Notas iniciais
Depois de uma pausa indeterminada, estou de volta!!! E aqui está um capitulo especial dedicado a todos que acompanham a Fic!

No dia seguinte, Samylla resolveu ir até a casa de Ellen, fazer uma visita. Após vestir um vestido leve e rosa bebê, ela pegou a mochila em que guardava seu notebook pôs em suas costas e saiu, deixando tudo trancado. Antes de sair de casa ela observa mais uma vez a fachada dela. Aquela tinta descascada a incomodava, mas esquecendo-se disso, a jovem escritora, seguiu pra seu destino.

Ao chegar na casa de Ellen, acabou não encontrando a amiga por lá. Ficou sem saber o que fazer. Resolveu então, ir para um lugar tranquilo onde pudesse escrever. Ela escolheu um quiosque que não era muito longe dali. Nele existia cadeiras e mesas para os clientes e foi neste lugar que ela deixou as ideias saírem da sua cabeça.

Este capitulo foi diferente de todos os outros capítulos anteriores, por que ele não se tratava do assassino e suas vítimas e sim de outra coisa.

O capitulo começa na delegacia de polícia, onde um detetive faz ligação entre a morte de três jovens de características parecidas: dezesseis anos, estatura baixa, e de pele clara. O fato que mais intrigava a polícia era que os três jovens foram encontrados mortos no mesmo local, e ambos estavam com claros sinais de tortura. A polícia achou muito bizarro o bilhete que se encontrava perto dos corpos que dizia: “Ei garotão, não se preocupe, tudo vai ficar bem”. O bilhete estava escrito a mão, então a pericia tratou de tentar descobrir quem era o autor do crime.

O fato de ser uma letra estranhas e meio distorcida fez com que as suspeitas se voltassem aos médicos da região, vocês devem imaginar por quê. As buscas foram intensas e sem resultado, até que decidiram usar a cabeça e analisar bem o caso, antes de fazer uma busca novamente.

Os jovens tinha dezesseis anos e pela letra jugavam que seria um médico o responsável pelas mortes, qual médico da região teria um filho de dezesseis anos? O detetive então começou a procurar mais vestígios até chegar no Doutor Lúcio Bomfim. Um pediatra, que a seis anos atrás fez a cirurgia do filho, mas ela acabou sofrendo complicações e o garoto faleceu. O garoto tinha dez e já fazia seis anos após sua morte. Se ainda estivesse vivo teria hoje dezesseis anos. A mesma idade dos garotos mortos.

Muitas pessoas próximas ao doutor disseram que seu psicológico estava muito afetado, pois ele era viúvo e a única pessoas próxima a ele, era seu falecido filho. Depois desse incidente o médico sumiu das redondezas da cidade.

Após recolher esses depoimentos, o detetive procurou alguém que ainda tivesse alguma receita médica com a letra do médico, para confirmar as suspeitas, e sem mais dúvidas tinha achado o serial killer. Assim terminou o capitulo.

Nos próximos dias o capítulos vinham naturalmente, ela conseguiu mais algumas vítimas e mais investigações até que o final do livro termina com o Dr. Lucio se suicidando.

Samylla nem podia acreditar que em quinze dias ela terminou seu livro. Ele não ficou grande, apenas cento e cinquenta páginas, mas Samylla nunca desejou um best seller, a única coisa que ela queria era encontrar Christian.

Depois de pronto Samylla fez vários backups do seu livro, ela nem queria cogitar a ideia de perder todo o seu trabalho. Numa certa manhã logo após ter terminado seu livro, a jovem foi a sua antiga escola e pediu para que sua professora de Língua Portuguesa fizesse uma revisão, o nome da professora era Melinda.

— Escritora? Nossa nunca te imaginei nessa profissão.

— Que isso professora, isso tá mais pra um hobbie que profissão. – disse Samylla meio sem graça.

Depois que a professora corrigiu todo o texto Samylla ficou feliz com o que ela disse:

— Nossa! Samylla, gostei muito da sua escrita. Ela é envolvente e sua descrição me deu arrepios. Além que sua ortografia e concordância serem quase impecáveis. Na verdade só tive que corrigir a repetição de umas poucas palavras, mas de resto está ótimo.

— Obrigado professora é muito bom ouvir isso de você. – agradeceu Samylla.

— Já registou? — Perguntou Melinda.

Foi nesse momento que Samylla percebeu que todo seu esforço poderia ter sido em vão.

— Registrar? Oh meu Deus! Não vai dar tempo para o encontro! — Samylla explicou os motivos de ter escrito o livro, e a professora cheias de boas intenções disse.

— Calma, calma. — Melinda acalmou a garota— Eu posso te ajudar. Conheço alguém que pode fazer isso rapidamente e com no máximo uma semana, seu livro estará registrado.

Samylla agradeceu novamente.

— Venha aqui amanhã, pelas onze da manhã, e resolveremos isso.

Samylla se despede, e aguarda ansiosa para o dia seguinte. Faltavam treze dias para seu encontro.

Notas finais
Gostaram? Deixem reviews se sentiram saudades da histórias heueuhe ou de mim O/ Mas falando sério deixem as opiniões do que vocês etão achando do desenrolar da história