Erotic Fairy Tales

1 Rapunzel - Rachel & Paul (PARTE I)


Notas iniciais
Então, aqui esta o primeiro conto. Os contos não serão postados em ordem que nem no mural, conforme formos escrevendo, irei postando OK? Como ja falei, são apenas 2 caps por conto, e acreditem, estão surgindo idéias mirabolantes! IUAHSUIHAUISHUAIH UMA DICA: Se vcs acharam o primeiro cap (de qualquer conto) água com açucar, NÃO SE ENGANE! AHSUAHUSA MUAHSUAH (risada maléfica)

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Era uma vez...



Em um belo reino, uma família feliz. O rei e a rainha estavam nos seus dias mais radiantes, pois sua bela princesinha havia nascido para dar continuidade ao legado da família. Reinos e mais reinos distantes, mandaram seus cumprimentos, juntamente a quantias gigantescas de ouro e pedras preciosas. E claro, não podia faltar o “presente” que todo rei e rainha mais esperavam receber. Um pedido de casamento.



Vários reis tentaram fazer seus acordos, oferecendo novamente muito ouro, e o mais importante, aliança entre os reinos. Mas nenhum parecia ser bom o suficiente. O rei prezava as possíveis guerras que viriam acontecer, caso algum acordo fosse feito com o reino errado, e a rainha tinha medo de que o príncipe não fizesse sua filha realmente feliz. Um era novo demais, outro velho demais. Um não transmitia respeito, e outro parecia não ligar para o casamento. Por fim, o rei e a rainha foram aos poucos desistindo de achar um futuro marido para sua filha. A conselheira do reino disse que era melhor eles esperarem a criança crescer, e mostrar sua exuberante beleza, e assim vários e vários pretendentes apareceriam.



Porém num dia cinzento, enquanto o reino todo adormecia após uma terrível tempestade, uma sombra negra infiltrou-se por debaixo da janela do quarto real, onde o rei e a rainha velavam o sono da pequena princesa. A rainha logo pôs os braços ao redor da pequena dama, e se escondeu atrás do corpo grande do rei. Temeroso, o rei impôs sua espada em frente a seu corpo, e esperou a névoa cinza se materializar. Da pequena névoa que pairava o chão, um corpo escultural, porém não tão bonito como o da rainha, surgiu. A mulher usava um vestido de veludo roxo escuro, bem marcado na cintura por fios claros entrelaçados um ao outro, e as mangas largas escondendo as mãos. Os cabelos loiros eram curtos até a altura dos ombros, e os olhos negros explodiam em rancor e ódio.



— Então é por essa mulher que me trocaste? – sua voz aguda atravessou o quarto e fez os pêlos escuros da rainha arrepiar. Afinal, do que ela estava falando?



— Quem é você? E o que queres com minha família? – o rei falou alto,impondo sua presença ali.



— Não me faça rir Billy. Como ousa esquecer a mulher que mais te deu prazer em toda sua vida? – a mulher ria debochada.



— Eu não conheço você! – o nervosismo do rei era enorme – Por favor, vás embora e deixe-nos em paz, bruxa.



— Billy, Billy Billy, você não devia ter me chamado disso.



A mulher estendeu o braço, deixando a manga longa escorregar mostrando sua mão fina, e flácida, praticamente com os ossos em evidencia. Uma visão completamente diferente do seu rosto jovem e bonito. E como num piscar de olhos, o rei e a rainha aos poucos foram ao chão. Eles estavam vivos, escutavam, enxergavam, sentiam tudo, porém não podiam se mexer. Com uma risada maléfica, a bruxa se aproximou e tirou a pequena princesa dos braços da rainha, que agora deixava escorrer lágrimas pelos olhos petrificados. Beijou os lábios do rei, e dizendo que eles nunca mais veriam a princesinha, e assim0 a névoa surgiu novamente, desaparecendo por debaixo da janela, levando o maior tesouro do reino.



Alguns belos anos depois...



Levantei rápido da cama, passando a mão pelo meu vestido rosa claro, tentando tirar os desamassados. Agachei-me, e peguei pela milésima vez naquela semana o emaranhado de cabelo em forma de trança, que teimava ficar enrolado como um ninho de cobra. Corri até a janela e olhei para baixo. E lá estava ela, outra vez, minha seqüestradora.



— Rapunzel, Rapunzel... Jogue suas tranças Rapunzel! — a “pelancuda” gritou lá de baixo.



— Eu já falei que meu nome é Rachel! – gritei de volta, ainda segurando minha trança.



— Meu Deus, que garota insuportável. Joga logo essa trança vadia!



Meio a contragosto larguei meu longo cabelo torre abaixo. Apoiei minhas mãos na beirada da janela, e firmei o corpo, quando a senti puxar a trança, testando se ela estava firme. O que era uma idiotice, o cabelo estava todo preso na minha cabeça, impossível estar mais firme. Em poucos segundos a “pele frouxa” já estava dentro da torre. Olhando-me com raiva e ciúme por eu ser mais jovem e bonita que ela.



— ÓH filhinha, você é tão linda! – disse ela passando as mãos ásperas no meu rosto.



— Nem vem que não tem filhote de cruz credo. Se eu fosse tua filha, meu nome seria “Raio”, não Rachel.



— Garota ingrata! – começou a andar de um lado para o outro, balançando seu vestido roxo. Pelas minhas contas aquele vestido era mais velho que minha avó, pois ao movimentar-se disparava no ar um cheiro podre, de mofo. Bem, e se não fosse o vestido, o cheiro vinha dela. Por ai você consegue imaginar quantas vezes na vida ela tomou um banho. – Eu tirei você daquela vida ingrata, e sem graça. Você se casaria com um velho pançudo e sem dente. Teria muitos filhos e ficaria toda murcha.



— Assim como você?



— Não me provoque criança. Você não sabe nada da vida.



— Sei muita coisa da vida. Sei que você é uma mal comida, que me seqüestrou quando meu pai te trocou quando seu feitiço de beleza começou a falhar.



— O broxa do seu pai não me trocou. Eu que o troquei!



— Até parece! Você fala como se tivesse trocado ele pelo rei Arthur.



— Não. Mas eu tive um caso com ele. – tocou os lábios secos.



— Minha nossa senhora! Você bem que podia se comportar mais não acha? Eu passei minha vida inteira acreditando que você era minha mãe, e ai eu descubro que você costumava dar que nem chuchu na cerca, e que tem idade para ser minha bisavó.



— Pelo menos eu dava! – ela explodiu numa risada maléfica – Queridinha você acha que não conheço seus anseios pelo sexo oposto? Ou melhor, pelo sexo? Não se faça de santa! Pois nem a do pau oco você consegue se igualar. – ela foi até o enorme espelho e ficou a admirar sua beleza inexistente – Você era pra ser minha filha, meu tesouro. Seu pai era para me amar, e assim construirmos uma família no meio da floresta. Você seria bela como eu! E eu continuaria bela! – eu revirei os olhos, ô desgraça.



— É, mas eu não sou sua filha, nem seu tesouro. Meu pai não te ama, e nós não somos uma família vivendo no meio do capinzal. Eu SOU bela, e bem, nem assim você continuaria bela.



— Foi por isso que eu a roubei! – virou-se e caminhou até mim, me olhando coberta de raiva – Você apodrecerá nesta masmorra, nunca voltara para sua família. Que agora nem deve se lembrar da sua existência. Continuara sobre meus comandos, digamos que assim, pela eternidade! – esticou a mão e tocou uma mecha da minha franja que caia sobre meus olhos. Virei rispidamente meu rosto, impedindo-a de me tocar novamente. Juntou o vestido numa mão, mostrando seu par de pernas magras e peludas. Uma visão um tanto quanto nojenta – E o pior de todos querida, continuará virgem. Para sempre.



E então escorregou pela minha trança, enquanto ria alto. Sabendo que ela só voltaria no outro dia pela hora do almoço, arrastei os pés até a enorme cama que ficava no centro da torre. E atirei-me nela, sem me preocupar com o cabelo que havia ficado pendurado na janela, nem se ele iria molhar com a tempestade que estava a chegar.



Que vida cruel a que eu estava vivendo. Eu era seqüestrada, não conhecia meus pais, era maltratada por uma bruxa, vivia em uma torre sem interação com a sociedade. Vivia sobre uma maldição, e ainda era virgem.



Mas o meu desespero por perder a virgindade, não se devia ao fato dela ter me lançado um feitiço, que eu preferia igualar a uma maldição. Maldição, que me prendia á torre, e fazia minha aparência mudar. Quando fui posta aqui, minha pele era escura, meus cabelos eram lisos e do negro mais profundo que se podia existir. Conforme os anos iam passando, a bruxa impedia que eu cortasse o meu cabelo, fazendo com que eles clareassem. Minha pele foi perdendo a tão bonita cor morena, devido á falta de sol. Porém, o ódio que ela sentia por mim continuou, pois eu não fiquei menos bonita, e ainda assim conseguia atrair olhares desejosos para cima de mim. Olhares, que vinham dos príncipes, que se atreviam escalar meus longos cabelos, no intuito de desbravar o desconhecido, de salvar a princesa, de matar a bruxa, e só. Nenhum deles vinha para me “deslacrar”. Acabando assim com a maldita maldição. Maldição que eu descobri quando ela matou o primeiro príncipe que apareceu. Ele era alto, bonito, com penetrantes olhos azuis, e um sorriso arrebatador. Conquistou-me com o papinho de uma vida plena e feliz, e quando ele havia roubado o meu primeiro beijo, ela o apunhalou pelas costas. Enquanto eu me acabava chorando por ela ter destruído meu primeiro salvador, ela me explicava cruel e friamente, que até os meus 21 anos eu teria que continuar intacta, pura, lacrada. Pois assim ela passaria toda a minha jovialidade e beleza para ela. E eu ficaria recalcada, jogada as traças, feia e velha. Continuaria trancada na torre, para sempre, e continuaria virgem, para todo o sempre.



Ficar velha, feia, “pelancuda”? Não, definitivamente isso não definia o meu desespero.



Olhei para a janela e percebi que o céu já estava escuro demais, devido às gigantescas nuvens, que vinham carregadas de uma terrível tempestade. Levantei sem a mínima vontade, e tirei meu vestido, ficando apenas com um vestido branco para dormir, que era confortável e solto. Assoprei as velas, deixando a escuridão tomar conta do lugar, e logo já estava dentro do acolchoado. Entrando em um sono quente e profundo.



No sonho um homem forte e de aparência belíssima possuía-me sobre os lençóis encarecidos de um corpo másculo e quente. Meu corpo estremecia com o simples tocar de seus dedos, e meu colo já estava todo suado e molhado devido às várias lambidas e chupadas que aquela boca saudosa dava em mim. Num virar de posições, sentei-me possessivamente sobre seu membro rijo, que agora apertava a fundo meu sexo. Meu cabelo, desfeito das tranças, caia como uma cascata lisa e macia sobre minhas costas, enroscando-se em nossos corpos. Altos gemidos incontroláveis saiam da boca do homem, assim como da minha. O quarto escurecido, juntamente com as terríveis trovoadas da tempestade, conseguia deixar o ambiente muito mais excitante e exótico. Meus movimentos sob do seu quadril tornaram-se violentos, assim como os apertões em minha cintura e bunda. Num instante seu peito estava junto ao meu, exprimindo o espaço entre nossas bocas. Sua mão voou até meus cabelos, emaranhando-se nele, e num puxar selvagem de cabelos, senti seu liquido me banhar, e torrenciais sensações passarem pelo meu corpo.



Mais rápido do que eu queria, meus olhos se abriram para a realidade. Meu corpo arfava, fazendo com que o tecido leve e fino da camisola grudasse no meu corpo, devido ao suor. Minhas pernas estavam começando a ficar dormentes, e meu sexo se contraia de tanta dor e excitação que eu havia sentido com aquele sonho. Eu ainda conseguia sentir minha nuca ser puxada, e os arrepios no meu corpo aumentarem. Olhei para fora, e a chuva já havia dominado os céus, assim como o desejo dominado o meu corpo. Estranho, os puxões no meu cabelo continuavam, mas não havia ninguém ali, para o meu infortúnio, claro. Sai da cama, ainda meio molenga e andei até janela. Porém meus passos travaram quando um homem alto, moreno, bonito e sensual pulou a janela, caindo bem a minha frente.



Meu coração acelerou, e meu estômago deu mil e uma voltas. Meu peito subia e descia do susto, e da tamanha excitação que havia tomado o meu corpo naquele momento. Ele era lindo, muito mais bonito que meu príncipe de olhos azuis, e muito mais gostoso que o cavalheiro que me possuía no sonho. Seus olhos dum negro profundo, quase se misturavam com o céu enegrecido, e o cabelo ralo, ainda pingava. Não pude deixar de dar uma passada em seu corpo, musculoso, arfante. A camisa branca, abria-se em V, até metade do peito. As mangar arregaçadas até encima, moldavam seus músculos, e por estar completamente molhado, a camisa grudava em sua barriga, marcando seu abdômen definido. As calças pretas ajustavam-se as suas coxas, emoldurando mais ainda a protuberância na região do quadril. Traguei uma, duas vezes, até escutar o titilar que sua espada fez ao tocar o chão.



— Quem... Quem é você? – perguntei com o coração quase na boca.



— Eu sou o príncipe Paul. – ele pegou a barra da camisa e a tirou, jogando-a num canto. Traguei pela décima quinta vez naqueles poucos segundos que se seguiram.Ele era muito mais do que gostoso. – E achei que pudesse me esconder aqui por causa da chuva.



— Você... Você veio aqui apenas para isso? – que tipo de pergunta era aquela que eu estava fazendo? Que loucura, ele mal havia chegado e já estava mexendo comigo. Calma Rachel, isso é falta de civilização. Será que ele não gostaria de dar uma “Paulzada” em mim? Oh Céus, Rachel controle-se.



— Na verdade sim. Mas acho que posso mudar o meu motivo. – seu sorriso alargou-se, e seus olhos cravaram no meu corpo.



— É? – ele deu um passo para frente, quase grudando em mim – E o que faria você mudar?



— Qual é seu nome? – pegou uma mecha de meu cabelo e a levou até o nariz, aspirando fundo.



— Rachel. – fechei os olhos quando ele contornou meu corpo, ficando as minhas costas.



— Então você é a princesa raptada? – concordei com a cabeça – Quer ser salva?



— Não se você me prometer uma vida calma. – criei coragem e falei tudo o que eu não queria. Eu não queria ser salva depois levada para um belo castelo e viver como uma mulher reprimida, cuidando das crianças, até ser trocada por uma meretriz. Não mesmo, meu marido iria sempre me querer, e eu iria sempre satisfaze-lo.



Suas mãos que até então se mantiveram longe do meu corpo, escorregaram pelos meus ombros, passando sedutoramente por cima de meus seios já duros, e desfazendo o único nó da camisola, que me impedia de ficar nua e crua. Já com minha vestimenta no chão, o príncipe desceu com uma mão pelo vão entre meus seios, postando-se no meu ventre, e assim comprimindo meu corpo ao seu. Não pude reprimir o gemido que escapou de meus lábios entre abertos, quando senti sua excitação roçar no meu quadril levemente inclinado. Senti um vento quente e de aroma inebriante tocar meu ombro direito e subir até minha orelha, inclinei um pouco a cabeça para o lado e o vi assoprar minha pele. Sua boca juntinha, causando-me arrepios. E minha imaginação já a solta, viajando por aquele corpo todo colado ao meu. Com uma mão Paul pôs pro lado meu pesado cabelo, e depositou beijos quentes e molhados no meu pescoço. Escutei um barulho abafado e um pouco estridente e percebi que eram suas roupas caindo ao chão. Agora eu podia sentir claramente, e sem impedimento algum seu membro roçar em mim, fazendo-me inconscientemente inclinar meu quadril mais e mais para trás.



Igual ao sonho, sua mão emaranhou-se em meus cabelos, puxando violentamente minha cabeça para trás. O som da felicidade veio logo em seguida, quando ele lambeu o lóbulo da minha orelha e sussurrou.



— E se eu lhe prometer uma vida regada de sexo?



— Então eu aceito ser salva!



Sua boca tornou-se urgente em cima da minha, me tirando toda a sanidade que ainda restava em meu corpo, e deixando meu sexo arder de desejo.



Quem disse que sonhos não se tornam realidade?



CONTINUA NO PRÓXIMO CAP....



Notas finais
N/I: RÁAAAAAAAAAAAAA aposto que nesse exato momento vcs estão discutindo quem irá me matar primeiro não ée?
Beem, eu pesso com todo amor, carinho, e safadeza que temos, que não me matem!! Acreditem, as coisas tem que serem assim! UIHASUIHAIUSHUIAHSIAOHSASHAUI
E aii meus xuxu's e Jujubinha's, o que acharam do cap? Se ficou fraquinho, me perdoem! (é a pressão entende?) UAIHSUIHAUIHSUIAHUISHA!!
Enfim, no conto da Rapunzel nao mudamos muita coisa não! vcs irão notar a diferença

Aagradeço do fundo do coração, todos os comentários. E as sugestões. Como as da Ninah Alves, que foram colocadas na fic (para quem nao viu, os novos contos e personagens estão no mural) :P

Obrigada mesmo!!!
Esperando receber reviews!!!

Enormes Beijos, e até o próx cap

Isa Sartor