Eu Sou a Noite

53 Epilogo fatal - parte 1


Sem saber do resultado da audiência de Sango na corregedoria, InuYasha, disfarçado de Motoqueiro Noturno, estava naquele momento dentro do laboratório secreto, que naquele instante estava totalmente desativado. INUYASHA* — Não há nada aqui! Nesse momento o celular de InuYasha toca, era Miroku querendo saber informações do tal laboratório secreto. MIROKU – Conseguiu algo? INUYASHA* — Não, mas você tinha razão! Existia realmente um laboratório secreto nesse lugar, eu demorei um pouco para achar o elevador. MIROKU – Tem certeza que não há nenhum vestígio da jóia de 4 almas? INUYASHA* — Tenho, eles limparam tudo, equipamentos, moveis, documentos, eles levaram tudo, mas tem uma coisa que estou achando estranho. MIROKU – O que? INUYASHA* — Se esse prédio era do governo japonês, significa que Naraku e o governo estão juntos. MIROKU – Ou apenas alguém ligado ao governo... precisamos saber mais sobre a jóia de 4 almas, acho que vou falar com a Kikyou. INUYASHA* — Não! Pode deixar isso comigo. MIROKU – Mas acha que ela vai te receber? INUYASHA* — Eu tenho que encara-la, não posso ficar fugindo, a gente vai ter que se ver. MIROKU – Tudo bem, mas eu terei que falar com a Kagome. INUYASHA* — Pode falar, eu não tenho mais segredos com ela... e a Sango? Como foi? MIROKU – Ela foi absolvida. INUYASHA* – Ela é uma garota legal, eu fico feliz de vocês terem se acertado de novo. MIROKU – Eu também. INUYASHA* — Miroku, eu acho que vou deixar a vida de Motoqueiro Noturno depois que desmascararmos Naraku. MIROKU – Tem certeza? INUYASHA* — Eu quero ter uma vida normal com Kagome e Shippou, eu devo isso a eles. MIROKU – Eu entendo, você é um bom homem, InuYasha. INUYASHA* — Então eu vou indo. Miroku desliga o celular e nesse momento Sango e Kagome se aproximam dele na saída da corregedoria. KAGOME – Falou com InuYasha? MIROKU – Sim, ele confirmou minhas suspeitas, existia mesmo um laboratório naquele prédio do governo, mas ele estava vazio. SANGO – E o que se faz agora? MIROKU – Temos duas coisas a fazer, uma é descobrir aonde está Naraku e a outra é saber mais sobre essa misteriosa jóia de 4 almas. KAGOME – Mas como vamos encontrar Naraku? Ele está sumido há dias sem dar sinal de vida. MIROKU – É isso que me preocupa, ele deve estar armando algo grande... Kagome, InuYasha vai falar com Kikyou para saber mais sobre a jóia de 4 almas. KAGOME – Tudo bem, eu tenho confiança total no nosso amor, eu não sentirei ciúmes. SANGO – E quanto achar Naraku, acho que tenho uma idéia, eu conto no caminho. Miroku, Sango e Kagome entram no carro para saírem do local e enquanto isso, em um lugar desconhecido, Kagura e Kikyou supervisionam vários homens, que instalavam os equipamentos para o novo laboratório. KIKYOU – Isso foi mesmo necessário? Falo em trocar de laboratório. KAGURA – Foi sim, não podemos levantar suspeitas contra o governo japonês. KIKYOU – E finalmente consegui completar a pesquisa. Kikyou pega uma caixa encubadora feita de vidro, onde estava a jóia de 4 almas, que brilhava muito e nesse momento, Naraku entra no local, se aproximando de Kagura e Kikyou. NARAKU – Então essa é a jóia de 4 almas?(fascinado) KAGURA – Sim, ela está quase pronta. NARAKU – Mas o que falta? KIKYOU – Eu consegui apenas liberar o poder da jóia, mas para ela mostrar o poder máximo é preciso esperar. NARAKU – Esperar quanto tempo? KIKYOU – Eu calculo umas 12 horas, no máximo. NARAKU – Ótimo!(esfregando a mão) — É hoje que conseguirei meus objetivos. KAGURA – Com essa jóia o exercito japonês será invencível e ninguém deterá o Japão. NARAKU – Patriota como sempre, não é, Kagura? KAGURA – Foi para fortalecer esse país que fiz o que fiz e tudo valerá a pena quando o Japão for a força dominante no planeta. KIKYOU – Eu tenho que voltar para a Universidade, preciso pegar alguns documentos meus... com licença. Kikyou se afasta de Kagura e Naraku e deixa o local e enquanto isso, em sua casa, Sesshoumaru entrava no quarto de sua filha, Satsuki, que estava deitada na sua cama, escrevendo algo no diário. SESSHOUMARU – Posso entrar, filha? SATSUKI – Claro.(ela guarda seu diário e se senta) – O que foi? SESSHOUMARU – Eu vou ter que sair e por isso queria que fizesse cia à Rin, ela precisa muito nesse momento.(ele se senta ao lado dela) SATSUKI – Claro, pai... foi muito triste o que aconteceu com o pai dela. SESSHOUMARU – Foi mesmo! SATSUKI – Pode deixar, pai, eu vou ficar com a Rin.(sorrindo) SESSHOUMARU – Obrigado, querida!(dando um beijo na testa dela e se levantando) SATSUKI – Pai.(fazendo ele se vira para ela) SESSHOUMARU – O que foi querida? SATSUKI – A minha mãe, o que ela fez de tão errado para que o senhor a odiasse? SESSHOUMARU – Satsuki.(ele se senta ao lado dela de novo) – Eu não odeio sua mãe, eu odeio o que ela queria se tornar, ela não é propriamente uma má pessoa, mas ela tem uma visão distorcida do que é certo. SATSUKI – Por isso o senhor não queria que ela ficasse comigo? SESSHOUMARU – Eu não queria porque família é uma coisa que não combina com Kagura, ela sempre deixou isso claro... acredite, ela seria uma péssima mãe. SATSUKI – Mesmo assim eu queria saber mais dela. SESSHOUMARU – Eu poderia impedi-la, mas não farei, se quiser falar com ela, pode falar, afinal de contas, ela é sua mãe... eu vou indo. SATSUKI – Obrigado por me contar a verdade. SESSHOUMARU – Por nada, afinal, você já está ficando uma mocinha. Sesshoumaru se levanta da cama para ir ao jornal enquanto Satsuki entra no quarto de Rin e de Sesshoumaru, onde Rin estava deitada de bruços, olhando uma foto dela com Takeda. SATSUKI – Rin. RIN – Satsuki?!(ela enxuga as lágrimas) – O que foi?(ela se senta) SATSUKI – O meu pai saiu e pensei que talvez não quisesse ficar sozinha nessa hora. RIN – Vem cá!(estendendo os braços e Satsuki vai até ela) – Que bom se preocupar comigo.(abraçando a menina) — Obrigada, Satsuki. SATSUKI – “Eu queria esse abraço da minha mãe.”(pensando) Embora no começo, Satsuki não gostasse da madrasta, a menina, com o tempo, passou a conhecer melhor Rin e vê que, apesar de jovem, ela fazia muito bem ao pai. MAIS TARDE Chegando ao prédio Universidade de Tóquio, Kikyou, ao andar pelos corredores, encontra InuYasha, mas ela o ignora, passando por ele sem lhe dirigir a palavra, fazendo InuYasha ir atrás dela. INUYASHA – Kikyou espere.(segura o braço dela) KIKYOU – Me larga!(se soltando) – Não vê que tua presença me machuca? INUYASHA – Eu errei com você, Kikyou, mas eu não posso voltar no tempo. KIKYOU – InuYasha.(ela o olha desconfiada) — Você voltou com a Kagome, não é? INUYASHA – Sim.(olhando nos olhos dela que depois fica de costas para ele) KIKYOU – Espero que desta vez seja honesto com seus sentimentos e não machuque as pessoas.(ela se vira novamente) – O que quer, InuYasha? INUYASHA – Eu quero que me conte sobre o projeto da jóia de 4 almas, eu me lembrei que você chegou a trabalhar nesse projeto na empresa de Naraku. KIKYOU – Mas eu saí desse projeto quando houve o escândalo com a prisão de Onigumo.(mentindo) — Mas por que o interesse? INUYASHA – Olha, Kikyou, que isso fique entre nós, mas eu soube pela Sango que roubaram essa jóia na mansão de um homem chamado Juroumaru. KIKYOU – Por isso ficou interessado?(ele acena que sim) – Tudo bem, eu falo. InuYasha mal sabia que Kikyou tinha conhecimento dos fatos que ele relatou, mas mesmo assim, ela o levou até uma sala, onde eles ficariam a sós, para responder suas perguntas. KIKYOU – O que quer saber especificamente? INUYASHA – Qual é o grande segredo dessa jóia? KIKYOU – A jóia é um artefato milenar, cercada de muita lendas e fantasias, mas Urasue acreditou nos poderes misteriosos oriundos da jóia. INUYASHA – Que poderes eram esses? KIKYOU – Os estudos de Urasue, mostravam que um pequeno fragmento da jóia era capaz de aumentar a capacidade das pessoas que a possuíssem, como inteligência, força física. INUYASHA – Isso só um pequeno fragmento, mas e a jóia inteira? KIKYOU – O que vou dizer, você talvez não acredite, mas segundos os estudos de Urasue, se uma pessoa possuir a jóia inteira, será capaz de conseguir a imortalidade. INUYASHA – Isso é sério?(assustado) KIKYOU – Sério?!(ela começa a rir) – Isso é uma lenda, InuYasha, não seja ingênuo. INUYASHA – Quem dera.(ele se levanta) — Eu tenho que ir... obrigado. InuYasha se curva, em sinal de agradecimento, e em seguida sai da sala correndo, sob o olhar de Kikyou, que sorria sarcasticamente enquanto balançava a cabeça negativamente e enquanto isso, em sua nova sala, Kagura lia relatórios em sua mesa até que sua secretária, Mikato, a chamou pelo interfone. MIKATO – Senhora Kagura. KAGURA – Sim, Mikato. MIKATO – Tem uma menina chamada Satsuki no telefone, ela quer muito falar com a senhora, vai atende-la? KAGURA – Pode deixar que eu atendo. MIKATO – Linha 3, senhora.(Kagura aperta uma tecla no telefone) KAGURA – Satsuki, não esperava falar com você depois da nossa última conversa. SATSUKI – Mamãe, eu criei coragem para ligar para a senhora para fazer uma pergunta, pergunta que a senhora não me respondeu na nossa conversa. KAGURA – Fale querida. SATSUKI – Por que abriu mão de mim? Por que não quis ficar comigo? KAGURA – Perguntou isso à seu pai? SATSUKI – Ele só me falou que eu teria uma vida ruim, mas agora eu quero saber de você, responda? KAGURA – A verdade é que nunca tive a intenção de ter você. SATSUKI – O que?(decepcionada) KAGURA – A maternidade foi ruim para mim naquela época, o seu pai queria que nos casássemos, mas eu queria seguir minha carreira. SATSUKI – E o que pretendia fazer comigo? KAGURA – Primeiro pensei em aborto, depois vi que isso podia prejudicar minha imagem e por isso resolvi pedir uma licença de um ano para ter você em segredo e depois entrega-la a adoção, mas Sesshoumaru descobriu antes e impediu meus planos. SATSUKI – Então foi isso?(chorando) — A senhora nunca me quis? O meu pai nunca te impediu de me ver? KAGURA – Devo confessar que fiquei furiosa com ele por ter ameaçado de me entregar ao governo, tive que renunciar ao meu cargo, mas agora vejo que ele me fez um grande favor.(rindo) SATSUKI – Meu pai tinha razão, a senhora seria uma péssima mãe. KAGURA – Satsuki, você é uma menina inteligente, talvez não veja isso agora, mas no futuro, você me dará razão, eu não podia deixar a maternidade impedir o meu sucesso e no futuro vou fazer algo de extraordinário, você sentirá orgulho de ser a minha filha. SATSUKI – Eu duvido muito. Satsuki, com muita raiva, bate o telefone na cara de Kagura, a menina estava muito desapontada e ali percebeu como estava sendo injusta com Sesshoumaru, ela viu de fato como Kagura é de verdade, uma pessoa fria e calculista, que naquele momento nem se importou com a reação da filha. KAGURA – “Um dia você vai ver, querida, vai ver que sua mãe estava correta”(pensando) Os pensamentos de Kagura são interrompidos pelo toque do celular dela e ao ver o numero no visor, ela se levantou para trancar a porta e em seguida voltar a se sentar para atender a uma voz masculina do outro lado da linha. KAGURA – Por que está me ligando? VOZ – Eu fiquei sabendo que você entregou a identidade de Naraku para Kouga. KAGURA – Eu tive que fazer isso se não ele não colaboraria para nosso plano do roubo da jóia de 4 almas. VOZ – Isso não vai atrapalhar o plano? KAGURA – Não senhor, pode ficar tranqüilo. VOZ – Não me diga para ficar tranqüilo, Kagura.(irritado) — Como vai o nosso plano? KAGURA – A execução vai acontecer hoje mesmo. VOZ – Então Naraku não será um problema? KAGURA – Como disse antes, a execução do plano vai acontecer hoje. VOZ – Ótimo! O meu conselho de guerra já está reunido, acompanharemos tudo pelo noticiário. Kagura desliga o celular, ela ficou muito pensativa em seguida e depois saiu da sua sala e enquanto isso, em uma casa que ficava em um lugar desconhecido, Naraku, que estava escondido, ligava para o celular de Kanna, que estava descansando em um quarto da casa de Kagura. NARAKU – Kanna, minha filha, sou eu. KANNA – Pai?! Está tudo bem com o senhor, os noticiários dizem que o senhor está desaparecido, há dias que o senhor não me telefona, o que está acontecendo? NARAKU – Tudo que dizem na televisão é mentira, eu precisei me esconder porque estou sendo ameaçado de morte por meus inimigos. KANNA – Mas que inimigos, pai? O senhor está me assustando. NARAKU – Foi por isso que te liguei, eu acabei de descobri que Kagura está me espionando para o governo japonês. KANNA – Kagura?! Mas ela não é sua amiga? NARAKU – É o que pensava, mas descobri toda a verdade, talvez ela tenha feito aquilo com Kohaku.(mentindo) KANNA – Mas pai... NARAKU – Escute, Kanna, tem que sair daí. KANNA – Papai, tem um homem vigiando a entrada da casa. NARAKU – Tem que ter um jeito de dribla-lo, Kanna, você precisa sair daí sem que eles percebam, pois senão, eles podem te usar para me manipular. KANNA – Tá bom, papai! Eu vou dar um jeito, mas para onde vou? NARAKU – Pegue o trem e quando chegar em Tóquio, desça na estação Shinguetsu, eu te encontro lá. KANNA – Tá! Kanna desliga o celular e se prepara para sair da casa sem chamar a atenção de ninguém. MAIS TARDE InuYasha acaba de chegar ao escritório de advocacia de Miroku, onde estavam o próprio Miroku, Kagome e Sango, sendo assim InuYasha contou a eles tudo que Kikyou falou sobre a jóia de 4 almas. INUYASHA – Kikyou acha que tudo isso é lenda. MIROKU – Será lenda mesmo? O Naraku investiu muito dinheiro nessa operação, ele não ia fazer isso se essa história não tiver o mínimo de verdade. SANGO – Verdade ou não, eu quero botar as minhas mãos em Naraku. KAGOME – Para isso precisamos encontra-lo. INUYASHA – E tem que ser rápido, pois se o poder dessa jóia for verdadeiro, será terrível. MIROKU – Então, Sango, chame seu irmão e... INUYASHA – O que foi Miroku? Os outros estranham o fato de Miroku parar de falar, mas ele aponta para a porta do escritório, onde Kouga estava. KOUGA – Parece que está havendo uma reunião por aqui.(Kagome o encara) KAGOME – É muita coragem de vocês aparecerem por aqui de pois do que fez... praticar aquele assalto e colocar a vida de Houjo em perigo. KOUGA – Eu sinto muito pelo Houjo, mas acreditem, eu não sou um marginal. INUYASHA – Nós até poderíamos acreditar se não se comportasse como um.(Sango se aproxima) SANGO – Eu vou prende-lo imediatamente e... KOUGA – Não vai não, detetive.(ela exibe um papel na frente dela) SANGO – O que é isso?(Miroku pega o papel e lê) MIROKU – Aqui diz que Kouga recebeu o perdão do Imperador por todos os crimes passados. SANGO – Isso não pode ser.(ela chega perto de Miroku para ver o papel de Kouga e o lê) MIROKU – Mas são autênticos, Sango, com o selo real e tudo. Miroku devolve o papel para Kouga, que exibia um sorriso vitorioso ao pegar o papel de volta. KOUGA – Claro que são autênticos! A Ayame também recebeu um igual, portanto vocês não podem nos tocar.(rindo) MIROKU – E por falar em Ayame, onde ela está? KOUGA – Em um hospital, durante a invasão da casa de Juroumaru, ela foi acertada por um tiro disparado por Mantten, esse tiro era para mim. INUYASHA – Se estão livres por que veio aqui? Para zombar da gente? KOUGA – Nada disso! Primeiro vim dizer que eu já sei da informação que tanto procurava.(Kagome começa a rir) KAGOME – Você descobriu a identidade do Mestre das ruas?(ela continuava a rir) KOUGA – Sim, vocês nem vão acreditar que o Mestre das ruas é... INUYASHA – Naraku?(Kouga fica surpreso) KOUGA – Quando descobriram? MIROKU – Eles? Há pouco tempo, mas eu? Eu já sei disso há anos... ora, ora, Kouga, se realmente quisesse descobria a identidade do Mestre das ruas, era só ter me perguntado. InuYasha, Kagome, Miroku e Sango ficaram todos rindo das caras de bobo de Kouga, principalmente dele, que tinha feito muita coisa, sofrido muito para conseguir aquela informação, mas ele não parecia ligar. KOUGA – Parem de rir! INUYASHA – Ah é! E por que deveríamos parar de rir?(rindo) KOUGA – Pois se o advogado aí já sabia quem era o Mestre das ruas há tanto tempo, quer dizer que ele nunca conseguiu uma prova contra Naraku, correto? MIROKU – Correto!(ele fica sério) — Você tem? KOUGA – Tenho sim! Kouga da meia volta, mas Miroku e Sango correm para a porta e o impedem de sair, ficando na frente dele. MIROKU – Nos perdoem por rirmos de você, mas se tem realmente uma prova contra Naraku, queremos vê-la. SANGO – Isso mesmo! Significa muito para nós. KOUGA – Está bem! Kouga tira do bolso um gravador, que contia uma fita da conversas telefônicas de Naraku com vários traficantes, empresários e políticos corruptos e até terroristas internacionais, essa fita foi escutada atentamente por todos os presentes. SANGO – Acho que isso é o bastante. MIROKU – Essa fita é autentica? KOUGA – Eu acredito na fonte. INUYASHA – Onde conseguiu a fita? KOUGA – Não posso contar, mas podem ficar com ela, façam o que quiser. KAGOME – Kouga, quer dizer que você fez tudo o que fez para poder entregar Naraku? KOUGA – Eu só quero que ele pague por tudo que fez aos meus amigos e ele vai pagar.(InuYasha se aproxima dele) INUYASHA – Eu pensei que quisesse mata-lo ou algo assim, mas vejo que estava enganado. KOUGA – Eu garanto que a última coisa que fiz contra Naraku foi isso, entregar essa gravação, mas eu ainda tenho um acerto de contas com outra pessoa.(olhando para o lado) INUYASHA – Quem? KOUGA – Você! Ao falar aquilo, Kouga simplesmente da um soco em InuYasha, fazendo ele cair no chão, onde foi amparado por Kagome. INUYASHA – Por que fez isso, Kouga?(e Kouga o encara) KOUGA – Não achou mesmo que tinha me esquecido daquele soco que me deu? KAGOME – Acho que agora estão quites, não é?(olhando para Kouga) KOUGA – Claro.(ele olha para InuYasha) – Espero que não fique ressentido, InuYasha. INUYASHA – Não.(ele se levanta do chão) – Está tudo bem. Kouga se despede de todos e sai do escritório de advocacia e em seguida entra em seu carro para ir ao hospital visitar Ayame. Próximo capítulo = Epilogo fatal – parte 2