Eternamente

153 Capítulo 152-Viagem de aniversário


Isabella Marie Swan Cullen

Edward parou o carro, saiu e abriu a porta pra mim.

Saí do carro e olhei pra frente.

-Aqui não é uma empresa de locação de jatinho? –Perguntei.

Ele assentiu.

-É sim. –Ele respondeu, abrindo o porta malas.

-Você alugou um jatinho? –Perguntei.

-Aluguei. Queria que viajássemos com mais privacidade. –Ele respondeu, tirando nossa malas do porta malas e fechou o carro.

-Você vai deixar o seu carro aqui? –Perguntei.

-Eu dei uma c[opia da minha chave para o Emm vir buscar. –Ele respondeu.

Assenti.

-Ok. –O olhei. –Tá bom, nós iremos viajar de jatinho. –Mas fala logo pra onde iremos.

Ele riu.

-Está bem. Quando estivermos no avião, lá no alto. Eu te conto. –Ele disse.

-Você é muito mal. –Fiz biquinho e ele me beijou.

-Seja paciente. –Ele disse.

Respirei fundo.

-Vamos. –Ele disse.

Entramos na empresa e fomos até a recepção.

-Posso ajuda-los? –A mulher perguntou.

-Sim, eu aluguei um jatinho. –Edward respondeu.

-Quais os nomes de vocês? –Ela perguntou.

-Edward Cullen e Isabella Cullen. –Edward respondeu.

Ela digitou no computador.

-Sr e Sra. Cullen, aguardem um momento, nosso gerente irá acompanha-los. –Ela disse.

Edward assentiu.

-Ok.

Ficamos esperando por um tempo, até que um homem apareceu.

-Sr. Bethan. Esses são o Sr e a Sra. Cullen. –A mulher disse.

-Sr e Sra. Cullen, é um prazer. –Ele disse, nos cumprimentando.

-Prazer. –Dissemos.

-O avião de vocês já está pronto, venham comigo, levarei vocês para conversarem com o piloto e o copiloto. –Ele disse.

-Ok.

Fomos para a pista de voo, onde o avião nos aguardava.

-Jimmy, Jhonny. Esses são o Sr e a Sra. Cullen. –O gerente disse. –Sr e Sra. Cullen, esse é Jimmy, nosso piloto e esse é o John, nosso copiloto.

-Prazer. –Eles disseram.

-Prazer. –Dissemos.

-Já está tudo certo com o avião? –O gerente perguntou.

Eles assentiram.

-Sim, o motor já foi revisado, já está tudo certo para irmos. –O piloto disse.

-Ok.

-Eu vou chamar as meninas. –O copiloto disse e entrou no avião.

Logo ele voltou, com duas aeromoças.

-Sr e Sra. Cullen, essas são nossas aeromoças, Jay e Beth.

-Olá. –Elas disseram.

-Oi. –Dissemos.

-Sr. Cullen, pode assinar os papéis do aluguel? –O gerente perguntou.

-Claro. –Edward me olhou. –Vai entrando no avião, eu já estou indo.

-Tá. –Disse.

Ele me deu um selinho e seguiu com o gerente.

-Sra. Cullen, nos acompanhe, por favor. –Um das aeromoças disse.

-Ok.

Elas pegaram as malas e entramos no avião.

O avião era bem espaçoso, parecia até um grande apartamento.

-Por favor. –Uma das aeromoças me apontou um lugar.

-Obrigada. –Agradeci e me sentei.

-Eu vou levar as malas para o quarto. –A outra aeromoça disse.

Quarto? Esse avião tinha um quarto?

-Ok.

Ela saiu com as malas.

-Trarei algo para a senhora comer e beber.

Assenti.

-Está bem, obrigada. –Disse e ela me deixou sozinha.

Respirei fundo e tirei meus sapatos, fiquei esperando pelo Edward.

Logo ele apareceu.

-Está confortável? –Ele perguntou, sentando-se na poltrona a nossa frente, entre nós dois, tinha uma pequena mesa.

Assenti.

-Sim. –Respondi.

Ele pegou a minha mão e a beijou.

-Vai revelar pra onde iremos? –Perguntei.

-Ainda não. –Ele respondeu.

Revirei os olhos.

—Sr. Cullen, Sra. Cullen, podemos ir?—O piloto perguntou, do alto falante.

-Sim. –Edward respondeu.

—Por favor, coloquem os cintos.

Nós colocamos os cintos, as aeromoças nos disseram nossas instruções de voo, e enfim nós decolamos.

Algum tempo depois, nos serviram o jantar. O jantar era frango assado, lasanha, arroz e salada, e para beber, champanhe.

Edward pegou a garrafa e a abriu.

O olhei.

-Que foi? –Ele perguntou.

-Esqueceu que eu não posso beber? –Perguntei.

-E se esqueceu que quando eu comecei a planejar o nosso aniversário, eu já sabia que estava grávida? É sem álcool. –Ele disse.

Sorri.

-Ah, então você pensou em tudo mesmo. –Disse.

-É claro que eu pensei. –Ele disse e encheu a minha taça. –O gosto é o mesmo, você só não vai ficar alta, por que não tem álcool.

Assenti.

-Ok.

Ele encheu a sua taça e a ergueu.

-Um brinde, ao nosso casamento e aos nossos três filhos. –Ele disse.

Ergui a minha taça.

-Ao nosso casamento, aos nossos três filhos, e outros que ainda virão. –Disse.

Ele sorriu e brindamos.

Tomei o champanhe, e tinha um gosto muito bom.

-Hum, é bom. –Disse.

Ele assentiu.

-É mesmo. –Ele disse.

-Não se importa mesmo em me acompanhar nesse champanhe sem álcool? –Perguntei.

Ele negou.

-Não, eu já bebi demais na festa, mas não estou bêbado. –Ele disse.

Sorri.

-Não está, por que eu fiquei pegando no seu pé. –Disse.

Ele assentiu.

-É, isso é verdade. –Ele disse. –Vamos comer?

Assenti.

-Vamos.

Nós começamos a comer.

-Nossa, essa comida está muito boa. –Disse.

-É mesmo. –Ele disse. –E estamos comendo demais hoje.

Dei de ombros.

-Eu posso. –Disse.

Ele riu.

-Será que as crianças vão ficar bem? –Perguntei.

-Minha mãe sempre cuidou muito bem deles, Bella. Não se preocupe, ela é mãe de três filhos. –Edward disse.

Assenti.

-É, se ela conseguiu te aturar. –Disse.

-Eu não era tão terrível. –Ele disse.

-E se esqueceu que a babá dos nossos filhos, era sua babá? Ela já me contou das suas travessuras. Espero mesmo que os nossos filhos não puxem ao pai. –Disse.

Ele riu.

-Tá legal, o assunto não é eu quando era crianças. –Ele me olhou. –Eles vão ficar bem, então pare de pensar um pouco nos nossos filhos e pense em nós dois, aqui, no alto.

-E eu sem saber pra onde iremos. –Disse.

-E pare de ser chata. –Ele disse.

Comecei a rir.

Nós terminamos de comer, a aeromoça Beth, tirou os nossos pratos e serviu a sobremesa, depois ela nos deixou sozinhos. A sobremesa eram suas, torta de morango e pudim de leite com chantilly. Edward e eu comemos as duas sobremesas.

Comer doce, era com a gente mesmo.

Depois que comemos a sobremesa, Beth veio tirar os nossos pratos.

-Desejam mais alguma coisa?

-Não, obrigado. Nós queremos ficar sozinhos agora e sem sermos interrompidos. –Edward disse.

-Ok, com licença. –Ela saiu e nos deixou sozinhos.

Olhei para o Edward.

-Gatinho.

-Hum.

-Pra onde estamos indo? –Perguntei.

Ele me olhou e sorriu.

-Tudo bem, eu vou te contar, até por que você vai achar a viagem longa. –Ele disse.

-Longa, são quantas horas de voo?

-As horas exatas eu não sei, mas chegaremos lá, somente amanhã. –Ele disse.

-Nossa, estamos saindo do país? –Perguntei.

Ele assentiu.

-Tá falando sério? –Perguntei.

-Sim. –Ele respondeu. –Amor, nós estamos indo pra Argentina.

O olhei.

-O que? Tá falando sério? –Perguntei.

-Sim, estou.

-E pra onde, da Argentina?

-Buenos Aires. –Ele respondeu.

Sorri.

-Uau.

-É só isso que eu vou te contar, chega de perguntas. –Ele disse.

-Isso já é o suficiente. –Disse.

Levantei-me e fui até ele, sentei-me no seu colo.

-Então, já que nós chegaremos lá somente amanhã e o nosso aniversário é hoje, nós devíamos começar a comemorar, nem que seja aqui no avião. –Disse.

Ele sorriu.

-É, é uma boa ideia. –Ele disse.

Levantei-me do seu colo e ele também se levantou, pulei em cima dele e ele me segurou pelas pernas, me carregando pra outra parte do avião.

Entramos em um quarto.

Era um quarto pequeno, mas perfeito.

-Eu não acredito. Tem mesmo um quarto aqui? –Perguntei.

Edward me colocou no chão.

-É claro. Achou mesmo que eu deixaria que passássemos a noite do nosso aniversário em poltronas? Eu exigi um avião com um quarto, pra gente dormir na cama. –Ele disse.

Sorri.

-Amor, a última coisa que faremos nessa cama, é dormir. –Disse.

Ele riu.

-É, você tem razão. –Ele disse.

O beijei, depois passei seu terno pelos seus ombros e o fiz tirar, o jogando no chão.

Ele me olhou.

-Vai se vestir. –Ele disse.

O olhei.

-Me vestir? Edward, a última coisa que eu queria fazer agora, é me vestir, eu quero é tirar esse vestido. –Disse.

Ele riu.

-O que eu quis dizer, é colocar algo especial e que está dentro da sua mala. –Ele disse.

Edward pegou a minha mala e me entregou, depois ele me agarrou, me beijou e desceu o zíper do meu vestido.

Ele se afastou de mim.

-Vai lá. –Ele disse.

-Está bem. –Disse e peguei minha mala.

Fui até o banheiro.

O banheiro não era tão pequeno como dos outros aviões, ele não era apertado, o que era ótimo, pelo menos não seria difícil de me trocar.

Coloquei a mala em cima da privada e a abri.

Olhei tudo o que Edward colocou na minha mala, eu não havia se esquecido de colocar nada que eu usava nas viagens, ele com certeza era um marido perfeito.

Ele queria colocar um lingerie, disso eu sabia, então procurei alguma para vestir, por que haviam várias. Reparei que havia uma em um pacote.

Abri o pacote e comecei a rir quando eu vi.

-Eu não acredito nisso. –Disse.

Claro, Edward tinha que inventar uma coisa dessas.

-Tá legal, já que era a vontade dele. –Disse e comecei a tirar o meu vestido.

Escolhi um conjunto de lingerie branco para colocar por debaixo da fantasia e vesti a fantasia.

Quando fiquei pronta, me olhei no espelho.

Sorri.

-É, ficou bom. –Disse.

Abri a porta e me encostei no batente. Edward estava sentado na cama, as costas apoiada na cabeceira da cama, e ele estava só de cueca.

Ele me olhou e riu.

-Sério? Essa é a sua fantasia? –Perguntei.

Ele sorriu.

-Eu quis apimentar um pouco, usando o nosso trabalho. –Ele disse.

Assenti.

-Eu percebi. –Disse.

-Você tá uma gata. –Ele disse.

Sorri.

-Você também está. E me poupou de tirar sua roupa. –Disse.

Ele riu.

Fui até o pequeno som que havia ali e o liguei.

-Hum, eu vou ganhar uma dança? –Ele perguntou.

-Você merece. –Disse.

Ele sorriu.

Comecei dançar pra ele, rebolando.

Depois que eu dancei, fui até a cama e subi, engatinhei até ele e me sentei em seu colo, ele me segurou pela cintura e me beijou. Ele nos virou na cama, ficando por cima de mim e me olhou nos olhos.

-Feliz aniversário, gatinha. –Ele disse.

Sorri.

-Feliz aniversário, gatinho. –Disse e o beijei.

E enfim, nós começamos a comemorar o nosso aniversário.

No dia seguinte…

Acordei no dia seguinte, com o meu estômago roncando, eu estava morrendo de fome.

Edward na estava ao meu lado, acho que ele já tinha acordado, levantei-me e fui até a minha mala, que provavelmente ele tinha trazido de volta para o quarto. Achei uma nécessaire, então fui para o banheiro. Tomei um rápido banho e fiz minha higiene matinal, voltei para o quarto, escolhi uma roupa da mala e me vesti, quando eu fiquei pronta, saí do quarto.

Encontrei Edward sentado em sua poltrona. Beijei seu pescoço.

-Bom dia, gatinho. –Disse e me sentei em seu colo.

-Bom dia, gatinha. –Ele disse e me deu um selinho.

-Está acordado há muito tempo? –Perguntei.

-Não muito. –Ele respondeu. –Tá com fome?

Assenti.

-Muita. –Respondi.

-Então coma. –Ele acariciou minha barriga. –Você precisa comer.

-Ok. –Levantei-me do seu colo e sentei-me na minha poltrona.

Comecei a tomar café.

Olhei pela janela.

-Nossa, esqueci completamente que estávamos voando. –Disse.

Ele sorriu.

-É, esse avião não é de balançar. –Edward disse. –Bom pra você, senão você enjoaria.

-Até agora eu não senti enjoos e nem vomitei. –Disse.

-Sabe de quanto tempo está?

Neguei.

-Não, assim que nós voltarmos, passarei em uma consulta com a Allie e a Rose. –Respondi.

Ele assentiu.

-Ok.

-Ainda falta muito para chegarmos? –Perguntei.

Ele negou.

-Não, mais uma hora. –Ele disse e me olhou. –Quer voltar para o quarto?

Sorri.

-É melhor não. Eu tenho que estar apresentável, pra sair desse avião. –Disse.

Ele riu.

-Tudo bem, nós teremos muito tempo mesmo. –Ele disse.

-É, eu sei. –Disse. –E então? Gostou da “consulta”, Dr. Cullen?

Ele sorriu.

-Sim, você é uma ótima médica, Dra. Cullen. –Ele disse.

Comecei a rir.

-Quando sairmos desse avião, terá muito mais. –Disse.

-Com certeza. –Ele disse.

Terminei de tomar café.

Uma das aeromoças apareceu.

-Bom dia, Sra. Cullen. –Ela disse.

-Bom dia, Beth. –Disse.

-Como estava o café?

-Muito bom. –Respondi.

-E eu posso retirar?

-Claro, eu vou me arrumar. –Disse, me levantando.

-Eu também vou. –Edward disse e também se levantou.

Deixamos a aeromoça tirar a mesa do café e fomos para o quarto.

Entramos no quarto.

-Você já tomou banho? –Edward perguntou.

Assenti.

-Sim, acabei de tomar. –Respondi.

-Ok, então eu vou tomar um rápido banho, enquanto você se arruma. –Ele disse.

-Tá bom. –Disse.

Edward me deu um selinho e foi para o banheiro.

Fui até a minha mala e escolhi uma roupa. Troquei de roupa e sentei-me na cama, com as pernas esticadas e as costas apoiada na cabeceira.

Eu estava sentindo falta dos meninos, será que eles estão bem? Assim que eu sair desse avião, eu ligaria pra Esme para saber como eles estava e se eles tinham dormido bem.

Passei a mão na minha barriga.

-Oi, bebê. –Disse. –Eu sei que você ainda é muito pequenininho, mas eu também sei que você me escuta muito bem. Agora que o papai sabe da sua existência, nós dois estamos aguardando ansiosamente a sua chegada, serão 9 meses muito felizes, e estaremos te esperando. –Respirei fundo. –Será que você é um menininho ou uma menininha? –Perguntei. –Desde já, nos te amamos muito e seus irmãozinhos também.

Fiquei ali, acariciando minha barriga, pensando em nomes e se seria uma menina ou um menino.

Edward saiu do banheiro e me olhou.

-Pensando no nosso bebê? –Ele perguntou, indo até a sua mala.

Assenti.

-Sim, eu estava pensando nele, se ele é um menino ou uma menina, em um nome, nos meninos. Será que eles dormiram bem, longe da gente?

-Claro. Eles passam o dia inteiro na casa dos meus pais, já estão acostumados a ficar lá, é a segunda casa deles. –Ele disse.

-É, você tem razão. –Disse.

Edward pegou sua roupa, se virou pra mim, sorriu, soltou a toalha, colocou a mão na cintura e me olhou.

Sorri.

-O que você tá fazendo? –Perguntei.

-Nada, eu só estou me vestindo. –Ele respondeu.

-Aham, você está é se exibindo. –Disse.

Ele riu.

-Vai, se veste logo! –Disse.

Ele se vestiu.

Logo Edward ficou pronto e nós arrumamos nossa mala e a fechamos.

-Agora vamos esperar sentadinhos nos nossos lugares. –Ele disse.

-Ok.

Saímos do quarto e fomos para as nossas poltronas, ficamos ali sentados, as aeromoças nos trouxe um suco, nós bebemos e depois ficamos esperando.

“-Sr e Sra. Cullen, pousaremos em 5 minutos.”

-Ok. –Edward disse e nós colocamos o cinto.

Alguns minutos depois, nós pousamos em uma pista de voo, tiramos o cinto e nos levantamos.

-Chegamos, meu amor. –Edward disse.

Sorri.

-Até que enfim.

Nós fomos até a porta de saída do voo.

-Tenham uma boa estada, Sr e Sra. Cullen.

-Obrigado.

Saímos do avião, Edward assinou mais alguns papeis com o piloto, ele pegou nossas malas e fomos embora.

Edward chamou um taxi e fomos para sabe lá Deus onde.

-Gostou da cidade? –Ele perguntou.

Sorri.

-É linda. –Respondi.

-Você vai gostar muito mais. –Ele disse.

-Mais surpresas? –Perguntei.

Ele assentiu.

-Só mais uma. –Ele disse.

Sorri.

Nós paramos em frente a uma praia, bem onde ficam os barcos.

-O que estamos fazendo aqui? –Perguntei.

-Nós iremos ao nosso destino, no iate da minha mãe.

Assenti.

-Tá bom.

Fomos até o iate. O iate tinha o nome de Anne.

-Anne? Não é o segundo nome da sua mãe? –Perguntei.

-É, e era o nome da mãe dela. Minha mãe comprou esse iate, antes de se casar com o meu pai. –Ele disse.

-E o local que a gente vai, é da sua mãe também? –Perguntei.

-Virou, depois que ela se casou com o meu pai, sabe, comunhão de bens. Mas o lugar que iremos, foi comprado pelos meus avôs paternos, meu avô comprou pra minha avó, meu pai herdou, depois que eles morreram. Quando minha mãe se casou com o meu pai, ela trouxe o iate pra cá, para eles poderem ter acesso a esse lugar. –Ele disse.

-E que lugar é esse, que você tá fazendo tanto mistério? –Perguntei.

-Logo você vai descobrir. –Ele disse, entrando no iate e me estendendo sua mão, para me ajudar a entrar.

Peguei sua mão e entrei no iate.

-Quando iria me dizer, que sabe pilotar iate? –Perguntei.

-Quando eu tivesse a oportunidade de te mostrar. –Ele respondeu.

Assenti.

-E quem te ensinou?

-Meu pai, em uma das nossas viagens pra cá. –Ele respondeu. –E como sabia que era eu quem pilotaria?

-Por que só tem nós dois aqui. –Respondi.

Ele assentiu.

-Ok.

Ele se sentou em frente ao volante, eu me sentei ao seu lado.

-Vamos lá.

Edward ligou o motor e dirigiu o iate.

Seguimos pelo mar, eu olhava o tempo todo para o oceano.

-Tudo bem? –Edward perguntou.

-Tudo, eu só estou admirando a vista. –Respondi.

-Se sentir enjoo, me avisa. –Ele disse.

-Tá bom. Não se preocupa, por que eu ainda não estou na fase do enjoo. –Disse.

Ele riu.

-Demoraremos muito para chegar? –Perguntei.

Ele negou.

-Não. De iate é rápido, logo nós estaremos lá. –Ele disse.

Assenti.

-Ok.

Continuei admirando a vista, até que eu comecei a avistar uma ilha.

-Uma ilha.

-Ilha Cullen. –Ele disse.

-Então essa é a propriedade da família Cullen. –Disse.

Ele sorriu.

-É isso ai.

Sorri.

-Gostei da surpresa. –Disse.

Ele sorriu.

-Eu sabia que iria gostar. –Ele disse.

Edward parou o iate da beira da areia, eu desci do iate e o olhei.

-Entre. Eu vou prender o iate. –Ele disse.

Assenti.

-Ok. –Disse e entrei na casa.

Fiquei na sala de estar, e era linda.

Edward apareceu, com as nossas malas.

-Gostou? –Ele perguntou.

Sorri.

-É tudo lindo. –Respondi.

Ele sorriu.

-Fique a vontade. –Ele disse e pegou o celular. –Eu vou ligar pra minha mãe.

Assenti.

Edward ligou pra Esme.

-Oi mãe. –Ele disse. –Sim, nós acabamos de chegar, já estamos na ilha. –Ele disse e sorriu. –Sim, ela adorou. –Ele disse. –É, nós iremos nos divertir muito. –Ele disse e me olhou.

Soprei um beijo pra ele.

-Como estão os meninos? –Ele perguntou. –Ah, eles estão sentindo a nossa falta? –Ele perguntou e riu. –Tá, cuida bem deles, tá mãe? –Edward pediu. –Tá legal, mande lembranças pra todos. –Ele disse. –Tá, também te amo, um beijo, tchau. –Ele disse e desligou. –Minha mãe te mandou oi.

Assenti.

-E como estão nossas preciosidades? –Perguntei.

-Estão ótimos, minha mãe disse que eles estão sentindo nossa falta. Mas eles estão bem, e aguentarão 3 dias. –Ele disse.

-Ah, então ficaremos aqui por três dias? –Perguntei.

Ele assentiu.

-Sim, optei por não ficarmos por muito tempo, por que nós temos os nossos filhos pra cuidar e temos que trabalhar. –Ele disse.

Assenti.

-É, tem razão. –Disse, me aproximando dele. –Agora que nós já sabemos que os nossos filhos estão bem, nós podemos nos divertir.

Ele sorriu.

-Sim. –Ele me beijou. –Eu te amo tanto.

Sorri.

-Eu também te amo. –Disse.

Ele me pegou pela cintura e me levantou.

-Eu vou te levar para o quarto. –Ele disse.

Abracei sua cintura com as minhas pernas e o beijei.

Ele me levou até a escada.

-E as nossas malas? –Perguntei.

-Nós não iremos precisar delas. –Ele disse e subiu comigo para o quarto.

Já vejo que iriamos nos divertir muito nessa ilha e ter uma segunda lua de mel incrível, e eu ainda tinha o melhor marido do mundo.

Notas finais
Fantasia: https://images.halloweencostumes.com/products/1556/1-1/nurse-heartbreaker-costume.jpg Lingerie: http://www.mulherbeleza.com.br/wp-content/uploads/2012/04/lingerie-de-renda-noite-moda-06.jpg Ilha: http://www.hausdecoracao.com.br/wp-content/uploads/2014/04/casa-ilha-konitiki.jpg Sala de estar: http://myoatelier.com.br/wp-content/uploads/Sala-Casa-de-Praia-Decora%C3%A7%C3%A3o-04.jpg