Eternamente
154 Capítulo 153-A Ilha Cullen
Isabella Marie Swan Cullen
Acordei com os beijos do Edward nas minhas costas. Sorri e virei-me. O olhei.
-Oi. –Disse.
Ele sorriu.
-Olá. –Ele disse.
-Que horas são? –Perguntei.
-Hora do almoço. Nós dormimos por uma hora, depois do sexo. –Ele disse.
Assenti.
-Ok, tem comida nessa casa? –Perguntei, sentando-me na cama.
-Claro que tem. –Ele respondeu, se sentando também. –Vamos fazer o almoço?
O olhei.
-Deixe o almoço comigo. Você fazendo comida, já bagunça a nossa cozinha, é melhor você não bagunçar outra cozinha. –Disse.
Ele fez careta.
Comecei a rir e me levantei.
-Você não trouxe as nossas malas. –Disse.
-Eu vou buscar. –Ele disse, se levantando e saindo do quarto, completamente nu.
Enquanto ele pegava as nossas malas, eu fui pra varanda. Entrei na varanda e fiquei olhando a praia, era tão linda.
Estava quente, o sol estava bem forte e o dia estava lindo, respirei o ar puro.
Edward me abraçou por trás.
-A gente tem que fazer sexo aqui nessa varanda. –Ele disse.
Comecei a rir.
-Agora não, mais tarde. –Disse.
Ele riu.
-Ok. Vamos nos vestir e almoçar. Coloque um biquíni, depois do almoço nós podemos tomar um sol e cair na água.
Assenti.
-Ok. –Disse.
Voltamos para o quarto e eu fui até a minha mala, peguei um biquíni, Edward pegou a sua sunga, nós nos vestimos e saímos do quarto, descemos e fomos direto pra cozinha.
-Essa casa tem uma decoração bem moderna. Nem parece que foi dos seus avós. –Disse.
-Meu pai deixou minha mãe decorar como ela quisesse. Não viu que tudo é a cara dela?
Sorri.
-É, tem mesmo. –Disse.
Edward se sentou no balcão.
-Tem certeza de que não quer ajuda? –Ele perguntou.
Assenti.
-Sim, eu tenho. Deixa que eu me viro. –Disse.
Ele assentiu.
-Ok, então eu ficarei aqui sentadinho, te observando, mas se precisar de um assistente, é só falar. –Ele disse.
-Pode sentar ai e deixar comigo. –Disse e lhe dei um selinho.
-Ok. –Ele disse.
Comecei a andar pela cozinha, vasculhar tudo para procurar as coisas que eu precisaria.
-Quer comer frango assado? –Perguntei.
-Eu como o que você preparar. –Edward disse, mexendo no seu celular.
-Ok.
Comecei a preparar o almoço, preparei o frango e coloquei no forno para assar, e enquanto assava, eu cozinhava o arroz.
Olhei para o Edward. Ele continuava mexendo no seu celular.
-Eu posso saber o que é que você tanto faz nesse celular? –Perguntei.
Ele assentiu.
-Claro que pode. Eu estou na internet, postando que eu estou na cozinha, vendo o a minha linda esposa grávida, cozinhando. –Ele disse.
-Você nem está olhando. –Disse.
-Eu dou uma olhada, quando você está de costas. –Ele sorriu e me olhou. –Eu tenho uma visão muito boa.
Taquei o pano de prato nele e ele riu.
Voltei minha atenção para o almoço.
Terminei de fazer o arroz e desliguei o fogo.
-O arroz já está pronto. –Disse e olhei o forno. –E o frango ficará pronto, daqui há 20 minutos. –Disse e fui até o Edward. –Vamos esperar. –Peguei a sua mão e o puxei.
-Hum, eu estou gostando disso. –Ele disse.
Comecei a rir.
Fomos pra sala de jantar, o joguei no sofá e fui pra cima dele, o beijando.
Ficamos ali no sofá, no maior amasso, minhas mãos estavam no seu rosto, as suas, estavam espalmadas na minha bunda. Ele subiu uma das mãos pelas minhas costas e desfez o laço do meu biquíni.
O timer do forno apitou e eu me afastei dele.
-O frango está pronto.
-Sério? Logo agora?
Comecei a rir e me levantei.
-Vamos comer. –Disse.
Ele sorriu e se levantou.
Fomos pra cozinha, tirei o frango do forno e servi o almoço, e nós começamos a comer.
-Hum, está maravilhoso. –Ele disse.
Sorri.
-Obrigada. –Agradeci.
Ele me olhou.
-Como está o eu apetite? Acha que ele aumentou, por que eu reparei que sim. –Ele perguntou.
-É, acho que aumentou sim. –Respondi.
-E já se sente grávida? –Ele perguntou.
Sorri.
-Ainda não. Eu irei me sentir, quando os enjoos e as náuseas começarem. –Disse.
Ele sorriu.
-Ele começar a se mexer. –Ele disse.
Sorri.
-É, é tão bom senti-lo se mexer.
Ele sorriu.
-É, vai se bom passar por tudo isso de novo. –Ele disse.
-E eu acho que dessa vez vai ser mais fácil, espero ter menos dor nas costas dessa vez. –Disse.
-É, gêmeos você não engravida mais, mas trigêmeos, quadrigêmeos, quíntuplos.
-Edward, vira essa boca pra lá. Se vier um bebê a mais, será menos uma gravidez. –Disse.
Ele riu.
-Tudo bem. –Ele disse. –Mas a minha intuição diz, que será apenas um, e um menino.
Sorri.
-Ainda com essa da Megan ser a única menina, pra ser sua princesinha? –Perguntei.
-É, eu preciso de mais um menino pra tomar conta dela, mas se vier mais uma menina, será minhas duas princesas super protegidas. –Ele disse.
-Eu só quero saber se vai deixar a Megan e futuras irmãs dela, namorarem. –Disse.
-Eu estou pensar seriamente em um convento. –Ele disse.
-Edward! Você cresceu com duas irmãs, que tinham um monte de namorados. –Disse.
-E eu até tentei impedi-las, mas já viu a Rosalie brava? Ela fica assustadora, e Alice, bom, ela sabia me convencer. Toda noite que ela iria sair com um cara, ela me apresentava uma amiga nova, para me distrair. –Ele respondeu.
Sorri.
-É, eu estou vendo que terei que agir como mãe e proteger a Megan, do pai protetor dela. –Disse e sorri. –E espero que Alice tenha parado de te apresentar amigas dela.
-Agora que estou muito bem casado? Sim, não se preocupe. Ela não tinha medo de mim, mas de você, ela com certeza tem.
Comece a rir.
-Melhor assim. –Disse.
Ele riu.
Nós terminamos de comer e tiramos a louça, lavamos juntos, secamos e guardamos.
-Pronto. –Ele me abraçou e me deu um beijo no topo da cabeça. –Agora vamos descansar um pouco lá fora.
-Tá.
Saímos da casa.
-Quer deitar na areia ou quer que eu peguei espreguiçadeiras? –Ele perguntou.
-Eu prefiro a espreguiçadeira. –Respondi.
Ele sorriu.
-Ok, eu vou buscar. –Ele disse.
-Ok, obrigada. –Agradeci.
-De nada. –Ele disse e me deu um selinho.
Edward foi buscar as espreguiçadeiras e eu fiquei na areia, esperando.
Olhei para o mar, era tudo lindo e maravilhoso.
Edward voltou com duas espreguiçadeiras e colocou na areia.
-Pronto, pode deitar, Sra. Cullen. –Ele disse.
Sorri.
-Obrigada, Sr. Cullen. –Disse e deitei-me em uma das espreguiçadeiras.
Edward deitou-se na outra espreguiçadeira, ao meu lado e pegou na minha mão.
Fechamos os olhos e ficamos tomando um sol. Ficamos ali, até o nosso estômago descansar do almoço, quando descansamos, eu abri os olhos e olhei para o Edward.
-Ed. –Ele abriu os olhos e me olhou.
-Hum.
-Vamos nadar.
Ele assentiu.
-Claro.
Ele se levantou e estendeu a mão pra mim, peguei sua mão e me levantei.
Ele se agachou um pouco e eu subi nas suas costas, ele me levou pra água. Caímos na água e mergulhamos.
Nós ficamos um de frente para o outro, passei minhas pernas envolta da sua cintura, meus braços envolta do seu pescoço e ele me abraçava pela cintura.
Dei-lhe um beijo e colei minha testa na sua.
-Esses três dias, são ser maravilhosos. –Disse.
Ele sorriu.
-É. Se você já não estivesse grávida, com certeza sairia daqui grávida. –Ele disse.
Comecei a rir.
-É, nisso você tem razão. –Disse.
-Mas eu estou feliz por já ter engravidado. –Ele disse.
-Esse nós planejamos. –Disse.
Ele riu.
-Bom, sendo planejado ou não, nós amamos todos do mesmo jeito. –Ele disse.
Fiz bico.
-Que saudade dos meus dois bebês. –Disse.
Ele riu.
-Eles estão sendo bem cuidados, mamãe. –Ele disse.
Sorri.
-Tomara, papai. –Disse e lhe dei mais um beijo. –Mas vamos parar de falar um pouco deles.
-É, vamos falar de nós dois. –Ele disse.
-Eu acho melhor a gente nem falar. –Disse, o beijando.
Edward puxou a parte de cima do meu biquíni, liberando meus seios e puxou para o lado a minha calcinha. Nós transamos ali mesmo no mar, e pelo visto passaríamos o dia assim, apenas nos amando.
***
Já estava anoitecendo. Estava uma noite bem quente, eu não imaginava que aqui era tão quente. Eu tinha me bronzeado, estava com a marca do biquíni, era fraca, mas tinha a marquinha. Eu também perdi a noção do tempo na praia com o Edward.
Nós dois transamos na água, da água, fomos pra areia, depois nós entramos, viemos para o quarto, transamos na banheira. Depois do banho, nós paramos para comer, depois de comer, nós transamos na cozinha e na sala de estar, depois subimos e fomos pra varanda, onde ele tanto queria fazer, e finalizamos na cama e dormimos, exaustos.
Acordei a pouco tempo e tomei uma ducha pra acordar, pois eu ainda estava sonolenta.
Saí do banho, vesti uma roupa curta, pois estava morrendo de calor e saí do quarto, desci e senti um cheiro doce e muito bom.
Fui até a cozinha, Edward estava decorando um bolo com chantilly e cerejas.
-Hum, que bolo bonito. Fez tudo sozinho? –Perguntei.
-Sim. Achei um ótimo vídeo ensinando a fazer bolo. –Ele disse e me deu um selinho. –Dormiu bem?
Assenti.
-Sim, e você?
-Muito bem. –Ele respondeu.
-Então conseguiu fazer o bolo de primeira? –Perguntei.
-Eu aprendo uma coisa de primeira.
-Eu sei disso, doutor.
Ele sorriu.
-Eu fiz esse bolo, em homenagem ao nosso aniversário. Comprei até uma velinha. –Ele disse.
-Você saiu da ilha, sem eu nem ter percebido? –Perguntei.
-Sim. Você estava dormindo como uma pedra. –Ele respondeu.
-Geralmente eu acordo primeiro que você, e é você que dorme como uma pedra. –Disse. –Eu acho que você me cansou.
Ele riu.
-Nem tanto. Você tem razão, você não dorme tão pesado, isso é um sintoma da gravidez. –Ele me olhou. –E pelo visto esse não é o único sintoma. Está com muito calor?
Assenti.
-Você não está? Eu achei que estava bem quente aqui.
-E está, mas você parece que está com mais calor. –Ele disse, pegando um guardanapo e limpando minha testa e meu pescoço, depois ele jogou fora. –Isso é normal. Espero que não passe mal com as comidas argentinas, por que amanhã iremos passear no centro e comeremos por lá.
-Não se preocupe, eu sou forte pra comida. –Disse.
Ele assentiu.
-Tudo bem. –Ele disse.
-Bom, já que está fazendo a sobremesa, eu vou fazer o jantar. Pode ser uma coisa rápida?
Ele assentiu.
-Claro, eu não estou com muita fome mesmo. –Ele disse.
Assenti.
-Ok. –Disse. –Sobrou do frango.
-Sua comida é ótima, gatinha. Até mesmo requentada. –Ele disse.
Sorri.
-Que bom que você gosta do que eu faço. –Disse.
Ele sorriu.
-É por isso que eu amo os nossos filhos. –Ele disse.
Comecei a rir.
-Mas eu não os fiz sozinha. –Disse.
Ele riu.
Coloquei um pouco do que sobrou do almoço e esquentei. Deixei no balcão e fiquei comendo, enquanto Edward terminava de decorar o bolo com as cerejas, ele finalizou, colocando a velinha de um ano, em cima do bolo.
-Está pronto.
Comecei a rir.
-Não está bonito? –Ele perguntou.
-Está lindo. –Respondi. –Você caprichou dessa vez.
Ele sorriu e se aproximou de mim.
-Eu tinha que caprichar pra minha gata. –Ele disse e me deu um selinho. –Pensei que ia me esperar, para jantar.
-Desculpe, achei que fosse demorar mais. –Disse.
Ele sorriu.
-Tudo bem, eu te entendo. –Ele disse, passando a mão na minha barriga.
-Senta.
Ele se sentou ao meu lado e comeu, junto comigo.
-E o que quer fazer essa noite? –Ele perguntou.
Sorri.
-Ter a parte dois da nossa noite de aniversário.
-Achei que tínhamos feito isso o dia inteiro. –Ele disse.
Comecei a rir.
-Não. Hoje nós só curtimos a ilha. Agora nós ainda iremos comemorar. –Disse.
Ele sorriu.
-Ok. –Ele disse.
Nós continuamos comendo. Quando terminamos, lavamos a louça.
-Quer um pedaço de bolo? –Ele perguntou.
-Por que não o leva para o quarto?
Ele riu.
-Tá.
Edward pegou o bolo.
-Vamos.
Subimos e fomos para o quarto, entramos no quarto e Edward colocou o bolo em cima da cama.
-Tá legal, vamos apagar as velas e podemos fazer o que você quiser. –Ele disse.
-Tá bom.
Ele acendeu a velinha e juntos, assopramos as velinhas.
Ele me olhou.
-Muitos anos de vida pra gente. –Ele disse.
Sorri.
-Muitos mesmo. –Disse. –Eu vou me trocar.
-Tá. –Ele disse.
Peguei uma lingerie e fui para o closet. Entrei no closet e tirei a roupa, peguei a lingerie que escolhi e a vesti. Quando fiquei pronta, me olhei no espelho, para ver como eu estava.
É, Edward irá gostar.
Abri a porta do closet. Edward estava sentado na cama, com uma colher, comendo o bolo.
-O que achou? –Perguntei.
Ele sorriu.
-Como é que você consegue ficar mais linda ainda? –Ele perguntou.
Sorri.
-Eu faço de tudo para ver o meu marido feliz. –Disse, me aproximando.
Ele levantou, me abraçou e me beijou.
Tirei sua camisa e desabotoei sua calça, ele tirou a calça e ficou só de cueca.
O empurrei pra cama e o fiz deitar, sentei-me em sua cintura. Peguei um pedaço de bolo com a colher.
-O que você vai fazer? –Ele perguntou.
Sorri e lambuzei sua barriga de bolo, depois lambi.
Sua pele se arrepiou.
-Ai, você sabe apelar. –Ele disse.
Comecei a rir e lambuzei a sua boca, a lambi e o beijei.
-Você caprichou no bolo, e ficou melhor ainda na sua boca. –Disse.
Ele riu.
-Muito obrigado. Agora é a minha vez de degustar. –Ele disse, nos virando na cama.
Ele pegou um pedaço de bolo com a colher de lambuzou meu seio, depois ele o lambeu.
Eu também me arrepiei e fiquei toda acesa. Ele lambuzou a minha boca, lambeu e me beijou.
-Está mesmo uma delícia. –Ele disse.
Comecei a rir.
-Vamos comer esse bolo, antes de começarmos a nossa noite. –Disse.
Ele assentiu.
-Ok.
Sentamo-nos na cama e começamos a comer do bolo, sobrou metade do bolo, Edward o colocou na poltrona e voltou pra cama e me beijou.
Ele estava por cima de mim, ele apoiou os cotovelos no colchão e me olhou.
-Pronta para continuar a nossa noite. –Ele perguntou.
-Prontíssima. –Respondi.
Ele sorriu e voltou a me beijar, e assim, nós tivemos mais uma noite de amor inesquecível. Esses dias nessa ilha, seriam todos inesquecíveis.
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