Eternal Bonds – Interativa

4 Knowing The Selecteds – Chapter Two ♕


Notas iniciais
Aqui vai mais um capítulo, corujinhas. O próximo só sai quando acumularem mais 5 fichas para poder ficar uma coisa organizada. Até lá embaixo

”Quase toda vez que eu vou dormir, não consigo relaxar.
Até parece que meus travesseiros pesam uma tonelada.”

Piloto Automático – Supercombo

P.O.V. Lavender Otawa

Abri a porta do pequeno apartamento com um chute, pois carregava algumas coisas na mão. Ainda era cedo, então deixei as bolsas na mesa da cozinha e o pequeno arranjo no meu quarto.

Comecei a arrumar uma mesa. Fiz panquecas, suco, café e deixei dois potes de nutella na mesa. Um para mim e Samuel e outro para a Anna. Nunca vi uma pessoa comer tanta Nutella. Se bem que ela estava grávida, então isso poderia ser considerado... normal?

Pouco tempo depois, Sam entrou na pequena cozinha, desejou bom dia e foi comer. Anna chegou pouco tempo depois.

– Bom dia, prima – falou e logo abriu o pote.

– Bom dia! – ri – Como está a bebê?

– Ótima. Gostei da coroa – apontou para meu cabelo e sorri.

– Obrigada. – sorri. A que eu estava usando era bem simples. Pequenas rosas artificiais em tons de rosa claro e escuro e algumas folhinhas. Eu mesma faço.

– Ainda acho que você poderia vender. Fariam sucesso.

– Verdade – seu marido concordou

– Não sei se conseguiria. Me apaixono por cada uma. Você sabe.

– Sim... – ela se levantou.

– Vou fazer bastante para a garotinha que está aí. Ela vai ficar linda.

– Claro. Sam, levanta, temos que ir ao trabalho. – alguns minutos depois saíram.

Ambos trabalhavam na mesma empresa, como arquitetos. Eu estava fazendo estágio lá. Naquele dia, estava de folga. Aproveitei para arrumar a casa. Ao terminar, estava um pouco suada.

Tomei um banho e vesti uma blusa branca simples, uma saia longa rosa clara e uma jaqueta jeans. Calcei uma sapatilha branca e penteei os cabelos. Cobri minhas orelhas e desembaracei os fios. Fiz as típicas trancinhas e coloquei uma das coroas que tinha lá no quarto. Peguei as flores de plástico que tinha comprado de manhãzinha, minha bolsa e saí.

Me dirigi até um parque perto de casa e sentei na grama. Acho que uma das minhas coisas preferidas de Paris são os parques. Deixei uma música tocando nos meus fones e comecei o trabalho com a coroa. Já tinha o arame com o tamanho da minha cabeça.

Satisfeita com meu trabalho, me dirigi a um pequeno restaurante ali perto. Almocei uma deliciosa lasanha. Ao sair, vi três mulheres saindo de um restaurante caro logo na frente de onde estava.

Voltei para casa e conferi o correio. Tinha uma carta cuidadosamente colocada num envelope verde claro para mim. Vi que era do palácio. Não podia ser. Decidi abrir logo. Estava confirmado: eu era uma das Selecionadas do príncipe francês. Não que eu esteja totalmente animada, até porque só me inscrevi praticamente forçada por Anna e Samuel.

Deixei a casa na mesinha do centro e comecei a assistir TV. A primeira coisa que apareceu foi sobre a família real. Logo mudei de canal. Acabei cochilando, mas acordei assustada, com um grito de Anna.

– Quê? Quando? Onde? – levantei

– É verdade? – minha prima perguntou animada. Para não decepcioná-la, sorri leve e acenei que sim.

– Parabéns, Lav. – Sam se pronunciou.

– Obrigada.

– Temos que comemorar! Vou pedir pizza. – minha prima falou animada.

Passamos a noite comendo pizza e conversando. Depois assistimos dois filmes e fomos dormir.

“É como desejar a chuva enquanto estou no deserto, mas eu estou segurando você. Mais perto do que a maioria, porque você é meu céu”

A Drop In The Ocean – Ron Pope

P.O.V. Djenifer L. Parker

Esperava Damon na entrada da escola enquanto conversava com Clark, minha melhor amiga. Iríamos todos juntos para casa.

– Cheguei, senhoritas. – ele falou.

Começamos a ir em direção à nossa casa. A loira era minha vizinha, e iríamos para sua casa estudar. Moro na mesma casa que o meu amigo. Minha mãe era a governanta da casa de sua família há um longo tempo. Eu e ela ficamos numa pequena casa nos fundos da propriedade.

Chegamos e nos despedimos. Ao entrar na casa da Cla, começamos a revisar química. Depois começamos conversar, deitadas na sua cama.

– Mandou a sua ficha? – falou

– Para onde? – falei distraída.

– Para a Seleção, bobinha – riu

– Ata... Me inscrevi sim. Mas não acho que vou entrar.

– Esperança não mata, Djenny.

– Eu sei, Cla. Mas são garotas daqui da Inglaterra, da Dinamarca, da Irlanda, da França e da Alemanha.

– Eu mandei a minha. Espero ir. – vi seus olhinhos brilharem – E ficar com o Alderic. Qual você escolheu?

– O daqui mesmo... Acho que o nome é Jonathan.

– É sim. Nem parece que quer ir... por quê mandou a ficha, então?

– Você sabe que quero ter uma vida melhor. E dar a minha mãe o que ela merece. Não posso passar a vida naquele quartinho.

– Ah...

– Djeny!! – sentei e olhei para a porta. Vi Damon meio ofegante com um envelope na mão.

– Que foi? É a carta que você estava esperando? – ele queria entrar numa faculdade de engenharia robótica. Ele sabia tudo sobre tecnologia e me ensinou muitas coisas.

– Não, amor. É pra você.

Ele jogou o envelope no meu colo. Abri o belo envelope lilás. As letras douradas me diziam que fui aceita. Instantaneamente, um sorriso se abriu no meu rosto. Era minha chance. Pulei no moreno da minha frente e o abracei.

– Eu entrei!

Clark me deu os parabéns, mas vi que ela estava meio tristinha, talvez por não ter sido convocada. Acabei indo para minha “casa”. Enquanto minha mãe não chegava, fiquei lendo um romance da biblioteca da escola.

– Olá, querida. – acordei com a voz da minha mãe e um beijo na testa.

– Oi, mamãe. Está bem?

– Sim. Só estou meio cansada – deu um leve sorriso.

– Tenho uma novidade – falei entusiasmada. Entreguei a ela a bela carta.

– Sério, Djeny?

– Sim, mamãe. É nossa chance. Se ganhar, teremos uma vida boa. Ou se eu chegar perto da final.

– Parabéns – me abraçou, rindo – Não tem como não gostarem de você.

Fizemos um pequeno jantar com o que ela tinha trazido do trabalho. Depois conversamos mais um pouco sobre os detalhes e da minha partida para o castelo.

“Os nossos tempos, quando o vento viria com chuva e neve, não eram tão ruim”

Postcards from Italy – Beirut

P.O.V. Cathalina Cianna Leyfield

– Lianna! Acorda, menina. – acordei com Rosie me chamando. Quando eu era mais nova, a senhora era minha babá. Continuava sendo, mas agora com outro nome. Secretária pessoal.

– Mais 5 minutos, Ro... – me virei e senti o cabelo no rosto.

– Na na ni na não. Levanta agora – senti o lençol ser arrancado e o frio me atingiu. – Se não se atrasa para o café.

– Tá bom – me levantei bufando e me dirigi ao banheiro do quarto, me despindo e tomando um banho quente. Sabia que do outro lado da porta, a ruiva estaria escolhendo uma roupa.

Quando saí, vi a roupa do dia colocada na cama. Era um vestido branco rendado de mangas, um salto nude, um colar e um pequeno par de brincos. Depois de me vestir, penteei o cabelo no costumeiro coque, mesmo odiando aquilo.

Desci e encontrei meus pais e Rory, meu irmão. Desejei um bom dia e me sentei. Antes de começarmos, a queridinha da família tinha que chegar. Minha irmã mais nova, a querida Jenna. Causadora do acidente que me fez entrar em coma e não aproveitar os dias na minha amada Itália.

Enquanto pensava, a princesinha chegou. Usava um vestido rosa claro, saltos brancos e os cabelos loiros presos numa trança. Vi o sorriso no rosto dos meus pais e revirei os olhos.

Comecei a comer, ouvindo os planos da garota sobre sair com as amigas. Estava tão tedioso que perdi a vontade e comecei a passar a gelatina de um lado pro outro. Pensava no encontro com minha melhor amiga que teria em algumas horas.

– Está tudo bem querida? – Donna falou e fez-se um silêncio – Catha? – me assustei, até porque ela não me chamava daquele jeito desde que a mais nova nasceu. Na verdade, meus pais e Jenna estavam sendo mais simpáticos comigo por algum motivo.

– Interessa? – coloquei um pedaço da gelatina de morango na boca.

– Não fala assim com sua mãe, Cathalina. – falou meu pai, o conde de Lallybroch – Olha o respeito. – Vi que a ruiva ficou com um aspecto triste e quase me senti mal.

– Isso é difícil quando sua mãe, sua melhor amiga, sua heroína, a melhor do mundo te largou depois do nascimento da queridinha aí. – falei com raiva.

– Mantenha a classe, Cathalina – Jenna falou com voz de deboche e eu simplesmente ignorei.

– Tenho mais coisa para fazer, com licença. – me levantei e fui ao meu quarto. Soltei o cabelo, tirei o salto e calcei uma sapatilha. Coloquei um cinto fino preto e um colar parecendo golas da mesma cor. Coloquei as mangas no cotovelo e me senti mais eu. Peguei minha bolsa e saí de casa sem ser percebida.

Passei a tarde na casa da Amy, minha melhor amiga, ouvindo-a falar de seus planos para um possível livro. Fiz algumas sugestões. Depois assistimos filmes e voltei para casa.

Fui recepcionada por um belo jantar e a notícia que entraria na Seleção do príncipe dinamarquês. Li e reli o que tinha dentro do envelope azul escuro. Me inscrevi somente para não ter que casar com qualquer um que minha família escolhesse, mas logo vi que seria uma oportunidade de ser ouvida. Tive que aguentar as piadinhas da minha irmã, mas sabia que ela apenas estava com raiva por não ter idade para participar.

“E eu não quero que o mundo me veja, pois não acho que eles entenderiam. Onde tudo é feito para ser quebrado, só quero que saiba quem eu sou”

Iris – Ronan Keating

P.O.V. Manuela Schwanz Kuster

Cheguei cansada da faculdade, pois tinha dormido tarde, fazendo um trabalho. Estava cursando letras e amava meu curso. Tomei banho, coloquei uma roupa confortável (short de malha e um moletom “roubado” do meu melhor amigo) e tirei um cochilo antes de ir estudar.

Acordei uma hora depois com o despertador. Lavei o rosto e desci. Fui até a cozinha e fiz um pequeno lanche. Subi e comecei a fazer uma redação. Estava me preparando para dar uma aula. Como experimento. Seria para a minha turma mesmo e o professor nos avaliaria

Terminei perto da hora do jantar. Tomei um banho, vesti um macaquinho e uma sapatilha, ambos beges. Penteei os cabelos e desci, me preparando mentalmente para um jantar com minha querida família. Sinta o delicioso sabor da ironia. Não chego a odiá-los, mas sei que daquele meio, só presta o Armin, meu irmão mais novo/ melhor amigo.

Todos já se encontravam presentes. Binah, a queridinha, estava contando sobre seu estágio no hospital onde meu pai é diretor geral.

– Atrasada como sempre não é, Manuela? – falou Lorrayne, minha mãe.

– Estava preparando um trabalho – falei desinteressada enquanto me sentava ao lado de Armin.

– Sobre o que é, Manu? – o moreno ao meu lado perguntou.

– Eu vou dar uma “aula”. Para minha turma mesmo – falei entusiasmada.

– Não entendo a necessidade de você fazer letras. Isso não vai te levar a nada. A não ser estar condenada a viver como uma professorazinha de merda – falou meu pai – Você deveria seguir o exemplo da sua irmã e se tornar médico.

– Cala a boca, Andrew. Quer dizer, papai. – falei ironicamente.

– Me respeite, garota. Não sou seus amiguinhos que você trata de qualquer jeito. Sou seu pai.

– Grande merda. Preferia que não fosse.

– Acalmem-se. Os dois. – falou minha mãe.

– Com licença. Estou sem fome. – me levantei e fui pro meu quarto. Fiquei sentada, olhando para o teto. Ouvi batidas na porta e falei baixo – Entre.

– Oi, Manu – era meu irmão.

– Oi, Armin. – ele me abraçou. Não conversamos. Somente ficamos agarrados, com ele acariciando meus cabelos. Acabei dormindo.

No outro dia, acordei cedo e saí sem falar com ninguém. Assisti as aulas em silêncio e o dia se passou num piscar de olhos. Quando cheguei em casa, vi vários amigos dos meus pais, todos arrumados, enquanto eu usava uma calça jeans, uma blusa azul sem estampa e uma jaqueta.

– Querida, você chegou – minha mãe falou, sorrindo. Estava cansada da falsidade deles na frente dos outros.

– Oi. – falei estranhando a situação. – O que aconteceu?

– Você entrou na Seleção do príncipe Alderic, filha – falou meu pai, me entregando o envelope vermelhinho.

Passei a noite tendo que aturar as piadinhas dos meus pais com os “amigos” e minha mãe falando de besteiras com suas amigas, mesmo sabendo que no dia seguinte, uma ia falar mal da outra. Mas tudo isso depois de ter “ficado decente”.

Mesmo tendo que aturar tudo aquilo, estava feliz. Poderia reencontrá-lo. Mas não sabia se ele lembraria de mim.

“Goste ou não, sigo em frente. Não sou fácil de lidar, eu faço o que quero, não sou tímida”

Wild Child – Juliet Simms

P.O.V. Diana Wanderblinde

Acordei par ir a escola. Tomei banho e fui me arrumar. Estranhamente, não estava tão frio, considerando que estava na Alemanha. Vesti uma calça jeans preta, uma blusa de mangas branca que deixava uma parte de minha barriga à mostra, um salto preto e alguns acessórios. Fiz uma maquiagem básica e chequei se minhas unhas estavam feitas. Estavam pintadas de preto. Penteei meus longos cabelos lisos. Eles estavam passando da minha bunda.

Peguei minha bolsa e coloquei uma jaqueta, somente por precaução. Desci as escadas e encontrei meu pai tomando café.

– Bom dia, papai – falei e dei um beijo na sua bochecha.

– Bom dia, princesa.

Sentei e comecei a comer. Ele lia seu jornal, como sempre. Pouco tempo depois, Douglas, meu irmão, chegou.

– Bom dia, família. – falou e todos começamos a comer.

– Notícias do Liam? – perguntei.

– Sim. Ele e a Claire estão muito bem. Estão querendo me dar um neto. – meu pai falou e sorriu – A mãe de vocês iria adorar isso. – sorri sem graça.

Não havia como não me sentir culpada ao ver seu sorriso triste, afinal minha mãe morreu no meu parto, me deixando para ser cuidada pelo meu pai. Este não se casou depois. Sempre fomos nós 4. Eu, ele, Liam e Douglas.

Minha infância com 3 homens não foi muito feminina. Ainda mais considerando que meu pai era político, Liam se tornou advogado e Douglas sempre quis ser militar. Tudo isso contribuiu para minha brutalidade.

Se não fosse Lílian, minha melhor amiga, e sua mãe, eu seria uma perfeita “Maria macho”.

Ao contrário do esperado, poderia ser considerada uma patricinha, mas não gostava de me denominar assim.

Depois de terminar, escovei os dentes e fui caminhando para a escola. Lá, assisti as aulas com um pouco de desinteresse. Queria ir embora logo, pois iria para o shopping com Lily.

Depois do tão esperado toque, fiquei esperando minha amiga perto do portão do colégio.

– Oie. Demorei? – a morena chegou falando.

– Oi, Ly. Só um pouco. Vamos logo.

– Vai almoçar lá?

– Sim. Sushi?

– Pode ser.

Fomos para um shopping ali perto, caminhando mesmo. Na praça de alimentação, nos dirigimos ao restaurante. Sentamos e pedimos um barco. Ambas amávamos sushi.

– Lily, não olha agora, mas aquele carinha da escola, o Alan, tá aqui. E tá olhando para você.

– Sério?

– Uhum.

Nossos pedidos chegaram e começamos a comer. Ao terminar, fui até o banheiro, pois vi o loiro da mesa ir até onde estávamos.

Depois disso, fomos dar voltas no lugar. Acabei chegando em casa com umas cinco bolsas.

Como era costume, olhei a caixinha de correios. E tinha uma para mim. Peguei e entrei. Deixei as bolsas numa poltrona e caí na cama, jogando os sapatos no chão.

Abri o belo envelope, que tinha um tom de vermelho claro. As letras que pareciam ter dado um enorme trabalho para serem feitas avisavam que eu estava na Seleção do Príncipe Alderic.

Contei a novidade no jantar e logo vi um sorriso no rosto do meu pai. Logo me senti feliz. Não tinha me inscrito por querer e sim porque ele pediu. O Sr. Logan não me obrigou nem nada. Ele só falou que seria interessante e eu me inscrevi simples assim.

Depois do jantar, voltei para meu quarto, tomei banho, vesti um pijama e me deitei, me preparando psicologicamente para o ataque de Lílian no dia seguinte.

Notas finais
Sim, eu bolei um sisteminha para a carta de cada país. Dinamarca – envelope azul escuro Alemanha – envelope vermelho claro Inglaterra - envelope lilás França – envelope verde claro Irlanda – envelope rosa claro E caso os links não peguem, já que o Nyah ama isso: Lavender -> http://static.tumblr.com/de37a4ca1617e55e06d30315d01c7b4f/0jpedfq/tFln2khal/tumblr_static_sidebar.gif Djenifer -> http://vignette4.wikia.nocookie.net/finaldestination/images/f/f8/Nina-dobrev-and-sachin-babi-solange-top-profile.jpg/revision/latest?cb=20141213184419 Cathalina -> http://jenna-coleman.com/gallery/displayimage.php?pid=154&fullsize=1 Manuela -> http://2.bp.blogspot.com/-zsMqFfWYPN4/U9hRaZ8aGtI/AAAAAAAAC2I/0z4FFj6UyLQ/s1600/tumblr_mb7y77aqEc1rcyiauo1_500.png Diana -> http://36.media.tumblr.com/e88e906f922c16b72e688a40cea2cb72/tumblr_ndm6zmc8yJ1reqvv4o1_500.png Até a próxima. Beijinhos. Obs: Ainda não posso estabelecer uma data certa de postagens. A escola tá pesada e estou entrando no período de provas. E ainda tenho curso de inglês. Mas quando isso tudo acabar, vem as férias e aí estabeleço o dia da semana. Não se chateiem, por favor. Estou no nono ano e um monte de coisa mudou desde o ano passado.