Erotic Fairy Tales

2 Rapunzel - Rachel & Paul (PARTE II)


Notas iniciais
Tchan tchan tchan! Espero que gostem do cap!

P.O.V PAUL

Eu já estava cansado de tanto ouvir meus pais, principalmente o rei me falar o que eu devia ou não fazer.

— Paul, você precisa começar a conhecer as alianças que o meu reino possui, para quando vier assumi-lo, não cometer nenhum erro.

— Mas pai... – recebi como resposta ao termo usado “pai”, uma carranca, e logo tratei de me redimir – Oh, desculpe-me vossa excelência, não irá se repetir!

— Espero que não. – ele veio ao meu lado, e colocou sua pesada mão em cima do meu ombro,certamente pensando que algo do que falaria, entraria na minha cabeça – Se meu próprio filho não me respeita quem dirá meus servidores.

Ignorei seu momento de alto egocentrismo e continuei com minha famosa fama de marrento.

— Meu senhor, ainda não consigo pensar nos afazeres do reino, e nem em seus problemas. Mal achei uma noiva para poder desposar!

— Isso é porque você vive correndo atrás de um rabo de saia.

A voz fina e macia de minha mãe nos brindou naquele final de tarde. Ela já estava pronta para recolher-se para os aposentos reais, onde ela e meu pai passariam a noite falando dos problemas rei. Bem, isso era o que eles acreditavam que eu pensava desde os meus 13 anos. Depois que minha “babá” me ensinou sobre as “coisas” da vida, minha vida não havia sido mais a mesma. Enquanto meus pais “discutiam as duras realidades do reino”, eu me esbaldava nos quartos, cozinhas, banheiros, enfim, em qualquer cômodo do castelo em que uma mulher me desse o mínimo de bola.

— Ah mãe, também não é assim, eu sou comportado! – tentei livrar um pouco meu lado.

— Não discordo disso meu querido, você é um menino comportado! – ela beijou minhas bochechas, e logo em seguida estapeou meu braço – Mas o garoto que você carrega dentro das calças adora aprontar, e fazer as mulheres gritarem.

— Fazer o que? Ele tem charme! – ri da minha própria piada, que não foi nenhum pouco aceita por meus pais – Esta bem, me perdoem pelo atrevimento, eu prometo que até o final do verão, vocês terão uma linda nora, quem lhes dará muitos netos e continuidade ao legado.

— Você promete Paul? Não se deve brincar com essas coisas, muito menos com o sentimento de uma jovem moça. Eu conheço você, sei que logo estará amarrado em outro rabo de saia, e deixará a moça aos prantos.

— Minha doce rainha, eu prometo não lhe desapontar, e tratar mina futura como minha única rainha.

Beijei-lhe a testa, despedi-me de meu pai e rumei para o estábulo, eu precisava cavalgar um pouco para colocar as ideias em ordem. Peguei o melhor cavalo, que óbvio era o meu, e corri o mais rápido possível para longe do castelo, chegando a um riacho que eu costumava ver as cortesãs do castelo se banhando. Infelizmente, estávamos no final do inverno, e o tempo era cortante e a água gelada demais, impedindo-me de ver aquelas maravilhas. Desacelerei o aperto do boçal de meu cavalo, tirei as celas e voltei a me deitar em suas costas, apoiando a cabeça nos braços e aproveitando aqueles últimos traços de sol que se infiltravam pelas arvores. E sem querer, acabei adormecendo.

ALGUM TEMPO DEPOIS...

Levantei no solavanco, quando vários pingos de chuva começaram a cair no meu rosto, ainda sonolento recompus-me no cavalo e olhei para frente. E então nada. Virei para a esquerda, mais nada, e para a direita e novamente nada. Nada de riacho, nada de trilha, nada de luz, nada versus nada. Certamente enquanto meu sono de beleza, meu cavalo resolveu dar uma passeada além os riachos e das redondezas do reino.

Para esclarecer melhor, eu não sabia onde eu estava, e nem para onde seguir. Pelo jeito eu teria que esperar até o amanhecer, para me situar e poder achar o calminho de volta. Enquanto isso não acontecia, procurei sofregamente um lugar mais acolhedor para passar a noite, ficar na chuva, ainda mais naquela tempestade que parecia armar-se não era nada bom. Corremos por vários e vários minutos até quase darmos de cara com um paredão. Estava escuro e difícil de enxergar e se não fosse pela visão aguçada de meu companheiro, minha cara estaria colada na parede de tijolos. Amarrei as suas cordas numa arvore que crescia junto a enorme torre. Pelo menos ele não ficaria tão desprotegido aquela noite, e tratei logo de procurar uma entrada. Rodeei a estrutura e dei de cara com meu cavalo outra vez.

— Que estranho, uma torre no meio do nada, sem entrada alguma.

E mexido pela curiosidade rodeei a torre novamente, só que olhando para cima dessa vez, avistando ao fim de sua extensão uma janela. Para minha sorte aberta. Agora o único problema seria escala — lá. Parado embaixo da janela, notei algo se mexendo de leve conforme o vento, eu não conseguia identificar o que era, mas quando um clarão iluminou os céus, eu consegui ver o que era. Era algum tipo de corda, desfiada no começo e que depois ia até a janela em forma de trança. Sem pensar muito nas conseqüências, subi na arvore mais rápido e consegui com um galho de arvore alcançar a tal corda. Certifiquei de que estava bem presa e suportaria meu peso, e me lancei até a torre, batendo de costas nos tijolos e espantando alguns passarinhos das arvores vizinhas.

Com os pois pés apoiados no paredão, comecei a escalar a comprida corda, que mais parecia-se com um cabelo. Estranhamente, ele era macio e de um loiro escuro, e possuía um cheiro maravilhoso, se não fosse pela chuva, eu cortaria um pedaço e levaria até o castelo, para todas as noites cheirar antes de adormecer. Quase chegando a janela, percebi que havia luminosidade ali dentro, pouco, mas havia. Certamente havia outra pessoa se escondendo da chuva.

Apoiei meus braços no parapeito, e logo estava caindo de pé dentro do ambiente. E então juntamente com um clarão e um trovejar assustador, eu a vi.

Linda, espetacular e assustada a minha frente. Olhos amendoados, marcados pelos enormes cílios pretos. Nariz perfeitamente angulado, e lábios vermelhos, da carne mais carnuda e convidativa. A franja escorria-lhe até quase esconder seu olhar, e então o cabelo descia por seus ombros quase desnudos, ia até o chão e ultrapassava a janela. Não era uma corda, mas sim um cabelo. Oh que visão mais maravilhosa, como eu tinha vontade de lhe ter em minhas mãos enquanto sentia o aroma exótico de suas longas madeixas. Não pude deixar de observar suas vestimentas, que até então eram mínimas. Apenas uma longa camisola branca, que ia até a altura da canela e prendia-se apenas por um leve laço abaixo do pescoço, deixando quase a mostra partes (nuas, eu esperava) de seu corpo. Eu não tinha previsto, mas aquela seria uma noite e tanto.

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Rachel, Rachel e Rachel, esse era o único nome que ecoava nos meus ouvidos enquanto eu me preparava para roubar aqueles lábios sedutores para mim. Rachel. Finalmente eu havia achado minha rainha, aquela que segundo minha mãe me governaria, que eu seria submisso e nada poderia fazer. Rachel, a morena de ancas largas e seios mais fartos, da cintura fina e pele morena. Rachel, a donzela indefesa, a famosa Rapunzel. Rachel, a dona da minha excitação, e governanta da frase que levou meu mundo abaixo. Sim, ela queria ser salva, mas para viver uma vida regada de sexo e luxuria.

Enfim, ela era Rachel, a quem a boca mais suculenta pertencia.

Grudei em seu corpo tremulo e nu, enquanto explorava a mais magnífica das línguas. Num movimento rápido, a girei, enroscando meus dedos em seus longos cabelos, e deixando com que ela se esfregasse sem pudor em mim. Minha cabeça delirava, e como mamãe havia dito, eu era um menino comportado, mas aquele que habitava o meio das minhas pernas parecia pensar mais rápido e espertamente que eu. E como eu não sou burro, segui seus mandatos e a empurrei de leve na cama, fazendo com que seu corpo febril ficasse a minha mercê.

— Diga-me princesa, esta mesmo disposta a passar o resto de sua vida trancado comigo em um quarto?

— Eu passaria até a eternidade, se fosse preciso.

Como se minha vida dependesse agora de seus lábios, não a deixei mais respirar e me apossei deles com ânsia e selvageria. Suas mãos macias, porém ágeis, tocavam todos os pontos do meu corpo, e para alegrar-me mais ainda a noite, meu membro foi envolvido por suas mãos, e logo ela batia freneticamente para mim. Eu queria possuí-la, ali naquele momento, da forma mais brutal, mas eu sabia que a magoaria, por isso esperei sofregamente por suas suplicas.

P.O.V RACHEL

Oh meu senhor, o quão delicioso poderia ser o beijo de um homem, o quão desejável poderia ser o corpo dele, e o quão quente e grande poderia ser o membro daquele que fazia meu sexo gritar por água.

Sim, eu finalmente teria minha tão esperada noite, e seria com aquele que me resgataria e me tornaria dele para sempre.

Os lábios finos, contudo graciosos de Paul, maltratavam meu pescoço com fortes chupões, que certamente deixariam marcas roxas no outro dia. Seus gemidos misturavam-se com os meus, conforme minhas mãos agraciavam seu membro ereto, e meus seios eram apertados de forma cruel, me fazendo arfar de dor e prazer.

— Me diga outra vez, deliciosa donzela, possui cabelos magníficos, dum cheiro inebriante, permita-me checar se no seu vale os mesmos fios existem?

— Desbravar o desconhecido é uma aventura e tanto, não acha?

Lancei-lhe um sorriso de deleite ao responder sua pergunta, e com um rápido e ardente beijo em meus lábios, sua boca tracejou do meu pescoço, passando de leve por meus seios rijos e indo de encontro ao meu ventre, beijou-me ali e olhou-me travesso para cima, encontrando meus olhos pidões. Suas enormes mãos grudaram em minhas cochas, elevando-as e assim grudou seus lábios em minha intimidade ardente, meus lábios eram chupados e mordiscados sem receio algum, enquanto uma de suas mãos massageava meu clitóris loucamente. Eu já estava entrando em combustão com sua boca em mim, precisava senti-lo dentro de mim o mais rápido possível.

— Paul, por favor, para! – tentei implorar, pois quase nem conseguia pronunciar as palavras.

— Você não esta gostando minha rainha? – ele levantou a cabeça e me olhou com as sobrancelhas juntas.

— Cla...Claro que estou, mas é que assim você vai me matar! – apoiei-me nos cotovelos e o fitei, e como resposta, apenas recebi uma risada cruel.

Paul deixou seus olhar quente e luxurioso fixo aos meus, e deixou aquela maravilhosa língua desenrolar para fora, e tocar com a ponta a fenda entre minhas pernas. Arfei da forma sedutora que ele me olhava e ainda mais quando ele penetrou um pouco no meu desconhecido. Mordi os lábios no intuito de reprimir um grito, e então seu olhar sumiu, meu quadril foi violentamente puxado mais para baixo e as torrenciais sensações no meu corpo começaram agora que meu grilo era chupado e um dedo seu invadia-me fazendo movimento circular. Agarrei com todas minhas forças que ainda restavam os lençóis já bagunçados, e logo após meu corpo ser possuído por sensações desconhecidas, desfaleci.

Eu mal havia me recuperado e ele já retornava para cima de mim, beijando-me a barriga e abocanhando em seguida meus seios. Um de cada vez, tratava-os da melhor maneira possível, e depois vinha a me torturar com chupadas bruscas e apertos, violentos enquanto roçava seu quadril no meu, que respondia elevando-se. Se eu estava pensando, eu não fazia ideia, eu só conseguia visualizar ele na minha frente, e sentir outra vez meu sexo arder de desejo. Paul largou meus seios, e veio sussurrar em meu ouvido, tirando-me todo o resto da sanidade.

— Rachel, minha cara Rachel, você tem um cheiro e um gosto delicioso! – afaguei suas costas e braços definidos – E a única forma que te matarei hoje, é de tanto gozar!

Aquilo foi o basta para mim. Agarrei seus ombros e o girei na cama, sentando em cima de seu quadril e rebolando. Definitivamente, eu não estava mais pensando.

P.O.V PAUL

O elixir dos deuses, aquele era o mais magnífico dos sabores que eu já havia provado. Notei que Rachel nunca viria a me desapontar, pois agora me torturava sentada em meu quadril. Alcançou fácil minha boca, mordiscando meu lábio inferior, e prendendo minhas mãos ao lado de minha cabeça. Meu membro roçava em sua entrada latejante e molhada, e aquilo estava me matando.

— Me diga príncipe, você ira me trocar por uma meretriz quando eu estiver prenha? – ela perguntou alternando beijos no meu pescoço.

— Não. – era a única coisa que eu conseguia responder, e Rachel deixou seu sexo escorrer um pouco sobre meu membro.

— Me diga outra vez meu rei, matará a bruxa que me amaldiçoou nesta torre?

— Sim. – e ela escorregou mais um pouco, eu já podia sentir a fina barreira que impedia meu completo acesso.

— Me diga novamente jovem cavalheiro...

Meu membro iria explodir se eu não fizesse nada, então girei meu corpo, de forma que o seu pendesse para o lado e agora minhas mãos prendia as suas do lado da cabeça. Suas pernas enlaçaram-se no meu quadril, e roubei-lhe um beijo.

— Te digo sim Rachel, que a farei gritar meu nome, todas as noites.

E me enterrei por completo em sua intimidade. Seu rosto, que antes era pura alegria, contorcia-se levemente de dor. Abaixei-me e beijei carinhosamente seus lábios, tracejando com as mãos um caminho pela lateral de seu corpo, até seu clitóris. Massageei-o até que seu quadril mexe-se sobre o meu, e ali estava minha deixa para iniciar.

P.O.V RACHEL

Paul fazia um vai e vem calmo, para que eu pudesse me acostumar com seu instrumento dentro de mim. A dor foi dando lugar ao prazer, e logo eu arranhava suas costas, e gemia alto. Paul entrava e saía rapidamente de mim, me fazendo reclamar da ausência do seu corpo no meu. Escondi meu rosto no seu pescoço quando ele apertou minha cintura bombeando forte, fazendo a cama ranger, e nem mesmo os fortes trovões conseguiam abafar nossos gemidos.

Em instantes eu sentia meu baixo ventre se contrair, meus músculos ficarem mais rijos, e Paul urrar em meu ouvido. Seu liquido quente misturou-se ao meu, e deixei meu corpo mole e suado “cair” na cama, junto com o de Paul que rolou ao meu lado.

— Se eu soubesse onde você estava escondida, eu teria escalado antes essa torre. – disse ele com um sorriso satisfeito nos lábios.

Quem diria que um dia eu iria conhecer os prazeres da vida daquela maneira. Lembro-me bem da época em que eu sonhava em me casar virgem e então a magia da coisa acontecer. Mas a vida na torre era tão tediosa e minha falsa mãe — que já podia ser considerada uma múmia – erão tão cruel, que me privava até mesmo de uma chupadinha. Mas Paul, com seu “Paulzão” havia me libertado, e me mostrado o deleite do sexo.

Paul podia não estar pronto, mas eu senti a incessante necessidade de sentir ele novamente dentro de mim. Pulei em seu colo, colocando uma perna de cada lado, enquanto beijava calarosamente sua boca.

— É, eu deveria ter escalado essa torres há séculos atrás. – ele sussurrou contra meus lábios e se levantou da cama, comigo agarrada nele. Paul caminhou até o parapeito da janela, e me colocou sentada lá. A tempestade batia em nossos corpos, e aquilo apenas me fez ficar mais excitada. Me enganei ao pensar que meu príncipe não estaria pronto, pois ele já estava com a espada em punho. E sentir aquela coisa roçar em mim me fez desejar que ele invadisse até encostar em meu útero.

Olhei para Paul, másculo demais para qualquer outra, mas para mim ele estava perfeito. Enrosquei minhas pernas ao redor de sua cintura, e deixei que ele brincasse com sua linguá pelo meu corpo. Seus lábios tracejavam o mesmo caminho que os pingos da chuva fazia, e aquele contato de quente – de sua boca – e gelado – da chuva – me impulsionou a pressionar ainda mais nossos corpos. O senti afundar lentamente dentro de mim, me proporcionando aquele prazer misturada com a dor da primeira vez. Eu faria sexo para o resto de minha vida, já estava decidido.

Antes que eu pudesse reclamar, Paul estocava fundo, até parecia que tinha escutado meus pensamentos de furar o útero. Meus cabelos molhados começaram a pesar, me obrigando a deitar no parapeito da janela, sendo sustentada apenas pelos grossos braços de Paul que apertavam minha cintura.

— Isso Paul! Não para, continua! – gemi alto.

— Só irei parar princesa, quando derrubarmos essa torre. – ele falou com a voz rouca.

Senti um leve puxão nos cabelos, e gemi mais alto ainda, fazendo Paul não parar nem para respirar. Logo eu já sentia meus músculos se contraírem e meu sexo apertar o membro de Paul. Se ele continuasse assim, eu teria múltiplos orgasmos em questão se segundos.

— Puxa mais Paul. Isso, puxa mais forte! – gritei para que ele puxasse mais meus cabelos.

— Mas eu não estou puxando nada Rachel! – ele me olhou confuso.

Virei rapidamente a cabeça, e vi minha sequestradora subindo apressadamente pelos meus cabelos. Seu rosto estava coberto de raiva, e na boca trazia um punhal. Soltei-me de Paul que ficou sem entender porque eu havia feito aquilo. A bruxa estava chegando perto e eu nada podia fazer para impedi-la.

— Paul, ela está vindo! O que faremos? – gritei.

— NÃO ADIANTE SE ESCONDER DE MIM RAPUNZEL, SUA BELEZA SERÁ MINHA! – gritava ela já com o punhal em mãos. Minha sequestradora iria matar meu Paulzão e depois me mataria, roubando toda minha beleza e juventude. Paul pôs a cabeça para fora da janela, e vi os olhos da bruxa ficarem da mesma cor da tempestade. Negros. – O QUE VOCÊ FEZ RAPUNZEL? VOCÊ NÃO FEZ O QUE EU ESTOU PENSANDO, NÃO É? – ela gritava descontroladamente, e agora puxava com mais força meus cabelos.

— EU JÁ TE FALEI QUE MEU NOME É RACHEL! – gritei de volta, e sorri arteiramente para ela – SIM SUA PELANCUDA, EU DEI! EU DEI! EU DEI! E VOU CONTINUAR DANDO PARA O RESTO DA MINHA VIDA.

Eu estava debruçada no parapeito da janela, senti as mãos de Paul segurarem minha cintura, e num momento rápido Paul enterrou-se e mim novamente. Senti-lo me pegando por trás fez minhas entranhas pegarem fogo, e eu já nem me importava mais se iria morrer depois, pois naquele momento eu só conseguia sentir seu grosso membro me preenchendo.

— Ouvir você gritar dessa maneira, me excitou demais. – ele lambeu minha orelha, enquanto fazia um vai e vem incessante.

— SUA VADIAZINHA, EU IREI LHE MATAR MESMO ASSIM! – ela gritou quando já estava apenas alguns metros de distância de nós.

— Não se eu não permitir! – vociferou Paul.

Em suas mãos, a espada brilhou à luz dos relâmpagos e num lampejo rápido Paul cortou meu cabelo. Todo aquele peso que eu sentia antes, agora escorregava torre abaixo, levando junto o meu tormento de anos. A bruxa que eu nunca vim a descobrir o nome, gritou em protesto e sumiu quando entrou na escuridão da floresta abaixo de nós. Apenas quando o céu clareou, anunciando o final da tempestade foi que pude ver seu corpo retorcido no chão.

Paul tirou minha atenção do corpo morto no chão, quando puxou meus cabelos pra trás me obrigando a segurar firme no batente da janela. Agora sim, eu podia dizer para ele puxar mais forte.

— E então princesa, está feliz? – perguntou Paul enquanto me enlouquecia com seus ataques em meu interior.

— Só estarei completamente feliz quando você...

Não tive tempo de terminar, pois Paul afundava-se bruscamente dentro de mim. Em questão de segundos meu corpo tremia devido aos espasmos e cheguei ao ápice quando senti Paul me preencher com seu elixir. Meu príncipe me pegou nos braços beijou-me amorosamente.

— Está pronta para sair dessa torre? – Paul perguntou, beijando meu pescoço.

— Sabe, fiquei longe por 18 anos. Acho que não vão se importar se eu ficar longe por mais algumas horas.

Com um sorriso malicioso, peguei a mão de Paul e o guiei até o chuveiro. Eu recém tinha descoberto os prazeres da vida a dois, e não estaria disposta a abrir mão dela tão cedo. Até porque nem todos os finais dos contos de fada, eram feitos apenas de magia.

Notas finais
MUAHAH MUAHAH MUAHAH, Depois de séculos eu postei. Mas então, só quero agradecer aos comentários, pois todos foram bem receptivos com a fic :D

Agora estou conseguindo escrever, e postar em todas as minhs fics, ou seja, logo logo tem mais capítulos saindo por aqui *O*

Me desculpem a demora, mas espero que todas entendam :/

O PRÓXIMO CONTO SERÁ Bella e Edward A bela e a Fera :D

Tomara que gostem do capítulo, e PLEASE COMENTEM *o*
Beeijos e até o próximo cap!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.