Escolhida
27 Pode ficar pior?
Notas iniciais
Ah eu fiquei tão feliz com todos os reviews que eu recebi e eu ganhei mais uma indicação( Dei pulino de alegria quando eu li) Obrigada Alice Cullen pela indicação, eu fiquei muito muito feliz quando eu a li, esse capítulo vai especialmente para você, ok?
Agora vamos a estória...
Pov Desconhecido
Lá dentro, a boate estava cheia de fumaça de gelo seco. Luzes coloridas enfeitavam a pista de dança, transformando-a em um multicolorido reino de azul, verde, rosa-shocking e dourado.
A música bate estaca ecoava ferindo meus ouvidos sensíveis. Seria difícil enxergar à minha volta, com tantos corpos se contorcendo, ainda mais com a névoa de gelo seco e as luzes bruxuleantes do teto do clube, que criavam uma atmosfera um tanto hostil se não fosse pela minha visão privilegiada.
Eu olho em volta em sua procura. Eu não consigo vê-la em lugar nenhum, mas sei que ela está aqui. Posso senti-la.
Em poucos passos eu localizo meu objetivo.
Nesse momento fico agradecido a todos esses corpos que se contorcem a minha volta. Eles me mantem longe de sua visão e disfarçam minha presença enquanto eu decido meu próximo passo.
Preciso me reestruturar e pensar sobre meus próximos movimentos.
Eu não estava animado em me aproximar. Não era porque sua imagem não me agradasse.
Tudo bem admito, eu tenho que filtrar mais ou menos três quartos do que ela fala porque, em sua maioria, são assuntos que não me interessam, tipo, o quanto ela pagou pela bolsa Prada da nova coleção, acredite eu não faço questão de saber.
Mas eu tinha um objetivo e ela era necessária se eu queria ser bem sucedido.
Um dia talvez quando ela não fosse mais necessário... sorri com esse pensamento.
Nesse momento ela me viu e se encaminhava com seus passos de bailarina em minha direção. Eu a recebi mantendo o grande sorriso, no qual ela era ignorante sobre o real sentindo.
- Feliz em me ver? – Ela perguntou com sua voz de sino.
- Sempre.
Ela sorriu satisfeita.
Um dia... Sorri com o pensamento.
-Vamos sair daqui. – disse sugestivo e ela prontamente aceitou.
Chegamos a seu quarto de hotel e com dedos hábeis ela retirou minha roupa no mesmo momento que a porta foi fechada.
Eu fiz o mesmo com sua roupa.
Quando desnudei seus seios pequenos, ela deu um pequeno suspiro em antecipação. Comecei a toca-la a principio ligeiramente, depois com mais força. Corri minhas mãos pelas suas pernas suavemente.
Afaguei seu rosto, delineando a curva de suas orelhas, pecorrendo-lhe a boca gentilmente a boca com o dedo, dando um beijo luz em seus lábios rosados.
Desci minha mão em uma caricia pelo seu pescoço, imaginando por um momento o momento que eu iria arranca-lo fora.
Ela indiferente a minha fantasia gemia meu nome baixinho.
Rodeei seus mamilos com meus polegares, beliscando entre o polegar e o indicador, depois comecei a puxa-los, muito levemente a principio, depois com maior insistência, até que enrijeceram.
Então parei e a puxei para meu colo. Antes que ela protestasse com a falta de contato, eu inseri dois dedos em sua umidade entre as coxas.
Ela deu um gritinho surpreso e gemeu meu nome mais uma vez.
- Diga.
- O q-que?
- Você sabe o que eu quero saber.
- E-eu hummmm...
Movimentei meus dedos em maior velocidade e quando senti seus músculos internos começar a se contrair indicando que ela estava próxima a seu orgasmo eu parei meus movimentos, no entanto sem retirar meus dedos.
Ela fez menção de levantar os quadris para continuar o movimento, porém eu segurei sua cintura a mantendo firmemente em sua posição atual.
Ela suspirou de frustração. Eu sorri com isso.
- Não precisamos se preocupar com a Greta, ela não tem ideia do verdadeiro plano. Ela está muito cega de ciúmes para notar qualquer outra coisa.
Eu não confiava na Greta. Para mim ela era apenas mais um instrumento para chegar a um fim. Ela teria que ser eliminada em algum momento.
- Eu não confio nela.
- Você não confia em ninguém. – ela disse com raiva.
- Ah minha pequena, isso não é verdade. – a arreliei. – Eu confio em você.
- Confia? – ela cruzou os braços em aborrecimento pela minha falta de resposta.
Eu não a queria aborrecida, não que eu me importasse em tudo.
Voltei a movimentar meus dedos, ela voltou a relaxar contra meu peito gemendo baixinho esquecendo momentaneamente sua pergunta.
Mordi levemente sua orelha esquerda e sussurrei em seus ouvidos.
- E Greta?
- Quando chegar a hora, eles mesmo irão se livrar dela.
Klaus iria se livrar ou permitir que algum de seus irmãos matasse sua bruxa pessoal?
Interessante.
Pov Bella
Todos os vampiros em um raio de 200 milhas devem ter sido capaz de ouvir meu coração, eu podia senti-lo batendo contra minhas costelas como se quisesse saltar para fora.
Abri a boca para dizer algo, mas as palavras se recusaram a sair, fechei novamente a boca olhando para o chão.
O que eu deveria dizer? Ah! Como vocês podem ter notado eu estava tentando fugir novamente porque não quero permanecer aqui.
Apesar de ser verdadeiro, não acho que seria a melhor coisa a ser dita.Eu deveria ser menos impulsiva.
Você diz isso agora?
Hei de que lado você está?
Hunf.
Não tá muito silencioso? Porque eles não estão gritando comigo?
Chega um ponto onde as coisas não podem ficar piores. Poderia? Eu voltei meu olhar para cima.
Eu estava agora fitando quatro pares de olhos negros como a noite. Eu queria saber por que seus olhos mudavam de cor, ontem quando eu notei isso acontecer com Jasper eu deduzir que foi luxúria, mas nesse momento eu não estava bem certa, e seja o que fosse algo me diz que eu não iria gostar em tudo.
Antes que eu pudesse entender o que se passava eu me encontrava fixada no chão por quatro pares de mão me fazendo perder o ar por um momento com o movimento súbito.
Eles vão me matar. Pensei em pânico.
Não sejam boba, eles jamais a machucariam, eles são seus companheiros.
Senti uma língua áspera em minhas mãos, choque corria pelo meu corpo ao ver Edward e Damon lambendo o sangue que escorria dela.
A mera visão de sangue me fez enjoado. Agora que eu havia notado eu poderia sentir o cheiro de ferrugem e sal. Cheiro de sangue. Meu sangue. Por que eu estava sangrando? Eles me morderam? Como é que eu não senti eles fazendo isso?
Eles não te morderão.
Então como..?
Você caiu.
Ah! É claro. Eu Isabella Swan sou um imã de acidentes. De todas as coisas a acontecer eu tinha que sangrar na frente não só de um, mas de quatro vampiros.
Eu me lembrava da minha vergonhosa queda. Em minha queda eu havia colocado a mão à frente para me proteger. Eu senti minhas mãos arder ao bater nas pedras e poderia dizer que meus joelhos também sofrerão algum dano, mas eu não havia dado nenhuma atenção a elas, uma vez que havia quatro vampiros muito irritados a frente.
Eu senti toques suaves em minha perna e algo quente e molhado tocarem meu joelho fazendo meu coração perder uma batida.
- Você não deveria fazer isso. – disse uma voz rouca ao meu lado.
Klaus.
Ele levou o dedo aos meus lábios, tocando levemente como uma carícia. Ele afastou o dedo e eu pude ver ele manchado de sangue. Passei a língua em meus lábios secos e senti o gosto de meu sangue.
Arregalei meus olhos.
Em meu nervosismo eu havia mordiscado meus lábios com mais pressão do que recomendado ganhando mais um corte. Ah que ótimo, se não bastasse o sangramentos já existente eu tive que adquirir mais um.
Klaus se inclinou em minha direção. Eu estava petrificada no lugar. Isso não podia estar acontecendo. Ele passou a língua em meus lábios.
Meu coração batia em uma corrida alucinante. Eu queria gritar para que eles parassem. Isso não podia estar acontecendo.
Ele pressionou seus lábios contra o meu. Eu sentia sua língua deslizar pelos meus lábios. Eu não sabia se ele estava pedindo passagem ou se estava a degustar o sangue em meus lábios.
Eu mantive meus lábios fechados. Se for permissão para me beijar eu não a daria.
Eu sentia meu corpo formigar onde seus lábios me tocavam. Eu me sentia aquecida, um gemido escapou de meus lábios, dando oportunidade de Klaus inserir sua língua em minha boca aprofundando o beijo.
E logo depois seus toques tinham ido embora. Eu deveria estar agradecida, mas não era o que eu sentia para minha irritação.
Levantei-me parcialmente, ficando surpresa com o que via.
Klaus segurava o pescoço de Greta contra a parede. Os outros estavam logo atrás, se alguém me dissesse que eles poderiam ficar mais furiosos do que estavam quando eles me virão no carro eu não teria acreditado.
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