Estarei ao Teu Lado
4 4- Ti ajudar? Parte II
Notas iniciais
- Esquece Bill. Eu não vou fazer isso. Eu não quero ser chamada de doida por um dos meus ídolos. — levantei.
- Mais é por mim. Você me ama também, num ama? — ele estava fazendo carinha de choro.
- Amo. Mais como ídolo, só isso.
Pura mentira, eu amo esse cara como nunca amei nenhum dos meus ficantes, meu sonho é dar um beijo nessa boquinha linda dele, é dizer que eu queria ter filhos com ele, passar os últimos momentos da minha vida ao lado dele. Mais ele não pode nem sonhar com isso, nem eu posso, ele é praticamente um fantasma.
- Fernanda eu preciso de você, por favor, me ajude, eu ficarei grato se você fizer isso por mim.
- Mais o Tom não acreditaria em mim, se eu chegasse e falasse que você está comigo, que você fala comigo. Bill o seu corpo está no hospital, você não é mais desse mundo, tente entender.
- Mais eu quero voltar pra esse mundo, como era antes, eu quero cantar, quero viajar com meus amigos, eu quero que meu irmão me enxergue, eu quero contar tudo o que está acontecendo comigo pra ele. Eu só quero isso. — uma lágrima escorreu no seu rosto.
- Eu te ajudo. Vai ser uma boa aventura e tanto. Mais por favor, não chore perto de mim, senão eu também choro. — eu limpei a lágrima do rosto dele.
- É esquisito. – ele colocou a mão sobre meu rosto.
- O que a minha pele é feia? É esquisita? — perguntei preocupada.
- Não sua boba, é que eu não consigo sentir você. Eu passo a mão em seu rosto, mais parece que eu não estou passando a mão em nada. — ele deu um sorriso.
- Mais eu consigo sentir você. — coloquei minha mão sobre a dele. — Será que eu que sou a defunta aqui?
- Não sua boba. Não se preocupe, o defunto aqui sou eu. — ele começou a rir.
- E pare de rir o assunto é sério. — dei um tapa nele.
- Está bem. Mais você não usa ir à escola?
- Sim, mais minha aula é de manhã.
- Hum, mais o que você vai fazer agora nesse resto de tarde?
- Tinha que ter ido ao psicólogo, mais não dá mais tempo. — sorri pra ele.
- Então vamos dar um passeio? — ele perguntou todo entusiasmado.
- Vamos, já até sei aonde eu vou te levar. — sai puxando ele.
Eu estava amando está com o Bill, ele realmente ama muito o Tom e também que ficar aqui nesse mundo, eu só ainda não entendo o porquê dele esta aqui comigo, eu não faço idéia de como ajudá-lo, mais eu vou tentar de tudo pra conseguir ajudá-lo, porque eu sempre disse que faria tudo por ele, então está na ora de provar se eu faria mesmo.
Chegamos ao local, é tipo um bosque eu adoro freqüentar aqui quando estou meio deprimida. Aqui só pode ouvir o barulho da natureza, e eu acho que o Bill também gostou daqui, ele está maravilhado com o lugar.
- Costuma vim sempre aqui? — ele senta ao meu lado.
- No último mês tenho freqüentado aqui bastante. — olho pra ele.
- Você tem freqüentado aqui por que, o vocalista mais lindo do mundo e que você mais estava correndo risco de vida? — ele ri.
- Digamos que sim, mais esse vocalista ainda corre risco de vida, e eu não amo somente ele, eu amo a banda toda. — dei um sorriso irônico.
- Atá, mais Fernanda você devia confessar de uma vez que você me ama que sempre sonhou em ser minha namorada.
- Quem te disse isso?
- Seu diário. — ele levantou.
- Você leu meu diário quando? — levantei brava.
- Antes de você acordar. — ele deu um sorriso amarelo.
- Bill, é melhor você correr, porque eu estou com vontade de te matar. — olhei pra ele brava.
- Me matar de novo? — ele riu. — Sua doidinha eu já estou praticamente morto.
- Mais a segunda morte vai ser muito mais dolorosa. — sai correndo atrás dele.
- Desculpa, eu prometo nunca mais ler seu diário. Mais agora me deixe levantar. — eu estava em cima dele.
- Promete mesmo? — perguntei ainda em cima dele.
- Prometo! E como promessa vou ti dar um beijo. — ele estava levantando.
- Como assim um beijo? - senti minhas bochechas corarem.
- Um beijo no rosto. — ele riu. — Pensou que fosse um aonde?
- Lugar nenhum. — fui andando. — Vamos embora, antes que a minha mãe chegue.
- Espere aí. E o beijo? — ele veio atrás.
- Guarde pra você. — continuei andando.
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