Eros
Ó Eros, Cupido. Estúpido cupido.
Atinja-me com tua flecha, fira-me com ela, sugue todo meu sangue, arranque minha vida até a última gota, pois estais me flechando com o amor, sim, o amor...
Amor, a praga que nos quebra, nos magoa. A praga que nos faz perder a vontade de viver, de simplesmente não querer olhar o mundo.
Amor, a dádiva que nos abastece, nos envolve, e depois de o ter como aliado, se enrola como um parasita, não deixamos que o largue.
Pois, Eros, majestoso filho de Afrodite, faça-me ferido por tua flecha, faça-me doente, doente de febre de amor.
Atinja-me com tua flecha, fira-me com ela, sugue todo meu sangue, arranque minha vida até a última gota, pois estais me flechando com o amor, sim, o amor...
Amor, a praga que nos quebra, nos magoa. A praga que nos faz perder a vontade de viver, de simplesmente não querer olhar o mundo.
Amor, a dádiva que nos abastece, nos envolve, e depois de o ter como aliado, se enrola como um parasita, não deixamos que o largue.
Pois, Eros, majestoso filho de Afrodite, faça-me ferido por tua flecha, faça-me doente, doente de febre de amor.
G B Roque
Sinopse
Ó Eros, Cupido. Estúpido cupido.
Atinja-me com tua flecha, fira-me com ela, sugue todo meu sangue, arranque minha vida até a última gota, pois estais me flechando com o amor, sim, o amor...
Amor, a praga que nos quebra, nos magoa. A praga que nos faz perder a vontade de viver, de simplesmente não querer olhar o mundo.
Amor, a dádiva que nos abastece, nos envolve, e depois de o ter como aliado, se enrola como um parasita, não deixamos que o largue.
Pois, Eros, majestoso filho de Afrodite, faça-me ferido por tua flecha, faça-me doente, doente de febre de amor.
Atinja-me com tua flecha, fira-me com ela, sugue todo meu sangue, arranque minha vida até a última gota, pois estais me flechando com o amor, sim, o amor...
Amor, a praga que nos quebra, nos magoa. A praga que nos faz perder a vontade de viver, de simplesmente não querer olhar o mundo.
Amor, a dádiva que nos abastece, nos envolve, e depois de o ter como aliado, se enrola como um parasita, não deixamos que o largue.
Pois, Eros, majestoso filho de Afrodite, faça-me ferido por tua flecha, faça-me doente, doente de febre de amor.
Notas adicionais
Aviso: Esta fanfic contém linguagem imprópria, tortura, sub-nudez e mutilação.
Escrito por
G B Roque
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 24 de nov. de 2013, 23:21
Atualizado em 17 de jan. de 2014, 13:20
1411 palavras
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Notas adicionais
Aviso: Esta fanfic contém linguagem imprópria, tortura, sub-nudez e mutilação.
Autor
G B Roque
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 24 de nov. de 2013, 23:21
Atualizado em 17 de jan. de 2014, 13:20
1411 palavras