Notas iniciais
Oieeeee *-* Alguéeeeem? ECOOOOOO.... :P "Saudade já nem sei se é a palavra certa..." ♪♫ Well, saudades de ler os comentários, só a Belle deu o ar da graça pra aquecer meu ♥... Eu sei que a culpa é minha, mas please: NÃO SE VÃO... ♪♫ Voltando a Fic: Temos coisas boas! Ouvi um amém? Momentos hotzinhos do nosso casal ao som de Zayn Malik. Sim, até esse final de semana eu desconhecia completamente a existência da grande delicia que esse rapaz é... Seria eu um ET? Não, mas gente tenho quase 24 anos e a ultima banda em que eu fui fissurada foi RBD. Sim, não se procupe eu sei sobre o 1D e que ele até já saiu, mas digamos que meu repertório músical é mais anos 80 do que o pop atual. DESCULPA, ZAYN POR NÃO TE DESCOBRIR ANTES! AMÉM TAYLOR SWIFT, MINHA SERPENTE MARAVILHOSA POR AQUELE DUETO QUE TAMBÉM ME INSPIROU: AMO VOCÊS! CASEM E ME FAÇAM FELIZ! Ânimos controlados, RECOMENDO MESMO que escutem a musica pra entrar no clima: Link: https://youtu.be/C_3d6GntKbk Ps: Sidiana OTP SIM! BEIJOS! ♥

— Não ficou tão ruim.

— É... acho que vou sobreviver.

Flaviana observou o curativo na palma da mão sem saber o que falar. O “curativo” improvisado estava horrível, mas de alguma forma o empenho de Sidney em fazê-lo fez qualquer resposta malcriada morrer em sua boca. Afinal, ele não tinha porque estar às 3:00 horas da manhã no banheiro do seu quarto cuidado do ferimento feito por descuido.

— Obrigada. – Murmurou por fim, sem encará-lo.

Sidney deu um de seus sorrisos tortos que tanto irritavam a garota. Era a primeira vez que Flaviana o agradecia por alguma coisa quando já estava acostumado em ser desprezado. E em se tratando da “Patricinha”, essa era uma vitória e tanto.

— Não foi difícil... e eu tô falando do agradecimento. – Provocou-a.

Ele viu o rosto dela ficar vermelho de raiva e aguardou pela resposta que ela atiraria contra ele com divertimento.

— Então, vê se aproveita, porque que é a primeira e última vez que eu te agradeço por alguma coisa.

— Tô ligado, Patricinha.

— Que bom que já se deu conta, porque não quero mal-entendidos.

— Do tipo?

— Você pensando que é igual a mim!

— Ainda bem que não somos! Não fico tão bem de vestido. – Falou sarcástico.

A velha implicância entre eles estava de volta.

Ignorando-o, Flaviana tentou descer da bancada onde estava sentada usando a mão machucada, mas foi impedida por Sidney. Ela o encarou contrariada por depender da ajuda dele e incomodada com a mãos do loiro em sua cintura. Sidney não disse nada quando a ergueu. Para não perder o equilíbrio, Flaviana foi obrigada a passar o braço direito pelo pescoço dele. Por causa disso, os dois acabaram bem próximos como quando dançaram. Foi o que eles pensaram enquanto se encaravam fixamente.

De um instante para o outro, a atmosfera do ambiente tornou-se carregada. Nada havia mudado, mas no interior do banheiro tudo pareceu acontecer em câmera lenta para os dois. Flaviana podia sentir cada terminação nervosa em estado de alerta, a respiração tornando-se pesada quando a barba do loiro roçou o seu rosto sem querer. Ele era alto e sem salto, os pés fora do chão, ela se sentiu muito pequena de repente e por instinto fechou os olhos. O que foi pior, porque sua mente traiçoeira passou a reviver as lembranças do beijo roubado daquela noite. Agora, ele cheirava e a morena se questionou se o gosto do beijo também teria mudado. O que era loucura, porque não deveria pensar naquilo. Porque o beijo dele não foi gentil e a experiência foi ultrajante. Gentileza certamente não poderia descrevê-lo, mas embora sendo difícil admitir... por um segundo, tão próxima do loiro agora, Flaviana quis mais uma vez sentir os lábios dele nos seus.

— X –

Sofia puxou Serguei para um beijo. O seu primeiro pensamento foi que tinha gosto de sal, por causa das suas lágrimas. A pressão da briga se desfazendo enquanto a língua invadia a boca do ruivo. Estava determinada a mostrar-lhe algo que ela própria não sabia o que era. E teve sua intenção fortalecida quando o ruivo correspondeu avidamente a ela. Era o sinal que precisava.

O beijo evoluiu para um outro nível. E embora eles ainda não tivessem “encerrado” a conversa, aquele era apenas um detalhe insignificante. Existia urgência nos gestos, roupas foram tiradas de qualquer forma e esquecidas pelo chão. Eles voltavam para o lugar onde passaram a maior parte do tempo e onde eles pareciam melhor se entender. Entre trocas de beijos e toques, qualquer palavra dita perderia a validade sob o efeito da atração que um corpo exercia sobre o outro. Essa linguagem era muito mais crua e verdadeira.

E eles se encaixavam perfeitamente, pensou Sofia com um gemido. Ela mal podia lembrar como chegou a cama com o corpo do ruivo sobre o seu. No entanto, o peso do pressionando-a era muito mais do que bem-vindo, assim como o calor da pele dele sob os seus dedos. Não houve preliminares. Não havia motivos para prolongar algo que eles sabiam que aconteceria cedo ou tarde. Serguei a penetrou com certa rudeza fazendo-a se contrair envolta dele. Não existiam recriminações ou dúvidas, apenas a necessidade não satisfeita. Sofia gritou o nome de dele sentindo viva à medida que era tragada pelas emoções que aquele encontro despertava.

Serguei investiu uma e outra vez, mais rápido e com mais força. Ele estava levando-os ao limite, mas ainda não a faria gozar. Não ate vê-la completamente entregue. Ele aproveitaria ao máximo a excitação dos dois. Aquele parecia o único “campo” em que não poderiam mentir um para o outro. E a julgar pelas reações de Sofia, as unhas afundando nas suas costas numa tortura deliciosa, sabia que ela concordava. E foi com prazer que a viu morder o lábio ao envolvê-lo com uma das pernas facilitando a invasão. Os dois queriam muito aquilo.

Num movimento rápido, Serguei saiu de dentro de Sofia e mudou de posição. Ainda mais desesperada, ela agora estava ajoelhada de costas para ele, as mãos segurando a cabeceira da cama. Serguei gemeu sem controle enquanto a bunda dela roçava em seu membro. Penetrou-a num movimento rápido, um braço em volta de Sofia, amparando-a enquanto usava a mão livre para lhe acariciar o seio. O pescoço exposto da loira foi um convite para ele dar chupões que com certeza deixariam marcas.

Longe de se sentir constrangida, Sofia gostou desse outro lado de Serguei. Existia algo naquela explosão que a envolvia com uma facilidade assustadora. Eram apenas os dois naquele momento, juntos e distantes de tudo. E assim como estavam, alcançaram o ritmo perfeito até chegarem ao clímax.

– X –

Sidney fitava o rosto corado de Flaviana. Os olhos fechados escondiam os pensamentos dela e ele não podia saber se era o único estranhamente perturbado pelo que acontecia. Não era a primeira vez que ficavam tão perto, mas algo havia mudado. Talvez fosse apenas o álcool agindo sobre a sua mente cansada ou talvez a culpa fosse o beijo de horas atrás. Foi um impulso, e ele sabia que não tinha vontade de fazer o que fez. Ela o tirava do sério e quis humilhá-la por ser tão detestável. Mas quando sua boca se uniu a de Flaviana toda a raiva que sentiu fugiu do corpo e deu lugar a uma necessidade profunda. E por causa disso, ele havia passado o resto da noite frustrado e com o orgulho ferido. Quando a viu sair do elevador foi como ser golpeado com força e ele só queria revidar a raiva e não acabar numa situação intima no banheiro do apartamento dela.

— De nada, Patricinha! – Sidney a soltou abruptamente. – Pode me chamar aquele táxi agora?

“Hora de assumir o controle!”

O loiro se afastou perceptivelmente de Flaviana deixando confusa.

— Claro... eu. – Flaviana piscou algumas vezes. O fim do contanto a arremessou de volta a realidade. – Eu vou fazer isso.

Envergonhada pela própria reação, girou rápido para a saída e quase correu para longe dele. Um instante de insanidade e ela quase... quase o que? Indagou-se surpresa. Por Deus, como poderia esquecer quem ele era?! Mas pensar nisso não acalmou as batidas do seu coração.

— X –

— Quer conversar?

— Não... não acho que tenha condições.

O som das respirações normalizando preencheu o quarto. A mente de Sofia ainda estava nublada pelo prazer de minutos atrás. Ela abraçou Serguei de forma possessiva, o corpo tomado por uma sensação de dor e leveza. Sob a mão, identificou as batidas do coração dele voltarem ao ritmo natural. O pensamento de que haviam exorcizado a raiva e frustração naquele encontro se instalou de forma resoluta em sua cabeça. Não existia nenhuma tensão ou situação a ser contornada. Num acordo mutuo, se pudessem, eles ficariam naquele limbo para sempre e se contentariam com o “entendimento” físico. Era muito mais simples, principalmente, quando já haviam chegado à conclusão que ela precisava dele assim como ele precisava dela. Mais do que nunca, qualquer coisa além disso parecia pequeno.

— Tudo bem ficarmos assim? – Perguntou Sofia com a voz arrastada. Estava feliz. – Só mais um pouquinho?

— Tudo bem.

— Tudo bem eu... ser sua namorada?

— X –

— O táxi chega em... – Flaviana interrompeu-se ao perceber que Sidney estava dormindo. – Só pode ser brincadeira!

Incrédula, caminhou até ele. Depois do interlúdio no banheiro, ela havia solicitado um táxi para leva-lo para casa. No fim das contas, era o mínimo que poderia fazer e quanto mais rápido ele fosse embora, mais rápido ela colocaria a cabeça em ordem. Ele deveria esperar na sala e embora a desagradasse tê-lo andando por sua casa, precisava tirar o vestido sujo de sangue e tomar um banho rápido. Foi apenas alguns minutos até ela retornar e ao que parecia ele sentiu-se tão confortável naquele ambiente “esnobe” que dormiu no sofá da sua sala. Como se tivesse algum direito, pensou ela com ironia.

Ela parou diante dele. Sidney estava com a cabeça recostada no encosto do sofá e as pernas cruzadas sobre a mesa do centro. Os braços caíam displicentemente ao lado do corpo, de forma desleixada. Ele quase parecia humano, pensou a garota com acidez. Para logo em seguida em risinho escapar dos seus lábios ao notar que ele roncava, mas de forma leve.

— Mais é mesmo um ogro! – Murmurou com um sorriso. – Shrek!

A expressão serena do rosto dele o fazia parecer só um garoto e isso quase irritou Flaviana. Por ironia do destino, foi pega naquela situação inusitada. E ela sabia que deveria acordá-lo e chutá-lo para fora do apartamento, mas não o fez. Em vez disso, sentou-se na mesinha e tirou os sapatos dele com cuidado para não o acordar. Sidney resmungou algo incompreensível e se remexeu no sofá, mas não despertou.

— Não se sinta lisonjeado por isso, eu só não quero que arranhe a minha mobília.

A passos lentos, a garota foi para o quarto e ligou para a companhia de táxi cancelando a chamada. Buscou no closet um edredom e retornou para a sala. Costumava agir daquela maneira com Sofia quando ela ia a sua casa e elas assistiam filmes até caírem no sono. Fora muitas vezes e lembrar disso fez um sorriso triste surgir nos seus lábios. Outra ironia era ela estar ali olhando para mais um dos muitos caras apaixonados pela amiga. Enquanto ela não tinha ninguém que gostasse dela de verdade.

— Ela deveria tá fazendo isso, não eu. – Reclamou ao cobrir Sidney com o edredom. Sentou-se ao lado dele continuando naquela conversa sem respostas. Precisava desabafar mesmo que com um tosco inconsciente. – Acho que não fui só eu que a perdi, né? Você também. Se bem, que você nunca teve chance mesmo, só que é muito idiota para perceber.

Como ela havia sido idiota por não notar toda a mentira envolvendo Sofia e Serguei. Flaviana riu entre lágrimas tomada pela consciência de que Sidney ainda não sabia que a única coisa que os unia tinha se desfeito aquela noite. O único motivo deles se tolerarem era exatamente Sofia e sem a amizade da loira dificilmente os caminhos dos dois voltariam a se cruzarem.

— Espero que não doa em você o tanto que está doendo em mim.

— X –

— Antes que você me responda, preciso dizer uma coisa. – Sofia respirou fundo agradecida por não o ter a fitando diretamente nesse momento. – Eu nunca... namorei ninguém oficialmente.

— Nunca?

— O que quer eu diga? Eu nunca liguei para isso e ficar era bem mais simples. E você sabe muito bem que eu não tive razões para ir além... – Ela sentiu o rosto esquentar de vergonha. – Você é meu primeiro em muitos sentidos.

O que a colocava na posição de uma grande hipócrita, reconheceu, por querer passar a imagem de alguém segura e bem resolvida quando na verdade não passava de uma principiante em certos assuntos. Até algumas semanas atrás ela era virgem.

— Você era virgem quando transamos pela primeira vez. – Comentou Serguei com um sorriso. – Foi uma surpresa.

— Eu lembro bem de você surtando por causa disso. – Alfinetou. Era embaraçoso falar sobre aquilo, mesmo com os dois nus após terem feito sexo passional. – Como se eu fosse alguma alienígena de duas cabeças.

A risada de Serguei se espalhou pelo quarto e ela relaxou um pouco. Era melhor manter a conversa num tom leve, confortável para os dois. Mais confiante, deitou sobre ele encarando-o. Os cabelos ruivos estavam deliciosamente bagunçados e resistindo ao impulso de tocá-los, voltou a conversa.

— Por que reagiu tão mal? – Indagou curiosa. – Foi tão ruim?

— Eu apenas não esperava ser o primeiro. – Admitiu com uma careta. – Naquela ocasião, eu senti como se tivesse tirado proveito de você. E foi muito bom, aliás. – Acrescentou.

— Não foi o que pareceu com todo aquele drama desnecessário.

— Certo, talvez eu tenha exagerado... você estava frágil.

— Por causa da briga... – Ela deixou escapar o ar por entre os lábios. – Você foi no meu quarto aquela noite.

Sofia recordou o dia que acordou ao lado de Serguei pela primeira vez. Ela acreditou ter sonhado com ele a consolando apenas para descobrir que ele tinha passado a noite com ela quando despertou. O beijo mais doce que ela já tinha experimentado na vida foi o daquela manhã.

— Fiquei preocupado.

— Comigo? – Questionou num sussurro.

— Com você. – Confirmou.

Serguei viu a emoção brilhar nos olhos verdes e nem por um segundo ela tentou escondê-la. Suas palavras mexeram com ela, porque como ele já descobriu, Sofia não esperava que se preocupassem com o que ela sentia. E ele se perguntou se algum dia apagaria a cautela do olhar dela. Algo que com o qual nunca se preocupou ou mesmo notou nos últimos anos. Não até se aproximar dela com segundas intenções. Descobrir uma Sofia, não completamente diferente, mas além da ideia pré-estabelecida atormentou sua consciência por um tempo. Ele sabia existir força nela, mas percebeu a fragilidade. Sofia era dura, mas havia também certa amabilidade. A autoconfiança que tanto o irritou no passado era mais apenas uma forma de autopreservação. Era muito difícil entendê-la na mesma medida que era muito fácil amá-la.

— Hum... – Sofia voltou a se aconchegar no corpo de Serguei. Um sorriso iluminava suas feições. – Não se preocupe, eu quis transar com você.

— Posso dizer o mesmo.

— E sobre me namorar?

— É minha forma de ser possessivo. – Brincou. – Eles precisam saber que você é minha.

— Eles?

— Você sabe... todos os outros caras. – Serguei falou, sério. Sofia riu do ciúme do ruivo. – Não é engraçado.

— É sim. – Ela o viu ficar vermelho e resolveu ceder também. – Ok, também admito que me incomoda saber que você vive rodeado de mulheres lá naquele seu salão.

— É o meu trabalho.

— Muito fraco esse argumento.

— Quer que eu te convença que só você me interessa?

— Você pode tentar. – Desafiou-o.

Serguei rolou sobre Sofia e beijou-a. Foi um daqueles beijos possessivos que ela conhecia tão bem e com os quais ele lhe agraciava quando queria provar algo. Ela não disse, mas ele não precisava convencê-la de nada. Eles eram um casal. Eles não pediram para serem. E eles sabiam que ainda não seria fácil. Do lado de fora, ainda existiam obstáculos a serem superados e pessoas a serem magoadas. No entanto, ali, somente os dois, eles também sabiam que poderiam superar qualquer coisa. Juntos. Eles pertenciam um ao outro.

Notas finais
"Fucking in, and fighting on. It's our paradise and it's our war zone"... ♪♫ Posso dizer que estou tendo fortes sentimentos por Sidiana? AH EU TO SIM! E SerFia... O OTP NUNCA DECEPCIONA! Já sabem né? Criticas, desabafos, pedidos de auto ajuda: existe um espacinho no fim de cada capítulo. Surtem a vontade! PS: Postagem todas as sextas! PS: Se souberem de boas Fic de Zayn e Taylor me gritem! BEIJOS!