Eternamente
150 Capítulo 149-Um dia antes/ Escolha da enfermeira chefe
Isabella Marie Swan Cullen
Algumas semanas depois…
Acordei com o meu despertador tocando, o desliguei e olhei para o Edward, ele ainda estava dormindo, levantei-me, espreguicei-me e vesti meu robe, saí do quarto e fui até o quart dos meninos, entrei no quarto e eles ainda estavam dormindo, saí do quarto e voltei para o meu quarto.
Entrei no quarto e me sentei na cama.
Sacudi o Edward.
-Edward, acorda.
Ele abriu os olhos.
-Que horas são? –Ele perguntou.
-Hora de levantarmos. –Respondi.
-Os meninos já acordaram?
-Não, eles ainda estão dormindo. –Respondi.
-Então nós temos um tempinho. –Ele disse, me puxando e me jogando na cama.
-Edward!
Ele ficou por cima de mim.
-Relaxa. –Ele disse.
Edward levou as mãos para os meus seios e ele os apertou, depois ele desceu as mãos pela minha barriga, minha cintura, meus quadris.
-Que foi?
Ele negou.
-Nada. –Ele disse e abriu o meu robe. –Vamos brincar um pouco.
Sorri e caí na dele, entreguei-me a ele.
(…)
Servi o café na sala de estar, onde estavam o Edward e as crianças, sentei-me e comecei a tomar café.
-Ai, amanhã o dia vai ser bem corrido. –Disse.
-É, finalmente chegará o dia da tão esperada festa. –Edward disse e me olhou. -1 ano.
Sorri.
-1 ano. –Disse.
-É, será uma festa e tanto. –Ele disse. –Mas isso é amanhã, vamos falar de hoje. Você finalmente vai escolher quem será a enfermeira chefe.
Assenti.
-É. –Disse.
-Não vai mesmo me contar? –Ele perguntou.
-Não.
-Mas nós dois somos os chefes. –Ele disse.
-E você deixou essa responsabilidade nas minhas mãos. –Disse.
Ele riu.
-Tudo bem, eu tenho a minha intuição. –Ele disse.
-Mas a sua intuição não leu as minhas anotações sobre cada enfermeira. –Disse.
-E onde você colocou as suas anotações? –Ele perguntou.
Comecei a rir.
-Eu não vou te contar.
Ele riu.
-Está bem. Eu sou capaz de esperar.
-Ótimo. –Disse.
Continuamos tomando o nosso café.
-Acha que vai demorar muito pra eles andarem? –Edward perguntou.
-Não, eles já estão começando a engatinhar. Logo estarão andando e correndo por toda a casa, junto com o Simba. –Disse.
-E ainda vão se juntar com a Valentina. –Edward disse.
Comecei a rir.
-É, acho que esses três vão dar muito trabalho. –Disse.
-Eles são Cullens, não é?
-E McCarty. –Disse.
Começamos a rir.
Nós continuamos a comer, e Edward ficava me olhando.
-Que foi? –Perguntei.
-Nada, eu só estou te olhando. –Ele disse.
-Você tá muito estranho hoje. –Disse.
Ele riu.
-Estou te analisando. –Ele disse.
-Me analisando pra que?
Ele sorriu torto.
-Victória.
Revirei os olhos.
-Vamos terminar de comer e para de se meter no meu trabalho!
Ele começou a rir.
Terminamos de tomar o nosso café, Edward foi pra sala com as crianças e eu tirei a mesa e lavei a louça. Quando eu terminei, fui pra sala de estar, Edward brincava com os meninos e Simba.
-Edward, pode levar os meninos para o carro, eu vou pegar a minha bolsa. –Disse.
-Ok.
Subi para o quarto, peguei a minha bolsa e desci, Edward não estava mais na sala de estar, apenas o Simba, e ele se levantou e foi pra cozinha. Eu fui pra garagem, Edward estava terminando de arrumar os meninos na cadeirinha.
Aproximei-me dele e peguei na sua bunda.
-Pronto? –Perguntei.
Ele se virou e me olhou.
-Pronto. E você? –Ele perguntou.
-Estou pronta. Vamos. –Disse, entrando no carro.
Edward deu a volta e entrou no carro e dirigiu pra casa dos seus pais.
Chegamos em frente a casa dos Cullens, saímos do carro e pegamos os meninos, entramos na casa dos Cullens e Esme estava nos esperando na sala de estar, junto com a Valentina.
-Olha só, a princesa que amanhã completa 1 aninho. –Edward disse.
-E olha se não são o casal que amanhã completa 1 ano de casados. –Esme disse.
Sorrimos.
-Bom dia, Esme. –Disse.
-Bom dia, meninos.
-O papai já foi trabalhar? –Edward perguntou.
-Já sim, saiu há alguns minutos. –Ela respondeu.
-E o que deu na Rose e o Emm que trouxeram Valentina mais cedo? –Edward perguntou.
-Eles estão ansiosos com a festa de amanhã. –Esme respondeu.
-Vai dar tudo certo. –Disse.
-Tomara. Ah, Berta ligou, ela volta na semana que vem. –Esme disse.
-Que bom, pelo menos você não vai mais precisar ficar cuidando de três bebês. –Edward disse.
-Eu gosto de cuidar dos meus netos. –Esme disse.
-É, mas cuidar de tantos bebês, deve dar trabalho. –Edward disse.
-Não se preocupe, querido. –Esme disse. –Vocês não tem que trabalhar?
-Sim. –Beijei a bochecha da Megan. –Tchau querida, até mais tarde. –Coloquei Megan no chão, para ficar brincando com a Valentina e peguei Ethan do colo do Edward. –Tchau, querido. –Coloquei Ethan ao lado de sua irmã e dei um beijo na testa da Valentina. –Tchau, Tinie. Até amanhã aniversariante. Tchau, Esme.
-Tchau Bella. –Esme disse.
Edward deu um beijo na testa das crianças.
-Tchau meninos, tchau mãe. –Edward deu um beijo na bochecha da Esme.
-Tchau, querido.
Saímos da casa e voltamos para o carro, Edward dirigiu para o hospital.
-Nervosa para escolher uma das enfermeiras? –Edward perguntou.
O olhei.
-Você não tem outro assunto? –Perguntei.
Ele riu.
-O que vamos fazer amanhã, depois da festa da Tinie? –Perguntei.
-Vai me contar quem é a enfermeira chefe? –Ele perguntou.
-Não.
-Então eu também não irei te contar. –Ele disse.
Dei-lhe um tapa no braço.
-Chato. –Disse.
-Chata. –Ele disse.
Nós dois rimos.
Chegamos ao estacionamento do hospital e saímos do carro, entramos no hospital e encontramos minhas cunhadas e seus maridos.
-Bom dia. –Dissemos.
-Bom dia. –Eles disseram.
-Tudo certo por aqui?
-Sim. –Eles responderam.
-Quer o dia de folga, Rose?
-Não. –Ela respondeu.
-Eu te conheço muito bem, sei o quanto você está ansiosa para o primeiro aniversário da sua filha, mas eu não quero que aconteça acidentes aqui, tipo você esquecer uma luva dentro de alguma paciente. –Edward disse.
-Isso não vai acontecer, Edward. Eu não vou cometer nenhum erro. –Rose disse.
-Alice, pode ficar de olho nela? –Edward perguntou.
-Claro.
-Ótimo.
-Tá legal, então vamos trabalhar. –Disse.
-Nos vemos na hora do almoço.
-Tchau.
Cada um foi pra sua sala e Edward me levou até a minha sala.
-Tenha um bom dia. –Edward disse.
-Você também. –Disse e lhe dei um selinho.
Edward foi pra sua sala e eu entrei pra minha, era hora de trabalhar.
Coloquei o meu jaleco, e saí da sala.
Visitei alguns pacientes, dei alta para outros, depois voltei pra minha sala, atendi uns três pacientes e me preparei para ir pra emergência, peguei minha prancheta com algumas anotações e saí da minha sala.
-Bella.
Virei-me e dei de cara com a Leah.
-Leah, oi. –Fui até ela e a abracei. –O que está fazendo aqui?
-Eu tenho uma consulta com a Alice. –Ela acariciou a barriga. –Preciso saber se o meu garoto está bem.
Sorri.
-Ok, espero que vocês dois estejam bem. –Disse.
Ela sorriu.
-Obrigada.
-De nada. –Acariciei sua barriga e ganhei um chute. –Tem alguém animado.
-É a presença da titia. –Leah disse.
Comecei a rir.
-Que bom sobrinho. Por que o Jake não veio?
-Ele tá trabalhando. –Ela respondeu. –Ele está trabalhando sem folga, por que quer comprar uma casa pra gente, a casa do papai já está bem cheia.
Assenti.
-É, tem razão. É bom vocês terem o canto de vocês, mas não deixa o Jacob trabalhar tanto, por que ele pode adoecer desse jeito e ele está prestes a ser pai. Não tenham pressa, até por que o papai não está expulsando vocês. –Disse.
-É, o papai disse a mesma coisa, ele até fez um chefe bem alto pra gente, mas Jacob não aceitou, ele quer comprar uma casa, com o dinheiro do seu trabalho. –Leah disse.
-Então peça pra ele pegar leve e sem pressa. –Disse.
-Falarei com ele. –Ela disse. –Agora eu tenho que ir, se cuida.
-Tchau. –Disse.
Leah foi pra sua consulta e eu pra emergência.
Entrei na emergência.
-Oi, Dra. Cullen. –Uma das enfermeiras se aproximaram.
-Oi, Sookie.
-Pode assinar isso? –Ela perguntou.
-Que isso? Abaixa assinado?
-Uma autorização. –Ela respondeu.
-Autorização pra que? –Perguntei.
-Nós estamos organizando um chá de fraldas pra Vic, nós queríamos autorização pra fazer na sala de descanso. –Ela disse.
-Vic está com apenas 4 meses, está meio cedo pra isso, não acha?
-Sim, mas já queremos organizar tudo. Iremos fazer quando ela estiver com uns 6 ou 7 meses. Você é a madrinha, não é?
Assenti.
-Sim. Tudo bem, eu vou assinar, mas eu ainda preciso falar com o padrinho. –Disse.
-Ok.
Assinei a autorização.
-Se precisar da minha ajuda, é só pedir. –Disse.
-Ok, obrigada. –Ela agradeceu.
-De nada. Por favor, reúna-se com as outras enfermeiras na sala. –Pedi.
-Tá bom.
Sookie foi se reunir com as outras enfermeiras.
Elas eram tão unidas, nem parecia que estavam disputando um cargo, isso que era maturidade.
Conferi para ver se estava tudo bem com os pacientes e depois fui pra sala das enfermeiras, entrei na sala e estavam todas ali.
-Oi, meninas. –Disse.
-Oi. –Elas disseram.
-Estão todas aqui? –Perguntei.
-Sim. –Elas responderam.
-E estão prontas para saberem quem é a nova enfermeira chefe? –Perguntei.
-Sim. –Elas responderam.
-O Dr. Cullen me passou a função de escolher uma nova enfermeira chefe e confesso que foi uma tarefa bem difícil pra mim. Por dias eu avaliei cada uma de vocês e dei notas. Todas vocês são ótimas enfermeiras e fizeram um ótimo trabalho nessa avaliação, vocês deram o melhor de vocês, e algumas até ultrapassaram os limites. –Disse e olhei pra Victória, que sorriu pra mim. –Antes de tudo, quero que saibam que eu não avaliei ninguém como amiga e sim como minha funcionária, e primeiramente quero parabenizar vocês por não saírem no tapa para conseguir essa promoção e permanecerem unidas, isso mostra em como são competentes.
-Obrigada. –Ela agradeceram.
Olhei pra Victória.
-Vic, eu te conheço desde criança e você sempre quis ajudar os outros, eu te vi crescendo como enfermeira e você mostrou que nem a sua gravidez vai fazer com que pare de ajudar o próximo, seu bebê tem sorte, por que além de mãe, ele também terá uma enfermeira cuidando dele, quando ele estiver doente.
Ela sorriu.
-E ele também vai ter os padrinhos médicos cuidando dele. –Ela disse.
Sorri.
-Enfermeira Victória Dwyer, meus parabéns, você foi escolhida para ser a nova enfermeira chefe. –Disse.
Elas gritaram e comemoraram, abraçando Victória.
-Você merece, Vic.
-É, agora que será mãe, você merece.
-Bella. –Ela me abraçou. –Obrigada.
-Não foi nada. Eu te escolhi, por que você é boa, todas vocês são. E espero que ajude essa ruivinha, quando ela estiver barriguda e correndo pelos cantos, para ajudar algum paciente. –Disse.
-Pode deixar com a gente.
-Seremos o braço direito dela.
Elas me abraçaram.
-Oi.
Elas me soltaram.
-Olá, Dr. Cullen. –Elas disseram.
-Olá. E então? Já temos uma enfermeira chefe? –Ele perguntou.
-Sim, a Victória.
Ele sorriu, e aquele sorriso dizia: “Eu sabia”.
-Meus parabéns, Vic. –Ele a abraçou. –Mas pega leve, você está carregando o meu afilhado. –Ele passou a mão na sua barriga.
Sorri.
-Obrigada, Edward.
-De nada. –Ele me olhou. –Está pronta pra almoçar?
Assenti.
-Sim. Meninas, de volta ao trabalho. –Disse.
-Ok.
Saí da sala com o Edward.
-É, exatamente como eu imaginava. –Ele disse.
Entreguei-lhe a prancheta.
-Minhas avaliações. –Disse.
Ele as olhou.
-Vic foi muito bem pra uma enfermeira grávida. Ela estava mesmo se esforçando tanto assim?
Assenti.
-E me deixou muito preocupada. –Disse.
-Então você realmente a escolheu como enfermeira e não como amiga.
-Eu te disse. –Disse.
Ele sorriu.
-É melhor ficar de olho, ela pode se sentir mal, se ela se esforçar tanto.
-As outras enfermeiras me prometeram que ficariam de olho. E elas me pediram autorização para fazerem um chá de fraldas na sala de descanso, eu dei, você se opõe?
Ele negou.
-Não, mas eu quero ser convidado. –Ele disse.
-Claro que seremos, nós somos os padrinhos meu amor, somos os primeiros da lista. –Disse.
Ele riu.
-Que ótimo. –Ele me beijou e me abraçou.
Fomos para o refeitório.
Eram tantos bebês à caminho. E amanhã era o grande dia, e estávamos todos ansiosos.
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