Era Uma Outra Vez...

25 Você está comigo?


Notas iniciais
*-* Oieee...! Mais um cap, mais emoções! Então, o que será que espera por Sofia nessa noite, hein? Algo me diz que ela vai ter uma surpresa agradável! Bom, valeu por tudo, afagos, elogios, criticas, tijoladas e vamos ao capítulo!

– Você não exagerou quando disse que ela era linda, Flaviana.

– Háháhá... muito engraçado! Como se você já não tivesse visto ela antes.

– Será que vocês podem parar de falar como se eu não estivesse presente? – Pediu Sofia contrariada com o fato de ser ignorada.

Fitando Otávio, ela admitiu mentalmente que ele era tudo o que Flaviana havia dito. Apesar de já tê-lo conhecido antes, as vezes que se encontraram foram em festas repletas de gente e mal chegaram a trocar duas palavras. Se ela não soubesse que ele era gay, poderia repensar sua decisão em não se apaixonar novamente. Dono de um belo par de olhos azuis, cabelos cor de mel e de um porte físico invejável, ficava até difícil imaginar que ele não fosse perseguido por uma legião de garotas, mas como ela já sabia, elas nunca conseguiriam nada, pois não faziam seu ‘tipo’.

– Oh, ela fala! – Debochou com um sorrisinho analisando-a de cima a baixo.

– Tavinho, essa é Sofia, minha melhor amiga! – Flaviana fez as apresentações. Sofia sorriu entediada para o rapaz que a fitou com um brilho no olhar.

– Então, Sofia... – Ele pronunciou o nome dela num tom baixo e provocante – O que uma linda garota como você espera dessa noite?

– Tavinho, ela já sabe. – Falou Flaviana desconcertada.

– Sabe? – Perguntou com um tom agudo na voz fuzilando a prima com o olhar.

– Sei! – Se pronunciou Sofia com um sorrisinho cínico – Mas fique tranquilo, não sou do tipo que revela segredos. A não ser é claro, que eu queira atingir alguém com isso, mas esse não é o seu caso. A Flaviana me contou que você quer manter esse ‘aspecto’ da sua vida em sigilo, e no que depender de mim, ninguém saberá.

Otávio voltou-se para Sofia atento a tudo o que ela dizia, uma expressão estranha em seu rosto. Ele viu sinceridade nela e, apesar de irritado, pôde respirar aliviado e deixar a máscara cair.

– Então, por que aceitou sair comigo se sabe que não haverá nada? Não será pelo azul dos meus olhos, né? – Brincou mais solto.

– Não. Eu nem sabia que ia sair com você até duas horas atrás, mas assim como a sua prima colocou, isso é uma espécie de negócio. Você é visto comigo, eu sou vista com você: Todos ganham!

– Eu gostei dela, Flaviana! – Falou animado dirigindo-se a prima – Simples e direta, o tipo de pessoa que eu aprecio.

– Fico feliz. Espero que você cuide bem da minha amiga, hein?

Após despedirem-se, Sofia e Otávio deixaram a cobertura onde Flaviana morava e seguiram para o elevador, permanecendo calados até chegarem à garagem. Eles seguiram até onde ele tinha estacionado o Porsche preto e assim que se acomodaram, deixaram o prédio em direção ao restaurante.

– Qual é a sua história, querida? – Indagou olhando-a de relance quando pararam num sinal vermelho. Apesar do carro potente, Otávio dirigia com consciência, tranquilizando Sofia internamente.

– Quer saber a história da minha vida?

– Eu sou prático, não quero saber como foi sua infância ou coisa do gênero. Não sou dessas pessoas que adoram saber tudo sobre as outras, para mim o que conta é a primeira impressão... Quero saber por que aceitou sair comigo.

– Eu já disse, é um acordo. – Falou com frieza olhando pela janela.

O sinal abriu e Otávio voltou sua atenção ao trânsito, sem fazer mais perguntas. Em meia hora, chegaram ao destino final: Um badalado restaurante frequentado pelas pessoas mais importantes de todos os ramos. Ele desceu primeiro e deu a volta para abrir a porta para ela estendendo-lhe a mão como um perfeito cavalheiro. Assim que ficaram lado a lado, Sofia foi atingida por alguns flashes de câmeras fotográficas de paparazzis que ficavam a espera de algum flagra. Surpresa, ela quase perdeu o equilíbrio, mas foi amparada pelo braço forte de Otávio em volta da sua cintura.

– Sorria, docinho, é o que esperam que você faça. – Cochichou ele em seu ouvido.

– Eu sorriria se tivesse algum motivo para isso! – Murmurou seca. Ele riu da resposta mal criada dela.

– Estar comigo não é motivo suficiente?

– Vai ter que fazer melhor do que isso! Esse seu sorriso e esses olhos podem encantar outras pessoas, mas não a mim. – Alfinetou desafiadora.

Otávio balançou a cabeça admirado com a garota de 15 anos que se portava como uma mulher. Depois de o manobrista levar o carro, ele e Sofia entraram no restaurante, sua mão ainda na cintura dela. O metrê que já o conhecia veio ao seu encontro e os levou para a mesa intima reservada para dois. O garçom anotou os pedidos, e assim que eles ficaram sozinhos, ele resolveu saber mais sobre ela, ainda que tivesse a ligeira impressão de que ela nada diria.

– Está gostando?

– Sim, o lugar é lindo. – Falou tomando um gole do seu martini e olhando em volta.

Lugares como aqueles eram muito exclusivos e em nada lembravam o Grajaú. Sofia não poderia estar mais feliz por estar naquele ambiente que sempre considerou perfeito para si.

– Eu estava me referindo a minha companhia... – Disse com pretensão. Sofia o fitou, sem nada transparecer. Otávio bufou, meio irritado. – Vamos começar de novo... Por que aceitou sair comigo?

– De novo isso?

– Bom, eu vou continuar perguntando até você falar a verdade. Se ponha no meu lugar, você sabe por que eu te trouxe, mas eu não sei por que você veio. A balança está desigual, não acha?

– Quer ter alguma coisa para usar contra mim no caso de eu falar mais do que deveria? – Indagou risonha enquanto ele cravava os olhos azuis em cima dela.

– Eu preciso?

– Não. Eu nunca faria algo com alguém que a Flaviana ama, e você não me fez nada também. Mas já que você insiste, vir aqui foi uma ideia dela. Por alguma razão louca, ela acha que eu preciso ser vista com você para apagar o meu passado terrível.

– Hum... Fico mais aliviado! – Ironizou – Passado terrível? O que você fez? Matou alguém?

– Não ainda... Mas destruí o sonho de amor perfeito da minha irmã.

– E como foi que conseguiu essa proeza? – Perguntou Otávio debruçando-se displicentemente sobre a mesa, bastante interessado. Sofia deu de ombros revirando os olhos.

– Seduzi o namorado dela!

– Uau, então você é uma menina má?

– Segundo a maior parte das pessoas que me conhecem, eu sou uma bruxa! – Disse com um semblante pesaroso – Em contrapartida, a Anita é uma princesa. E é assim como ela e o namorado se tratam: Príncipe sapo e Princesa plebeia... É o auge da tosquidão, eu sei.

– E você gosta dele... – Afirmou pegando-a de surpresa. Sofia engoliu em seco.

– Não é bem assim... – Negou se mexendo desconfortavelmente na cadeira.

– Não negue docinho, está escrito na sua cara. Você e sua irmã apaixonadas pelo mesmo cara, tão típico! Graças a Deus eu sou filho único! – Otávio mirou o rosto corado se sentido solidário pela garota – E ele, de quem gosta?

– Não é obvio? Ele namora a Anita.

– E você tentou acabar com esse relacionamento, aposto.

– Muitas vezes, mas ele sempre volta pra ela. Enfim, é inevitável, a Anita sempre teve tudo.

– Suas palavras soam como inveja, querida. – Disse sarcástico.

– Bem, antes ser uma invejosa do que viver uma mentira! – Disparou ríspida. Otávio encolheu os ombros, atingido pela dura verdade, o sorriso que tinha antes apagado completamente. Sofia desviou o olhar, arrependida. – Desculpa, OK? Eu falei sem pensar... É que eu estou tão cansada de todo mundo dizendo que eu tenho inveja da Anita... Porra, não é inveja! Não é porque todo mundo a considera a oitava maravilha do universo que eu tenho que achar o mesmo!

– Tudo bem, eu pedi por isso. Quer dizer que sua irmã é a filha perfeita e você é a problema?

– Mais ou menos isso... O que é um saco, pois como não tenho por hobby o habito de alimentar mendigos, sou taxada como fria e insensível. Engraçado, é que o Ben não pensava assim... Até conhecer e se encantar pela doce Anita, é claro. E assim, como sempre acontece, ele viu os meus terríveis defeitos e foi ser feliz com a sonsa da minha irmã... – Sofia tomou o resto do liquido que tinha na taça e sorriu tentando não pensar em Ben por essa noite – Mas esquecendo do meu drama amoroso, vamos falar sobre você... Por que ficar pagando de pegador quando na verdade você não curte garotas?

– Três letras, uma palavra: PAI! – Confessou Otávio após tomar do próprio vinho – Ele me mataria se soubesse! Ele é muito conservador, eu sou o único filho, minha mãe odeia escândalos... Era bem capaz de eles terem um ataque do miocárdio sincronizado para me deixar duplamente culpado se eu dissesse “Papai, mamãe... Hello, eu curto meninos!” Sem chance! Eles nunca aceitariam.

– Não me leve a mal, mas eu também não aceito... Você é bonito, rico, viajado: o sonho de qualquer garota com o mínimo de inteligência. É muito desperdício! – Sofia riu brevemente afetada pela bebida.

Ela sentia-se leve, livre do Grajaú e queria aproveitar o momento. Não podia beber, mas não havia mãe ou responsável para proibi-la, e Otávio não o faria já que estava adorando essa versão descontraída dela. O que era mais curioso para ele é que ela não parecia uma garota. Linda, jovem... Sim, mas existia uma áurea sombria entorno de Sofia, mas não ruim, era algo de uma beleza diferente... O prazer da dor ou a dor em sentir prazer. Para ele, o tal Ben não devia ter olhado realmente para Sofia e conseguido enxergar a profundidade daqueles olhos.

– Tem razão, mas somos o que somos! Pena que alguns tenham mais segredos que os outros.

– Os piores segredos são aqueles que escondemos de nós mesmos.

– Profundo... E o seu é estar apaixonada pelo namorado da sua irmã perfeita.

– Fazer o quê se os caras preferem as boas moças? E se existe uma garota mais ‘boa moça’ nesse mundo, ela é a Anita... Já ate imagino a família feliz, os sete filhinhos deles, o cachorro... Bom, eles que deem as mãos e vão para o inferno!

– Um brinde a isso, docinho! – Otávio pediu outra taça de martini para Sofia e pôs mais vinho na sua. Batendo uma taça na outra, os dois brindaram ao que parecia o inicio de uma grande amizade.

– X –

– Serguei!

Anita correu para cruzar a rua e chegar até o salão do amigo. Há dias queria falar com Serguei, mas a retomada do seu namoro e a mudança de Sofia tornou quase impossível para ela encontrar um tempo para ficar as sós com o garoto e ter uma conversa. Ela lhe devia isso, uma conversa franca, depois dele ter revelados os seus sentimentos e a beijado. Anita não queria perder a amizade do ruivo.

– Oi! – Disse quando ela se aproximou.

– Oi... Fechou tarde hoje.

– Eu estava organizando umas coisas no salão, mas já tava indo para casa.

– Ah... A gente mal tem se visto. Pensei que poderíamos sai ou você ir assistir a um filme lá em casa, sei lá, que nem fazíamos antes.

– É uma ótima ideia! – Falou Serguei com um sorriso sincero.

Ele e Anita eram amigos há anos, não queria que isso se acabasse, ainda que não mais a visse com os mesmos olhos. Ele tinha feito uma grande confusão com a relação dos dois ao roubar-lhe um beijo, mas como já tinha percebido, entre eles seria sempre somente amizade. Ao pensar nisso, Serguei lembrou-se de outro beijo, um mais recente, dado àquela manhã na irmã de Anita e sentiu o rosto corar com a recordação.

– Tá tudo bem, Serguei? – Questionou Anita ao ver a expressão perdida do amigo. Mal ela sabia que Sofia era o motivo da distração.

– Tá, eu só estava pensando numa coisa... Mas então, e aquela proposta do filme? – Serguei ofereceu um braço a Anita que enganchou o seu próprio no dele e começaram a caminhar em direção ao casarão.

Assim que chegaram em frente a casa de dela, eles encontraram com Ben que voltava de umas das suas sessões de Parkou. Ele parecia cansado, preocupado com alguma coisa, e vê-la com Serguei não o deixou nada satisfeito e o seu olhar refletia isso quando interceptou os dois.

– Anita...

– Oi, Príncipe! – Cumprimentou a ‘Princesa’ alheia ao incomodo que Ben sentia. Bem mais perspicaz, Serguei notou que o ‘Príncipe sapo’ não estava achando nada bom ver ele e a sua namorada juntos.

– Anita, foi mal, mas eu lembrei agora que to atrasado para um compromisso. Que tal a gente deixar o filme para outro dia?

– Ah... Tudo bem. – Murmurou decepcionada, não queria que Ben e ele ficassem num clima ruim.

Serguei desvencilhou-se de Anita e após um breve tchau, se afastou. Quando seguia para casa despreocupado ouviu Ben pedir para ele esperar. Serguei parou até que ele se aproximasse, uma de suas sobrancelhas arqueadas.

– Cadê a Anita? – Perguntou fitando ironicamente Ben.

– Ela foi para casa, mas eu precisava falar com você. – Disse seco encarando o ‘rival’ – Eu sei que você a beijou.

– Sim, e daí?

– Pensei que você só fosse amigo dela.

– Eu sou amigo dela, mas isso não quer dizer que eu não sinta vontade de beijá-la.

– Por quê? – Questionou Ben cruzando os braços num gesto intimidador. Gostava de Serguei, o considerava um cara legal, mas isso mudou quanto ele tentou conquistar Anita.

– Os meus motivos só interessam a ela.

– Certo! Mas ela e eu estamos namorando e eu espero que você respeite isso. É a mim que ela ama.

– E você, Ben, quem ama? – Questionou sarcástico. Embora suas ilusões com Anita já estivessem desfeitas, ele não achava que Ben fosse o cara ideal para ela. Não queria ver a amiga sofrer novas decepções e sua experiência lhe dizia que Ben não estava comprometido inteiramente com o relacionamento dos dois.

– Por que essa pergunta? É claro que eu amo a Anita!

– Menos mal! – Falou lançando-lhe um olhar de desconfiança – Sendo assim, espero sinceramente que você a faça feliz, caso contrário, terá que prestar contas comigo! – Completou virando as costas e indo embora.

– X –

– O que tá fazendo aqui?

– Me torturando... Quer sorvete?

– Sim... Por que não?

Sofia foi até o sofá e se jogou ao lado de Flaviana, suspirando exausta. A noite não tinha sido nada do que ela imaginou, e poucas vezes, ela poderia concluir que isso seria tido como algo positivo. Otávio tinha deixado-a em frente ao prédio, mas não sem oferecer-se para subir com ela mostrando o quanto realmente ele era cavalheiro. Ele era tudo o que ela desejava num homem, porém, mesmo que tivesse lhe passado pela cabeça conquistá-lo, a condição dele esmagava qualquer pretensão. Ainda mais a julgar-se pela forma como ele olhava o bonito motorista que ele tinha acionado para pegá-los no restaurante, já que eles haviam bebido demais. Apesar de meio tonta, ela negou a oferta de Otávio chegando perfeitamente bem até a cobertura. Assim que passou pela porta, retirou os sapatos e encontrou a amiga sentada no sofá vestida num pijama com estampa de gatinhos e enrolada num edredom com um enorme pote de sorvete nas mãos. A ponta do nariz estava vermelha e os olhos azuis inchados de tanto chorar.

– O que tá assistindo? – Perguntou enquanto colocava os sapatos sobre a mesinha de centrom todo o glamour da noite esquecido por causa dos pés doloridos.

– Titanic... – Fungou Flaviana enquanto tomava uma colherada de sorvete.

– Lembrou-se de pegar os lenços de papel?

– Estão aqui! – Ela lhe mostrou uma caixinha que tinha do lado, com certeza, vazia. E a prova disso era a pilha de lenços usados que tinha no chão.

– Você é masoquista!

– Cala a boca! Ela tá tentando acordar ele... – Ordenou com os olhos vidrados na enorme TV.

Cedendo a vontade da amiga, ela se calou e prestou atenção no filme. Não poderia contar as inúmeras vezes que as duas assistiram aquela tragédia romântica do cinema e em todas Flaviana chorava como um bebê. E Sofia, embora odiasse admitir, deixava escapar algumas lágrimas. Após o fim, Flaviana desligou a TV e retirou da caixa o restante dos lenços para enxugar o rosto molhado, assuando o nariz de uma forma nada feminina.

– Porra, Jack! – Disseram elas em uníssono olhando cúmplices uma para outra e rindo juntas.

– Posso saber o que a senhorita faz acordada até agora? – Indagou Sofia deitando no sofá e fechando os olhos.

– Estava te esperando, não conseguiria dormir sem saber como foi o jantar.

– Já te disseram que você é muito intrometida?

– Muitas vezes, mais uma não faz diferença. Então, vocês se deram bem, sobre o que conversaram?

– Um pouco de tudo... Seu primo é bem interessante, pena que é gay.

– Pena por quê? E quanto àquela história de que nunca mais vai se apaixonar?

– Eu não vou! – Afirmou abrindo os olhos e fitando intensamente a amiga que permanecia de pé em sua frente.

– Ok... Bom, espero que nosso plano surta resultados. Já é tarde, é melhor a gente ir dormir. Deus me livre parecer um urso panda amanhã de manhã.

– Espera! – Pediu Sofia levantando-se de onde estava – Eu me esqueci de perguntar, mas e aquela história de acabar com o namoro do Martin e da Micaela... Você ainda pensa nisso?

– Todos os dias! Eu já tenho tudo planejado e amanhã nós nos reuniremos com as Micas para por o plano em ação. Aliás, eu marquei com elas na sua casa.

– Na minha casa?!

– Claro! Eu não quero correr o risco da senhorita não aparecer. Sofia, você é a mente criminosa mais brilhante que eu conheço, e eu preciso da sua ajuda... Você está comigo nessa, né?

Deitada na cama, apesar do cansaço, Sofia passou algumas horas pensativa sobre sua ‘aceitação’ em ajudar Flaviana com seu plano de separar Martin de Micaela. Ela não queria abandonar à amiga que tanto lhe apoiou naquele momento, mas também não tinha certeza se queria fazer parte da armação idealizada pela garota. Por ela, Flaviana já teria se desligado do safado do Martin há muito tempo, mas como ela própria sabia, não era tão fácil assim esquecer sentimentos. Ela mesma não tinha armado contra Ben e Anita? Sofia precisava encontrar uma saída que não magoasse a amiga nem decepcionasse Pedro, pois sabia que ele não a perdoaria se fizesse algo ruim contra aquele namoro. Porém, quanto mais ela pensava, mais concluía que não adiantaria, no fim de tudo, um dos dois sairia ferido. Restava-lhe agora decidir qual deles.

Notas finais
Ai, ai, ai! Sofia tá metida numa enrascada, mas pelo menos teve uma noite feliz. E como ela disse: O Ben e Anita que deem as mãos e vão para a Caralho’s house que ganhamos mais! Sugestões, criticas, elogios... Favor mandar reviews! Beijos e vamos ao próximo!