Notas iniciais
ATO FALHO! GENTE, eu ando com a cabeça tão nas nuvens que postei os capítulos novos em outra Fic minha! Hahahaha... Foi mal pessoas, mas voltando aos trabalhos: Como sempre aparecendo do nada com atualizações.. hehehe! Primeiro, desculpem-me por não estar respondendo aos comentários. Essa é uma forma de interagir com vocês e eu tenho pecado por isso, mas saibam que eu leio tudo desde as criticas aos elogios e pedidos "desesperado" ~ahvá~ de "POR FAVOR CONTINUA"! Saibam que eu amo muito isso mesmo. E pra aqueles que ainda têm dúvidas sobre a Fic, eu sei que na descrição diz Benfia e tal e que a Fic tinha esse objetivo, mas quem chegou até aqui sabe que eu sou um pouco inconstante e pra falar a verdade essa Fic agora é completamente SERFIA ~astijoladas~ por motivos de: 1º O Ben é um babaca e eu posso suportar até certo nível de babaquice, mas esse garoto chegou à limites estratosféricos! Mas Érica foi você que escreveu assim! o-O Foi, mas me respondam... Eu fugi do perfil do personagem? Vocês diriam que o sapo pulador de muro não teria em hipótese alguma feito todas ~umterçovai~ das cagadas que ele fez aqui? Pois é, então... Meu 2º motivo é toda a seduzência ruiva de um certo personagem que sempre mexeu mais do que deveria comigo e aquele namoro/forçação de barra com a Fla ~ofandomquemedesculpe~ nunca me desceu bem, apesar da química! 3º e ultimo motivo: EU SOU UMA DRAMA QUEEN, QUERIDOS! Tudo que for de mais improvável, doloroso e sofrido de se escrever eu escreverei, porque eu apenas amo isso! Meus leitores mais práticos que me desculpem, mas eu fui nascida e criada ao estilo dramalhão mexincano e honro minhas origens. Por mais surreal e louca ~nemtantovai~ que possa parecer o rumo das minhas fics, eles fazem sentindo e se pelo menos eu ficar feliz com isso, então tudo bem. Embora eu também espere que vocês fiquem. Até porque se o JEC ~entendedoresentenderão~ fala que faz história pra ele mesmo quem sou euzita aqui pra discordar? Well, well.... Chega de enrolação e vamos aos caps! PS: Desculpem-me qualquer erro de português! PSS: Cap hot, se não gosta melhor pular pro próximo!

– Por que você me beijou?

– Sinceramente?

Sinceridade era tudo o que Sofia menos queria agora. Se ouvisse Serguei dizer qualquer bobagem sobre agir por impulso, ela seria capaz de pular pela janela ou mesmo cortar os pulsos. Já tinha tido sua cota de rejeição. Na noite anterior, sentiu-se desprezada por muitas pessoas ao mesmo tempo e acordar ao lado de mais alguém que a rejeitaria não era o que ela esperava logo pela manhã.

Então, por que perguntou? Não seria mais fácil fingir que nada aconteceu?

Questionou uma vozinha maldosa na sua cabeça. Bom, mais fácil com certeza, mas nada esclarecedor. É verdade que foi pega de surpresa, mas agora queria saber o porquê dele tê-la beijado. Mais que isso, queria o entender o motivo pelo qual ele ainda estava na sua cama, agarrado a ela como se fosse muito natural. Não era natural sentir-se perturbada pelo melhor amigo da irmã.

– A verdade.

– Não sei.

Serguei sorriu irônico e Sofia se irritou.

– Não sabe? Você me beija e não sabe por que! Incrível!

"Vai ver, ele me beijou porque estou disponível e a Anita não!"

Zangada, Sofia o empurra e senta-se na cama. Passa a mão nervosamente pelos cabelos sentindo-se uma completa idiota. Põe as pernas para fora da cama, a procura de manter a maior distância possível entre o dois. Uma noite já foi o suficiente para compreender que quanto mais longe Serguei estivesse, menos problemas ela teria. Já lidava com muitos conflitos para ter que lidar com um ruivo lhe beijando sem motivo.

Ela anda em direção a poltrona onde está o robe da sua camisola, mas para ao perceber que permanecia com o vestido que usou para ir á festa. Relanceando o olhar nota que ele também está completamente vestido, som exceção dos sapatos que jaziam espalhados pelo chão do SEU quarto, onde deveria ser SEU refúgio.

– Ok... Me desculpe. O que eu devo dizer? – Pergunta Serguei irritado pela reação dela.

– Não sei. – Fala Sofia imitando a forma do dele falar. – Não fui eu que entrei no seu quarto como um bandido na calada da noite e te beijei sem motivo!

– Da vez anterior, você não precisou de uma desculpa para me beijar.

– A situação era diferente. – Argumentou. – Era encenação. O que você fez foi praticamente abuso!

– Não te ouvi reclamar! Pelo contrário, você me pediu pra ficar! Ficou bastante feliz com meu abraço.

Ponto pra Serguei! O que ela poderia dizer para rebater aquela afirmação?

– Não me lembro... – Desesperada, Sofia andou pelo quarto até parar de frente ao espelho.

De repente, esqueceu porque estava com raiva. Levou a mão ao rosto sem perceber...Via no seu reflexo o hematoma no rosto decorrente do tapa de Vera. Não era tão grande, e podia jurar que sua mãe não teve a intenção de machucá-la daquela forma, mas estava lá marcando-a. Mais uma lembrança daquela fatídica noite que queria esquecer.

– Pelo amor de Deus, Sofia! Não vai me acusar de ter entrado aqui a força, vai? – Ele também saiu da cama e se aproximou da garota.

Serguei a segurou pelos braços, exigindo atenção, porém Sofia permaneceu calada, ainda detida no seu reflexo. Ela sentiu os olhos marejarem, mas decidiu não chorar. Não enquanto Serguei a tocava e ainda estivesse no seu quarto compartilhando da sua fragilidade.

– Não... – Respirou fundo. – Pode ir embora, agora.

O ruivo estranhou a súbita mudança de atitude. Então, reparou que ela olhava fixamente para o espelho tocando de leve com as pontas dos dedos o machucado do rosto. Como ele previu estava mais escuro, um tom roxo, mas nada muito grave. Compreensivo, ergueu o rosto dela em direção ao seu. Os olhos verdes estavam vermelhos indicando o principio das lágrimas. Lágrimas que ela com certeza odiaria derramar diante dele.

– Dói? – Perguntou examinando com o olhar o hematoma.

– Não.

– Quer falar sobre isso?

– Não... – Respondeu com a voz embargada.

Sofia tentou se desvencilhar do contato de Serguei, mas acabou presa entre os braços. Carinhoso, ele encostou sua fronte na dela. Ele sabia que estava enlouquecendo. A cada segundo que passava na presença dela, tocando-a sabia que perdia a sanidade. Não raciocinava, se assim o fizesse iria para bem longe.

– Quer que eu vá embora?

Não iria pressioná-la, porém não era sua intenção deixar aquele quarto. Não até entender completamente o que existia de concreto entre os dois.

Sofia não respondeu.

E ignorando todos os alertas que sua mente enviava para preservar-se de mais uma decepção, beijou Serguei. Primeiro, para puni-lo. Segundo, para vingar-se de Ben. E terceiro porque sentiu vontade. Uma vontade que cresceu com a demonstração de carinho do ruivo. Existia uma atração, algo inesperado pelo qual nenhum dos dois pediu, mas que necessitava de uma conclusão.

O que ela tinha a perder? Um coração remendado tantas vezes com certeza não se importaria com mais um erro.

Timidamente, Sofia tocou seus lábios nos dele, adorando a sensação. Não era igual a nada do que já havia vivenciado. Era calmo e urgente, apressado e lento, necessário e proibido. Já tinha beijado muitos caras, julgou amar um deles, mas recebeu agora algo que faltou todas as outras vezes: aceitação. Não dele, mas dela própria. Do que ela queria, sem restrições, sem imposições. Dependia somente dela parar ou continuar.

Positivamente surpreso, Serguei a apertou mais entre os braços aceitando o beijo que ela lhe dava. Era uma espécie de fuga para a dor que Sofia estava sentindo. No entanto, ele não se importou em ser a válvula de escape dela se isso significava tê-la assim por mais e mais tempo.

O que começou calmo, gentil passou a exigir mais.

Desejo.

Desejo é mais seguro que amor, pensou Sofia se entregando mais. Desejo você controla, dá assim como recebe, não existe certo ou errado.

O ruivo traçou uma linha de beijos rápidos até o pescoço dela que fechou os olhos para aproveitar mais a sensação prazerosa que crescia em seu íntimo. Ela se concentrava em cada toque, cada suspiro. A cada novo beijo, a sua reação se potencializava. Unidos, caminharam cegamente até a cama. Serguei voltou a beijar-lhe os lábios enquanto ela percorria a extensão dos ombros dele com as mãos. O tecido da camisa que ele usava a incomodou profundamente. Decidida, levou as mãos entre os corpos e começou a desabotoar a camisa botão por botão consideravelmente rápido para uma principiante. Mas ela não sentia-se insegura. Era a sua primeira vez e tinha informação o suficiente para saber como funcionavam as coisas na hora do sexo, mas a teoria não se comparava em nada com a prática. Poder tocar, ser tocada era algo que não se aprende, somente se sente.

– Acho que agora você tem um ótimo motivo para me beijar.

Com a ajuda de Serguei, conseguiu se livrar da camisa. Deslizou uma mão do abdômen até o peito. Reconheceu as batidas rápidas do coração do ruivo sob a mão. O olhou nos olhos e sorriu alegre. Com a outra mão alcançou o cinto desafivelando-o sem desviar o olhar de Serguei. Via o brilho nos olhos dele e sabia que existia o mesmo nos seus. Em seguida, foi a vez a calça ser descarada. Só que precisavam de mais contato.

– Tá na hora de equilibrar as coisas! – O ruivo sussurrou ao ouvido da garota.

Sofia ficou de costas para que ele abrisse o zíper do seu vestido. Lentamente ele escorregou o zíper, beijando-a na nuca e fazendo-a se encostar mais ao seu corpo. Consciente da ereção pressionando-a, ela mordeu o lábio inferior. Ela não conseguia esconder o prazer nem controlar a excitação que crescia a cada instante pela expectativa de ter seu corpo unido ao de Serguei.

Serguei a fez ficar de frente pra ele antes de deixar o vestido cair aos pés dela. Ele prendeu a respiração ante a visão de Sofia apenas de sutiã e calcinha, os dois na cor branca. Sorriu satisfeito diante o pensamento de que ela parecia uma virgem em sua primeira vez. Apesar de não estar intimidada, ela tinha um leve tom roséo nas bochechas que a deixava ainda mais adorável.

– Eu quero você. – Falou o rapaz ofegante.

Sofia sorriu triunfante e em resposta a confissão, passou os braços ao redor do pescoço do ruivo.

– Eu também quero você.

E não era mentira. Ela queria experimentar o desejo que sentia, descobrir como era estar com um cara que não tinha medo de dizer que a queria. Não tinha nada haver com sentimento. Pelo menos, nenhum sentimento como achou que haveria com Ben... Benjamim, ele estava muito distante agora da sua mente. Morto e enterrado no fundo da sua memória para nunca mais ser lembrado, e ela não iria estragar esse momento pensando naquele idiota. Não mesmo.

Era Serguei que estava ali e não Ben. E embora existissem algumas semelhanças entre os dois, Sofia reconhecia que encontrou no primeiro a confiança que tanto buscou no segundo. Dane-se qualquer ilusão quanto ao que poderia ter sido e abençoada seja essa atração inexplicável que sentia pelo melhor amigo da sua irmã.

– Eu quero você. – Disse mais uma vez olhando-o nos olhos.

Foi o que Serguei precisava para pegá-la no colo e depositá-la na cama. Se pôs sobre ela, beijando-a desde a boca passando por entre os seios até chegar a barriga lisa. Sofia é perfeita, pensava, enquanto se livrava do sutiã dela e beijava-lhe os seios firmes.

Em nenhum momento pensou em Anita, Júlia ou no fato daquela ser a casa da família da sua melhor amiga. Nem passou por sua cabeça todas as atrocidades das quais a loira foi capaz.

Inevitável era a palavra certa para explicar o que acontecia entre os dois. Ambos sabiam, de alguma forma, que o que ocorria agora estava destinado a acontecer. Era só uma questão de tempo.

Depois de explorarem cada detalhe dos corpos um do outro, Serguei descartou as ultimas peças de roupa que restavam. Colocou a camisinha e penetrou-a devagar. Sofia arfou entre supressa pela invasão. Amou sentir o corpo de Serguei sobre o seu. Ele não a apressou, dedicando-se ao máximo à ela. Quando ele ultrapassou a barreira da sua virgindade, Sofia sentiu uma leve dor e em resposta cravou as unhas nas costas dele. Apesar disso, não quis que acabasse. Queria mais e mais, mantê-lo sobre ela por quanto tempo fosse possível. Guardaria aquele momento, porque só existiria uma vez. Mas não pensaria nisso agora. O fim pode esperar.

E a cada nova investida, sentia-se mais perto de um céu que pensou não exitir pra ela. E então, tudo tomou uma maior dimensão. Ouviu minutos depois ele extravar o próprio prazer e descansar a cabeça no vão formado entre sua cabeça e o seu ombro. Aos poucos, as respirações foram se normalizando. E a sensação de perda voltava, mas não se importou. Ficou quieta, abraçada à Serguei com medo de quebrar o encanto cedo demais. Rolando para o lado da cama, ele não compartilhou da mesma decisão.

– Por que não me disse que era virgem?

Notas finais
Qualquer critica, elogio, estamos aí a disposição! Não deixem de comentar o que mais gostaram, odiaram, acharam NOOOSSA ou EEECA... Lembrem que fazem uma aspirante a escritora muito feliz! Beijos e vamos ao próximo!