Eternamente

149 Capítulo 148-Avaliação das enfermeiras/ Exame/ Momentos no consultório


Isabella Marie Swan Cullen

Saí de uma reunião na diretoria junto com o Edward, saímos da sala de reuniões de mãos dadas. Heidi nos olhava e só faltava sair faíscas dos seus olhos.

-Ela ainda sente inveja da gente. –Disse.

-Ah, eu não estou nem ligando pra ela. –Ele disse.

Comecei a rir.

Entramos no elevador.

-Bom, parece que estão gostando da nossa direção. –Disse.

Ele sorriu.

-É, fizemos grandes melhorias. –Ele disse.

Sorri.

-É, e isso é bom. –Disse.

-Muito bom.

Depois que as portas se fecharam, Edward me agarrou e me beijou.

-Edward, estamos no elevador. –Disse.

-O elevador está fechado. –Ele disse.

Edward voltou a me beijar, até que o elevador apitou, anunciando que as portas se abririam, nos afastamos, arrumei meu cabelo e as portas abriram.

Alguns médicos entraram e nós dois saímos.

-Eu vou lá na emergência, ver como estão se saindo as minhas candidatas. –Disse.

Ele assentiu.

-Tá bom. Vai lá. Manda lembranças pra Vic.

-Ok. –Dei-lhe um selinho. –Tchau, até mais tarde.

-Até. Hei. –O olhei. –Passa lá na minha sala depois.

Sorri.

-Tá. –Soprei um beijo pra ele e ele soprou de volta.

Edward foi pra sua sala e eu fui pra emergência.

Na emergência tinha alguns médicos atendendo os pacientes, nenhum enfermeiro, e sentado em um canto, estava o Mike, ele estava com uma caixinha preta com um anel dentro.

Aproximei-me dele.

-É um belo anel.

Mike deu um pulo.

-Ai, Bella! –Ele disse, se levantando.

Comecei a rir.

-Não tem nenhum paciente precisando de você não?

Ele negou.

-Não.

Assenti.

-Esse anel é pra Jessica? –Perguntei.

-Claro que é, pra quem mais seria? –Ele disse. –Eu vou pedir a mão dela.

Sorri.

-Que bom, e como ela está? –Perguntei.

-Bem, ela só anda sentindo muito enjoo.

-É normal, com o passar dos meses, vai passar. –Disse.

Ele assentiu.

-É, eu sei. Eu estou cuidando muito bem dela. –Ele disse.

Sorri.

-Que bom. –Disse. –Sabe onde estão as enfermeiras?

-Na sala delas, tomando café. –Ele respondeu.

-Ok, obrigada. –Agradeci.

-De nada.

-E vai trabalhar.

Ele assentiu.

-Pode deixar, chefe. –Ele disse.

Fui pra sala das enfermeiras e as encontrei, tomando café e conversando.

-Muito bonito, né? Sabiam que a enfermaria está lotada e vocês aqui, tomando cafezinho? É desse jeito que estão disputando o cargo de enfermeira chefe?

-Nós já estamos voltando para o trabalho, Dra. Cullen. –Victória disse.

-Sei. Mas é bom ver vocês assim, conversando e se dando bem. –Disse.

-Nós somos amigas, e independente de quem ganhe, ficaremos felizes.

-Que ótimo, já que é assim, vamos trabalhar?

-Vamos, por que eu conhece ela muito bem, e ela não vai sair do nosso pé. –Victória disse.

Elas riram.

-Vamos.

Elas saíram da sala.

-Bella. –Vic me puxou pelo braço.

-Tudo bem? –Perguntei.

-Sim, eu só queria marcar uma consulta.

-Sente-se mal? –Perguntei.

-Não, eu só queria aber se está tudo bem, ver se o bebê está bem, eu estou louca pra descobrir o sexo. –Ela disse.

-Tá, eu não tenho certeza se conseguirá descobrir o sexo agora, por que você não tem nem 4 meses ainda, mas a consulta é com a Alice, ela que é obstetra. –Disse.

Ela assentiu.

-Claro, por mim tudo bem, mas naquela sala de parto, eu vou querer minha melhor amiga lá. –Ela disse.

Sorriu.

-Eu vou com certeza. –Disse. –Pedirei pra Jane marcar um horário pra você com a Alice.

-Obrigada.

-Agora vamos trabalhar, por que eu sou a chefe boazinha e não vai querer ver o Edward por aqui, né?

-Claro que não, vamos lá.

Saímos da sala e começamos a trabalhar. Fiquei por ali por um tempo, de olho nas enfermeiras e anotando minhas avaliações, depois voltei pra minha sala e estudei as minhas avaliações.

-Dra. Cullen. –Jane entrou na minha sala.

-Sim?

-A Dra. McCarty e a Dra. Hale perguntaram se podem falar com a senhora. –Ela disse.

Assenti.

-Claro, mande elas entrar. –Disse.

-Ok, com licença.

-Toda. –Disse.

Jane saiu da sala Alice e Rosalie entraram e fecharam a porta.

-Oi. –Elas disseram.

-Oi. –Disse.

-Nós precisamos conversar. –Rosalie disse.

Olhei pra elas.

-O que foi?

-Você pegou seu exame no laboratório? –Rosalie perguntou.

-Sim. –Respondi.

-E por que não deixou que pegássemos pra você? –Alice perguntou.

-Por que eu conheço vocês duas e sei que vocês iriam abrir e eu queria abrir o meu próprio exame. –Disse.

-E você abriu? –Rosalie perguntou.

Assenti.

-Abri.

-E então? –Alice perguntou.

As olhei.

-Não foi dessa vez. –Respondi.

-Sério? –Alice perguntou.

-Sério. –Disse.

-Bella, deixa eu ver esse exame. –Rose pediu.

-Ai, que foi Rosalie? Agora você acha que eu estou mentindo? –Perguntei.

-Eu só quero ver. –Ela disse.

Respirei fundo.

-Tudo bem.

Peguei o envelope aberto debaixo de uns exames na minha mesa e entreguei pra Rosalie, ela leu o resultado.

-Negativo. –Ela respondeu.

-Como eu disse. –Disse.

-Eu tinha certeza de que nós duas estávamos. –Alice disse.

-O seu deu negativo?

-Eu ainda não abri, eu quero abrir em casa, junto com o Jasper. Tomara que eu não esteja, pois eu quero que fiquemos juntas. –Alice disse.

-É, todo mundo estava esperando uma gravidez dupla. –Rose disse.

-Alice, não é por que eu não estou, que você também não está, nós sabíamos que esse era um grande risco que corríamos. –Disse.

-Bella tem razão.

-Bom, eu vou abrir o meu exame hoje com o Jazz e depois eu dou a resposta pra vocês. –Alice disse.

-Ok. –Rose disse.

-Tudo bem. –Disse.

-Você não está chateada? –Alice perguntou.

-Não, não é o primeiro teste de gravidez que eu faço, e dá negativo. –Disse.

-Já fez algum antes?

-Sim, depois da minha primeira vez com o Edward. –Respondi.

-Você não perdeu a virgindade com ele? –Alice perguntou.

-Perdi, e foi por isso mesmo, eu tinha acabado de perder a virgindade e só tomei a pílula do dia seguinte, eu tinha tomado uma só, esqueci de tomar a outra. –Disse.

-É, você podia mesmo ter ficado grávida. –Rose disse.

-Pois isso eu fiz um teste, e deu negativo. E eu fui engravidar, muito tempo depois. –Disse.

-Tá. Então já que não está grávida, pode continuar tentando? –Alice perguntou.

Sorri.

-Não precisa nem pedir. –Disse.

-E não precisamos saber que irá gostar de tentar de novo, até por que também é… a vida sexual do nosso irmão. –Rose disse.

-E não queremos saber os detalhes. –Alice disse.

Comecei a rir.

-Mas eu nem comecei. –Disse.

-E nem precisa. –Rosalie disse.

-Tá bom, eu vou ficar quieta. Agora podem voltar ao trabalho? Por que eu estou atolada aqui e tenho que escolher uma enfermeira chefe. –Disse.

-Tá legal, chefe. –Rose me devolveu o exame. –Nos vemos depois.

-Tchau, Bella.

-Tchau. –Disse.

As duas saíram da minha sala.

Olhei o exame, depois o amassei e o joguei fora, destranquei a gaveta da minha mesa e peguei o outro exame.

Sorri e beijei o envelope, depois o guardei no lugar e tranquei a gaveta.

Levantei-me e saí da sala, fui pra sala do Edward e bati na porta.

-Entre.

Abri a porta e entrei.

-Oi. –Disse.

-Oi, tranque a porta. –Ele pediu.

Tranquei a porta e fui até ele.

Edward se levantou.

-Está muito ocupada? –Ele perguntou.

Neguei.

-Não. –Respondi.

-Ótimo. –Ele me agarrou e me beijou, depois ele me sentou na mesa e se encaixou entre as minhas pernas.

-Por isso pediu pra eu trancar a porta. –Disse.

Ele sorriu.

-Exatamente. –Ele disse.

Comecei a rir.

Ele tirou o jaleco dele e o meu, e ele estava bem desesperado.

Edward me levantou pelas coxas e me deitou na maca, depois veio pra cima de mim.

-Edward, essa maca não vai aguentar a gente. –Disse.

-Aguenta sim, não se preocupe. –Ele disse e voltou a me beijar.

E então eu me esqueci totalmente de que podíamos quebrar a maca e me entreguei.

Edward Anthony Cullen

Levantei-me da maca, Bella e eu estávamos completamente ofegantes.

A olhei.

-A maca sobreviveu. –Disse.

Ela riu.

Nós nos vestimos.

-Quer água? –Perguntei.

-Por favor, você acabou comigo. –Ela disse.

Comecei a rir.

-Foi você que acabou comigo. –Disse, pegando a jarra de água e enchendo dois copos.

Entreguei-lhe um copo.

-Valeu. –Ela disse, se sentando na maca.

Sentei-me ao seu lado.

-Hoje você estava bem animadinha. –Disse.

Ela sorriu.

-Você que me agarrou. –Ela disse.

-É, e você ficou bem selvagem. A última vez que te vi assim, você estava grávida. –Disse.

Ela me olhou e riu.

-Obrigada pelo elogio. –Ela disse.

Sorri.

-De nada.

Ele se aproximou de mim.

-Eu te amo. –Ela disse.

-Eu também te amo. –Disse e a beijei.

-Nós temos que voltar para o trabalho. –Ela disse.

-Tem razão, por que iremos embora daqui há 2 horas. –Disse, me levantando da maca.

-Isso mesmo. –Ela pegou seu jaleco e o vestiu. –À noite nós fazemos uma parte 2.

Comecei a rir.

Ela me deu um selinho.

-Até mais tarde. –Ela disse.

-Até.

Bella destrancou a porta e saiu da sala.

Sorri e peguei meu jaleco, o vesti e voltei para o trabalho.

Eu não sei o que me deu hoje, mas quando estávamos na reunião com os diretores, eu a vi ali, falando e dando ideias, me deu uma vontade de agarrá-la, mas eu não podia, por que estávamos trabalhando, assim que entramos no elevador, eu tirei uma casquinha, mas era pouco, por isso pedi pra ela vir aqui pra minha sala, e agora eu estava satisfeito, mas ansioso por uma parte dois. Era tão bom e viciante tê-la em meus braços e quando nos entregávamos, esquecíamo-nos do resto.

***

Já estava na hora de ir embora e eu estava tomando um café com a Grace, enquanto eu esperava a Bella, que estava terminando de atender um paciente.

-Então você ficará aqui por mais uma semana? –Perguntei.

Ela assentiu.

-Sim, eu tenho que voltar para Jacksonville, eu tenho um trabalho fixo por lá, um marido, sem contar que a o Christian e a Ana estão há muito tempo longe das crianças, elas estão sentindo falta dos pais. –Grace disse.

Assenti.

-É verdade, eu não aguentaria ficar tanto tempo longe do Ethan e da Megan. –Disse.

-Nem mesmo da Bella, né Edward?

Sorri.

-É, nem mesmo dela. –Disse.

Ela riu.

-Você e o Christian tem uma coisa em comum. Além de arrumarem mulheres maravilhosas, vocês também a amam incondicionalmente. –Grace disse.

Sorri.

-É, somos homens de sorte. –Disse.

Ela sorriu.

-Muita sorte. –Ela disse.

Seu celular apitou e ela o olhou.

-Eu tenho que ir, marquei de ir ao cinema com a Nessie. –Ela disse.

-Tá, nos vemos amanhã então. –Disse.

-Até. –Ela pegou sua bolsa. –Mande lembranças pra Bella.

-Mandarei.

-Tchau. –Ela disse.

-Tchau.

Grace foi embora e eu continuei ali, esperando pela Bella.

-E ai, cara? Ainda por aqui? –Emmett e Jasper apareceram.

-É, eu estou esperando a Bella. –Respondi. –E vocês?

-Estamos esperando Alice e Rose, Alice está fazendo um parto e Rosalie está a ajudando. –Emmett disse.

-Então espero que as nossas esposas vão logo. –Disse.

-É, também esperamos isso. –Jasper disse.

-E como está os preparativos pra festa da Tininha? –Perguntei.

-Ah, tudo indo. As meninas estão se dedicando em muito com essa festa, vai ser incrível e a Tininha vai gostar muito. –Emmett respondeu.

-Lembrando também, que é o aniversário de casamento da Bella e do Edward. Já tem planos pra depois da festa? Vocês irão comemorar, né?

Sorri.

-Claro, eu já planejei tudo, fiz isso, quando ela foi planejar a festa da Valentina com as meninas. –Disse.

-E o que você tem em mente? –Emmett perguntou.

-Se eu contar, prometem não contar para as esposas de vocês? Elas são minhas irmãs, mas continuam sendo mulheres. –Respondi.

-Fica tranquilo Edward, nós sabemos que se contarmos, elas contarão pra Bella. –Jasper disse.

-É, vamos guardar isso como conversa de homem. –Emmett disse.

Sorri.

-Beleza, então passem na minha sala amanhã e eu contou pra vocês, não posso contar agora, por que a Bella pode chegar ai e nos escutar. –Disse.

-Ok. –Eles concordaram.

-Será um dia e tanto, não é? –Emmett perguntou.

Sorri.

-Começou a ser há 1 ano atrás, Bella e eu nos casamos, tendo o melhor dia das nossas vidas e quando saímos pra lua de mel, Valentina resolveu nascer. –Disse.

Emmett riu.

-É, tudo mudou de repente, em um minuto Rosalie decidi ir ao banheiro, ficamos curtindo a festa e no minuto seguinte ela começa a entrar em trabalho de parto. Ela ficou bem frustrada, ela queria os dois irmãos na sala de parto com ela. –Emmett disse.

-É, se não fosse a minha lua de mel, eu estaria lá com certeza, foi uma pena não ter visto minha afilhada nascer, mas no próximo eu estarei lá. Alice e eu faremos o próximo parto dela e Rose e eu faremos o parto da Alice. –Disse.

-E vocês três farão o parto da Bella. –Emmett disse.

-É isso ai. –Disse.

-Olá. –Bella apareceu.

-Oi, Bella. –Dissemos.

-Oi, meninos. Estou atrapalhando?

-Não, só estávamos relembrando como foi a correria para sair da sua festa de casamento, com a Rosalie entrando em trabalho de parto. –Emmett disse.

Bella riu.

-É uma pena eu não ter estado lá para ver. –Bella disse.

-Por que estávamos muito ocupados. –Disse e a Bella me deu um tapinha no ombro, rindo.

-É, mas foi um lindo dia, tanto do casamento quanto o nascimento da minha ursinha.

-É, família urso. Zé coméia. –Disse.

-Muito engraçado. Eu sou um ótimo pai e tenho um apelido pra minha filha. –Emmett disse.

-Olha, fique você sabendo, que eu tenho muitos apelidos carinhosos, não fico me apegando a um só. –Disse.

-Isso é verdade. –Bella disse.

-Tá legal.

-Onde estão as meninas? –Bella perguntou.

-Elas estão terminando de fazer um parto. –Jasper respondeu.

Bella assentiu.

-Ok, mande lembranças pra elas. Ed, nós temos que ir. –Bella disse.

-Ok. –Levantei-me. –Até amanhã.

-Tchau.

-Tenham uma boa noite. –Jasper disse.

-Vocês também. –Disse.

Peguei na mão da Bella e fomos para o estacionamento, entramos no meu carro.

-E então? Muito trabalho hoje? –Perguntei.

-Um pouco, nada muito cansativo. –Ela respondeu.

-O que te cansou mais foi a nossa aventura na minha sala?

Ela riu.

-Eu ainda tenho energia pra mais. –Ela disse e beijou o meu pescoço.

Sorri.

-É bom saber, mas vamos deixar para mais tarde, agora nós temos que buscar os nossos pequenos. –Disse, ligando o carro.

-Ok.

Dirigi pra casa dos meus pais.

-E o seu dia, como foi? –Bella perguntou, acariciando meus cabelos.

-Tudo tranquilo. –Respondi.

-Que bom.

Ela relaxou no banco.

-Vamos pedir comida hoje? Não estou afim de cozinhar. –Ela disse.

-Eu posso cozinhar, se quiser.

Ela me olhou.

-Você está começando a cozinhar agora, o que significa que quando terminar, vai deixar a cozinha uma bagunça e a cozinha está limpinha. –Ela disse.

Comecei a rir.

-É, você tem razão. –Disse. –E o que quer comer?

-Se não se importa, eu quero muito comer comida japonesa. –Ela respondeu.

-Quer muito? Por que esse desejo de uma hora pra outra? –Perguntei.

-Faz tempo que eu não como. –Ela respondeu.

Cheguei a pensar que ela estava grávida e não sabia, mas Bella era médica e mãe, ela saberia o exato momento em que ela ficaria grávida.

-Tudo bem, então vai ser comida japonesa. Quer tomar um vinho?

Ela negou.

-Não, hoje eu vou ficar só no refrigerante ou suco. –Ela respondeu.

-Tá.

Chegamos à casa do meu pai e entramos. Estava tudo silencioso, fomos pra sala de estar e encontramos os meus pais, fazendo os três bebês dormirem.

-Oi. –Dissemos.

Eles nos olharam.

-Oi, eles acabam de dormir. –Minha mãe disse.

-Como conseguiram fazer os três dormirem de uma vez só? –Perguntei.

-Nós temos bastante experiência em cuidar de três de uma só vez. –Meu pai disse.

-É, duas meninas e um menino, como nos velhos tempos. –Minha mãe disse.

Comecei a rir.

-Fico feliz que gostem de relembrar os velhos tempos. –Disse.

-Relembrar é bom, faz a gente perceber o quão rápido o tempo passou. –Minha mãe disse.

-Isso é verdade. –Bella concordou.

-É. –Eles disseram.

-Bom, falando em crianças e seus pais, Rosalie e Emmett vão demorar, ela e Alice estão em cirurgia. –Disse.

-Ok, Valentina está dormindo tranquilamente. –Esme disse.

-Ok, então deixaremos vocês darem total atenção pra ela. –Disse.

-Tudo bem, não querem nem tomar um café?

-Não, nós estamos bem cansados, vamos deixar os meninos dormirem e quem sabe dormir junto com eles. –Bella disse.

-É, vida de médico não é fácil. –Meu pai disse.

-Pois é. –Disse.

-Bom, sendo assim, vão pra casa e descansem. –Esme disse.

-Ok. –Dei um beijo na bochecha da minha mãe e dei um abraço no meu pai. –Tchau.

-Tchau, Esme, Carlisle. –Bella deu um beijo na bochecha deles.

-Tchau.

Demos um beijo na testa da Valentina, pegamos as bolsas deles e empurramos o carrinho pra fora da casa.

Bella colocou os meninos nas cadeirinhas, eu fechei o carrinho e coloquei no porta malas, junto com as bolsas. Entramos no carro e eu dirigi pra casa.

-Eles estão em sono profundo. –Bella disse.

-Eles vão demorar pra acordar. –Disse.

-É, e depois vão demorar pra dormir, eles dormirão só de madrugada. –Ela disse.

-Eu fico com você, cuidando deles.

-A gente vai se atrasar amanhã. –Bella disse.

-Eu não me importo. –Disse.

Ela sorriu.

-Ok. O importante é que ficaremos junto com os nossos filhos. –Ela disse.

Sorri.

-Isso mesmo. –Disse.

Ela se aproximou de mim e me deu um beijo na bochecha.

Chegamos em casa e eu ajudei Bella a colocar os meninos no berço, e eles continuaram dormindo.

-É, sono profundo. –Disse. –Preguiçosos igual a mãe.

-Ah, tá bom. Preguiçosos igual o pai, isso sim. –Bella disse.

Comecei a rir.

-Vem, vamos aproveitar que eles estão dormindo. –Disse.

-Espere. –Ela ligou a babá eletrônica. –Vamos.

Saímos do quarto dos nossos filhos e fomos aos beijos para o nosso quarto.

Nesse ritmo, logo a Bella estaria grávida e eu não via a hora, nós iriamos dar um irmãozinho para Ethan e Megan, e tanto eu, quanto a Bella, estávamos ansiosos pra isso acontecer.