Escape

18 Sonhe comigo


Notas iniciais
Olá, meninas! Como estão? Essa semana está meio produtiva, então estou aqui pela terceira vez. Muito obrigada a todas que leram e deixaram seu comentário. Obrigada mesmo, mesmo. Um muito obrigada especial para a Lola, que deixou uma recomendação linda para a ff. A gente, sério, me sinto uma boba feliz lendo recomendações. Lola, amei, amei as palavras, o jeito como você descreveu, amei tudo, de verdade, muito obrigada.

– Está entregue. — Emma parou em frente a cela de Regina. — Boa noite! — Desejou ao ficar em frente a amiga e entrelaçar seus dedos aos dela.

– Boa noite! — Regina lhe desejou sem fazer menção de se afastar.

– Você não vai me convidar para entrar? — A morena abriu um sorrisinho debochado.

– Claro! Quer também que eu ofereça uma cerveja? — Questionou em tom sarcástico.

– Não. Com esse frio, aceito uma dose de whisky. Vou esperar na sala enquanto você prepara as bebidas. Tudo bem se eu mexer no seu piano? — Regina lhe lançou um olhar curioso.

– Como sabe que tem um piano na minha sala? — Indagou curiosa.

– Não consigo imaginar uma casa sua, sem um piano. — Regina tocava piano desde os 4 anos de idade. Sempre que estava aborrecida, ou queria relaxar, era ao instrumento a quem ela recorria. — Ainda toca muito? — Indagou. A loira tinha um certo ciúme do tal piano, porque sempre que Regina sentava-se para tocar, parecia esquecer do mundo, isso incluía Emma.

– Pelo menos uma hora do meu dia, eu dedicava a isso. — Contou saudosa, fazendo a amiga sorrir.

– Okay. Então vou esperar na sala, sentadinha no sofá, conversando com o Algodão, bem longe do seu piano, para não correr o risco de você passar perto dele, e aí eu já era. — A morena sorriu e arqueou uma sobrancelha.

– Ciúmes? — Provocou.

– Medo de ser trocada por uma piano, na verdade. — Regina voltou a sorrir e balançou a cabeça em sinal de negativo.

– Infelizmente minha "casa" está com lotação máxima, então não vai dar para você entrar. Boa noite, Emma! — Desejou de novo e dessa vez tentou ir, mas Emma recusou-se a largar sua mão.

– Durma bem, Regina Mills! Se for sonhar com alguma mulher, sonhe comigo. Se sonhar com um homem, espero que não sonhe com nenhum homem feio, tipo seu marido. Sonhe com um homem potencial, tipo Johnny Depp. — Regina rolou os olhos ao ouvir a implicância com Robin. — Se sonhar com um homem e uma mulher, sonhe com Johnny Depp e comigo. — As mãos de Emma foram parar na cintura da morena e ela a trouxe para perto. — Nós três... — Sussurrou ao roçar o nariz no da amiga. — Em um ménage... — Voltou a sussurrar, então roçou seus lábios nos de Regina. — Se bem que... não, nem com Johnny Depp eu dividira você... — Emma fechou os olhos e mordeu os lábios. — Cancele o ménage. — Seus lábios voltaram a se tocar, enquanto sua mão direita subiu até a nuca da morena. — Se Johnny Depp aparecer, diga para ele que você tem uma amiga um pouco possessiva, então nós vamos nos divertir sozinhas. — Ronronou ao pé do ouvido de Regina, que aquelas alturas tinha os olhos fechados, a respiração alterada e as pernas bambas. A loira sorriu satisfeita ao abrir os olhos e ver o quanto a amiga estava perturbada com aquilo. — Boa noite! — Deu um beijo demorado na bochecha da morena e então se afastou. Regina respirou fundo e abriu os olhos, ficou completamente sem reação ao ver Emma já distante, caminhando em direção a sua cela.

– Filha da mãe! — Esbravejou sem se mover, enquanto seus olhos ainda acompanhavam a loira idiota.

– Eu no seu lugar, iria atrás dela e pagaria na mesma moeda. — Ao olhar para a cela, a morena viu Ruby, sentada em sua cama, aparentemente se divertindo com o que tinha visto. Suspirou e foi até a colega, sentando-se ao lado dela. — Onde vocês estavam? — Foi direto ao ponto. Seus olhos brilhavam de curiosidade.

– Na rua. — Foi tudo que Regina respondeu, para o azar da ruiva.

– Isso eu já sei. Estavam na rua fazendo o quê? — Tentou de novo.

– Esperando o navio afundar. — Resmungou, ainda pensando na provocação barata da loira. Ao ouvir tamanho absurdo, Ruby juntou as sobrancelhas.

– Que porra de história é essa? — Regina levantou os olhos e encarou a detenta curiosa.

– Deixa para lá. — Tentou se levantar para ir para a sua cama, mas a curiosidade de Ruby não deixou.

– Sério que você não vai me contar? — A ruiva suspirou. — Tá rolando? — Regina rolou os olhos ao ouvir aquele linguajar adolescente.

– Não, não está acontecendo nada, ou quase nada. — Ainda precisava pensar, antes de acontecer mesmo alguma coisa.

– Então o que foi a cena que eu acabei de ver? De longe tive a impressão de que está rolando muita coisa. — Como sabia que as outras duas companheiras de cela estavam prestes a chegar, e que não se livraria tão fácil das perguntas daquela ruiva curiosa, resolveu responder de uma vez, sendo assim ninguém mais naquela cela, saberia sobre aquele assunto.

– Okay. — Soltou com o ar. — Vou resumir. — Ruby concordou com a cabeça. — Nós conversamos, nos beijamos e eu prometi pensar sobre termos alguma coisa. Fim. Não aconteceu exatamente nessa mesma ordem, mas enfim, foi isso.

– UAU! Acho que eu merecia ganhar um pouco mais de detalhes. — Pediu.

– Sem detalhes. Você já soube demais por hoje, agora eu vou dormir. — Avisou ao levantar-se da cama.

– Como foi? — Ruby indagou enquanto a morena tirava os sapatos de prisão horrorosos.

–Como foi o quê? — Indagou ao subir suas escadas.

– O beijo, Mills. Não se faça de desentendida. — A morena sorriu, deitou a cabeça no travesseiro e fechou os olhos, recordando do tal beijo. Beijar Emma era tão diferente, era como desconectar-se do mundo. Antes de beijar Emma, Regina nunca tinha conseguido se entregar tanto alguém a ponto de conseguir esvaziar a mente e apenas sentir. — Mills? — Ruby sumiu com a lembrança da morena e a trouxe de volta a cela.

– Foi... — Procurou uma palavra para definir. — Diferente. — Soltou com o ar.

– Diferente tipo como? — Ruby insistiu.

– Diferente tipo bom, matraca! — Pegou no pé da colega.

– Cara, você é muito vaga. Como assim, tipo bom? Bom, meia boca? Bom, gostosinho? Bom pra caralho? Bom da porra? Qual desses bons? — Regina riu ao ouvir aquilo.

– Meu Deus! Tenho medo de que quando minha pena acabar, eu saia daqui falando esse dialeto de vocês. Já me imagino chegando em casa e falando com meu filho, "Henry, tua velha aqui tava com uma saudade da porra, tipo, larga mão de ser vacilão e vem aqui me da um abraço, cara. — Ruby deu risada ouvindo a morena falar daquele jeito. Aquele linguajar de cadeia não combinava em nada com Regina.

– Aposto que quando você sair daqui não vai lembrar mais nem de nós, imagina do nosso dialeto. — Opinou.

– Não diga bobagens. — Pediu.

– Não é bobagem é só a verdade. — A morena negou.

– Eu tenho memória boa, Ruby. Posso lhe garantir que eu não vou esquecer. — Regina tinha memória tão boa que provavelmente lembraria de cada um dos dias que passou ali. — Não é tão simples assim, esquecer de uma matraca. Principalmente a noite, quando eu quero dormir e ela quer conversar. Vou com certeza estranhar o silêncio do meu quarto quando voltar para casa. — A ruiva sorriu ao ouvir aquilo. Talvez aquele fosse o jeito torto da morena dizer que sentiria saudades. — Por que você está aqui? — Emendou a pergunta, mudando completamente de assunto e fazendo a colega suspirar.

– Depois que Vanessa morreu, eu fiquei meio, sei lá. Perdida. Descontrolada. Sei lá! Eu só queira esquecer, por um minuto que fosse. Então eu comecei a roubar. Pequenas coisas, coisas sem muito valor. Fazer aquilo me dava adrenalina e naqueles minutos que eu estava furtando, eu conseguia esquecer. — Voltou a suspirar. — Um dia fui pega, e aqui estou. Dizem que sou cleptomaníaca, na minha opinião sou só alguém com muitas lembranças querendo desesperadamente esquece-las. — Sussurrou por fim.

– Você não tem boas lembranças? — Regina a indagou depois de um tempo.

– Muitas. — Soltou com o ar.

– Então por que quer esquece-las?

– Pelo mesmo motivo que você queria esquecer que a Swan um dia existiu. Porque dói, machuca. — Lamentou-se. — Eu não sei sobre a sua vida, Mills, muito menos sobre os seus amores. Mas se aquela loira sem sal ainda mexe com você, a ponto de fazer você esquecer qualquer coisa quando estão juntas, se aquelas piadas idiotas dela, arrancam sorrisos seus, então fique com ela. Que se foda a porra do seu marido! Jogue tudo para cima, e faça o que você tem vontade de fazer. Porque a gente só tem uma vida, e as vezes quando você se arrepende, já é um pouco tarde. Não deixe para se arrepender quando você estiver a quilômetros de distancia daqui. — Aconselhou, fazendo a morena balançar lentamente a cabeça concordando, enquanto aquelas palavras ecoavam em sua mente. — Agora eu acho que quero dormir, boa noite! — A ruiva deitou-se, virou-se de lado e encolheu as pernas. Fechou os olhos e viu a imagem de Vanessa, o que a fez sentir vontade de chorar.

– Guarde as suas lembranças boas, Ruby, e guarde as ruins também, elas fazem parte de quem você é, e podem ajudar você a não cometer os mesmos erros no futuro. — A morena suspirou. — Eu quis muito esquecer Emma durante esses anos, sabe? Mas nunca parei para pensar no imenso vazio que tomaria conta da minha mente, caso isso fosse possível. — Murmurou pensativa. — Você pode recomeçar, arrumar outra pessoa e pode até ama-la. Mesmo que não seja igual, que você ame só pela metade, você consegue amar o suficiente para conseguir viver. Não sei sobre o futuro, mas de uma coisa eu tenho certeza. — Voltou a suspirar. — As suas lembranças, são só suas, ninguém pode tira-las de você, e as vezes, quando você se sentir a pessoa mais triste do mundo, você pode se apegar a elas. E tem outra, dizem que quando você está a beira da morte, sua vida passa diante dos seus olhos em alguns segundos. — A morena sorriu. — Tenho certeza que aquela loira estúpida vai ocupar boa parte desses segundos. — Voltou a sorrir ao lembrar-se do dia em que conheceu Emma. — Boa noite! — Desejou por fim.

– Fique com ela, Mills. Construam novas lembranças. — Ruby murmurou ao limpar uma lágrima que deixou escapar. — Apenas fique com ela. — Regina não disse mais nada, apenas suspirou e fechou os olhos, tinha certeza que passaria a noite em claro relembrando o passado e permitindo-se imaginar um breve porém feliz futuro com Emma.

(...) O primeiro dia do ano começou agitado na prisão feminina de Litchfield. Primeiro, porque a pena de Lucas, companheira de cela de Regina, tinha chego ao fim. Segundo, porque Emma e sua boca grande espalharam pela prisão que a morena estava de aniversário. Ruby então organizou uma "festa" dois em um. Festa de despedidas e festa de aniversário. Elas tiveram até direito a bebidas "ilegais", a bebida clandestina era fabricada por uma detenta, que se recusava a passar a receita. Como elas não conseguiam decifrar o gosto daquela coisa forte e ardente, batizaram com nome de "indefinido". Indefinido era tão forte, que bastava três grandes goles para começar a surtir efeito.

Regina assistia do segundo andar junto com Emma, Ruby e French, a quase ex-detenta idosa, parada em frente ao portão de saída daquele lugar. A mulher voltou-se para trás e levantou o braço para elas, que sorriram e acenaram. Então o portão foi aberto, Lucas deu as costas para aquele lugar, e se foi, virando oficialmente uma ex-detenta.

– Quando chegar o meu dia, eu quero que vocês gritem, mesmo que eu não possa ouvir nada lá de fora. — Ruby pediu com lágrima nos olhos.

– Falta quanto tempo? — Regina questionou.

– Só mais dois anos e três meses. — A morena arqueou as sobrancelhas, como se quisesse perguntar "só???"

– Bom, eu já vou estar lá fora, então não vou poder participar da gritaria. — Desculpou-se.

– Então nós vamos gritar para você. Vou gritar algo como, "tchau Mills, sua delicia gostosa!" o que acha? — A morena riu.

– Não espero nada menos de você, matraca. — Tirou a garrafa de bebida da mão da ruiva, e entornou. Fez cara feia ao engolir aquilo e devolveu a garrafa a sua dona.

– Antes de você ir eu posso pedir silêncio lá no refeitório e puxar um coro de gostosa, para a mulher que sem dúvida nenhuma, foi mais comível que um dia passou por aqui. Gosta da ideia? — Ao ouvir tal coisa a morena ficou completamente sem graça.

– Achei um pouco exagerado. — Emma que até então ainda tinha os olhos fixos da janela imaginando o dia que seria ela a sair dali, opinou ao se aproximar de Regina.

– Exagerado nada. Acho que seria bem justo. Mills deveria ganhar o troféu de gostosura do ano. — A intenção de Ruby era provocar e causar ciúmes. Teve vontade de rir ao ver que estava conseguindo.

– Cala a boca! — Ordenou ao fechar a cara e lançar um olhar nada amigável para a ruiva. — Qual é a sua, hein? Fura olho! Fica esperta porque eu estou de olho em você. — Avisou.

– Isso é mesmo uma cena de ciúmes? — French que estava quieta, um pouco distante das três, por ainda estar magoada com Regina e Emma, acabou indagando, ao ver que aquela loira mulherenga aparentemente gostava pra valer da morena.

– Voltou a falar comigo, agora? — Emma latiu as palavras para cima da detenta descabelada.

– É interessante ver você com ciúmes. Parece que você realmente enxerga um pouquinho além do seu umbigo. — Provocou.

– Você não sabe absolutamente nada sobre a minha vida. — Quase berrou. Fazia tanto tempo que Regina não via a amiga irritada daquele jeito, que acabou ficando sem reação. — Eu beijei a sua irmã? Beije. Eu comi a sua irmã? Comi. Mas não fiz absolutamente nada, sem a permissão dela. Na verdade ela praticamente implorou para ser comida. Parecia uma cachorra no cio. — Emma não sabia exatamente porque estava brava, mas estava, estava tão irritada que acabou descontando tudo em French, que ao ouvir aquelas coisas, fechou a cara e partiu para cima da loira. Provavelmente elas estariam brigando, se Ruby e Regina não tivessem interferido se metendo entre as duas.

– Hey, menos, muito menos, Emma. — A morena pediu ao pegar a amiga pelo braço e afasta-la de French.

– Vai defender ela agora? — Indagou ainda irritada.

– Na verdade estou tentando defender você. Lembra das ameaças dela? — Os olhos das duas se mediram por algum tempo, até Emma suspirar e desviar o olhar.

– Eu não tenho medo. — Sua voz já não estava mais tão irritada assim.

– Mas eu tenho e você deveria ter também. A não ser que queira morrer. — Emma voltou a encara-la.

– E se eu quiser? Ela pode dar jeito nisso. — Se arrependeu do que disse antes mesmo do final da frase. Regina lhe lançou um olhar frio, de desprezo. De todas as coisas idiotas que já tinha ouvido sair da boca daquela loira, aquela com certeza foi uma das piores. Se existia alguma coisa que Regina repugnava, não aceitava de jeito nenhum, eram pessoas que atentavam contra a própria vida. Ao dizer tal coisa, Emma praticamente fez aquilo. Decepcionada, a morena largou o braço da loira idiota e virou-se para sair dali, mas Emma a impediu, segurando seu braço. — Desculpa! Desculpa! Eu não quis dizer isso. — Regina continuava de costas para ela. — Você sabe que eu não quis dizer isso. Me desculpa, vai. — Puxou a morena pela cintura e fez com que ela virasse para si. — Por favor, me desculpa? — Pediu ao tocar o queixo da amiga, a fazendo a encarar. — Você sabe que eu não quis dizer isso. — Regina mantinha seu olhar duro. — Ela estava certa, eu só estava com ciúmes, okay? Odeio isso. Odeio sentir ciúmes, principalmente de algo ou alguém que não me pertence, mas eu estava. — Admitiu. Os olhos irritados da morena continuaram lhe fitando por alguns segundos, até por fim ela suspirar e balançar a cabeça em sinal de negativo. Seu olhar ainda irritado deu uma suavizada.

– Ciúmes de Ruby, sério? Você é louca! — Emma balançou a cabeça concordando.

– Completamente louca. Por você. — Regina tirou a mão da loira do seu queixo. — Eu só não entendo essa sua amizade com Ruby. — Tentou se explicar. — Você foi sempre tão fechada com quem não conhece, e com Ruby você é diferente. — A loira suspirou. — Meus olhos não são tão verdes quanto os dela, mas eles também não são de jogar fora. E eu sou mais alta, e mais linda. — Regina não conseguiu ficar séria ao ouvir aquilo. Emma tinha o dom de fazer piada no final das conversas sérias para tentar amenizar as coisas, e quase sempre acabava conseguindo o que queria.

– Hey, eu ouvi isso! — Ruby que estava a poucos metros dali, se pronunciou.

– Estou presenciando o começo de um triângulo amoroso. — French que também ainda estava por ali, não conseguiu ficar quieta. Estava se divertindo com o ciúme da loira. — Você vai provar do seu veneno, Swan. — Provocou, fazendo Regina voltar-se para ela.

– Não provoque. — Pediu, na verdade, ordenou. Suspirou e foi até a janela, olhou para fora e pensou no motivo por ter simpatizado com Ruby. — Catherine... — Murmurou ao voltar-se para Emma. — Ruby, me lembra Kate. — Explicou.

– Kate, sério? — Indagou surpresa. — Mas Kate era só uma criança. — Regina sorriu saudosa.

– Os olhos de Ruby, são tão verdes quanto. Eles tem exatamente a mesma tonalidade. E meu Deus! Ela fala pelos cotovelos, isso me lembra muito de Kate. — Depois de ouvir aquilo, Emma se sentiu uma completa idiota pela cena de ciúme que fez. Se sentiu culpada por questionar Regina. Sabia o quanto a morena provavelmente ainda sofria com toda aquela história. Assim como sabia o quão difícil era para a morena, tocar naquele assunto. Já French e Ruby trocaram um olhar de quem não estava entendendo nada.

– Não querendo me meter, mas já me metendo, quem é essa tal Kate com a qual eu me pareço? — A ruiva indagou curiosa.

Notas finais
Então gente, o que acharam? Quem é Kate e por que a Regina não gosta de falar sobre o assunto? Deixem aqui suas opiniões. Conto muito com isso, muito mesmo. Prometo que volto logo. Beijos