Era uma vez Habsburgo
3 Ninguém precisa de Gênio da Lâmpada se tem um melhor amigo
Notas iniciais

Stiles conseguiu permissão para dormir nas Montanhas Proibidas, a residência oficial dos McCall, já que a Rainha Melissa McCall estaria viajando para Maldonia para negociar suprimentos médicos para o seu departamento de saúde. Sim, Melissa podia ser muitas coisas, dentre elas cruel e disciplinada, mas ela ainda era a responsável pela saúde das pessoas daquele pequeno reino e não permitia que nada faltasse, principalmente a nobreza e aos escravos que ela tanto prezava e dispunha.
Scott e Stiles seguiam na mesma carruagem e o príncipe Stilinski ainda não entendia por que Isaac, o escravo que Scott alisava mais cedo no baile, os acompanhava do lado de dentro vestindo um manto real com o brasão dos McCall. Na verdade, Stiles não entendia por quê seu melhor amigo estava dando tanta atenção ao escravo e mais ainda, em que momento Scott passou a seguir as regras daquela orgia sexual instalada em Habsburgo.
– Sua mãe permitiu que você o vestisse? — Stiles encarou o melhor amigo.
– As coisas sempre mudam de figura quando minha mãe não está. — Stiles arqueou as sobrancelhas e viu Isaac se encolher dentro do manto macio.
– Por que você me chamou para dormir na sua casa? — Scott puxou Isaac para se aninhar em seus braços e Stiles estranhou a troca de carinho deliberada.
– Achei que assim você poderia me explicar por que deixou Derek quase tratá-lo como um escravo da Vila. — Stiles bufou, aquela cena ridícula lhe rendeu muitos problemas.
– Depois de um longo banho, quem sabe eu te respondo? — Scott gostava do tom zombeteiro do amigo.
– Posso te acompanhar? — o tom não era deslavado como em uma brincadeira, Scott falava sério e Stiles internamente cogitou aquela ideia.
– Não seria de todo ruim que o príncipe almofadinha chupasse o meu pau. — Scott gargalhou.
– Você nunca perde esse seu humor sutil. — eles trocaram um olhar que só melhores amigos entendiam e voltaram a gargalhar.
Já no castelo, Stiles e Scott foram para a sala de jogos, estavam cansados da viagem e não pretendiam jogar nada, mas lá era o único lugar do castelo sem um guarda na porta, ainda mais na ausência da rainha.
– Por que você está cedendo ao submundo dos Hale? — Stiles perguntou enquanto se esticava num dos sofás de veludo preto.
– Eu não o castigo. Estou gostando dele, eu sei que é estranho e que eu não deveria, mas aconteceu e eu não consigo parar. Isaac gosta de ser punido, mas eu não consigo castigá-lo. — Scott tinha um olhar perdido.
– Eu não te julgo, mas é um pouco assustador vê-lo agir como aqueles asnos da realeza. — Stiles estremeceu com a lembrança dos primeiros castigos que sua mãe sofreu quando foi capturada na guerra. — Peter me exigiu como companheiro. — ele começou quando Scott deitou ao seu lado no tapete.
– Isso é proibido até para ele. — o príncipe McCall comentou.
– Eu aceitei. — Scott sentou no mesmo instante.
– O que você tem nessa sua cabeça? Feno? Esterco de cavalo? — McCall estava furioso.
– Eu não tive escolha. Ele ameaçou contar sobre Malia, seria difícil provar que ele me assediou, mas ele pode conseguir uma prova da falta de honra da filha com a sua própria mãe. — Scott bufou.
– Aquela desfrutável fica abrindo as pernas para você e depois conta para o pai. Quantas vezes eu te falei para ficar longe dela? — Stiles sentou e encarou o amigo alterado.
– Você fala como se eu pudesse fugir do rei de qualquer forma, Malia pode nem ter falado nada. — Scott ficou de pé.
– Se mantivesse o pau dentro das calças não precisaria dar a bunda para o rei. — Stiles levantou irritado e deu um soco no melhor amigo.
Scott ficou primeiramente surpreso com o golpe, Stiles tinha a mão pesada ele tinha que admitir, mas não ia ficar por isso mesmo. Stilinski sentiu o amigo tentando socá-lo e desviou, para então ser jogado no chão, o moreno logo acima de si o encarando com a pior carranca do mundo e os lábios inchado pelo golpe. Scott prendeu as mãos de Stiles no alto da cabeça e o encarou com um sorriso sacana.
– Está nervosinho Stiles? — o garoto se debatia.
– Pare de ser idiota Scott! — o moreno riu e soltou o amigo, deitando ao seu lado no chão.
– Vai ter a mão pesada assim lá em Maldonia Stiles, podia ter batido mais devagar. — o garoto riu.
– Quer um beijinho para a princesinha ficar melhor? — o garoto se colocou por cima de Scott e fez biquinho.
– Provoca mesmo, quando você voltar da tempestade será minha vingança. — Scott riu e Stiles não achou a menor graça.
– Por que aquele maluco me escolheu? Eu não posso ser tão atraente assim, tão irresistível para os Hale. — Scott riu e se levantou.
– Sua bundinha é perfeita como a de uma garota. — o tapa estalou na nuca de Scott. — Ai, filho... — ele não teve como completar.
– Não sou filho da sua mãe Scott, não xingue a minha do que ela não é. — Scott retribuiu o tapa.
– E se ele tentar me forçar? — Stiles começou a entrar em pânico com essa coisa de companheiro.
– Stiles, você aceitou. Ele parte do princípio de que pode te comer. — Scott tinha parado de brincar. — Não que você não goste. — ele soltou uma piada no final fazendo Stiles bufar.
– Grande amigo você é. — o garoto saiu andando pelos corredores do castelo e Scott o seguiu.
– Escute, — Scott puxou o amigo pelo braço. — por que diabos você não conta para o seu pai? Ele poderia dar um jeito, te prender, te mandar para Maldonia, te esconder debaixo da cama. Eu tenho certeza que o John odiaria ver o filho dele de quatro para o rei. — Stiles bufou, por que Scott tinha que ser tão idiota?
– E você acha que eu vou fazer o quê? Chegar para o meu pai e falar “Pai sabe o rei? Ele quer comer minha bunda e eu meio que disse sim, dá para dar um jeito nisso?” você acha que é assim? Não sei nem por que contei isso para você. — o garoto se desvencilhou e continuou a andar, quando entraram no quarto Scott trancou a porta.
– Então me deixa te ajudar. — Stiles arqueou as sobrancelhas e cruzou os braços no peito.
– Como você pretende me ajudar? — Scott deu um sorriso que deixava sua mandíbula mais torta ainda.
– Não faço a menor ideia, mas temos uma semana para pensar. — Stiles revirou os olhos. — Saia daqui, vou tomar banho, amigo inútil. — ele deu um empurrão de leve no ombro de Scott e começou a desamarrar o próprio manto.
– É agora eu sei porque todos ficaram falando da sua bunda. — Scott estava de braços cruzados olhando o corpo de Stiles que estava um pouco inclinado, jogando algum óleo na água morna.
– Vai se foder. — Stiles chutou o manto para longe e sentiu Scott grudado as suas costas de pau duro. — Que porra... — ele não teve tempo de falar nada, um gemido escapou quando o melhor amigo lambeu e mordeu sua nuca. — Pare Scott, isso não... Oh! — o garoto sentiu o corpo ser inclinado para frente, ficou na ponta dos pés para conseguir alcançar o outro lado da banheira e não cair de cara dentro dela e o membro do melhor amigo tocar suas nádegas. — Scott! — ele repreendeu o amigo que o tocou.
– Pare de resistir, você está gostando. — Stiles sentiu a mão de Scott fechar em volta do seu pau e gemeu.
– Scott isso é tão errado. — Stiles sentiu o amigo o puxar, estava de pé e grudado ao corpo do menor atrás de si, o membro de Scott o cutucando, enquanto o seu latejava.
– Eu não vou te forçar Stiles, mas eu quero e se você quiser, eu não vou deixar ninguém entrar nesse quarto até você não conseguir pensar em mais nada que não seja eu te fodendo. — o garoto estremeceu, nunca tinha olhado para Scott com malícia, até agora. — O que você quer Stiles? — Scott o virou, ambos se encararam por alguns segundos, Stiles pensou que sentiria pelo menos um pouco de vergonha pela situação, mas a única coisa que corria pelo seu corpo era tesão. — Quer que eu saia ou fique? — Stiles engoliu em seco e suspirou.
Scott não precisou de uma resposta, os lábios do mais alto atacaram os seus em um beijo furioso que os levou até a porta, esbarrando no aparador, até chegar a cama, onde Stiles não se importou em ter cuidado ao jogar o príncipe no colchão e deitar sobre ele, esfregando seu corpo e atacando seu pescoço com chupões fortes que deixariam marcas.
– Eu pensei que você fosse me socar de novo. — Scott comentou trocando de posição, ficou por cima e agarrou os dois membros os masturbando com agilidade.
– Acredite, eu não teria nenhum problema em te socar se meu pau não estivesse implorando por atenção. Por que você não me chupa, príncipe almofadinha? — Stiles sentou na cama e com um Scott sentado sobre os próprios calcanhares o puxou pelos cabelos até que seu pau estivesse enterrado na garganta do moreno.
Quando Stiles estava prestes a gozar, Scott levou as mãos até as bolas do amigo e começou a massagear, sentindo o membro contrair em seus lábios e então explodir em jatos grossos que atingiam sua garganta, Stiles gemia alto e apertava os cabelos escuros do moreno com força suficiente para machucar, o ritmo dos dois era extremamente descuidado e agressivo.
– Vira. — Scott mandou depois de limpar a boca no lençol da cama, Stiles hesitou. — Vira logo, está com medinho? — ele zombou, pegando um vidro de óleo e vendo o amigo ainda retomando a respiração pelo último orgasmo.
– Você é tão ridículo Mascott. — Stiles zombou e sentiu o corpo ser virado com brutalidade, o quadril envolvido por um dos braços do amigo e o ânus tocado pelos dedos cheios de óleo, lhe causando uma sensação estranha.
– Vê se não grita que nem uma princesinha Genin. — Scott o provocou com seu segundo nome e ele grunhiu de raiva, sentiu o amigo o penetrar e mordeu o lábio inferior, não importava que fosse um pouco doloroso, ele não iria reclamar.
– Seu imbecil, espera só, ainda vou contar para a Melissa que você adora que Isaac te coma. — Stiles rebateu sentindo mais dois dedos o invadir e ele não foi capaz de reprimir o gemido de reprovação. — Bastardo! — ele xingou sentindo o vai e vem dos dedos rápidos, o alargando e provocando dor.
– Espera eu enfiar meu pau em você princesinha, vai ser tão bom que você vai pedir por mais. — Stiles enfiou a cara no colchão.
– Vai se foder Scott, mete logo. — ele falou ríspido e se arrependeu em seguida.
Scott não foi bruto com Stiles, eles trocavam insinuações e farpas todo o tempo, como eram naturalmente em seus dias juntos, como sempre foram como irmãos e melhores amigos, o que não mudava o fato de que Stiles nunca estaria preparado para aquele tipo de dor. Dor que ele não queria sentir e não conseguir sentir sem ao menos morder o travesseiro ou tentar se desvencilhar das mãos firmes em seus quadris. Foi assim nas primeiras estocadas e em todas que se seguiram até ele ser acertado repentinamente em um ponto cego que o fez sentir uma corrente elétrica correr por todo o seu sistema nervoso e como resposta seu membro ficou semi ereto de novo. McCall percebeu que tinha acertado quando sentiu o amigo impulsionar o corpo contra ele, era fácil perceber que aquele eterno desconforto tinha se desfeito e virado um prazer que o fazia ser esmagado pelas paredes rugosas enquanto acertava o ponto macio da próstata do garoto. Não demorou muito para Stiles estar se masturbando, a cara enfiada no travesseiro, o rosto vermelho, os gemidos altos, as respirações pesadas e o orgasmo de Scott se derramando dentro dele enquanto ele apressava os próprios movimentos em busca de alívio e quando o melhor amigo, se enterrou uma última vez dentro dele, ele sentiu o jato atingindo sua mão e peito, algumas vezes até em seu queixo pela posição.
Derek estava sozinho com Erica, a menina deitada na cama e ele acariciando as costas nuas da menina enquanto ela ressonava. Ele não tinha a mínima intenção de mandá-la embora, como todas as noites, ele gostava da companhia, da cama cheia e da sensação de poder abraçar alguém caso quisesse, mas ele nunca queria, mesmo que Erica fosse linda e tivesse uma alma corajosa, um espírito adorável e uma postura obediente e altiva, ele não a desejava dessa forma, nunca desejou e ela de certo modo agradecia, pois sua humilhação era bem menor, já que Derek era conhecido como um dos mais duros dos senhores.
– Oi. — ele sorriu ao ver a menina se espreguiçar e logo depois ficar tensa. — Tudo bem, você tem permissão para falar e se mexer. — ela sorriu e se virou de frente para o seu senhor, no fundo Erica tinha uma queda especial por Derek.
– Desculpe senhor se eu adormeci. — ela corou, lembrava dele ter dito que a queria pronta.
– Sente aqui. — ele pediu, sentando na cama e a deixando se acomodar em seu colo. — Vamos desfazer essa tranças, seus cabelos são muito bonitos para andarem amarrados. — Derek tocou a ponta da trança e desfez o amarrado, começou a destrançar o cabelo com delicadeza até ter os cachos loiros ondulando a pele alva da menina. — Assim fica muito melhor. — ele acariciou os cabelos e a menina se deleitou com o carinho.
– Estou pronta para o senhor, se me desejar. — ela manteve o olhar baixo e sentiu ele a empurrando para o lado, alisando seu rosto com carinho, mesmo que isso não combinasse muito com o mais velho.
– Você é uma boa menina Erica, merecia estar em um lugar melhor. — ele deitou a trazendo para seu peito. — Você gostaria de pertencer a Boyd? — ele perguntou, estava pensando em um jeito de tirar a menina das mãos de Jennifer há algum tempo.
– Se esse fosse o seu desejo senhor. — não era como se a voz dela não tivesse esboçado nenhuma emoção, mas Derek queria sinceridade.
– Não estou perguntando o que eu quero querida e sim o que você deseja. — ele levou uma mecha de cabelo para atrás da orelha.
– Seria bom ficar com Boyd senhor, ele é muito gentil. — ela se permitiu sorrir ao lembrar do homem negro, alto e forte que esteve com ela essa noite, a melhor noite que ela poderia ter desde que a jogaram naqueles salões de escravos.
– Então creio que eu deva lhe avisar, amanhã de manhã vou mandar lavá-la e prepará-la, depois você irá se alimentar e Boyd virá buscá-la, você é como um cavalo selvagem querida, merece ficar livre e Boyd saberá cuidar de você. — ela sorriu, mas ainda tinha uma ponta de tristeza ali. — Você não parece animada. — Derek comentou.
– O senhor nunca me quis e agora está me dando de presente, eu sei que me aprecia, mas por quê? — ela mordeu o canto da boca, estava nervosa, tinha medo de irritá-lo.
– Eu não consigo usá-la, não uso nenhum escravo. Todos os que entram aqui, são tratados como você, com respeito. Você gostaria que eu a usasse como Peter faz? — ela fez que não.
– Eu gostaria de agradecer, pelo que o senhor fez durante esses anos. — ela corou. — Gostaria de agradá-lo senhor. — ela aguardou expectativa.
– Está me pedindo permissão? — ela assentiu. — Você tem meu bem, você tem. — ela se desvencilhou e ficou um tempo sem saber o que fazer.
Derek manteve os olhos fechados, nunca tinha se deitado com uma escrava antes, sempre mantinha as promiscuidades do reino longe de seus sentidos, precisava ser forte para ganhar batalhas, mas Erica o desejava e há muito tempo ele não via um desejo puro como dela, desde de Paige... pensar em Paige era doloroso para Derek, o melhor era focar no que ele sentia agora. Os lábios grossos da menina depositando beijos por toda a parte, os dedos explorando a pele, tocando os pelos, o cheirando, ela parecia aproveitar todos os sentidos, as vezes lambia o pescoço, os mamilos, beijava os dedos, era uma miríade de sensações que levavam o príncipe a outra dimensão.
Erica gostava de ter o corpo do homem só para ela, gostava de sentir a textura da pele, os pelos roçando em seu corpo, o gosto salgado e límpido do membro de Derek em seus lábios, tudo era novo. Pela primeira vez ela estava livre para explorar um homem, não precisava se submeter, só sentir e provocar e ela sabia que não decepcionaria Derek, sabia que o príncipe guerreiro era carente e dócil, mesmo que tentasse mostrar sua rígida carapaça de crueldade que na maioria das vezes, não existia.
– Oh querida, isso é tão bom. — ele murmurou acariciando as madeixas loiras enquanto sentia seu pau ser acolhido pela boca macia da menina.
Não demorou muito para Derek interromper a carícia e ver a menina montar em seu membro, o deixando afundar entre as carnes sensíveis e úmidas entre suas coxas, era gostosa a sensação de estar com alguém depois de tantos meses, Derek suspirava, as vezes a respiração ficava forte demais, quase gemidos escapavam de seus lábios e suas mãos percorriam as coxas e os joelhos de Erica que gemia e monitorava os movimentos, os seios pulavam e as vezes Derek só queria que aquela sensação durasse para sempre. Agarrou os seios da garota, a puxou para tão perto de si que as estocadas ficaram bem profundas, a menina soltava gritinhos exasperados que foram contidos com beijos, beijos que ela desejava mas não tinha coragem de pedir e agora eram reivindicados com desejo enquanto ele estimulava seu clitóris e a ajudava com as estocadas. Chegaram ao orgasmo juntos, ela quase sufocou Derek com o tamanho aperto que seu corpo deu no dele e então estavam deitados, grudados, suados e satisfeitos. Aquela fora a despedida, a melhor despedida dos dois.
Stiles acordou no dia seguinte todo dolorido e ouvindo gemidos, abriu os olhos e deu de cara com Scott fodendo Isaac no divã e mordeu os lábios vendo que a cena era excitante e só aumentava a pressão da sua ereção matinal. Tocou seu membro com delicadeza ouvindo os gemidos dos dois e se sentiu tentado a interrompê-los e então participar. Lembrou das zombarias de Scott na noite anterior e pensou se não seria uma boa hora de retribuir a gentileza.
– Bom dia princesinha. — Stiles desejou esfregando seu membro na bunda de Scott que metia ritmadamente em um Isaac ofegante.
– Vai dar susto na tua avó! — Scott encarou Stiles com um sorrisinho sacana e estapeou a bunda de Isaac.
– Eu prefiro foder você assim, está tão perfeito. — ele mordeu as costas de Scott e se encaixou no meio das nádegas firmes do menor.
– Hey! Vai me machucar assim... — Stiles apenas o empurrou em cima de Isaac e meteu de uma só vez. — Seu bastardo, filho da puta! — Scott reclamou sentindo todo o corpo doer como se estivesse sendo partido ao meio, Isaac o sufocou dentro do próprio orifício o que o impediu de brochar e com as estocadas violentas de Stiles eles acabaram continuando em um ritmo muito mais forte que antes.
– Você também é uma delícia princesa Mascott. — Stiles deu um tapinha na bunda do amigo que resmungou.
– Juro que eu.... puta que pariu! — ele sentiu as pernas fraquejarem ao sentir Stiles o acertar em cheio na próstata.
Uma, duas, três, quatro, cinco... não importava quantas estocadas seguissem, Stiles estava se deleitando com a sensação de ser apertado e acolhido dentro do canal de Scott e também comendar os movimentos de duas penetrações ao mesmo tempo. Isaac era estimulado por Scott e estava bem dizer gozando, Scott não estava muito diferente e Stiles se segurava, queria aproveitar ao máximo aquilo. Quando os três em fim gozaram, caíram de cansaço espalhados pelo quarto e sem a menor perspectiva de comentarem sobre o assunto.
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