Notas iniciais
Olá pessoal. Eu sei que vocês devem tá querendo me matar, mas desculpa pela demora. Eu estava sem inspiração e acabei demorando pra postar. Mas, está ai um capítulo novinho em folha, aproveitem

– Boa noite Fábio! Olá Karoline, como vai? — Disse a empregada sendo simpática. Fábio então, se afastou de mim e nós dois cumprimentamos ela.

– Eu vou bem e a senhora? — Sorri pra ela. — Vai me contar mais segredos do Fábio hoje? — Ri ao lembrar do momento em que ela disse que Fábio vivia dançando na escola.

– Se você quiser, é claro que conto! — A mesma retribuiu o sorriso.

– Karoline, não começa! — Fábio riu e deu um tapinha do meu braço de levinho.

– Isabela, que modos são esses? Não vai cumprimentar eles não? — A mãe dela a olhou.

– Desculpe pelos meus modos. Boa noite pra vocês. — Isabela disse sendo calma e gentil. Fingindo tudo, é claro! A mãe dela não sabia a filha que tinha.

– Você está ensinando a Karoline a dançar Fábio? — A emprega perguntou curiosa. É, mais ou menos. Estou tentando pelo menos. A — Karoline é péssima em dança, então já viu. — Ele riu.

– Péssima é a senhora sua vovózinha Fábio! — Fiquei emburrada

– Que menina mais irritadinha essa, ein?! — Ele riu mais.

– Vocês, são uma comédia! Agora eu vou ter que ir fazer algumas coisas pela casa, dancem bastante. — A empegada riu e já ia se retirando.

– Cadê a Clara? — Perguntou Fábio, antes dela sair.

– Já está vindo Fábio! Vem Isabella. — Disse a mãe e puxou a filha.

– Quem é Clara? — Perguntei confusa.

– Minha namorada HAHAHAHA. — Fábio caiu na gargalhada de novo. Revirei os olhos e ele complementou. — É a outra empregada daqui.

– Você também deve ter ficado com a filha dela, imagino.

– Já. Espero que ela não esteja grávida de mim também. — Fábio disse brincando e riu muito.

– Aff, Fábio! — Dei as costas pra ele e sai andando. Fábio agarrou minha cintura por trás e me colou nele de novo. — Sai, não quero papo também. — Disse eu tentando e soltar dele.

– Ô bravinha! Para de tentar fugir de mim. — Disse ele me pegando o colo e passando minhas pernas por volta da cintura dele.

– Vai lá com as filhinhas das suas empegadas, me solta. — Disse eu com a cara fechada.

– Você está com ciumes Karol? — Ele riu.

– Eu vou te bater! Sai Fábio. — Já estava irritada.

– Ei, baixinha. Eu gosto de você e isso é uma coisa que elas não podem mudar. — Ele sussurrou e logo depois me beijou calmamente. Continuei o beijando por alguns segundos e depois parei. — O que foi? — Não gostou? — Ele perguntou confuso.

– Não é isso. É que a gente tá na sala e alguém pode ver. — Respondi o olhando.

– É nisso você tem razão. — Ele me pôs no chão e sorriu. — Karol, arruma lá suas roupas porque a gente não vai dormir em casa hoje.

– Como assim? — Perguntei confusa.

– A gente vai passear um pouco, ué. Não pode? — Ele perguntou sorrindo.

– Pode. — Sorri de volta e fui pro quarto. Aproveitei pra tomar um banho e me arrumar. Depois de mim, foi a vez do Fábio e ele desceu pra avisar que só íamos voltar no outro dia. Ele realmente estava muito gato, sinceramente minha vontade era de agarrar ele ali na frente delas. Mas, não seria uma boa ideia, então me despedi e fui indo pro carro na frente. Quando estava chegando lá, senti Fábio agarrar minha cintura e me virar pra ele.

– Você não vai escapar de mim hoje não mocinha. — Ele sussurrou no meu ouvido, mordeu a pontinha da minha orelha e me beijou com vontade. A gente parou o beijou logo, pois tinhamos que ir. Após dez minuto chegamos em um mansão, ampla e bonita. Quando chegamos eu ouvi barulho de pessoa e de musica alta, imagini uma festa. O tal amigo do Fábio que atendeu a porta dizendo:

– Eae Fábio! Firmeza? — Deu um toque na mão dele. — Quem é essa princesa? — Perguntou me cumprimentando.

– A minha meia irmã. — Ele disse e nós entramos.

– Aquela do casamento? Você não mudou nada gatinha!

– Maldita hora em que eu resolvi ir no casamento do meu pai. — Revirei os olhos

– Liga não, ela é irritada assim mesmo. — Disse o Fábio e os dois riram. Nós entramos na casa e deixamos nossas coisas lá. Ele se juntou com os amigos dele e eu fiquei aproveitando um pouco a festa, até uma menina vir falar comigo:

– Oi, Karoline! — Ela sorriu. — Seu irmão é muito gato! E legal também! Olha só a foto que nós tiramos agora pouco:

Ele costumar ser educado mesmo. — Sorri.

– Você sabe se ele tem namorada? — Ela perguntou e eu gelei.

– Não, não sei não. — Disse na maior tranquilidade do mundo.

– Eu já disse que você não vai fugir de mim hoje. — Fábio disse vindo na minha direção e me puxando.

– Que lindo! Irmão ciumento é tudo nessa vida, né!? — A garota disse e Fábio não se segurou. Começou a rir.

– Eu disse alguma coisa de errado? — Ela perguntou e eu segurei o riso.

– Não, é que ele é retardado mesmo. — Belisquei o Fábio e ele se aquietou. Continuei falando: — Mas, então. O que você acha de curtir a festa com a gente?

– O quê? — Fábio peguntou com uma cara de ‘’ tá doida? ‘’.

– O Fábio também ia gostar muito, aposto.

– Com certeza, vou adorar. — Ele fez aquela cara de tédio, como sempre.

– Ah, eu quero! — Ela ficou toda animada e continuou. — Obrigada Karol!

– É, OBRIGADA KAROL. — Fábio disse em um tom irônico. Ela ficou a festa toda com a gente e admito que foi engraçado ver Fábio ter que aturar a garota ali. Quando todos estavam indo embora, ela foi junto e se despediu da gente.

– HAHAHAHA! Muito engraçada essa sua tentativa de fugir de mim hoje Karol! — Ele disse sério.

– Que tentativa? — Me fiz de inocente. — Ela era uma menina tão legal. — Continuei.

– Você acha que eu não te conheço Karol? — Fábio riu alto. — Chega de brincadeirinhas por hoje, vem. — Ele me puxou pro seu colo.

– Mas, já está na hora de dormir. — Brinquei.

– Não mandei ninguém fugir de mim na festa. — Ele disse mordendo meu lábio inferior e puxando com os dentes. Logo, me beijou e eu correspondi. Me ajeitei no colo dele e fiquei de frente pro mesmo. Fábio, apertou minha cintura e me puxou mais pra si. Eu ficava impressionada com o auto — controle dele. Fábio, nunca passava do limites, pelo menos não comigo. Ele tinha as medidas certas e ideais e eu nunca, realmente nunca sabia quando o mesmo tentava se controlar pro dentro. Afinal, não esboçava reação alguma.

– Longe de mim, querer atrapalhar o momento do casal. Mas, eu cheguei e Karol seu pai está no telefone. — Disse Matheus rindo e me dando o celular.

– Como assim casal Karoline? — Meu pai disse ao telefone.

– Ah pai, é que tem um casal ficando aqui. E quando o Matheus chegou atrapalhou eles, porque todos estavam quietos e cansados.

– Karoline, se você estiver ficando com o Fábio, eu levo ele pra Nárnia e você pra Madagascar! — Meu pai disse em um tom alto.

– Eu não estou ficando com ele, pai. Que saco! Você insiste, insiste tanto nessa história e eu nem sei porque. Uma história que nem existe e que está longe de acontecer. — Disse eu fingindo estar decepcionada.

– Melhor assim e o Fábio onde está? — Ele voltou a ficar sério.

– Eu tenho cara de que nasci grudada com ele agora? — Me irritei

– Eu já mandei você medir suas palavras Karoline e não vou repetir de novo! Eu sou seu pai e não seu meio irmão. Dá próxima vez que você falar assim comigo vai levar um castigo e dos bons! Agora, me diz logo onde o Fábio está. — Meu pai disse bravo.

– Desculpa pai, ele está aqui do lado. — Abaixei a voz.

– E o que você está esperando pra passar o telefone pro Fábio? — Meu pai disse normalmente e eu dei o telefone pro mesmo.

Fala, Roberto! — Fábio disse como se estivesse falando com um de seus colegas. Admito que foi engraçado, mas mesmo assim belisquei ele. — O que foi? Você tá sentada no meu colo e sou eu que levou o belisco? — Ele sussurrou.

– Isso são modos de falar comigo rapaz?

– Pra mim, são. — Fábio riu.

– Você é um ridículo e irresponsável moleque! — Ouvi meu pai falar e já ia pegar o telefone do Fábio, mas ele não deixou.

– Eu realmente não ligo pro que você apenas a respeito de mim. Mas, me fale o motivo da sua ligação.

– Liguei pra saber como vão as coisas ai e se as empregadas estão fazendo todo o trabalho direito. E Fábio, eu deixei o dinheiro no banco na sua conta pra pagar as empregadas. Também tem uma quantia boa, pra você ficarem esse mês vivendo bem, como sempre.

– Vai tudo bem, por aqui. Pode deixar, depois de amanhã mesmo eu já passo por lá e pago elas. — Fábio disse sério.

– Ah e manda a Karoline se cuidar.

– Pode deixar, tchau. — Ele disse e desligou. Deu o telefone pro Matheus e ligou o som na musica Beauty and a Beat

– Vai começar a dançar Fábio? — Perguntei rindo.

– Eu não, você vai. — Ele sorriu.

– Pode sonhar, querido. — Sorri irônicamente. Fábio riu e foi pegar uma bebida pra ele. Quando ele terminou de beber, a musica estava na parte da Nicky e então, ele me puxou pra dançar.

– Vai Karol, já pode começar. — Ele disse ficando atrás de mim.

– Eu não, comece você. — Disse eu e então, ele começou e nós dançamos colados um no outro. Não demorou muito pra gente para de dançar e ele me jogar na piscina, mas ele veio junto.