Escola de Cavaleiros
2 Capítulo 2 - Pecados Consumados
Notas iniciais
Aioria foi o primeiro a terminar o jantar, rapidamente após comer se levantou da mesa e seguiu para a pia onde deixou seu prato e em seguida dirigiu-se ao quarto.
Aioros ficou ainda a terminar seu jantar, estava nervoso, tenso, pensando que talvez tivesse ido um pouco longe demais em sua brincadeira e que talvez tivesse deixado Aioria realmente chateado com aquilo, porque afinal de contas, mesmo sendo irmãos, nunca havia rolado nada demais entre eles, e do nada o Sagitariano começar com aquelas conversas, não era algo típico dele e temia que pudesse ter causado alguma impressão errada ao irmão, já que a sua reação não pareceu ser muito amigável ao se retirar da mesa. Continuou a pensar enquanto comia o resto do seu jantar.
No quarto, Aioria entrou e logo tratou de deitar na parte de baixo do beliche, não havia lenções, apenas o colchão nu e cru onde o Leonino começou a pensar no diálogo que havia tido com o irmão a pouco, antes do jantar, Aioros nunca havia sido tão intimo assim com ele antes, mesmo sendo irmãos. Aioria queria mesmo entender qual era a intenção dele com aquela conversa, não fazia muito sentindo, tudo bem que homens, e principalmente irmãos conversassem sobre esses tipos de coisas vez ou outra, mas não era algo típico de Aioros. Aioria continuou a pensar no seu irmão e na conversa, em como Aioros gaguejava a cada palavra, como ele parecia nervoso e envergonhado, mas o que significava tudo aquilo, seria possível que seu próprio irmão estivesse com segundas intenções consigo, não, não poderia acreditar em tal possibilidade, Aioros era seu irmão mais velho, seu ídolo, seu herói, não podia pensar nisso, certo que seu irmão era bonito, charmoso, forte, o sonho de consumo de qualquer um, mas eles eram irmãos, e ainda por cima, homens, o que isso significava afinal de contas?! Continuou a pensar a respeito e no seu irmão até que de tanto cogitar possibilidades entre ele e Aioros, seu membro começou a dar sinal de vida dentro da cueca box branca.
Aioria olhou para seu baixo ventre seriamente envergonhado consigo mesmo, havia pensado tanto no irmão e naquela conversa que chegara a esse ponto, ficava excitado de tanto pensar em Aioros, não, ele era seu irmão, mas que diabos estava acontecendo?!...
Nesse momento, Aioros entra no quarto, Aioria rapidamente virá de bruços na cama para esconder sua visível ereção, afinal, não queria que Aioros o visse daquela forma. Aioros por sua vez entendeu o gesto de Aioria como um símbolo de protesto e raiva, e ali pensou que seu irmão estava realmente chateado com ele, sua feição mudou, ficou mais triste e inconformada, quase raivosa, Aioria ainda de bruços apenas olhava o irmão de rabo de olho.
Aioros que havia trazido consigo as malas dos dois que estavam na sala, as colocou no chão, retirou então uma toalha e sua cueca box preta, e dirigiu-se ao banheiro.
Aioria permaneceu no quarto pensativo, pela reação e pela cara de Aioros, ele deveria estar chateado com alguma coisa e imaginava se por acaso seria com ele, e o pior, mesmo não sendo esse um pensamento malicioso, seu membro continuava ereto dentro de sua box, e a pressão dele contra o colchão só deixava o Leonino mais frustrado com tudo aquilo.
Passado uns 15 minutos, Aioros voltou ao quarto apenas de cueca box preta, enxugando seus cabelos com a toalha que havia levado, ao perceber o movimento no local, Aioria voltou a atenção para o seu irmão, o que piorou muito a sua condição, Aioros estava ainda um pouco molhado, algumas gostas de água escorriam pelo seu peitoral altamente definido, descendo por seu abdômen sarado, indo pelo seu “caminho da felicidade” até dentro de sua cueca, e que cueca, o preto marcava bastante o volume lá dentro, era impressionante, e nem mesmo estava ereto, imagine quando estivesse, pensava Aioria, piorando mas a sua condição. O mais novo observava o irmão enquanto seu membro pulsava implorando por alívio abaixo de si, seria mesmo possível que estava desejando Aioros sexualmente, não, não acreditava nisso, mas a visão à sua frente era mesmo torturante, aquele homem era o que Aioria poderia datar de “perfeito”. Corpo musculoso, rosto de homem feito, pernas grossas, visivelmente bem dotado, nossa, era aquilo mesmo que estava vendo, uma visão dos deuses.
Aioros continuava a se enxugar sem perceber as secadas que seu irmão lhe dava, até que por um momento, desviou seu olhar em direção a Aioria, percebendo então que estava sendo observado pelo mais novo. Aioros arqueou uma sobrancelha não entendendo bem os olhares de seu irmão. Ao perceber que estava sendo observado, Aioria apenas desviou o olhar, não dando pra esconder que estava muito corado ao ver o irmão ali, daquela forma.
Aioros então assumiu um semblante mas calmo, respirou um pouco e foi em direção ao irmão, sentou-se na beirada da cama de Aioria, do lado do irmão, e o encarou, Aioria permanecia de bruços com o rosto virado na outra direção, mas ao perceber o irmão, ele virou seu rosto, ainda muito vermelho para o mesmo.
Aioros o encarava com curiosidade e carinho, mas também demonstrava um pouco de preocupação no olhar, Aioria retribuía esse olhar com ternura e um leve sorriso, quase imperceptível, mas que também revelava algum tipo de insegurança, Aioros então achou melhor se pronunciar:
- Aioria, sobre hoje, mas cedo, eu...
Tentou dizer algo, mas nenhuma palavra conseguiu sair de sua boca.
O mais novo apenas o observava, como se esperasse por algo, mais Aioros parecia não saber bem o que queria falar...
- Não se preocupe Aioros, está tudo bem... Não precisa falar nada... (disse o irmão com um ar um pouco triste na afirmação)
- Aioria, você está bem? Tem algo que queira me dizer?
Perguntou Aioros querendo saber o porquê de o irmão estar daquele jeito.
- Não Aioros, não há nada de errado, está tudo bem, não se preocupe. (disse Aioria)
- Olhe, se foi por causa de algo que eu disse durante o jantar, eu sinto muito, eu não quis passar nenhuma impressão errada pra você, eu só... eu só... (tentou mas uma vez concluir a frase, mas lhe faltarão as palavras)
A expressão de Aioros era séria, visivelmente preocupada e chateada, estava claro que o Sagitariano estava com medo de ter magoado o irmão.
- Não Aioros, o problema não é esse, não fique assim, é só que... (dessa vez foi Aioria que não conseguiu concluir a frase na tentativa de explicar algo ao irmão)
Aioros se levantou e se agachou novamente perto do beliche, dessa vez encarando mais seriamente o irmão mais novo, seus olhos verdes penetrantes quase que podiam fazer Aioria se perder em pensamentos só de observá-los, o Leonino então, ainda um pouco vermelho, virou-se novamente, sentando na cama em vez de ficar deitado, com isso, pode observar melhor o irmão que aparentemente espera uma resposta dele, então se pronunciou:
- Hoje mais cedo, quando você falou aquilo, eu não entendi muito bem, pensei que estivesse dando em cima de mim ou sei lá o que, fiquei meio chateado e um pouco assustado com aquilo, tudo bem que existem brincadeiras desse tipo entre irmãos, mas você nunca foi dessas coisas e eu fiquei aqui pensando em tudo e... e... (tentou mas uma vez concluir a frase mas não conseguiu)
- Pode falar Aioria, você tem toda a liberdade pra falar comigo sobre o que você quiser, sou seu irmão mais velho, e somos a única família que temos, se não pudermos contar um com o outro nessas situações, não poderemos mas contar com ninguém, você pode me dizer, eu estou aqui pra isso! (disse Aioros encarando o irmão com carinho e preocupação). A essa altura o mais velho já estava arrependido de tudo o que havia feito, tinha magoado Aioria baseando-se num sentimento ou desejo que havia despertado a pouco e nem sabia direito o que era, e olha só aonde havia chegado com tudo aquilo.
Aioria encarava o irmão com a mesma ternura que ele demostrava para consigo, mas, saiba que precisava terminar...
- Eu pensei em tudo aquilo e as suas palavras não saiam da minha cabeça, e... e... olha só como estou agora... (disse o mais novo abaixando a cabeça e olhando para seu baixo ventre onde seu membro pulsava de excitação dentro da cueca)
Aioros apenas acompanhou o movimento do irmão finalmente percebendo a excitação do Leonino. Ao ver aquilo, Aioros surpreendeu-se, seu próprio membro começou a dar sinal de vida, e a situação mudava da água para o vinho mais uma vez.
Então Aioria não estava de fato chateado com a situação, mas sim confuso e irritado por não entender o que estava sentindo e por ter gostado e sentido vontade de corresponder aquilo tudo?! Era isso então?! Esses eram os pensamentos que vagavam pela mente do Sagitariano enquanto observava o irmão naquele estado.
Os olhos azuis de Aioria encaravam o irmão como se esperassem por algo. Aioros então olhou de volta para o irmão com um leve sorriso de carinho e afeto e disse:
- Não precisa ficar se culpando por nada, isso é normal, bem, não é tão normal assim, mas procure acreditar que é algo natural, olhe bem, quando você apareceu hoje mais cedo na cozinha só de toalha e me deu aquele susto, eu não me assustei porque você apareceu de repente, e sim pelo fato de você estar vestido apenas com aquela toalha, eu fiquei meio constrangido e... meio que... atraído por você! Não fiquei muito diferente do que você esta agora não, então não se culpe Aioria... (disse Aioros com o máximo de ternura e compreensão que podia)
Ouvindo tudo aquilo, Aioria mudou sua expressão para uma mais séria, não sabia ao certo o que pensar, ele estava confuso, e apesar de ter gostado da sinceridade do irmão, não estava gostando muito, ou melhor dizendo, aceitando aquele sentimento que aparentemente havia nascido tão rapidamente entre os dois, estava realmente muito aflito com isso.
Aioros então se levantou, sentou-se ao lado de Aioria na cama, ambos permaneceram ali por alguns longos segundos, se olhando de rabo de olho. Aioros então se deitou na cama, com a metade das pernas dobradas pra fora, afinal, não era um ângulo bom, então, com uma das mãos começou a apalpar a sua excitação por cima da cueca, o que chamou ainda mais a atenção do Leonino, o fazendo ficar ainda mais vermelho.
- O que está fazendo? (perguntou Aioria meio nervoso em seu tom de voz)
- Somos irmãos, entre nós não pode haver segredos, não temos nada a esconder um do outro, e não temos nenhuma dúvida sobre o outro, então, não vejo o porquê de tanta regalia. Eu estou excitado e preciso me aliviar, e é isso que vou fazer... (disse Aioros apenas, sem demonstrar muita emoção, apenas uma expressão desesperada por alívio)
Nessa hora, o Sagitariano desceu sua cueca até os joelhos, que dobravam no fim da cama, revelando então seu sufocado e avido membro. O caminho de pelos que começava no abdômen conduzia aos pelos pubianos e em seguida aquele enorme e avido membro, grande, deveria ter uns 20 cm, grosso, com veias que saltavam por toda a extensão, e com uma cabeça rosada bem realçada.
Aioria não podia acreditar no que estava vendo, Aioros iria mesmo fazer aquilo ali, do seu lado, sem mais nem menos?!
O Sagitariano não se fez de regado, começou a se masturbar na frente do irmão, fazendo movimentos leves de vai e vem que aos poucos foram ficando ritmados e mais rápidos. Aioria apenas observava a cena abismado, enquanto sentia seu próprio membro dar sinal de vida e implorar pelo mesmo tratamento dentro de sua cueca. Aioros não encarava o irmão, estava de olhos fechados, apenas concentrado no prazer que ele mesmo se proporcionava. Aioria de tanto ver aquilo, começou a criar coragem e também pois se a acariciar seu próprio membro por cima da cueca, ainda sentado na beira da cama.
Aioros abriu os olhos e viu o irmão o observando enquanto se apalpava, então perguntou...
- Você não quer fazer também?! Vamos... pode fazer... não se faça de regado... Como eu disse, somos irmãos... e não temos nada a esconder um do outro... (disse o mais velho em meio a gemidos baixos)
Aioria não disse nada, apenas deitou-se na cama ao lado do irmão, também deixando parte das pernas de fora por falta de espaço, ele então desceu a sua cueca até os joelhos, assim como seu irmão, liberando sua excitação já avida por alívio imediato. O membro de Aioria era praticamente igual ao de Aioros, devia ter uns 19 cm, também grosso, com veias saltadas e cabeça rosada e grande, pelos pubianos no baixo ventre, mas não muitos, apenas o normal.
Aioria começou então a realizar os mesmos movimentos do irmão, e ambos se entregaram aquele momento de prazer e satisfação que estavam tendo, precisavam mesmo daquilo, apesar de que a situação em que se encontravam não era muito cômoda para nenhum dos dois, mais aquilo não importava no momento, apenas o alívio que necessitavam era a prioridade.
Passado alguns segundos de espasmos e prazer, Aioros virou o resto para seu irmão, e Aioria fez o mesmo, ambos estavam muito vermelhos, meio suados, e com um olhar que só demonstrava desejo e luxúria.
Aioros olhou para o membro imponente de seu irmão, e trocou a mão que o aliviava pela outra, levando-a ao encontro do membro de seu irmão, Aioria em nenhum momento se impôs a nada e logo em seguida, se viu sendo masturbado pelo irmão. O Leonino também retribuiu, deixando a tarefa de se aliviar para o mais velho e indo com sua mão em direção à ereção do Sagitariano, o dando prazer também. Agora ambos estavam masturbando um ao outro.
Passado mais alguns minutos naquele vai e vem frenético, Aioros falou entre seus espasmos de prazer:
- Aioria, eu... eu vou... (disse entre gemidos, mais não concluiu a frase)
- É eu sei, eu também... (disse o irmão com o mesmo tom lascivo)
Naquele mesmo instante o ritmo do movimento que um empunhava ao outro aumentou freneticamente, o movimento tornou-se mais constante, os gemidos, antes baixos e contidos tornaram-se altos e generosos. Segundos depois, veio o tão esperado orgasmo, Aioros foi o primeiro, se derramou em prazer ao explodir na mão de seu irmão, seus fortes e rápidos jatos de esperma caíram por sobre seu corpo, melando todo seu peitoral e abdômen. Um deles foi tão potente que chegou a atingir a parte de baixo do beliche de cima, enquanto o resto caia sobre si e se derramava por sobre a mão do irmão e seu membro.
Aioria chegou ao mesmo estado segundos após, com jatos tão fortes e potentes quanto os do irmão, que por sua vez também se derramaram sobre seu corpo escultural e sobre seu membro, além da mão de seu irmão que até dado momento lhe proporcionava prazer.
Ambos retiraram as mãos do membro do irmão e respiraram fundo, a respiração dos dois estava alterada, era uma respiração profunda, necessitada, os ares lhe faltavam nos pulmões de tanto prazer que haviam sentido, estavam exaustos e ofegantes, e olha que nem havia sido de fato um “ato” sexual, mais apenas um alívio necessário.
Ficaram ali deitados mais alguns minutos, tentando se recomporem da experiência que haviam tido a pouco. Aioros foi o primeiro a se levantar sendo observado pelo irmão, seu corpo estava totalmente sujo por seu próprio gozo, e era óbvio que precisava se limpar, retirou a cueca que usava totalmente, pegou a toalha que havia jogado em cima das bolsas e foi para o banheiro sem dizer nenhuma palavra se quer, ou mesmo encarar seu irmão.
Aioria permaneceu ali, deitado na cama, pensando em tudo o que havia acontecido entre ele e o irmão segundos atrás, não acreditava no que havia feito, não que houvesse feito realmente algo, mais de qualquer forma, aquilo havia ido longe de mais, era como se sua mente quisesse acusá-lo ou culpá-lo de algo, mais seus pensamentos estavam nublados e incoerentes, não conseguiu formular absolutamente nenhuma conclusão sobre nada, na verdade, quanto mas se esforçava para pensar em algo, mais sua mente queria se manter vazia e longe de qualquer pensamento. Seus poucos e não concretos pensamentos então foram quebrados pelo som do chuveiro que se ligava no banheiro, sim, Aioros já estava no banho e era para lá que Aioria também iria.
O Mais novo se levantou, retirou também a cueca pegando a outra toalha e indo em direção ao banheiro. Entrou, abriu o boxer de vidro transparente e viu Aioros debaixo da água que mas parecia chuva caindo e se deleitando por cada curva de seu corpo, o irmão apenas olhou o mais novo com um olhar que remetia apenas a desejo e prazer, estava inexpressivo, mais para Aioria, aquilo era muito convidativo tendo em vista o ocorrido de agora a pouco. O Leonino apenas entrou no box junto com o irmão, se aproximando bastante do mesmo, para que pudessem dividir a ducha que caia e molhava seus corpos de deuses, a água caia morna, quase quente, o que só aumentava o erotismo do ambiente, Aioria e Aioros estavam ainda um pouco ofegantes, seus olhos brilhavam refletindo um forte e ardente desejo, havia um sentimento de carinho e conforto ali também, mas naquele momento, o desejo e o pecado falavam mais alto.
Aioria aproximou-se um pouco mais até seu corpo ficar quase colado ao do irmão, a água descia rápido limpando seus corpos do leite derramado ainda a pouco, suas testas estavam coladas uma na outra, seus olhos fechados, suas faces avermelhadas, seus narizes roçavam e suas respirações quentes e ofegantes se chocavam a poucos centímetros da boca um do outro, seus membros mas uma vez voltaram a se enrijecer e de tão próximos que estavam, se chocavam em suas ereções, Aioros então abrindo levemente os olhos levou uma de suas mãos ao seu baixo ventre, agarrando de uma só vez tanto o seu próprio membro, como também do irmão, e iniciou mas uma vez o movimento para proporcionar-lhes prazer, mas uma vez os gemidos leves começaram a ser ouvidos, e com a proximidade de seus rostos, aqueles sons tornavam-se ainda mais estimulantes para o momento, as duas ereções, tão rígidas e grandes que eram, mal cabiam na mão de Aioros, o que levou Aioria a colocar uma de suas mãos também para segurar ambas as excitações, desse modo, os dois se envolveram em seus membros. Com a outra mão, Aioros acariciava a nuca do irmão, enquanto este revirava a cabeça para trás demonstrando grande deleite de prazer, Aioria então usou sua outra mão para alisar em leves movimentos as costas de seu irmão, enquanto o ensaboava, e permaneceram naquele momento de prazer até mas uma vez se derramarem de desejo um no outro, os jatos de espermas, mas uma vez, atingiram o peitoral e abdômen de ambos, mais logo o tão prazeroso leite foi expulso de seus corpos pela água quente e forte que varriam suas curvas a cada segundo.
Após aliviarem-se pela segunda vez, os dois terminaram de se limpar e saíram do banho, seguindo para o quarto, lá, vestiram as mesmas cuecas de antes, que ainda estavam limpas e terminaram de se enxugar. Aioria se dirigiu a sua cama, o beliche de baixo, e limpou o restinho de esperma que havia atingido o teto (parte de baixo da cama de cima) da sua cama, e em seguida deitou-se pronto para se entregar ao sono. Aioros apenas observou o irmão, que foi a deitar sem ao menos lhe olhar na cara, e isso desde que saíram do banheiro, e sem nem sequer lhe dizer um só palavra, nem mesmo um simples “Boa Noite”, mas ao olhar o relógio, o mais velho viu que já se passava das 23h, e que realmente precisavam dormir, a noite havia sido intensa, o dia que viria seria difícil, e decidiu que pela manhã iria conversar com Aioria a respeito de tudo, mas que por hora, apenas queria descansar e recuperar suas forças o longo e árduo dia que se aproximava. Terminou de enxugar os cabelos castanhos dourados, subiu na cama de cima e deitou-se. Assim como seu irmão, sua mente estava vazia, e nenhum pensamento por ela passava, Aioros apenas foi se entregando ao sono que vinha rapidamente, e logo adormeceu...
Continua...
Fale com o autor