Eu Sou a Noite
54 Epilogo fatal - parte 2
No escritório de advocacia, Kagome limpava a boca de InuYasha, que tinha levado um soco de Kouga. KAGOME – Não sei por que vocês homens gostam de resolver suas diferenças na força.(limpando o sangue da boca dele com um paninho) INUYASHA – Ele me pegou de surpresa. KAGOME – Mas não foi isso que vi.(rindo) INUYASHA – E por que está rindo? Até parece que gostou. MIROKU – Esquecem isso! Temos assuntos mais urgentes no momento.(Sango entra na sala para falar com ele) SANGO – Eu já falei com meu irmão, ele está vindo para cá. INUYASHA – Mas o que o Kohaku vem fazer aqui? MIROKU – Nos ajudar a achar Naraku. KAGOME – Miroku, eu posso ir para casa? MIROKU – Tubo bem, Kagome, mas antes entregue aquele documentos ao cliente, ele está aguardando. KAGOME – O.k.!(ela da um beijo em InuYasha) — A gente se vê depois? INUYASHA – Pode acreditar! Kagome se despede de InuYasha e dos amigos e em seguida sai do local com os documentos em mãos e enquanto isso, Kagura está de saída do seu escritório e, para sua surpresa, no caminho encontra Sesshoumaru. KAGURA – A sua esposa sabe que está aqui?(rindo e continua a andar e ele vai atrás) SESSHOUMARU – Acho que devemos conversar, Kagura.(ela de repente para) KAGURA – Agora é você que quer falar?(ela se vira) – O que quer? SESSHOUMARU – A detetive Sango me disse que por trás da morte do pai de Rin havia uma enorme conspiração e como você tem ligação com o governo, talvez saiba de algo. KAGURA – Não. Kagura percebeu que Sesshoumaru não sabia de nada, ou seja, Kouga não seguiu o conselho dela de entregar a gravação sobre Naraku ao jornalista, mas isso não mudaria seus planos. KAGURA – Eu não sei de nada, mas posso falar com algumas pessoas para descobrir algo, mas por que acha que há uma conspiração?(ela volta a andar e ele vai atrás) SESSHOUMARU – Porque há muitas coisas interligadas, jóia de 4 almas, matadores de aluguel, policial corrupto... meu sogro foi morto por uma conspiração e quero saber qual é. KAGURA – Está fazendo isso por sua esposa, não é? SESSHOUMARU – Claro que sim!(ele se aproxima ainda mais dela) – Eu sei que você pode ter uma informação que me ajude nesse caso. KAGURA – O.k.!(ela entra no carro dela) — Conhece um ladrão de bancos chamado Kouga? SESSHOUMARU – Conheço, ele já foi meu informante. KAGURA – Ele está por trás do assalto a mansão de Juroumaru, ele e uma parceira receberam perdão do Imperador por serviços prestados... procure ele e talvez saiba mais do assunto. SESSHOUMARU – Obrigado.(antes dele ir embora ela se manifesta dentro do carro) KAGURA – Ei Sesshy!(chamando sua atenção) – Que bom que se tornou um jornalista de sucesso. Kagura deu partida no seu carro e saiu dali sob os olhares de Sesshoumaru, que ainda assim olhava a ex. namorada com muita desconfiança, Kagura por outro lado se aproveitou do encontro para que o ex. soubesse da história e assim, quem sabe, destruir a reputação de Naraku. HORAS MAIS TARDE Kohaku, à pedido de Sango, acabava de chegar no escritório de Miroku e assim, Sango e os outros deixaram Kohaku ouvir as conversas telefônicas de Naraku com outros bandidos e em uma dessas conversas, Naraku confessa que foi responsável pela prisão dele, deixando o irmão de Sango estarrecido com o que ouviu. KOHAKU – Isso aqui é verdade?(apontando para o gravador) SANGO – Sim, Kohaku... Naraku é responsável por tudo. KOHAKU – Por que me mostraram isso? MIROKU – Queremos sua ajuda para encontrar Naraku. KOHAKU – Por que não entregam essa gravação a promotora? Ela saberá o que fazer. MIROKU – A promotora irá pedir que a gravação seja examinada, isso vai demorar muito, precisamos achar o Naraku antes. KOHAKU – E como acha que posso ajudar? Eu nem tenho mais contato com ele. SANGO – Mas você tem o celular de Kanna, ela também sumiu, então quer dizer que eles devem estar juntos. INUYASHA – Você tem que ligar para ela e perguntar onde está. Kohaku, que estava sentado, se levanta para se afastar de todos por um momento, ele não estava se sentido confortável com aquela conversa. KOHAKU – Eu acabei tudo com a Kanna, eu não quero mais falar com ela e... SANGO – Kohaku.(ela se aproxima dele) — Eu sei que é difícil, mas precisamos que faça isso. KOHAKU – Mas por que vocês?(depois olha para InuYasha e Miroku) – O que tem vocês dois? Por que tanto interesse nessa história?(Miroku se aproxima dele) MIROKU – O Naraku foi responsável pela morte de meu pai, aquela gravação prova isso, mas eu quero a sua ajuda porque acho que Naraku planeja algo maior, que vai afetar a vida de muitas pessoas e seja o que for, não deve ser coisa boa. INUYASHA – O homem que matou o parceiro de Sango, quase matou a mulher que amo... precisamos da sua ajuda, Kohaku. KOHAKU – Eu não sei não e... SANGO – Você ainda gosta dela, não é?(o silêncio dele confirma) — Eu devia saber, me desculpe maninho. KOHAKU – Tubo bem, Sango... o que querem que eu faça? MIROKU – Apenas pergunte aonde Kanna está. Kohaku ouvi com atenção os argumentos de todos e depois de olhar nos olhos da irmã, ele pegou o celular para ligar para Kanna, que naquele momento estava trancada em um quarto. KANNA – Alô. KOHAKU – Alô, Kanna. KANNA – Kohaku?! Eu achei que nunca mais iria falar comigo. KOHAKU – Eu só liguei para saber como está.(ele respira fundo) — A Rin me contou que você viajou. KANNA – Sim, mas Kohaku... eu não posso falar. KOHAKU – Kanna, o que houve? KANNA – É o meu pai, ele me disse que estão armando contra ele... é por isso que estou tentando fugir. KOHAKU – Seu pai está com você? KANNA – Não... Kohaku eu tenho que desligar. KOHAKU – Mas me fale de onde está falando. KANNA – Estou em uma casa de campo da região de Shinguetsu. KOHAKU – Mas está tudo bem com você? KANNA – Estou bem, Kohaku, obrigado por me ligar... significa muito para mim. KOHAKU – Tá! A gente se fala depois. Com muita dor no coração, Kohaku desliga o celular e fala para os outros tudo que Kanna disse a ele e assim Miroku levou InuYasha para um canto da sala. MIROKU – Não existem muitas casas de campo na região de Shinguetsu, vai ser fácil localizar. INUYASHA – E você quer que eu vá lá? MIROKU – Sim e traga Kanna para cá. INUYASHA – E para que? MIROKU – Ela deve ter alguma idéia de onde Naraku se escondeu, preciso que a traga até aqui para que possamos interroga-la. INUYASHA – Mas acho que ela não irá querer vir comigo, viu como ela adora o pai? MIROKU – Então traga-a à força. INUYASHA – À força?!(ele não gostou da idéia) — Isso não é meio radical? MIROKU – Olha InuYasha! O Naraku está aprontando algo e precisamos saber... nós não vamos machucar a garota, vamos fazer algumas perguntas a ela, caso ela não acredite, mostraremos a gravação que Kouga nos trouxe. INUYASHA – Tá bom, mas ainda acho que não é uma boa idéia. InuYasha vai para o KG do Motoqueiro Noturno deixando Miroku, que só observava de longe a conversa dos irmãos Sango e Kohaku, na qual ela contava a ele as intenções de Miroku em trazer Kanna. KOHAKU – Mas por que isso? A Kanna não é criminosa, o pai dela é que é! SANGO – Mas para chegarmos à Naraku temos que ter a ajuda de Kanna. KOHAKU – Eu não me sinto bem em fazer isso.(Miroku se aproxima) MIROKU – No final você vai ver que foi por uma boa causa.(Dando tapas no ombro dele) KOHAKU – Espero que tenha razão! Kohaku não queria admitir para si mesmo, mas estava preocupado com Kanna, ele ainda a amava e vendo o mar de lama que era a família dela, Kohaku sentia mais vontade de salva-la. MAIS TARDE No Hospital Memorial, Kouga já estava no quarto onde Ayame estava internada fazendo uma visita a ela. AYAME – Achei que não viria mais.(deitada no leito) KOUGA – Eu falei que ia voltar.(acariciando o rosto dela) AYAME – Eu pensei que depois de descobrir a identidade do Mestre das ruas, você fosse mata-lo e assim fugiria de novo. KOUGA – Esquece isso! Já consegui o que queria, agora pretendo ter uma nova vida, desta vez do lado certo da lei, uma vida honesta. AYAME – Que bom para você.(triste e virando o rosto) KOUGA – Eu vim aqui para saber se não está interessada em dividir essa vida honesta comigo?(ela fica surpresa) AYAME – Dividir?! Está querendo dizer nós dois juntos? KOUGA – Sim.(ele segura a mão dela) – Quando te vi na mesa de cirurgia totalmente inconsciente, tive muito medo de não te ver mais, foi aí que percebi como você entrou no meu coração. AYAME – Eu tive esse mesmo medo quando vi que o Mantten apontou aquela arma para você, por isso não pensei duas vezes em me jogar na sua frente e levar o tiro. KOUGA – Então aceita ficar comigo? AYAME – Claro, mas o que vamos fazer? Roubar, invadir e enganar é o que melhor fazemos. KOUGA – Mas já provamos que podemos utilizar nossas habilidades para o bem, como por exemplo... sabemos como invadir, então nós podemos ensinar aos outros como evitar. AYAME – Uma firma de segurança? KOUGA – É só uma idéia.(ela fica pensativa) AYAME – Eu gostei. Kouga e Ayame sorriem um para o outro e se beijam em seguida, mas esse beijo é interrompido pela chegada de Sesshoumaru no quarto. SESSHOUMARU – Me desculpe, mas preciso falar com você Kouga. AYAME – Kouga, conhece ele? KOUGA – Conheço, ele é um jornalista.(ele da um outro beijo nela) – Eu já volto. Kouga e Sesshoumaru saem do quarto onde Ayame estava internada e no corredor do hospital eles conversam. KOUGA – Como me encontrou? SESSHOUMARU – Eu tenho minhas fontes.(rindo) KOUGA – O que quer? SESSHOUMARU – Eu fiquei sabendo que está envolvido no assalto à mansão de Juroumaru, correto? KOUGA – Sim, mas eu não matei ninguém. SESSHOUMARU – Eu sei disso, foram os irmãos Hitten e Mantten, mas eles estão mortos e por isso vim aqui falar com você, o assalto à mansão tem a ver com sua busca pela identidade do tal Mestre das ruas? KOUGA – Tem.(seco) SESSHOUMARU – E descobriu? KOUGA – Descobri sim e também consegui provas. Kouga tira do bolso uma outra fita com conversas telefônicas, ele tinha feito uma cópia como garantia, e mostrou a gravação a Sesshoumaru, que ouviu tudo com atenção. SESSHOUMARU – Então era Naraku o tempo todo. KOUGA – Eu dei a outra fita para aquele advogado chamado Miroku... se quiser publicar a fita antes que ele leve ao publico é melhor fazer isso o quanto antes. SESSHOUMARU – Ele não vai entregar essa fita a imprensa. KOUGA – Por que não? SESSHOUMARU – O Miroku já provou ser um bom advogado e como tal já deve ter imaginado um monte de argumentos que seriam utilizados pelos advogados de Naraku para desqualificar essa fita... montagens, invasão de privacidade entre outros. KOUGA – Pode ser, mas isso não é problema meu... não mais. SESSHOUMARU – Kouga... quando cobri a morte dos irmãos Hitten e Mantten, ouvi um relato sobre uma tal de jóia de 4 almas, o que sabe dela? KOUGA – O que eu sei?(ele o encara) — Foi isso que roubei de Juroumaru, mas não posso dizer a mando de quem fiz isso. SESSHOUMARU – O que sabe dessa jóia? KOUGA – Acho que o mesmo que você... nada! Agora com licença. Kouga volta para o quarto onde estava Ayame, deixando Sesshoumaru a sós com seus pensamentos. SESSHOUMARU – “Eu tenho que descobrir mais sobre essa jóia de 4 almas.”(pensando) Sesshoumaru sai do hospital e vai direto para uma biblioteca publica com o intuito de pesquisar sobre a jóia de 4 almas. MAIS TARDE Já nas redondezas da casa de campo de Shinguetsu, InuYasha, disfarçado de Motoqueiro Noturno, olhava a residência com um binóculo enquanto falava com Miroku por um ponto eletrônico. INUYASHA* — Já estou de olha na casa. MIROKU – Tem certeza que é a certa? INUYASHA* — Tenho, é a mais vigiada de todas, há pelo menos 4 capangas. MIROKU – Tome cuidado. INUYASHA* — E não tomo sempre? InuYasha desliga a comunicação e avança sorrateiramente, sem ser visto pelos capangas e com suas habilidades em artes marciais, ele nocauteou um por um dos capangas antes que pudessem reagir. INUYASHA* — Ótimo! Agora vamos à Kanna. InuYasha entrou com cuidado na casa, vendo se não tinha outro capanga e tendo essa confirmação entrou no quarto onde estava Kanna. KANNA – Quem é você? INUYASHA* — Me desculpe pelo que vou fazer. InuYasha avançou em Kanna, a acertando na nuca, fazendo ela desmaiar e assim a carrega até sua moto e de lá partiram. 10 MINUTOS DEPOIS Já estando na casa de Miroku, Kanna, deitada em um sofá e sendo observada por todos, acaba de recobrar a consciência e a primeira pessoa que ela vê é Kohaku. KANNA – Kohaku?!(ela se levanta) – Onde estou? KOHAKU – Vai ficar tudo bem, Kanna.(Sango se aproxima) SANGO – Finalmente acordou, precisamos conversar. KANNA – Conversar sobre o que? KOHAKU – Seu pai. KANNA – Meu pai?!(ela olhava para todos na sala) — O que querem de mim? SANGO – Kanna, eu sei que pode parecer inacreditável, mas descobrimos que seu pai é um grande criminoso. KANNA – O que?!(ela fica irritada) – Mas que mentira está falando? Meu pai é um homem honesto que ajuda as pessoas e... As palavras de Kanna são interrompidas quando Miroku ligou o gravador reproduzindo as conversas telefônicas de Naraku com outros criminosos e ouvindo uma conversa atrás da outra, Kanna colocou as mãos nos ouvidos. KANNA – Pare por favor! MIROKU – Não! Você tem que ver quem é seu pai de verdade. KANNA – Isso é mentira!(ela se afasta de todos) – São vocês que estão armando contra o meu pai, não é? SANGO – Ninguém está armando nada... isso é a verdade, seu pai foi responsável por tudo que aconteceu de ruim. MIROKU – Ele também foi responsável pela morte do meu pai e pela morte de muitos. KANNA – Essa gravação pode ter sido fabricada, eu conheço o meu pai, ele é um homem bom, sempre cuidou de mim depois da morte de minha mãe. SANGO – Ele mentiu para você, Kanna, ele mente sempre, foi ele que colocou Kohaku na cadeia e eu não vou perdoar isso.(Kanna olha para Kohaku) KANNA – Kohaku... quer dizer que me ligou para saber onde eu estava e assim pudessem me raptar? KOHAKU – Sim.(com a cabeça abaixada) KANNA – Mentiu para mim.(ela se aproxima dele) – E você que me jogou na cara que eu não tinha acreditado em você, agora você me faz algo pior. KOHAKU – Mas Kanna... KANNA – Eu não quero ouvir mais nada.(ela olha para Miroku) — Eu vou sair daqui. MIROKU – Não até dizer onde está seu pai. KANNA – Eu não sei e mesmo que soubesse, não diria nada a nenhum de vocês. SANGO – Então ficará por aqui. Sango leva Kanna até um dos quartos da casa, deixando ela trancada nele e assim volta para junto de Miroku e Kohaku. KOHAKU – Não foi certo o que fizemos.(ele se afasta) SANGO – Miroku, talvez ele tenha razão. MIROKU – A fé dela no pai é maior do que eu pensava, mas não podemos solta-la agora, isso seria uma tragédia. SANGO – E o que vamos fazer? Não podemos mante-la presa para sempre. MIROKU – O jeito será torcer para que ela reconsidere sua idéia de não nos ajudar a achar o pai. SANGO – Vamos torcer! E o InuYasha? Já voltou? MIROKU – Não! Acho que ainda está chateado comigo.(ele olha para baixo) — Assim como o Kohaku, ele também não gostou dessa minha idéia.(ele se senta no sofá) — Sango, você sabe que não quero me vingar do Naraku pelo que ele fez ao meu pai e sim que pague pelos seus crimes, não sabe? SANGO – Claro que sei! Tenho certeza de que InuYasha e Kohaku pensam o mesmo, eles só estão chateados com o seu método.(sentando ao lado dele) MIROKU – Talvez tenha levado essa missão sério demais, a Kanna não tem culpa dos crimes do pai. SANGO – O Kohaku sempre falou que Kanna era uma moça meiga e gentil, ela pode demorar um pouco para perceber, mas ela é inteligente, acho que no fundo ela sabe que estamos dizendo a verdade, mas prefere acreditar em Naraku, afinal, é pai dela. MIROKU – Tem razão.(ele segura a mão dela) — Que bom que esteja aqui comigo. Miroku e Sango se beijam ali mesmo e estavam sendo observados por Kohaku, que sentia um pouco de inveja da felicidade dos dois, ele queria ter aquilo com Kanna, mas depois do que houve, isso seria difícil e enquanto isso, em seu esconderijo secreto, Naraku é informado, por Katsume, do ocorrido na casa de campo. NARAKU – Está me dizendo que alguém seqüestrou Kanna? KATSUMU – Isso mesmo!(ela vê ele andando de um lado para o outro) NARAKU – Sabe me dizer quem a seqüestrou? KATSUME – Foi o Motoqueiro Noturno! NARAKU – Então o Motoqueiro Noturno está trabalhando para Kagura? KATSUME – Não acho, pois o Motoqueiro Noturno atacou todos os capangas antes que seus homens fizessem isso. NARAKU – Se Kanna foi levada pelo Motoqueiro Noturno, eu posso cuidar disso... e quanto a Kagura? KATSUME – Eu não tenho nenhuma informação sobre ela, sabemos apenas que ela não está mais em seu novo escritório... o senhor tem certeza que ela está o espionando para o governo? NARAKU – Sim, eu já desconfiava disso, acho que o governo japonês sempre teve a intenção de me deixar fora, mas eu sou mais esperto, coloquei homens da minha confiança fazendo a segurança da jóia de 4 almas, se Kagura ou qualquer membro do governo tentar rouba-la de mim, será executado.(rindo) KATSUME – Acha que Kagura foi tentar roubar a jóia? NARAKU – Não sei, mas se tentar, irá morrer.(sorrindo) KATSUME – É por isso que eu te admiro, meu amor.(abraçando ele) NARAKU – Mas agora me de licença.(se desvencilhando dela) – Tenho que recuperar a minha filha. Naraku apenas ria enquanto telefonava para alguém e enquanto isso, Sesshoumaru acabara de fazer uma rápida pesquisa sobre a jóia de 4 almas, descobrindo o que muitos já sabiam, estudos que mostravam a possibilidade de obter a imortalidade se possuísse a jóia inteira e que pequenos fragmentos poderiam aumentar o poder e inteligência das pessoas, e ele também leu a trajetória de Urasue, do começo promissor até ao ostracismo de sua morte, mas ele descobriu algo interessante, um nome, que nesse período não tinha sido mencionado. SESSHOUMARU – Tsubaki... eu sei quem pode me falar sobre ela. Saindo da biblioteca, Sesshoumaru liga para a Universidade de Tóquio até que Kikyou atendesse o telefonema. KIKYOU – Pois não, queria falar comigo? SESSHOUMARU – Kikyou, eu não sei se lembra de mim, sou o Sesshoumaru. KIKYOU – Eu sei quem é você, é jornalista e irmão de InuYasha, o que quer de mim? SESSHOUMARU – Uma informação, o que poderia me falar de Tsubaki? KIKYOU – Tsubaki?! Há tempos não ouço esse nome. SESSHOUMARU – Então a conhece? KIKYOU – Eu trabalhava com ela em um laboratório de uma empresa americana, não a vejo há anos, por que a curiosidade? SESSHOUMARU – Eu fiz uma pesquisa sobre a jóia de 4 almas e acabei descobrindo que, fora você, ela é a única cientista viva da equipe que trabalhava com Urasue, sabia disso? KIKYOU – Não! E o que tem isso? SESSHOUMARU – Parece que existe uma maldição por trás da jóia e de acordo com um artigo de uma revista científica, onde Tsubaki foi entrevistada, ela dizia que haveria possibilidade de morte ao uso da jóia... o que ela disse não poderia ser verdade? KIKYOU – Olha Sesshoumaru, pode ser que sim, pode ser que não, a ciência é assim, estamos sempre avançando, quando Tsubaki fez essa declaração, os estudos não estavam tão avançados. SESSHOUMARU – Só mais uma pergunta, Kikyou, haveria possibilidade de usar essa maldição para matar milhares de pessoas? KIKYOU – Eu não poderia descartar essa possibilidade, mas de acordo com meus últimos estudos, isso seria improvável, mas como já disse antes, a ciência sempre avança, quem sabe daqui há alguns anos. SESSHOUMARU – É só isso, obrigado e desculpe pelo incomodo. Sesshoumaru desliga o celular para em seguida entrar no carro, ele estava com um pressentimento de que algo muito grande iria acontecer a respeito da jóia de 4 almas. Próximo capítulo = Epilogo fatal – parte 3
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