Notas iniciais
Sei que vocês querem me matar, mas desculpem. Eu havia perdido a senha de meu emial e a fanfic toda estava ali. Mas, por sorte lembrei dela e aqui estou. Irei postar alguns capítulos hoje para atualizar a fanfic. Aproveitem e me digam o que achatam, beijinhos!

Voltamos pro carro e finalmente fomos de volta pra casa do Matheus. Eu estava literalmente morta te cansaço. Passei pela sala correndo e fui pro banheiro tomar um banho daqueles bem quentinhos. Coloquei uma roupa qualquer e fui pro quarto onde eu estava com o Fábio. Ao chegar lá vi uma das caixas de presente em cima da cama.


Fábio!? — Me aproximei da caixa o chamando. Olhei a etiqueta e nela esta escrita ‘’ De: Fábio. Para: Karoline ‘’. Fiquei boba quando vi.

Desatei o lacinho sendo breve e abri a caixinha. Dentro tinha uma bolsinha roxa e um perfume de marca. Tirei os dois dali. Quando abri a bolsinha, vi que dentro estava cheinho de maquiagens de várias marcas famosas do exterior. Retiro o que eu havia dito, o Fábio realmente sabe comprar presentes pra garotas.

– Surpresa, pequeninha. — Fábio disse da porta sorrindo.
– Como você… — Ele me interrompeu.
– É, eu fui breve no banho do banheiro daqui, cheguei primeiro que você e arrumei a caixa ai. — Fábio se sentou do meu lado.
– Mas, você disse que era pra irmã do Matheus.
– E é, mas o outro, não esse. Este ai é seu. — O mesmo beijou minha testa.
– Agora eu posso saber qual é o dela? — Sorri.
– Pode sim. — Ele riu. — É uma bolsa que ela estava querendo muito, que só vende fora do país e é mais encontrada nos Estados Unidos. Como eu tenho contato muito próximo com o dono da loja, pedi pra ele encomendar pra mim. Como o mesmo já me conhece, foi fácil. Mas, não conta nada pra ela. Se não, vai surtar antes da hora.
– Claro, eu não vou estragar a surpresa e muito obrigada mesmo. Eu amei, Fábio. — Dei um selinho nele.
– Imagina Karol. — Ele correspondeu e eu guardei tudo na caixa, pra depois colocar na minha mochila. Já eram sete horas da noite. Deitei na cama e Fábio foi pegar algumas das besteiras dele. Vimos televisão e nos entupimos de besteiras até ás oito. Depois disso eu apaguei e só fui acordar 00:30, coberta, com as luzes apagadas e sem ninguém do meu lado. Acendi elas e fui até a sala. Chegando lá, vi só a irmã de Matheus, que havia apagado no sofá também, esquecendo a TV ligada.
– Bianca. — Sacudi ela.
– Oi.. — A mesma acordou sonolenta.
– Cadê os meninos? — Perguntei.
– Vixi Karol, ele saíram agora pouco. — A mesma se sentou no sofá e coçou os olhos.
– Pra onde? — Perguntei confusa me sentando ao lado dela.
– Balada, como sempre. — Bianca fez cara de tédio e nós rimos. — — ---Fiquei sabendo de você e do Fábio.. — Interrompi ela.
– Eu já sei que você vai dizer que isso é errado.
– Calma. — Ela sorriu e prosseguiu. — Eu só queria dizer, que acho legal.
– Ficar com seu meio irmão? — Abri um meio sorriso.
– Não, boba. Acho legal o jeito que ele te trata.
– O Fábio me trata como todas as outras, Bianca. Acorda.
– Quem tem que acordar aqui é você. Como não enxerga? — Ela se levantou do sofá. — O Fábio nunca tratou nenhuma menina assim.
– Já sim.
– Ah, é? Quem? — Bianca perguntou.
– Você.
– É diferente, Karol.
– Diferente por quê? Porque vocês não ficam mais!? — Encarei ela.
– Diferente porque na época que eu fiquei com ele, o Fábio não me tratava assim. Eu sempre fui mais uma pra ele e ele mais um pra mim. Mas, ai a gente parou de ficar e hoje somos amigos, não muito próximos, mas nos consideramos por causa do meu irmão.
– Entendi. — Forcei um sorriso.
– Ah, desculpa. Que cabeça a minha, ficar falando isso pra você.
– Tudo bem. — Respondi.
– Eu achei super bonitinho hoje ele ter se preocupado em levar você pra sair, pra só depois pensar em ir pra balada, sabe? — Ela sorriu.
– Ah, obrigada. — Disse eu e logo depois desviei do assunto. Sinceramente eu não gostava de falar o que eu passava com o Fábio pras pessoas e principalmente pra uma desconhecida como ela. — Falando nisso, quem limpou o café do chão?
– Eu. — Bianca riu.
– Tô te devendo uma. — Sorri pra ela.
– Eu vou cobrar. — Nós duas rimos. — Então, ele te ensinou a dançar? — Ela perguntou e eu senti minhas bochechas queimarem.
– Não. Acho que ele herdou o dom sozinho.
– Mas no festival vocês… — Interrompi ela.
– Muito ensaio e determinação, foi apenas isso. — Respondi no automático.
– Ok, já vi que você não gosta de falar sobre isso. — Bianca mudou de canal rapidamente. Ficamos lá, assistindo até eu pegar no sono. Até que eu meio que acordou ao sentir alguém me carregar no colo.
– Quem é!? Eu quero esperar o Fábio. — Disse sonolenta.
– Shhhh… Volta a dormir Karol, eu já estou aqui. — Senti ele me colocar na cama e se deitar do meu lado. Ao ver que o mesmo estava fazendo carinho em meus cabelos, adormeci. Não aguentei, por mais que quisesse muito falar com o Fábio, estava cansada demais.