Eu Aceito

7 Um outro ponto de vista


Notas iniciais
Olá meninas!
Em primeiro lugar eu gostaria de mandar aquele beijo para as lindinhas que recomendaram esta fic...Quase que aquele trequinho que eu tenho no lado esquerdo para de funcionar.
Amooo vocês.
Segundo,como fui esquecer isto,não coloquei a musica inspiradora do capítulo anterior,aquele que o Gus foi desejar uma boa boite para Anna...este mesmo.Enfim ,se ainda não conhecem ,procurem a tradução de Mercy-Duffy(O que?tenho um gosto duvidoso,mas eclético)e vocês saberão porque eu acho que ela é perfeita para aquele momento.
Então
Só me resta dizer que amo vocês
Enjoy
Heartless

In the night, I hear 'em talk

The coldest story ever told.

Somewhere far along this road he lost his soul...

To a woman so heartless.

How could you be so heartless?

How could you be so heartless?

(The Fray)

Tive que fazer um grande esforço para não acabar gargalhando quando a vi passar a entrada da sala de jantar, ao invés disso sorri torto, o sorriso que eu já pude constatar, é o mais a irritava, vendo a forma com que ela corou violentamente ao encontrar meu olhar.

-Bom dia senhora!...-Aletta adorava aquela mulher, mas, também quem não adoraria?...-Dormiu bem?

Ela fez menção de falar alguma coisa, enquanto se acomodava na cadeira diante de mim, mas fiz questão de interrompê-la, com o simples intuito de vê-la corar mais ainda.

-Duvido Aletta. Foi uma noite tão quente, que afetaria o sono de qualquer um.

Ali estava! Rubor nas maças perfeitas daquele rosto perfeito. Era obvio que o calor que eu falava nada tinha a ver com o clima e ela entendeu isso, então tratou logo de me revidar.

-Por que diz isso Gustav? Teve dificuldades para dormir?...-Ela ficava ainda mais linda quando tentava me irritar, tentando manter um tom de voz indiferente, por vezes conseguindo, confesso. Eu a havia provocado, ela estava revidando ,precisava sair bem disso.

-Muito pelo contrário minha linda. Dormi como uma pedra. Tão relaxado... –Mentira! O banho frio fora a única coisa que permitiu que eu dormisse na noite anterior. Beberiquei meu suco não sem antes sorrir para o olhar confuso de Aletta ,totalmente perdida naquela conversa maluca, que somente eu e ela conhecíamos o significado. Se soubesse que ela cederia teria feito antes...A forma como ela se entregou ao momento por pouco não fez que eu perdesse a cabeça, e não era isso que eu queria .
Nicholas entrou como um furacão na sala de jantar ,exausto do jeito que estava na noite passada, não me admira que tenha sido o ultimo a se levantar. Prontamente Aletta tratou de servi-lo assim que ele se separou do abraço da mãe. Era incrível como aqueles dois se olhavam, com cumplicidade. Não havia nada que Anna não fizesse por aquele menino, inclusive se casar comigo pelo bem dele.

O olhar reprovador do nosso garoto pousou sobre mim.

-Ah papai! Vai trabalhar hoje?...-Reclamou ele comigo, tirando suas conclusões ao ver-me de camisa e paletó em mais um sinal da grande esperteza que tinha. Deus! Como eu amo aquele menino. Toda vez que o ouço me chamar de pai entro em um estado de graça. Eu o amei desde o momento que pus meus olhos nele, no inicio pelo simples fato de ser o filho dela, mas depois ele por si só cavou um espaço em meu peito se alojando ali logo em seguida. Sempre apoiei Tom e tentei aconselha-lo quando a via sofrendo, me fazendo sofrer junto com ela, mas nunca entendi como ele pôde ser tão relapso em relação ao menino. Ele não os merecia.

-Sinto muito filho, mas hoje eu preciso ir... -Senti uma pontada de culpa ao pensar que não estava ficando com ele tempo o suficiente, a necessidade que eu tinha de evitar Anna nos últimos dias, fez com que eu acabasse faltando para meu menino...-Mas, como hoje é sexta, ainda temos o final de semana para nós...-Era fácil arrancar um sorriso enorme de Nick, bastava que ele detectasse sinceridade ao falar. Ele sorriu para mim afinal.

Me despedi dos dois, de meu filho com um abraço apertado ,de Anna com um beijo na face morna.

Entrei no meu carro, afastando-me logo em seguida da casa.

Aquele dia estava meio propenso a me trazer lembranças, talvez fruto da noite anterior,quando eu finalmente fui até ela.Minha intenção era provoca-la,meu ego ferido exigia isso de mim...”Não faz meu tipo”,hã!.Meus planos vingativos quase foram água a baixo quando a tive daquela maneira,tão delicada,tão entregue,tão minha...Mais um minuto,se gemesse meu nome mais uma vez,e seria ela a me ter nas mãos,novamente.

Conheci Tom e Bill Kaulitz quando ainda eramos dois garotos estúpidos e imprudentes,não devíamos ter mais do que onze ou doze anos, a partir de então nasceu uma amizade que só fez crescer entre nós, principalmente entre mim e Tom embora fossemos como águe e vinho, duas partes distintas de alguma coisa que se encaixavam perfeitamente. Mais tarde conhecemos Georg ,e com o tempo nasceu a ideia da banda. Por anos fizemos grande sucesso dentro e fora da Alemanha. Com o tempo outras necessidades vieram.

Georg o mais estudioso e prudente de nós quatro decidiu que era hora de deixar o sonho adolescente de lado e dresolveu dedicar o tempo aos estudos. Pelo que sei o fez corretamente, hoje era um conceituado médico em Berlim ,ligaria para ele qualquer dia deste. Decidimos que aquela seria a hora de cada um seguir com sua vida,já havíamos ganhado fama e dinheiro,os gêmeos com vinte anos,eu com vinte e um,era um ano mais velho do que eles e um mais novo do que Georg. Bill,de todos nós o mais propenso a fama,mudou-se para a America onde chegou a ser contratado como modelo,nos falávamos com frequência até o dia em que Tom se foi. Então ficamos mais unidos Tom e eu.Ele sempre fora o extrovertido de nós enquanto eu era o mais tímido,e talvez tenha sido isso que a fez olhar para ele.

Estávamos juntos no dia em que a conhecemos, uma versão desconexa de amor a primeira vista, eu olhei para ela, que olhava fixo para Tom. Ele com o ego inflado tratou de começar a sua nova conquista. A prinipio eu sabia que era apenas mais um convite para jantar,um beijo a mais na vida dele,mas depois ele já era o cara mais apaixonado a caminhar na terra, talvez não mais do que eu. Eu a amei desde o primeiro momento,um sentimento que eu guardei no fundo do meu ser e deixei que perecesse lá.Pelo menos eu tentei que fosse assim.

Enquanto ,mecanicamente,meus olhos encaravam a estrada diante de mim,meu pensamento procurava por detalhes da noite anterior,a lembrança da boca dela,tão macia ,na minha era forte como se tivesse se sucedido no minuto anterior.Meu pensamento vagava pelos seus olhos,mais precisamente pelo olhar, a definição perfeita de tudo que é meigo e sedutor,olhar para aqueles olhos castanhos me levava a perguntar a mim mesmo em que momento ela havia me arrebatado novamente,trazendo a tona um sentimento que eu brigava comigo mesmo para tentar sufocar.A resposta mais obvia que eu encontrava era que este amor nunca havia morrido,apenas esperava o momento oportuno para ferver no meu peito novamente a ponto de me fazer perder o ar com a menor demonstração de atenção da parte dela para comigo.Era inegável,eu a amava,talvez hoje mais ainda,assim como no primeiro momento,assim como foi no passado ,eu a amava de novo e isto estava me enlouquecendo.

Da ultima vez que havia admitido isto, fora justamente para o marido dela. Era algo que eu nunca havia conseguido esconder de Tom, ele sabia, sempre soube, embora meu esforço para esconder e esquecer fosse sobre-humano. Eu nunca havia lhe desrespeitado, desejando a mulher que havia casado com ele, de forma explicita, mas no fundo ele sabia que eu não havia me libertado do efeito que ela exercia sobre nós o que me fazia sentir doente e desprezível ainda mais sabendo que o meu amor nunca seria correspondido e nem revelado.Sentia profunda tristeza ao ver a que ponto havíamos chegado, ele morto ,deixando a mulher que ambos amávamos e um filho que eu terminaria de criar, e eu ,embora não devesse, estava satisfeito em fazê-lo. Anna era jovem e linda, não poderia correr o risco de vê-la partir assim que se apaixonasse novamente.

Suspirei pesadamente ao lembrar-me da ultima vez que vi o rosto de Tom. Quase não o reconhecia deitado na cama do hospital, com a vida lhe esvaindo ao som de inúmeros aparelhos conectados ao corpo débil. O médico já havia me confessado que esperar alguma melhora seria inútil, mesmo depois de uma cirurgia, os danos internos não puderam ser reparados, uma informação que eu pedi que escondesse de Anna assim como o fato de Tom não estar sozinho durante o acidente.

Fiz tudo que estava ao meu alcance para que a mulher que acompanhava Tom, fosse levada para um outro hospital, o que consegui facilmente, já que a força do impacto se concentrou principalmente no lado do motorista e ela havia saído do acidente sem maiores complicações, não queria que Anna sofresse mais do que o necessário, tendo no mesmo hospital a amante do marido. Ela por sua vez, ficou ao lado dele ,embora nos olhos tivesse uma ponta de rancor ao fitar o rosto do marido.Já faziam dois dias depois do acidente e a melhora que Anna esperava não vinha.

Da cadeira onde eu estava sentado logo ao lado do leito onde ele estava, observava Anna segurando sua mão, naquele momento estava disposto a renegar tudo que sentia por ela,se um milagre acontecesse e ele sobrevivesse, seria como a segunda chance deles e eu nem sonharia interferir, seria como sempre, talvez até mudasse de cidade.Com dificuldades ele dirigiu-se a mulher soltando-lhe a mão,chegando a ser grosseiro.Eu conhecia bem aquela atitude dele,era culpa.

-Pode chamar uma enfermeira por favor?...-A voz dele não era nada além de um sussurro.Anna levantou o olhar magoado do rosto dele,procurando pelo meu,e me viu assentir com a cabeça saindo logo em seguida...-Eu amo você...-Ele sussurrou mais uma vez vendo a porta sendo fechada por ela, que não ouvira sua ultima declaração de amor,enquanto uma lágrima lhe corria pela face...-Gust?

Fiquei de pé para fitar seu rosto assim que ouvi meu nome. Assim que encontrou meu rosto,sorriu para mim de forma amigável,da mesma forma que fazia quando éramos apenas dois moleques, me fazendo sorrir também embora seu rosto fosse turvo para mim devido a fina camada de água que cobria minha visão. Não consegui falar nada, apenas esperei.

-Vai cuidar deles não é mesmo?...-Enrijeci diante da seriedade das palavras.

-Eles ficarão bem..E você também...-Minha voz era rouca e firme e ele tentou sorrir mais uma vez.

-Você a ama não é mesmo?...

Sim,ele sabia e não era o momento de me fazer de desentendido ,não diante daquela situação, nem diante do olhar dele.Não era uma pergunta afinal.

-Sim...-Respondi sem receio algum.

-Então sabe o que fazer...Você teria sido um marido melhor para ela se eu não tivesse interferido...-Projetei um passo a frente na tentativa de mudar o rumo daquela conversa,mas ele derrubou mais algumas lágrimas antes de fechar os olhos e virar o rosto para o outro lado,me empedindo de falar qualquer coisa...-Eu preciso dormir...Até mais Gust.

Naquele momento tentei ignorar a voz no fundo da minha mente que me dizia que era o fim,que não importava mais o que eu o ele sentíamos,que a partir daquele momento tudo seria diferente.Anna entrou alguns segundos depois,vendo-o inconciente.Quis saber de mim se ele havia dito alguma coisa e eu apenas disse que ele havia se despedido.Ela não chorou,nem eu e ele não acordou mais depois daquilo.

A partir daquele dia,minhas relações com Anna ,que já não eram muito intimas,passaram a ser mais frias ainda. Sentia dor quando a via me fitar confusa diante de alguma grosseria minha,mas eu não queria sentir que estava usurpando o lugar de Tom,nem que havia esperado ele morrer para tentar alguma aproximação.Eu queria cuidar dela e lhe pedir em casamento era tudo que eu podia fazer para mante-la comigo.

Estacionei dentro da garagem do prédio,onde dois dos andares eram destinados a produtora que eu comandava.Passei a mão pela testa descendo pelo rosto,apertando com a ponta dos dedos os olhos fechados,lembrar doía e me deixava nervoso.Abri o porta luvas tirando dele o maço de cigarros,acendi um e dei uma tragada forte.Se Anna me visse com um cigarro entre os dedos,provavelmente me faria engoli-lo aceso e tudo por dar mau exemplo a Nick.Joguei o cigarro pela janela,sorrindo para o pensamento divertido,pensar nela durante o dia fazia com que ele passasse mais serenamente.

Subi no elevador apertando o sexto andar encostando-me na parede metálica do elevador logo em seguida,era oito e meio e já queria voltar para casa. Lara a secretaria atraente que eu havia contratado quando ainda era solteiro me esperava com um sorriso medonho no rosto.Pelo menos o fato de me ver casado havia tido um efeito em seu guarda roupas,ela já não aprecia para trabalhar com as saias que mais pareciam um cinto embora ainda se abaixasse de forma lasciva para pegar alguma que caia no chão.Por mim que o fizesse,nunca havia tido nada com ela,e não teria agora também,além do mais poderia trabalhar nua se quisesse que mesmo assim não poderia afastar meu pensamento de um certo alguém.

-Bom dia Lara...-Disse sem muitos humores.

-Bom dia senhor...-Ela parecia ignorar facilmente minha falta se simpatia pois sorria mais abertamente .

Ignorei aquilo indo direto para minha sala,sentando-me atrás da mesa ampla cheia de trabalho atrasado por sinal,mas havia valido a pena ter faltado um dia,o sorriso de Nick valia isso,valia muito mais.

A manha passara rapidamente e a tarde já estava pela metade.

O telefone de minha mesa tocou,acionando a luz intermitente da secretária.

-Sim?...-Provavelmente me lembraria de algum compromisso.

-Uma ligação para o senhor.Ela falou que se chama Trina...-Suspirei apertando a tempora ao ouvir o nome dela.

-Pode passar a ligação.

Um segundo a mais e a voz dela se projetou do outro lado da linha.

-Oi Gusti...-Revirei os olhos com o som meloso da voz...-Como vai?

-O que você quer?...-Perguntei embora soubesse muito bem o que ela queria.

-Quero vê-lo hoje mesmo...-continuou ela com a mesma voz melosa.

Suspirei sabendo que não adiantaria tentar discussões com Trina.Desliguei o telefone logo em seguida ,depois de prometer passar na casa onde morava no fim do dia.

Lara entrou porta a dentro com minha agenda da semana nas mãos,deixando a porta entreaberta atrás de si,andarndo daquela forma e com aquele sorriso no rosto.A transferia para outro lado da produtora,aquilo ainda me causaria problemas.

Ela começou a me falar dos compromissos pendentes,fazendo a volta na mesa,parando logo ao meu lado.

-Por ultimo o senhor ainda não confirmou presença na festa que acontecerá em Los Angeles.

Mais essa!Não havia conversado com Anna a respeito disso,não gostaria de ir sozinho agora que todos já sabiam que eu havia me casado.

-Amanha você confirma isso tudo bem?...-Sorri de volta para ela distraidamente.

Um pigarro logo adiante chamou minha atenção.

Anna já havia estado em minha sala uma ou duas vezes,contudo não pude deixar de ficar surpreso ao vê-la parada ali.Por um motivo qualquer mordia o lábio cheio inferior como se alguma coisa a incomodasse. Como podia estar mais linda? Talvez fosse o vestido, novo para mim, moldando perfeitamente o seu corpo ,deixando a pele morena ainda mais luminosa contrastando com o o azul claro do mesmo. O perfume dela chegava até mim como se eu estivesse a senti-lo próximo ao corpo dela, fazendo com que eu engolisse a saliva.

A observei mais um instante a vendo colocar de forma irritada uma mecha do cabelo castanho atrás da orelha me perguntando por um momento o que a incomodava tanto.

-Espero não estar interrompendo nada... -Um olhar para mim e outro para Lara, um daqueles que ela me dispensava quando tentava ser indiferente ou insinuar alguma coisa.

Sorri satisfeito vendo onde minhas conclusões me levaram.

-Mais tarde terminamos querida... -Entreguei um maço fino de papéis para Lara, com uma piscadela vendo seu rosto tornar-se confuso com minha atitude inesperada. Seria difícil no dia seguinte com Lara, já era sem que eu dessas brechas, mas valeria a pena, já que podia jurar que Anna estava com ciúmes.

Dissimuladamente, vi Lara sair da sala, só então voltei meu rosto para Anna, corado como nunca, mais uma vez segurei o riso.

-Isso sim que é surpresa! Não esperava vê-la por aqui... -Gostaria de dizer que isto me fazia muito feliz, mas não o faria.

-Pude ver que não me esperava mesmo... -Ela adiantou-se um passo a frente segurando os braços nas costas, o gesto deixando o volume do decote sutil em evidencia. Pensar em como minha boca correu livre por aquele setor na noite anterior fez com que eu salivasse mais uma vez.Meu olhar descarado fez com que ela se desconcertasse, pude ver quando passou a falar novamente de forma nervosa...-Ela é uma moça muito bonita...-Santo Deus! Definitivamente ela estava tendo uma crise de ciúmes!Estreitei meu olhar fingindo não saber ao que ,ou melhor,a quem ela se referia...-Sua secretária é jovem e muito bonita... -Ela mantinha aquele narizinho perfeito empinado, tentando fazer com que seu comentário soasse despreocupado. Sorri mais ainda.

-Ah sim! É muito bonita...-Ela mordeu o lábio novamente me dando um sorriso nervoso logo em seguida. De fato Lara era bem agradável, por assim dizer.Tinha um corpo muito bonito e o rosto era proporcional ao mesmo.Qualquer homem olharia com facilidade para ela.Qualquer homem que não estivesse desgraçadamente apaixonado como eu estava...-Mas o que a traz aqui? Uma visita surpresa para o marido?...-A vi brincar com as mãos de cabeça baixa, uma atitude que ela sempre tinha quando ficava nervosa.

-Bom... -Dali vinha uma mentira...-Vim ao centro da cidade e pensei em passar para vê-lo. Mas acho melhor ir andando... -A pequena confissão fez a chama de meu peito crescer, enquanto ela se virava para a porta. A vontade que eu tinha era de ir até ela e beijar-lhe os lábios com força.

-Anna?...-Chamei seu nome embora ainda não soubesse o porquê. Olhei vagamente pela mesa ,passando os olhos pela agenda aberta ,esquecida por Lara.

-Gostaria de me acompanhar a Los Angeles na semana que vem?

Notas finais
Sabem o que fazer suas lindinhas!
Esta ida para Los Angeles promete...Não esqueçam que ainda não rolou uma lua de mel!
Como diria minha lindinha,SSSG,perversa!