Era Uma Outra Vez...

65 Proibido - Parte I


Notas iniciais
Oieee... Antes de tudo, desculpem-me pelo atraso! Hoje foi um dia terrível e praticamente parei somente agora para respirar. Mas enfim... como prometido, hoje teremos dois capítulos exclusivos dos dois OTPs da nossa Fic: SerFia e Sidiana! Antes de lerem, preciso avisar que tem HOT e quem não curte ou não se sente confortável para ler pode pular algumas cenas. Esse primeiro capítulo foi escrito sob inspiração da música "Blue jeans" da Lana Del Rey (LINDA)! Quem quiser ler escutando a música aqui tá o link: https://youtu.be/JRWox-i6aAk Bom, é isso!

Sofia saiu do quarto para o corredor em meio a escuridão. Embora fosse pouco mais que meia-noite, estava certa que àquela hora da dificilmente encontraria alguém acordado. No entanto, por via das dúvidas já tinha inventado mil desculpas que explicariam o fato de estar fora da cama. Decisão tomada, ela andou nas pontas dos pés pelo corredor atenta a todo e qualquer movimento. Na sala, como era de se esperar, o ambiente estava silencioso e escuro devido à queda de energia de mais cedo, embora houvessem algumas velas cuja luz lhe guiava até o lugar onde queria achegar. Devagar, a garota aproximou-se do sofá e da figura adormecida sobre ele. Ela observou-o alguns instantes admirando abertamente o motivo da sua insônia. Após algumas noites juntos, a ideia de dormirem separados soava-lhe sem sentido ainda mais depois da conversa tensa que tiveram. Infelizmente, os dois haviam sido interrompidos por Vera que recomendou que o ruivo e Júlia dormissem no casarão aquela noite, por segurança. Depois, foi impossível continuarem a discussão já que a todo momento um membro da família estava por perto.

Como se pressentisse a sua presença, Serguei abriu os olhos ainda sonolento. Sofia sorriu ao mesmo tempo que se ajoelhou para beijá-lo. Em questão de segundos, ela estava sobre o namorado beijando-o apaixonadamente.

— Eu não conseguia dormir. – Explicou a loira quando se separaram. Ela permaneceu deitada sobre o ruivo enquanto era abraçada por ele. – Desculpa por hoje, eu estava irritada... e senti sua falta.

— Também senti. – Admitiu Serguei com um sorriso por ela tê-lo procurado. – Mas alguém pode nos ver.

— E? Somos namorados, não é como se tivéssemos cometendo algum crime por querermos dormir juntos.

Dormir não era exatamente o que a loira tinha em mente, mas preferiu omitir esse detalhe para não escandalizar ainda mais a “consciência” de Serguei.

— Eu sei, mas é a casa da sua família e as regras são deles.

— Ah... claro! Esqueci que meu namorado não gosta de quebrar regras. – Alfinetou Sofia saindo de cima do ruivo e ficando de pé. De braços cruzados, ela o encarou com frustração e deu de ombros. – Uma pena... fazer o quê?

— Não temos escolha.

— Ok, a culpa foi minha. Eu apenas pensei na noite passada e no quanto nós nos entendemos bem, mas você tem razão... alguém poderia nos ver.

Sem pressa, Sofia deixou o namorado e seguiu em direção à escada. Serguei a observou se afastar de forma despreocupada sem saber definir se sentia-se aliviado ou frustrado com a aceitação rápida da namorada. De onde estava, ele teve uma visão do corpo da loira coberto apenas por um baby doll mínimo. Os cabelos estavam presos num coque atraindo a sua atenção para a pele exposta do pescoço lembrando-o exatamente da sensação de tocá-la naquele ponto. Era uma visão e tanto, e o fato de saber que ela estaria tão perto durante a noite testava sua resistência ao limite. E por mais que ele quisesse ser um cara legal, se flagrou seguindo-a quase que imediatamente. Serguei interceptou Sofia quase na metade da escada puxando-a para os braços e a beijando com desespero.

— Você não deveria ter vindo até aqui. – Exclamou o ruivo contrariando a si mesmo ao praticamente fundir a loira ao seu corpo. – Não é certo. A Vera e o Ronaldo.

— Não, não é. – Concordou Sofia olhando fixamente os lábios do namorado e mordendo os seus. – Minha mãe... Desculpa.

— Tudo bem... eu vou voltar para o sofá.

— E eu para o meu quarto.

— Boa noite.

— Boa noite... eu acho.

O casal se separou, mas nenhum dos dois fez qualquer movimento para se afastarem. Eles continuaram na escada se entreolhando, as respirações alteradas, iluminados apenas pela fraca luz das velas e da lua que se infiltrava pela janela. Era como um desafio silencioso, em que um esperava que o outro parasse de relutar e finalmente cedesse ao desejo que consumia a ambos.

— Que se dane! – Serguei desistiu de lutar contra o senso do dever e resolveu se entregar ao instinto. – Você quer companhia?

— Achei que nunca fosse perguntar!

— X —

— Onde você vai dormir?

— Na cama.

— O quê?

Sidney continuou concentrado em fazer-lhe um novo curativo e não percebeu a expressão da garota. Flaviana abriu a boca algumas vezes para falar algo, mas desistiu de expressar qualquer pensamento aceitando com resignação que ela estava ali de favor e que ele já havia sido gentil o suficiente por um vida. E afinal, aquele interlúdio não poderia durar muito mais tempo. Embora estivessem presos um ao outro por mais algumas horas, Flaviana precisava encontrar uma saída para a sua situação.

— Certo. Se você me conseguir um travesseiro eu posso me ajeitar na poltrona.

— Por quê?

— Não é óbvio? Se você vai dormir na cama só resta a poltrona para mim... ou o chão.

Flaviana não pode controlar o tremor que passou pelo seu corpo quando as lembranças de uma situação semelhante passou por sua mente. Felizmente, Sidney atribuiu essa reação ao frio que estava fazendo.

— Porque você quer dormir no chão quando pode ficar na cama?

— Hum... – Flaviana desviou o olhar do rapaz não sentindo confortável para encará-lo. – Você está falando sobre dormir com você... bom, quer dizer na mesma cama?

A voz saiu um pouco fina devido a doença e ao constrangimento. Ela relanceou o olhar pelo local considerando a sugestão. Os dois caberiam perfeitamente na cama, mas não tinha certeza se seria uma boa ideia dividirem o mesmo espaço. Então, com uma expressão de horror ela lembrou-se que já haviam feito isso mais cedo antes dela passar mal.

— Qual o problema nisso? – Sidney deu de ombros tentando parecer desinteressado.

A parte racional do seu cérebro – a qual ele não usava muito – elencava todas as razões certas pelas quais ele deveria ceder a cama e manter-se longe de Flaviana. Porém, a parte emocional motivada pela reação física da explosão de seus hormônios – e que o fazia quase sempre acabar mal – insistia em motivá-lo a permanecer naquele jogo de meias palavras pressionando-a a render-se ou fugir o mais rápido possível. Qual dos dois lados ganharia, ele não sabia.

Flaviana encarou Sidney num misto de raiva e vergonha. A nota de desinteresse em sua voz rouca a fez querer puxar a mão das suas e socá-lo no nariz simplesmente para fazê-lo sentir dor. Talvez ela estivesse sensível demais, mas não poderia considerar todos os sinais que ele emitia como fruto de alguma alucinação. Nem que seu corpo estivesse ardendo com 40°C de febre, ela poderia julgar não existir aquela tensão que pairava sobre os dois. Sim, ela sempre foi uma covarde e dependente emocional ao ponto de não conseguir imaginar um futuro em que não fosse feliz ao lado de Martin. E tudo teria dado terrivelmente errado se Micaela não tivesse cruzado o caminho dos dois, porque simplesmente Martin não a amava. Não o tipo de amor que ela quis desesperadamente receber durante anos. E não o bastante dar-se conta disso, agora ela percebia como esteve presa àquela fantasia. Ela havia dito coisas horríveis a Sofia e culpado a loira por ter mentido, mas o que em sua vida não foi uma completa mentira?

— Nenhum. – Respondeu com a voz neutra. – Espero que você não ronque.

Touché! Ela quase sorriu devido a confusão que vislumbrou no olhar do loiro. Era a hora de voltar ao que eles eram: duas pessoas com uma amizade em comum. Ou foi assim até ela se decepcionar com a Sofia. Sidney a considerava uma patricinha sem nenhuma noção sobre a vida real e provavelmente ele estivesse certo sobre isso. O que ela não podia permitir é que ele descobrisse o que havia além daquela superfície.

— X —

O riso dos dois foi abafado por mais um beijo. O casal aceitou que aquele era o único desfecho possível para a noite e que nenhum dos deles teria conseguido dormir sabendo que o outro estava ao alcance das mãos. Talvez o fato do namoro ser recente os fizessem querer estar todo tempo juntos e o tempo acabasse por apaziguar tal necessidade, mas independentemente do que acontecesse dali em diante eles não pretendiam perder tempo pensando em nada além de chegarem ao quarto de Sofia.

Eles seguiram entre tropeços pelo corredor, por sorte, sem derrubar nada pelo caminho enquanto trocavam beijos e juras até o quarto. Assim que Sofia fechou a porta com chave, Serguei a tomou nos braços e a carregou até a cama. Existia uma única vela iluminado o local tornando o encontro proibido mais íntimo. Os cabelos loiros haviam escapado do coque e espalhavam-se ao longo do colchão ao mesmo tempo que ela lhe sorria confiante. A visão de Sofia completamente entregue sem nenhuma restrição ficaria guardada para sempre na sua memória, pensou o ruivo.

— Não consigo ficar longe de você.

— Não fique.

— Não pretendo.

Serguei tirou a calca jeans ficando só de cueca e juntou-se a garota na cama. Sofia sorriu contra os lábios dele quando se beijaram mais uma vez tomada por uma sensação de plenitude. Com a ajuda do ruivo, não demorou até se livrarem das roupas que vestiam. O peso de Serguei a afundava contra o colchão, os braços em torno da cintura erguendo-a levemente e os unindo na altura dos quadris. Sofia mordeu os lábios em meio a crescente excitação movimentando contra o ruivo, roçando no peito masculino numa fricção deliciosa. Beijou-o de leve no maxilar e escorregou uma das mãos até pênis segurando-o entre os dedos. Serguei estava excitado e gemeu quando ela começou a massageá-lo, primeiro devagar para logo aumentar a velocidade. Ouvindo-o gemer, Sofia sentia o membro pulsar na mão duro e sensível ao seu toque. Com alguma vaidade feminina, amou exercer aquele ato de poder sobre o namorado e que pudesse lhe proporcionar prazer.

— Se você continuar fazendo isso não vai durar muito tempo. – Alertou-a o ruivo com a voz rouca. – Eu quero estar aqui quando acontecer. – Serguei introduziu um dedo em Sofia sentindo-a molhada e estimulou o clitóris com o polegar

— Ah... Serguei! – Choramingou loira movimentando-se contra a mão do namorado. – Serguei!

Não demorou muito até que o primeiro orgasmo a fizesse gritar o nome do ruivo. Ele beijou-lhe os seios e aumentou a velocidade enquanto sentia os músculos internos contraírem-se. Sofia entregou-se ao momento encantada com a própria reação. No entanto, ela ainda queria mais... precisava tê-lo unido a ela.

— Eu quero você dentro de mim. – Murmurou antes de beijá-lo com paixão.

— Eu também, amor, mas antes eu quero tentar algo. Confia em mim?

A loira acenou afirmativamente não confiando em si mesma para falar o que quer que fosse naquele momento. A visão do ruivo tirando-lhe qualquer pensamento lógico que não fosse aquele em que eles chegavam ao clímax juntos. Sorrindo, Serguei começou a beijar e chupar o seio esquerdo dividindo a sua atenção com o outro. Lentamente, ele continuou beijando a barriga descendo até o ventre. Imaginando a intenção do ruivo, Sofia uniu as pernas negando o acesso àquela região. Não menos confiante, Serguei a beijou na boca fazendo-a relaxar.

— Confia em mim.

— Nós nunca fizemos isso antes. – Apesar de estarem nus e terem compartilhado os corpos mais de uma vez, aquele tipo de intimidade a deixava um pouco constrangida. – E se você não gostar?

Serguei sorriu e a beijou mais uma vez, agora de modo carinhoso.

— Sofia, não tem como eu não gostar. – Ele assegurou-a com um sorriso sedutor. – E em todo caso, é para você gostar também não apenas eu, mas nós não faremos nada que você não queira.

Sofia pesou as palavras do ruivo tendo certeza que ele não forçaria nenhuma situação que a deixasse desconfortável. E chegar à essa conclusão a fez tomar a decisão que precisava. Ela amava Serguei e confiava nele.

— Tudo bem.

— Tem certeza?

— Tenho... amo você.

— Eu também amo. Agora, relaxe.

— X —

Sidney se revirou mais uma vez na cama tentando não pensar na garota adormecida ao seu lado. De costas para ele, Flaviana permaneceu quieta e de olhos fechados desejando que o sono viesse rápido e a impedisse de fazer algo estúpido como, por exemplo, olhar para Sidney. O que estava acontecendo com ela? Desde quando sentia-se tão... atraída por ele? As perguntas chegaram à sua mente numa velocidade incrível assim como a lembrança que ela tentava evitar: o beijo deles. Ele quis puni-la por insultá-lo e isso acabou tornando-se uma tortura maior, porque ao passar tanto tempo na companhia dele tornou-se impossível não pensar sobre aquele momento.

— Não vai dar certo.

Flaviana escutou o murmúrio angustiado antes de ele deixar a cama e fechou os olhos. Em pouco tempo, ouviu a portar bater de leve sabendo que Sidney não estava mais no quarto. Em vez de alívio, o que ela sentiu foi algo muito próximo a desapontamento. Não precisando mais fingir que dormia, ela virou-se de barriga para cima e estendeu os braços sobre o colchão. O suspiro de frustração que saiu dos seus lábios ao fitar o teto quebrou o silêncio do quarto pouco iluminado. Então, tudo ficou completamente escuro mais uma vez. Ao olhar para o lado viu que a única vela tinha se apagado completamente e embora a razão dissesse que não existia motivo para entrar em pânico, o medo que ela sentiu foi instantâneo. Era mais forte do que ela, resultado do trauma vivido na infância. Sem conseguir controlar-se, recordou do quarto úmido e frio, do cheiro de poeira que pairava no ar. Era um lugar sombrio usado como depósito e onde tinha se escondido no primeiro dia de férias. Todas as meninas voltariam para casa, menos ela. Rosana havia planejado uma viagem com o marido e não tinha espaço para Flaviana, por isso ela ficaria aquele tempo no colégio assim como o resto do ano até finalmente lembrarem-se da sua existência. Ela sentiu tanta raiva e tanta tristeza que tudo o que quis foi sumir por um tempo, não ter que dar explicações do porquê ela não iria para casa ficar com a família. Foi um ato impensado se esconder naquele lugar quando deu-se conta que a porta – e única via de acesso ao local – estava trancada. Ela chorou e gritou até não ter mais ar em seus pulmões para que alguém a ouvisse. Ficou horas trancada até que um dos funcionários a encontrasse por acaso. Ninguém tinha sentido a sua falta. Com lágrimas amargas escorrendo pelo rosto ela soube que não sentiriam a falta dela.

— X —

Outra vez, Serguei acariciou os seios da garota demorando-se um pouco mais nos carinhos. Não queria que ela se sentisse obrigada a algo apenas por amá-lo e somente quando teve certeza do consentimento da loira, prosseguiu beijando-a da barriga até o ventre. Dessa vez, Sofia abriu as pernas permitindo que ele a tocasse ali. Carinhoso, o ruivo primeiro beijou a parte interna das coxas de modo lento, quase em reverência. Quando já não podia mais esperar, beijou-a intimamente acariciando a vagina com os lábios e língua. Sofia abafou os próprios gemidos e segurou-se ao colchão a medida que o ruivo a estimulava no seu ponto mais sensível. Foram minutos de uma tortura deliciosa que arrancou gemidos e suspiros da loira que choramingou em êxtase quando foi acometida por mais um orgasmo. Serguei a manteve firme enquanto a loira convulsionava contra sua boca provando-a como há tanto tempo sonhava.

— Isso foi incrível. – Exclamou a garota um tempo depois já com o coração batendo normalmente. Deitado ao seu lado, Serguei riu de satisfação por ela ter gostado da experiência o que a encorajou a fazer uma proposta. – Eu posso tentar?

— Sofia... – Serguei fitou a namorada com surpresa. Nem sempre suas parceiras gostaram de chupá-lo e não queria que ela sentisse necessidade de uma retribuição. – Eu quis te dar prazer dessa forma, mas você não precisa fazê-lo se não quiser.

— Amor, não é porque eu sou inexperiente que não sei o que quero. – Reclamou a loira ficando de lado para olhá-lo nos olhos. – Me pediu para confiar em você e foi o que eu fiz. Agora eu preciso que acredite quando digo que, sim, eu quero fazer isso.

— Bem, então, o que eu posso dizer? Eu sou todo seu. – Rendeu-se o ruivo diante da determinação da namorada. – Mas lembre-se que pode parar quando quiser.

Sofia sorriu vitoriosa. Afinal, eles era um casal e estavam descobrindo-se como tal, com gostos e desejos que deveriam ser explorados. Embora ela acreditasse que a parte sexual não fosse determinante num relacionamento, não podia negar sua importância. E quanto mais confortável se sentisse em relação ao próprio corpo e ao parceiro, melhor se entenderiam nesse aspecto. Com isso em mente, Sofia fez com que o ruivo deitasse de costas na cama. Ela realmente sentia uma curiosidade genuína em como era possível dar prazer a um homem apenas usando a boca. Apesar de resoluta, não pode conter o nervosismo preferindo começar com beijos e chupões pelo pescoço, peito e barriga ao mesmo tempo que acariciava o pênis do namorado com a mão. Incentivada pelos gemidos que ruivo deixava escapar, ela substitui a mão pela boca a princípio dando algumas lambidas na cabeça do membro. Era uma sensação diferente, pensou Sofia, agora chupando profundamente e com mais intensidade. A inibição inicial tinha sido substituída pelo tesão de ouvi-lo gemer profundamente seu nome a cada nova investida da boca dela.

A visão de Sofia naquele momento e as sensações que ela provocava em seu membro quase levaram Serguei à loucura. Já no limite, ele a fez parar e a puxou por sobre ele.

— Por que me fez parar? – Indagou Sofia sem jeito. – Estava ruim?

— Amor, você quase me fez gozar e como é a primeira vez você estranharia o gosto.

— Eu não pensei sobre isso. – Confessou fazendo uma careta, mas rindo em seguida. – Então, eu me saí bem?

— Melhor só quando penetro você. – Num movimento ágil, o ruivo a fez ficar por baixo e penetrou-a numa só investida. – É impossível explicar.

— Também não posso. – Concordou a loira elevando os quadris para que ele entrasse mais profundamente em seu corpo. – É sempre assim?

— Com você é.

A conversa foi deixada de lado enquanto dois entregaram-se ao momento. Quando Sofia gozou, Serguei liberou-se também e cansados acabaram tombados sobre a cama, os corpos suados e satisfeitos. Não era apenas sexo como um dia quiseram acreditar, havia um sentido muito maior do que o prazer que o ato pode proporcionar. Ter aquela experiência com alguém por quem se tem um sentimento tão profundo quanto eles sentiam tornava o sexo mais uma conexão do corpo e da alma.

Notas finais
Hummm... vou nem falar muito! :D Não queria 'star' mortinha de jeito nenhum! Lembrando que hoje tem continuação, mas vocês podem comentar os dois capítulos ok? Me façam feliz!