Escolhida

32 Desconhecido.


Notas iniciais
Oi lindas! Eu quero avisar que estarei respondendo os reviews durante a semana, enquanto isso aqui está mais um capítulo...Nos vemos no final do capítulo, ok?
Agora vamos a estória...

Pov Bonnie.

Um friozinho estranho de premonição e desanimo perfurou meu coração.

Eu conseguiria fazer o que deveria ser feito quando a hora chegasse?

Eu precisava pensar em alguma coisa, fazer alguma coisa, para afastar esta sensação de pavor.

Silêncio mortal na sala.

Eu me mantive sentada, observando... Esperando Klaus ler a carta de Emily antes de passar para os outros.

Por fim, eu arrisquei olhar para eles pelo canto do olho. Aquilo me causava uma sensação estranha, porque era familiar de um jeito desconfortável, assustador.

Eu havia me sentado daquele jeito antes, diante de alguém, com uma mesa entre nós não muito tempo atrás... Na última vez que me sentara à mesa com alguém, essa pessoa era minha avó Emily, mas isso tinha sido em outro tempo, em uma vida diferente, turva.

Quando os olhos de Klaus encontram os meus de novo, meu corpo se encontra trêmulo e tenso, e nervoso de expectativa.

– Tem certeza que quer fazer isso? – Klaus me pergunta.

– Sim, eu tenho. – respondo da melhor forma possível.

Ele pegou a minha mão com firmeza e intensidade.

– Nesse caso, seja bem vinda em minha casa Bonnie.

Eu sinto o sangue subir a minha face.

– Obrigada. – eu digo de forma suave.

Meu Deus, ele é lindo. Aqueles olhos...

– Nós é que agradecemos. – Complementa Edward.

Eu volto meu olhar para os outros três... Eles são tão lindos...

Suspiro.

Só espero que Emily esteja certa... E que eu consiga fazer o que deve ser feito.


Pov Desconhecido.

Ela para a minha frente, puxando a fita do robe e deslizando-o pelos ombros, observando o brilho luxurioso de meus olhos escurecidos pelo desejo que percorre seu corpo com avidez.

Sou empurrado contra a cama, e ela se inclina contra mim, apoiando o peso nas pernas e nos braços.

Em seguida, ela traça uma linha de fogo com beijos ardentes sobre meu abdome definido, suscitando um leve tremor toda vez que seus lábios entravam em contato com a minha pele.

Minhas mãos se fecham em torno dos lençóis, à medida que ela se aproxima da rigidez quente e pulsante que se encontra meu membro de forma quase dolorosa.

Ela mordisca e desliza a língua por toda a extensão de minha ereção. E então o envolve em sua boca me fazendo estremecer de desejo.

Seus grandes olhos prateados me fitam com malicia, e eu me encontro incapaz de desviar meus olhos dela.

Sinto seus dedos delicados se fecharem em torno da base da minha masculinidade excitada, deslizando a língua por toda a sua anatomia em uma caricia suave. Aquilo foi suficiente para me fazer arquear as costas.

Ela volta a repetir movimento, dessa vez movendo os dedos para cima e para baixo antes de toma-lo nos lábios e suga-lo com avidez.

Meu corpo é sacudido por um intenso tremor ao mesmo tempo em que pouso minha mão em sua cabeça enroscando em meu dedo alguns fios dourados como uma suplica para que ela se mantivesse ali.

Meus músculos tencionam com cordas retesadas de um instrumento prenunciando um clímax iminente.

Sem mais delongas, ela intensifica a carícia, sugando com mais intensidade.

Um som gutural se forma em minha garganta, ao mesmo tempo em que meu corpo é sacudido por espasmos de prazer.

Com um movimento gentil, eu a deito sobre os travesseiros.

– Estou lhe devendo algo. – sussurrei fazendo-a estremecer em antecipação enquanto roçava minha face contra seus seios, deleitando-me com a visão de seus seios se enrijecendo.

Beijo seus lábios com um beijo lento, profundo e apaixonado.

Deslizo a língua pelo seu pescoço esguio, passando pela clavícula até encontrar o mamilo intumescido, enquanto com a mão acaricio o outro seio.

– Tem lindos seios. – murmuro com reverencia, antes de descer mais abaixo, depositando beijos úmidos ao longo do estômago e ventre, enquanto com a mão abro caminho para sua feminilidade úmida até atingir seu ponto mais sensível. – Tudo em você é lindo.

Eu sabia exatamente onde tocá-la. Eu conhecia seu corpo como se fosse o meu próprio.

Deslizo dois dedos dentro de sua intimidade ganhando gemidos incoerentes de seus lábios rosados. Ela passa a movimentar seu quadril de encontro a minha mão e eu passo a movimentar meus dedos com mais velocidade. Em pouco tempo ela grita meu nome ao chegar a seu clímax.

Diminuo gradativamente os movimentos de meus dedos antes de retirá-los completamente.

Quando os últimos tremores de seu orgasmo abandonam seu corpo, afasto uma mecha de seus cabelos dourados para trás de sua orelha delicada, deixando os dedos se deter na curva suave de seu pescoço.

Ela parecia tão linda deitada ao meu lado com os olhos cintilando, a respiração ofegante e os lábios intumescidos pelos beijos trocados.

Algum dia eu me cansaria dessa mulher?

Eu a puxo para o circulo seguro de meus braços, ansioso por amá-la outra vez.

De repente, sinto sua mão macia tocar meu membro já enrijecido e pronto para possuí-la, fecho os olhos enquanto a deixo explorar meu corpo. Ouço-a suspirar de satisfação.

Cada nervo meu desperta com o toque dos dedos dessa mulher até que eu me inclino sobre ela e a penetro com um único movimento.

As convulsões do corpo macio, sustentando meu próprio clímax. Nossos movimentos se tornam rápidos e erráticos e em pouco tempo ambos somos submergidos em um orgasmo poderoso.

Eu caio ao seu lado, trazendo no processo seu corpo junto ao meu e ficamos em silêncio, apenas apreciando a companha um do outro.

Ela me olha com carinho. Eu podia me perder em seus grandes olhos cinzentos enquadrados por cílios dourados. Lábios rosas-claros, cheios e quase redondos. Seus cabelos loiros se mantinham longe da face num halo brilhante, em um movimento ela leva sua mão em minha face e diz num tom leve e musical.

– Eu te amo Stefan.

E nesse momento, eu sei que nunca me cansaria dela, mesmo que isso significasse enfrentar a ira dos originais. Por ela.


Notas finais
Bem agora as coisas vão começar a se desvendar... em parte rsrsrsrsrsrsrrsrsrs E antes que me perguntem Stefan não é irmão dos originais, nem mesmo de Damon, pelo menos na minha fic.
Meninas eu odeio ter que falar isso, mas tem poucos reviews diante do número de leitores...ou mesmo indicações...isso me deixa um pouco triste e desmotivada...
Eu tento caprichar em cada capítulo que escrevo, não custa nada deixar um comentário... não leva mais do que um minutinho e vocês não tem ideia como isso alegra meu dia e como isso dá animo a minha inspiração. Eu já tenho a estória completa em minha cabeça, mas está faltando vontade de escrevê-los para postar... o que posso dizer é que é uma via de duas mãos e menos de 5% deixa um comentário.
+ reviews = + capítulo em - tempo de espera.
Peço desculpas para aquelas leitoras que comentam pelo meu desabafo e minhas palavras, mas eu tinha necessidade de dizê-las. Eu agradeço a vocês que comentam, cujos comentários não me fizeram desistir... Beijos e até o próximo capítulo.