIROKU – Obrigado o senhor por me receber. Miroku sai da sala convicto do dever cumprido, mas foi só ele sair que Ryoma fechou a porta e depois ligou para Naraku. RYOMA – Eu consegui o que o senhor queria, senhor Naraku. NARAKU – Excelente! O senhor Ryoma, o senhor será muito bem pago RYOMA – É por isso que trabalho para o senhor! E quando posso receber minha gratificação? NARAKU – Uma pessoa da minha confiança levará seu dinheiro e aí o senhor entrega o CD a ele.(olhando para Onigumo) RYOMA – Estarei esperando na pracinha. Nesse momento ficou claro que Ryoma trabalhava para Naraku, que comemorava as boas notícias com Onigumo e Kagura, que estavam com ele na sala de reunião do Grupo Naraku. NARAKU – Viu como se faz, Onigumo? É ótimo ter contatos na Agência Imperial. KAGURA – Ninguém ainda desconfiou do agente Ryoma, sendo ele o único que sobreviveu ao nosso ataque. ONIGUMO – Mas é claro! Foi ele que nos deu o trajeto por onde Kohaku seria escoltado, assim foi fácil. NARAKU – Mas por falar em Kohaku, onde ele está no momento? KAGURA – Ele está sendo levado para uma de nossas instalações secretas. NARAKU – Ótimo! Kohaku não ficará vivo por muito tempo. Naraku não parava de rir, pois seu plano de separar Kohaku de Kanna estava dando certo e também ia conseguir livrar a empresa de um escândalo ainda maior e enquanto isso Miroku, que acabara de sair da Agência Imperial, entrou no carro dele e logo ligou para InuYasha, já disfarçado de Motoqueiro Noturno. MIROKU – Está vigiando Kohaku? INUYASHA* – Ainda não cheguei no hospital.(andando de moto em alta velocidade) MIROKU – Mas o que houve? INUYASHA* — Eu fiquei um pouco preso por causa da Kikyou, ela me encontrou quando ia sair, mas isso não é o que me preocupa. MIROKU – Então é o que? INUYASHA* — Acontece que o Kohaku não está no hospital.(ele olha o computador de bordo da moto) – Estou vendo pelo rastreador que você colocou nele, que ele está em movimento e não está voltando para o hotel. MIROKU – Kohaku não ia deixar a irmã, deve ter acontecido algo. INUYASHA* — Eu vou cortar caminho para chegar nele mais rápido. InuYasha desliga a comunicação com Miroku e aumenta a velocidade da moto e enquanto isso, chegando no carro da polícia, Takeda e Sango chegam na Agência Imperial, mas antes que eles estacionassem o carro, ambos viram Ryoma sair do prédio e entrar no seu carro. SANGO – É o agente Ryoma. TAKEDA – Vamos lá falar com ele. SANGO – Não! Eu quero ver aonde ele vai, nunca gostei do comportamento dele. TAKEDA – O.k.! Assim que Ryoma da partida no carro dele, Takeda e Sango o seguem até uma pracinha, onde Ryoma estaciona enquanto Sango e Takeda estacionam longe da vista dele e nesse momento chega um outro carro, no qual Ryoma entra, dentro desse carro estava Onigumo. ONIGUMO – Aqui está a gratificação.(ele da um pacote de dinheiro) RYOMA – É ótimo trabalhar para o Mestre das ruas.(ele pega o pacote) ONIGUMO – Quer contar? RYOMA – Não é preciso. ONIGUMO – Você ainda será bem pago se continuar a nos ajudar. RYOMA – Com o salário de agente imperial não consigo comprar as coisas que quero, por isso sempre estarei a disposição. ONIGUMO – Agora o CD. RYOMA – Mas é claro.(ele entrega o CD) ONIGUMO – O senhor Naraku vai querer destruir ele mesmo esse CD. Com a transação encerrada, Ryoma sai do carro de Onigumo e volta para o dele e ambos vão para destinos diferentes e vendo tudo aquilo com um binóculo, Sango sabia que existia algo de podre. SANGO – Vamos logo, Takeda! Eu já dei o número da placa, precisamos saber quem era o dono daquele carro. TAKEDA – Estou fazendo o melhor.(ele mexia no computador de bordo do carro) – Consegui.(ele espera o nome aparecer na tela) — O carro pertence a Onigumo, diretor financeiro do Grupo Naraku. SANGO – Um superior de Kohaku!(ela fica pensativa) — Por que o agente Ryoma iria entregar um CD á Onigumo? TAKEDA – E o que será que contia naquele CD? De repente um pensamento passou pela cabeça de Sango que imediatamente pegou o seu celular e ligou para Miroku, que estava voltando para seu escritório. MIROKU – Sango?! Você já está bem? SANGO – Estou, mas não é por isso que liguei, o Kohaku foi até o hospital me visitar e foi seqüestrado. MIROKU – Isso é terrível! SANGO – Mas não é só isso! Eu vim até a Agência Imperial falar com o agente Ryoma e seguindo ele descobri que ele se encontrou com Onigumo e entregou um CD á ele. MIROKU – Essa não!(ele cobre o rosto com a mão) SANGO – Miroku, não me diga que esse CD era a prova da inocência do Kohaku. MIROKU – Infelizmente era... eu sinto muito Sango. SANGO – A culpa não é sua, Miroku! Nenhum de nós podia imaginar que esse miserável do Ryoma estava sabotando a investigação. MIROKU – Alguém vai pagar por isso. SANGO – Pode ser, mas no momento estou mais preocupada com meu irmão... eu vou atrás de Onigumo para fazer ele falar. MIROKU – Faça isso! Ele deve saber onde Kohaku está. Com a confirmação, por parte de Miroku, de que o CD era a prova da inocência do irmão, Sango desliga o celular. SANGO – Vamos para o prédio do Grupo Naraku. TAKEDA – Não deveríamos ter uma prova contra ele? SANGO – O senhor Naraku me deu garantias de que faria uma investigação interna, se eu falar sobre esse CD, Onigumo vai ter que se explicar. TAKEDA – O senhor Naraku irá ouvi-la? Lembre-se que Onigumo é diretor financeiro do Grupo Naraku há anos. SANGO – Talvez ele ouça a filha! Eu vou ligar para Kanna.(ela usa o celular) — Ela vai me ouvir e o senhor Naraku ouvirá Kanna, com a ajuda dela podemos isolar Onigumo e faze-lo confessar seus crimes e dar a localização de Kohaku. TAKEDA – Pode dar certo. Enquanto Sango tentava falar com Kanna pelo celular, Takeda dirigia o carro com destino ao prédio do Grupo Naraku e enquanto isso, depois de saber de Kohaku, Miroku ligou para InuYasha, que ainda seguia o rastro de Kohaku. MIROKU – InuYasha! A Sango me contou que Kohaku foi seqüestrado. INUYASHA* — Deve ter sido os homens de Naraku, eu já estou na cola dele. MIROKU – Você precisa chegar rápido! Eu dei o CD ao agente Ryoma antes de descobrir que ele trabalha para Naraku. INUYASHA* — Isso é péssimo! Mesmo que salve Kohaku, ele ainda será considerado um criminoso. MIROKU – Concentre-se em salvar a vida dele, depois pensamos nisso. Depois de ouvir as palavras de Miroku, InuYasha acelerou ainda mais a velocidade de sua moto até que finalmente chegasse no furgão e tendo total visão do alvo, InuYasha usa uma arma que disparava travas de metal acertando-as em uma das rodas traseiras do veículo fazendo-o capotar. INUYASHA* — Consegui! InuYasha, disfarçado de Motoqueiro Noturno, se aproximou do veículo capotado onde de dentro dele saíram 4 homens armados com barras de ferro, o que era inútil contra InuYasha, pois ele usou uma granada cegadora que fez todos ficarem cegos e depois disso nocauteou um por um. INUYASHA* — Isso foi fácil! InuYasha vai até a traseira do furgão e ao abrir a porta, ele vê Kohaku desmaiado e um pouco machucado e tenta reanima-lo. INUYASHA* — Ei garoto! Acorda.(Kohaku começa a abrir os olhos) KOHAKU – É você de novo! Salvou minha vida novamente. INUYASHA* — Os heróis fazem isso.(rindo) KOHAKU – E os homens que me seqüestraram? INUYASHA* — Eu os amarrei, todos eles serão entregues às autoridades para pagarem por seus crimes. KOHAKU – O que acontecerá comigo? INUYASHA* – Eu vou leva-lo de volta ao hotel, depois resolveremos como poderemos te ajudar. KOHAKU – Eu só quero que esse pesadelo acabe. INUYASHA* — Todos nós queremos a mesma coisa. KOHAKU – Me responda uma coisa, como conseguiu me encontrar? INUYASHA* — Com isso.(ele tira das costas de Kohaku um rastreador) – Quando te resgatei da primeira vez, botei isso em você caso precisasse, acho que fiz bem.(sorrindo) KOHAKU – É. InuYasha coloca Kohaku na garupa de sua moto para leva-lo de volta ao hotel e enquanto isso, Naraku observava o CD na cia de Onigumo. NARAKU – Tudo fica bem quando termina bem. ONIGUMO – Onde está Kagura? NARAKU – Ela recebeu um telefonema, mas depois volta. ONIGUMO – Não sei por que precisamos dela! Eu mostrei ao senhor que pode confiar em mim. NARAKU – Mas você já cometeu muitas falhas, Onigumo e... Nesse momento o celular de Naraku toca fazendo ele interromper a conversa que estava tendo com Onigumo. NARAKU – Kagura?! O que houve? KAGURA – Acabei de ser informada senhor de que o Motoqueiro Noturno conseguiu resgatar Kohaku com vida. NARAKU – Isso muda um pouco as coisas. KAGURA – Com todo respeito senhor, muda mais do que o senhor imagina, mesmo que o senhor destrua o CD, sempre vai ficar uma dúvida pairando no ar, ainda mais com Kohaku sendo seqüestrado duas vezes. NARAKU – Eu já pensei nisso.(olhando para o CD) – Se as coisas se complicarem saberei o que fazer. Naraku desliga o celular e volta a falar com Onigumo e acaba contando a ele o que Kagura disse sobre a libertação de Kohaku. ONIGUMO – O que o senhor fará? NARAKU – Eu já tenho algo em mente e... Naraku para de falar ao ver a porta de sua sala sendo aberta de forma brusca por Sango, que era seguida por Takeda e Kanna. NARAKU – O que significa tudo isso, detetive?(ele olha para a filha) – Kanna?! Você também?(surpreso) KANNA – Eu vim aqui porque a Sango me pediu, para falarmos sobre ele.(ela aponta Onigumo) SANGO – Desculpe-me por fazer isso em sua sala senhor, mas o seu diretor financeiro esconde uma informação vital para a segurança do meu irmão. ONIGUMO – Mas o que está falando...(Sango aponta um arma para ele) SANGO – Vai me dizer aonde está meu irmão. NARAKU – O que é isso, detetive Sango?(fingindo indignação) SANGO – Eu quero saber onde está meu irmão.(ela da um soco nele) ONIGUMO – Por que acha que eu sei?(limpando o sangue na boca) SANGO – Nós vimos o agente Ryoma entregar um CD a você, esse CD contia a prova da inocência do meu irmão, e ele foi seqüestrado quando me visitava, então você deve estar por trás disso. TAKEDA – Calma, Sango! ONIGUMO – Eu não sei do que você está falando e...(ela coloca o cano da arma na boca dele) SANGO – Escute aqui seu desgraçado! Eu já perdi meu pai e minha mãe, o Kohaku é a única família que me resta, portanto eu não tenho nada a perder se você fez algo contra ele, eu sei que está por trás de toda essa conspiração... então fale! ONIGUMO – Eu... eu... SANGO – Fale! O Kohaku está morto, não está? Onigumo gaguejava olhando para Naraku, esperando alguma reação dele, mas o Mestre das ruas permanecia quieto, no fundo ele torcia para que Sango atirasse em Onigumo, assim ele arranjaria um culpado pela venda das armas e se livraria de um processo judicial, mas Takeda estava tentando acalmar a parceira. TAKEDA – Não faça isso Sango! Você não sabe se Kohaku está mesmo morto. SANGO – Mas se ele estiver, Onigumo vai morrer também. TAKEDA – E o que conseguirá em mata-lo? Não vai trazer Kohaku de volta. SANGO – Não vou, mas vou me sentir bem. TAKEDA – Não vai! Eu te conheço, Sango. SANGO – Pode ter razão!(ela engatilha a arma) – Mas eu pago para ver. ONIGUMO – Eu não quero morrer.(de olhos fechados e rezando) KANNA – Não Sango! Sango estava preparada para atirar em Onigumo, era isso que Naraku queria, Kanna e Takeda já não tinham esperanças de convencê-la até que naquele momento o celular de Sango toca e ela atende sem deixar de mirar a arma em Onigumo. SANGO – Alô. KOHAKU – Sango, sou eu. SANGO – Kohaku?!(feliz) NARAKU – “Droga!”(pensando enquanto observava a cena) SANGO – Você está bem? KOHAKU – Tô! O Motoqueiro Noturno me salvou... eles queriam me matar, Sango. SANGO – Eu sei... foi o Onigumo.(olhava Onigumo) – Foi ele que vendeu as armas, foi ele que armou tudo isso, mas ele vai pagar, eu prometo. KOHAKU – Eu te amo, Sango. SANGO – Eu também te amo, maninho.(ela desliga o celular) ONIGUMO – Acha que sabe de tudo? Não sabe com quem está se metendo. SANGO – Não importa quem você seja, vai pagar por tudo que fez. KANNA – Como pode fazer isso com o Kohaku? Ele nunca te fez nada. Naraku aproveita que todos estão distraídos e se aproxima de Onigumo, agachando ao seu lado, fingindo que pegava algo. NARAKU – Detetive Sango, acho que tenho algo.(ele mostra o CD) SANGO – É o CD!(ela o pega) NARAKU – Eu o vi com Onigumo, achei que fosse música que ele baixou da internet ou coisa parecida. ONIGUMO – Mas senhor.(se sentindo traído) NARAKU – Cale-se!(ele o encara) — Como pude me enganar esse tempo todo? ONIGUMO – Mas... NARAKU – Você me conhece bem, Onigumo!(em tom de ameaça) — Eu quero que se entregue e confesse seus crimes. Onigumo percebe a mensagem de Naraku, ele sabia que teria que assumir toda a culpa se não quisesse pagar com a vida. ONIGUMO – Sim senhor!(ele olha para Sango) — Eu confesso, fui eu que tramou tudo, fui eu quem vendeu as armas, queria ganhar um dinheiro extra.(depois ele olha para Kanna) – Mas o motivo de acusar Kohaku foi porque ele tinha o amor de Kanna e eu não suportei isso.(Takeda o algema) TAKEDA – Você está preso. Takeda tira Onigumo algemado da sala para leva-lo preso e assim Naraku fica a sós com Kanna e Sango. NARAKU – Detetive Sango, tem que acreditar que não sabia de nada, Onigumo enganou muita gente. SANGO – Eu acredito senhor. KANNA – Eu não posso acreditar que o Onigumo fez tudo isso por mim. SANGO – Aquele salafrário do Onigumo vai responder por tudo. NARAKU – “É isso que eu quero.”(pensando e sorrindo escondido) KANNA – Sango.(ela se aproxima da detetive) – Eu fui injusta com Kohaku e... SANGO – Foi sim... olha Kanna, eu agradeço por ter vindo aqui para convencer seu pai da culpa de Onigumo, mas não esqueci que não acreditou no meu irmão. KANNA – Não sabe como estou arrependida. SANGO – Eu acredito, mas duvido que o Kohaku vá te perdoar... e eu estarei do lado dele. Sango sai da sala para se juntar a Takeda deixando Naraku a sós com Kanna, que estava triste com as palavras da detetive. DOIS DIAS DEPOIS De saída do tribunal, depois de verem a audiência de Onigumo, que confessou tudo, Sango e Miroku conversavam sobre o caso enquanto desciam as escadarias do local. SANGO – Será que ele irá pegar pena de morte? MIROKU – Acho que não! Ele pedirá clemência em troca de entregar outros colaboradores. SANGO – Ele não merece clemência nenhuma. MIROKU – E o Kohaku? SANGO – Ele está bem, mas acho que nunca vai perdoar a Kanna. MIROKU – Ele ficará bem, é um bom rapaz... bem, eu tenho que ir.(ele ia entrar no carro até que Sango se manifesta) SANGO – Miroku... não vai me falar mesmo quem pagou o processo? MIROKU – Sabe que não posso falar. SANGO – Talvez seja um admirador secreto.(sorrindo maliciosamente) MIROKU – Além de bonita e competente, ainda é convencida. SANGO – Não fica com ciúmes, não.(ela da um beijo na boca dele) — Obrigada por tudo, Miroku, você ajudou meu irmão e isso é uma coisa que jamais me esquecerei. MIROKU – Nem eu... até mais. Miroku entra no carro e depois de um tempo chega no seu escritório onde Kagome conversava com Rin. MIROKU – Senhorita Rin?! O que devo essa honra? RIN – Senhorita não!(ela mostra o anel de casamento) – Senhora. MIROKU – É claro! É que é tão jovem que as vezes me confundo. RIN – Eu vou encarar como um elogio. KAGOME – O Sesshoumaru está esperando lá dentro. MIROKU – Vou falar com ele, fiquem a vontade. Miroku entra na sua sala onde Sesshoumaru o esperava e logo entrega a ele um cheque. SESSHOUMARU – Aqui está seu pagamento pela defesa do irmão de Sango. MIROKU – Obrigado!(ele pega o cheque) — Mas não precisava vir até aqui, eu iria até o jornal onde trabalha. SESSHOUMARU – É que eu estava passando por aqui e resolvi fazer logo o pagamento. MIROKU – O.k.!(ele se curva em sinal de agradecimento) SESSHOUMARU – Agora vou indo.(Miroku se manifesta antes de Sesshoumaru sair) MIROKU – Por que fez isso? Falo em pagar meus honorários. SESSHOUMARU – Eu tinha uma dívida com Sango e acho que agora ela está paga. MIROKU – E por que quis que ela não soubesse que foi você que me pagou? SESSHOUMARU – Eu não gosto que me vejam fazendo boas ações, prefiro que pensem que sou um cretino. Depois de sorrir Sesshoumaru sai da sala e com Rin, sai do escritório de Miroku, que imediatamente recebe Kagome. KAGOME – Você fez um bom trabalho, Miroku. MIROKU – Mas não fiz sozinho, tive ajuda de um grande amigo. KAGOME – De quem está falando? MIROKU – De ninguém! De ninguém! Miroku desconversou, mas ele estava falando de InuYasha, que realmente tinha feito o trabalho mais duro e em sua nova fase como Motoqueiro Noturno prometia combater ainda mais a criminalidade. Próximo capítulo = Encontros, reencontros e desencontros – parte 1