Escolhida

23 Eu avisei.


Notas iniciais
Oi lindas! Desculpe a demora do capítulo, mas enquanto as aulas não tiverem começado no ritmo normal não me sobra muito tempo o que deve melhorar depois do carnaval, espero postar muito mais do que tenho feito. Agora vamos a estória...

POV Bella.

O caminho para o restaurante foi tranquilo. De certa forma foi um silencio confortável. Não que não houvesse algo a ser dito.

Eu estava muito curiosa sobre o vampiro ao meu lado.

Só com esse vampiro?

Bem... Se eu dissesses que não estava curiosa sobre os outros seria uma tremenda mentira.

O que eu estava pensando? Eu não queria... Eu não precisava conhecê-los.

Você não parece tão certa.

Oh cale a boca!

Antes que me desse conta, a porta ao meu lado estava aberta. Jasper estendia sua mão, para me ajudar a sair do carro e logo fomos conduzidos a uma mesa reservada. Tínhamos uma boa vista do movimento ao redor, ou melhor, dizendo Jasper tinha uma boa visão do movimento ao redor. Ele se encontrava sentado de costas à parede enquanto que eu estava de frente a ele.

Jasper parecia chateado com a forma que o recepcionista me olhava, o que me divertiu de certa maneira fazendo com que eu o arreliasse sobre isso.

– Com ciúmes Jasper?

– Não. Eu não estou com ciúme. – ele respondeu de pronto o que me divertiu, porém eu não esperava que ele me provocasse de volta. — Deveria eu?

Porém antes que eu pudesse dar uma resposta espirituosa à garçonete se fez presente, na qual, diga-se de passagem, eu odiei.

Você a odiou porque está com ciúmes.

Não mesmo.

Depois de fazer o meu pedido ela teve o descaramento de se insinuar para ele. Ela ainda não percebeu que ele tá acompanhado.

Alguém está com ciúmes.

Não estou.

Você vai continuar em estado de negação.

Revirei os olhos. Às vezes eu odiava meu monologo interno. E para completar minha irritação.

– Com ciúme querida? – Jasper provocou.

– Não.

Ele riu. Sua risada era tão melódica que sem perceber me inclinei em sua direção.

Como seria beijá-lo? Seria tão doce como sua risada?

Vê algo que você gosta?

Ele é tão lindo…

Você tem uma quedinha por ele, admita.

Eu apenas estou admirando a paisagem. Não é crime.

Não, mas que é uma quantidade inebriante de luxúria você está dando por aí, senhorita. Eu estou admirando a vista demasiado, mas você pode querer controlá-lo um pouco.

Por que você está me interrompendo? Estou ocupada.

Eu vejo. Eu apenas estou querendo saber quando você vai lembrar que o alto, loiro e gostoso aí na frente é um empático.

Merda.

Eu gemi no meu próprio diálogo interno. Eu não precisava disso.

Foco Bella Foco.

Eu não era ingênua o bastante para não notar a atração física que sentia por eles e saber que eles se sentiam da mesma forma. Houve uma atração sexual definitivamente lá e, se eu fosse brutalmente honesto comigo mesma, ela tinha estado lá por um tempo. Mas eu também sabia que sexo e amor não era a mesma coisa.

Eu poderia ser atraído para Jasper... Eu podia me sentir atraídos por eles, mas eu não desejo ser sua companheira, certo?

Pelo menos por agora...

Não comece... Eu só quero minha vida de volta.

Se você diz...

Eu digo.

Assim nós vamos ignorar aqueles sentimentos quentes que você está tendo então?

Exatamente.

Quando você mudar de idéia eu posso dizer 'Eu avisei' ou devo lhe dar alguns dias?

Eles não significam nada.

Eu gosto do seu nada. Eles são bem sexy.

Oh cale a boca.

Foi quando eu percebi que Jasper também havia se inclinado em minha direção.

Respire. Eu preciso respirar. Oh, meu Deus.

Sou eu ou está ficando quente aqui?

Antes eu tinha tempo para se recuperar totalmente meus sentidos, eu encontrei-me de repente ereta novamente. Eu podia ver os restos do meu embaraço anterior ainda enfeitando meu rosto. Eu não podia acreditar que eu tivesse reagido como esse para Jasper. Eu entendi que era suposto para acontecer.

Eu tinha sido deslumbrada vezes suficientes por Edward e até mesmo por Klaus e Damon. Quando eu olhei profundamente em seus olhos âmbar esqueci quem e onde eu estava.

Logo depois a garçonete atiradinha voltou para recolher os pedidos. Não ajudou que sua atenção estava toda no meu acompanhante.

– Tem certeza que não quer beber nada? – a garçonete perguntou de forma sedutora para Jasper.

O fato de ver o desconforto dele não amenizou meu espírito.

– Não. Então querida... O que gostaria de comer? – ele perguntou para mim.

Querida? Até parece como se o que eu queria fosse levado em conta.

– Isso importa. – resmunguei.

– Desculpe?

– Por que você não pede. Ao que me consta minha opinião não é relevante. –falei com raiva.

Ele dispensou a garçonete e logo estávamos sozinhos.

– Desculpe querida, mas eu me sinto perdido aqui. Poderia explicar suas palavras. Quem disse que sua opinião não era relevante?

Senti meu rosto ganhar certa coloração.

– Se eu não me engano eu perguntei se você queria sair para jantar e pelo que me consta você aceitou ou estou errado?

Ele parecia realmente confuso. Ele foi o único que havia tido algo como uma conversa real desde que eu coloquei meus olhos em Klaus no hospital, talvez se eu... Talvez ele me ajudasse a ir... A ter minha vida de volta.

– Klaus. –tentei falar firme, mas minha voz não passou de um sussurro. Ele ficou em silencio e quando eu pensei que ele não iria dizer nada ele me surpreendeu com suas palavras.

– Meus irmãos lhe disseram sobre acasalamento de vampiros, companheiros ou mesmo o que significa ser a nossa escolhida?

– Não.

Por que eles se dariam ao trabalho. Klaus havia me dito e mesmo os outros haviam dado a entender que minha opinião não era importante.

Aparentemente eu havia dito isso em voz alta, pois ele me respondeu.

– Sinto muito, Bella. Eu lamento que fizeram você se sentir como se seus pensamentos e opiniões, não importam, porque eles fazem. Você é a única coisa que importa e sua felicidade é a coisa mais importante para mim e acredite para meus irmãos também.

Fiquei surpresa com suas palavras. Ele parecia tão sincero ou era apenas um truque?

– Não vocês não se importam, se importasse eu estaria vivendo com o meu pai.

– Eu sei que ainda não sabemos uns dos outros, e eu sei que você tinha a sua própria vida. Eu apenas estou pedindo que você nos dê uma chance, porque essa coisa de acasalamento... É inevitável. Nós nunca seremos capazes de ser novamente com outras pessoas. Não vou mentir para você e dizer-lhe que eu te amo imediatamente ou faz qualquer um de meus irmãos. Eu só posso falar por mim mesmo e posso dizer que você se encaixa perfeitamente em minha vida e que eu posso nunca deixar você ir. Eu também estou disposto a apostar que você vai se apaixonar mais cedo ou mais tarde. Você é a minha escolhida e nada do que você faça vai mudar isso.

Choque atravessou meu corpo.

Apaixonar-me?

Eu não vou me apaixonar.

Eu não tinha uma escolha? Eles não vão me deixar ir?

– Em outras palavras você está dizendo que eu não tenho uma escolha. O que não é muito diferente do que Klaus disse.

EU QUERO MINHA VIDA DE VOLTA. Ela podia ser sem graça, mas era minha vida... minhas decisões.

– Lamento se Klaus não explicou o que significa ser nossa escolhida. Lamento que nós não confiarmos-lhe o suficiente para ser honesto com você. Se isso significa ser brutalmente honesto sobre cada pequeno aspecto, então que seja. Se significar dizer cada aspecto sujo desta existência, muito bem. Mas por favor, Bella, não fuja novamente.

– Você vai me explicar?

Eu esperava atentamente sua resposta. Suspirei depois de um tempo. Ele não iria me dizer nada. Por que diria?

Ele voltou seus olhos de volta aos meus e vagando para baixo até chegar ao decote de meu vestido. Ele olhava como se tivesse achado um grande segredo ali. Homens!

– Hei cowboy meus olhos estão aqui em cima.

Ele voltou a olhar meus olhos. Acho que se ele pudesse corar esse seria um momento.

Escutei ele limpar a garganta antes de começar a falar de forma rápida que de certa forma exigiu um pouco mais de mim para acompanhar a velocidade de suas palavras.

– Os machos são sempre muito afetuosos com seus companheiros, suaves carícias, uma mão sempre na perna, um toque suave do cabelo, um beijo na testa... Um vampiro masculino anseia para seu companheiro... Companheiros pertencem uns aos outros em formas mais profundas, mais básicas e primordiais.

Quando achei que teria mais informação, a garçonete voltava e derrubava o refrigerante em mim.

Levantei rapidamente seguida de varias desculpas e com sua assistência fui encaminhada para o banheiro mais próximo.

Chegando lá fui cercada por duas mulheres que começaram a lançar perguntas para mim.

Quem era o Deus loiro que estava comigo? Se ele era meu namorado... Quantos anos eu tinha... Se eu não era muito nova para estar namorando... Se eu podia apresenta-lo. Eu não me dei o trabalho para responder nenhuma de suas perguntas. Não que elas me dessem chance.

Por um momento pensei se em algum momento elas parariam para pelo menos respirar. Sai antes que elas parassem com as perguntas, assim não precisaria respondê-las. Suas perguntas estavam me irritando, eu sequer as conhecia.

Não fui muito longe. Logo senti uma delas segurando meu braço.

– O que você usa para mantê-lo interessado?

– É fácil. Eu não estou usando nenhuma calcinha. – eu respondi irritada a primeira coisa que me veio à cabeça.

Elas me olharam em descrença e logo seus olhos se arregalaram. Senti sua presença antes mesmo de me virar.

De todas as pessoas... Tinha que ser ele a escutar minhas palavras.

Virei a tempo de ver seus olhos dourados ir de ouro a ônix, algo clicado em minha cabeça no que aquilo significava.

Luxúria.

Eu podia ver os rostos assustados das pessoas na medida em que Jasper me arrastava para fora.

Sentir a parede em minhas costas. Seu rosto inclinado em minha direção de forma que estávamos a milímetros um do outro.

Ele respirava profundamente e em grandes quantidades.

Coloquei minhas mãos em seu tórax para empurra-lo, mesmo sabendo que não teria força. Eu era apenas humana.

Ao tocá-lo, pude sentir a solidez de seu corpo. Minha curiosidade tirando o melhor de mim. Deslizei minha mão em seu tórax como se estudasse o corpo a minha frente.

– Pare. – ele rosnou para mim, me fazendo ficar excitada.

Ele me olhava com incredulidade e pela forma que ele respirava ele podia sentir o cheiro da minha excitação.

Gemi internamente mordendo meu lábio inferior.

Roer o lábio inferior. Lá você vai. Imitação perfeita de uma fêmea suficientemente envergonhada pega no ato de prazer sexual.

Às vezes eu odiava minha voz interna.

Ele me olhava atentamente da mesma forma que eu o olhava, sem mais me conter segurei atrás de sua cabeça e o beijei.

Senti-o pressionar seu corpo contra o meu. Ele se afastou apenas o suficiente para que eu pudesse respirar distribuindo beijos ao longo do meu pescoço.

– Coloque suas pernas em torno de mim. –ele pediu com sua voz rouca.

Apesar de chocada com o seu pedido, atendi prontamente.

Ele me beijou novamente. Seu beijo era mais voraz do que o anterior, interrompendo ele cedo de mais para o meu gosto, senti seu sorriso contra o meu maxilar, ele foi distribuindo beijos pelo caminho e antes que eu me desse conta meu seio estava em sua boca.

Eu sentia uma sensação dentro de mim em construção. Arqueei meu corpo para melhor acesso e melhor contato. Ninguém nunca me tocou assim.

Eu me sentia tão bem.

Eu queria mais...

Eu não sei dizer se eu havia dito isso em voz alta, mas ele parecia responder ao meu pedido. Ele roçava seu quadril contra o meu. Eu podia sentir sua ereção. A luxúria me bateu mais forte. Levei minhas mãos em seu cabelo torcendo ele em meus dedos.

Senti suas mãos deslizando em minha coxa, chegando a minha feminilidade.

Sentir o frescor de seu dedo contra a minha intimidade quente quase me lançou a borda.

E então ele parou.

Ele deslizou meu corpo para baixo, onde minhas pernas vacilaram por um instante. Jasper rapidamente corrigido meu vestido no lugar e virando de costas para mim ao ver que eu podia ficar em pé sem sua ajuda.

Por que ele parou? Ele não me desejava mais?

Oh Deus o que foi que eu fiz? Há poucos minutos eu estava com raiva deles me manterem cativa e no outro eu estava praticamente... Oh Deus!

Eu estava mortificada.

– J-Jasper... eu...

Foi quando escutei um grande rosnado

Era possível?

Tentei me mover de trás de Jasper para confirmar minhas suspeitas, mas toda vez que eu dava um passo para o lado Jasper se movia junto comigo.

Ele está te protegendo.

Protegendo-me do que?

Vi Jasper pegar o telefone e seja lá quem for do outro lado, ele não parecia muito feliz.

Eu me movia tentando ver a minha frente. Tentando. Jasper sempre se movia junto comigo, se eu desse um passo para o lado esquerdo ele dava um passo para o meu lado esquerdo.

Mesmo falando ao telefone ele parecia bem ciente da minha presença e ainda mais de meus movimentos.

Quando Jasper desligou o telefone, eu pude ver a criatura que surgia.

Três grandes lobisomens estavam ali.

Matt foi rápido ao avisar os meninos Quileutes. Eles vieram me resgatar.

Não era como eu tinha planejado, mas...

Eu não imaginava que eles agiriam ainda hoje, mas quem sou eu para reclamar?

Eu esperava que eles não machucassem Jasper no processo.

Você está preocupada?

É claro. Eu não quero que ele se machuque.

Outro uivo se fez ouvir ao longe e da mesma forma que eles apareceram diante de nós eles sumiram.

Por que eles me deixaram aqui?

Minha pergunta logo foi respondida com a aparição súbita de Klaus, Damon e Edward ao nosso lado, cuja aparição me fez saltar em meus próprios pés.

Maldita velocidade vampírica!

– Não precisa ficar com medo. Você está segura agora. Nós vamos protegê-la. – Edward disse para mim.

Ele fez menção de se aproximar e automaticamente dei dois passos para trás.

Senti um casaco sendo colocado em meus ombros.

– Está frio. É melhor você entrar no carro, que está mais quente.

Jasper estacionava o carro nesse mesmo instante ao nosso lado. Damon abriu a porta de passageiro me conduzindo para dentro.

– Isabella? – chamou Klaus antes que eu pudesse entrar no carro.

– Sim?

– Você sabe alguma coisa sobre os lobisomens terem aparecido essa noite aqui?

– Não. Por que eu deveria?

– Isabella... — senti-me estremecer quando ouvi Damon falar o meu nome. Sua voz era baixa e autoritária. – Você não deveria ter medo de nós, você...

– Ela não está pronta, Damon. Pelo amor de Deus, dar o seu tempo! Ela está com medo e ela não sabe nada sobre nós. Olhar para ela de seu ponto de vista. Um monte de caras dizendo que eles estão destinados a serem seus companheiros e ela basicamente não tem escolha? Forçar ela, não vai ajudar. – ouvi Jasper dizer.

Edward apertou seus punhos.

– Mas eu disse a ela que nós vamos protegê-la e que ela é segura. Ela deveria nos amar de volta, não rejeitar-nos, mesmo não sendo uma situação peculiar. Ela deve ter sentido a conexão. Nós fizemos. Estou cansado de esperar, Jasper.

– Eu estive esperando por séculos e eu não posso esperar muito mais tempo, agora que nós temos realmente ela, agora que ela está realmente em nossa própria casa. – disse Damon.

Klaus esfregou sua testa como se estivesse com dor de cabeça.

– Jasper tem razão. Forçar ela não vai fazê-la nos amar. Só vai fazê-la nos odiar. Então faça um favor a todos nós e se acalmem.

– Ela vai estar pronta para nós eventualmente, OK? Ter um pouco de paciência. Ela vale a pena. – ouvi Jasper dizer.

Você não se sente culpada?

Culpada? O que você quer dizer?

Você apenas mentiu para seus companheiros.

Não, eu não fiz. Tudo o que eu disse foi verdade. Eu não sabia que os lobos estariam aqui está noite.

Que é chamado de "mentir por omissão".

Que lado você está?

Cale a boca.

Isso é o que eu pensava.

Chegamos em casa e logo fui conduzida para dentro. Damon e Klaus seguiam na frente e Jasper e Edward atrás de mim.

Aparentemente minha recente descoberta de meu corpo tinha afetado meus hormônios porque tudo que eu conseguia pensar era nada nada inocente.

A parte triste foi que, como uma virgem, eu não podia sequer imaginar-lhes a minha plena satisfação.

Que não vai nos impedir de tentar embora, ele vai?

Eu ansiosamente olhei a bunda de Damon e Klaus conforme eles subiam as escadas na minha frente.

Não. Definitivamente não vai parar-nos.

Eu suspirei enquanto eu caminhava atrás deles, eu tentava arrastar minha mente para algo mais...

Inocente?

Mas uma vez que não era possível, o mínimo que eu podia fazer era admirar a vista.

Eu gosto da maneira que pensamos.

Eu sentir ondas de diversões serem lançadas para mim.

É claro que o Jasper havia pegado meu humor.

Empático idiota.

Chega um ponto onde as coisas possivelmente não podem ficar piores, não é mesmo?

Você diz que isso agora, mas você sabe aquele bate-papo que tínhamos anteriormente?

Qual deles?

Aquele onde eu reservados meu direito de dizer 'Eu avisei' logo após você perceber o que são esses sentimentos calorosos que você está tendo?

Ah! O que tem ele?

Compreendeu o que esses sentimentos calorosos são? Ou eu devo lhe dar uma pista?

Eu não tenho sentimentos por eles.

Ah sim, aqui vamos nós. É aquela coisa que 'eu quero minha vida de volta’ novamente certa?

Eu não amo eles. Droga!

Sim. Quando você perceber que você...

Eu não.

Damon abriu a porta para mim e todos me disseram boa noite e que alguém traria alguma coisa para eu comer, uma vez que acabei não jantando.

Entrei no grande banheiro determinada a tomar um grande banho de banheira. Eu precisava relaxar. Peguei meus Ipod e comecei a escutar as musicas que passavam sem prestar atenção às letras.

Ah Deus... E quando eles descobrirem que eu sabia sobre a existência dos lobos?

Eu retirei o meus fones de ouvido e caiu para baixo da água, não tendo certeza se eu queria lavar meu cérebro ou simplesmente afogar-me.

Eu só esperava estar bem longe quando chegassem a seu conhecimento.

Sai do banho. Vesti a camisola e voltei para o quarto encontrando os quatro vampiros que eu queria fugir esperando por mim.

– Precisamos conversar.


Notas finais
Espero que tenha curtido o capítulo, logo teremos mais... Beijos e até o proxímo capítulo.