Equinocio

5 Passado presente e futuro...Destino


Notas iniciais
Bem esse Capitulo ta bem maior que os anteriores, isso porque eu tive um surto aqui ouvindo caetano veloso, então não estranhe se o capitulo estiver meloso demais.
Essa parte fala da vida da mais Velha das irmas Longfield e v6 vão precisar dele para entender futuros acontecimentos.
Pra quem esta curioso com o que vai acontecer a Aliie eu garanto que no próximo Capitulo nós esclareceremos algumas duvidas.
Eu ofereço este capitulo a todas as amigas e leitoras lindas que já acompanham a fic e Agora tambem a minha mais nova leitora e comentarista shinka. Obrigada meninas lindas por lerem e comentarem.
Então é isso nos vemos la em baixo!


Enquanto isso... Parte dois.

Amelie. De todas as irmãs, era ela a mais sensata. Muito embora, para muitos, essa não fosse a palavra que melhor a definia.

Amee era controladora em todos os aspectos, não era nem de longe uma pessoa livre. Vivia presa a seus medos e à obrigação de agradar e de deixar seu pais orgulhosos. Essa era uma obrigação que só existia em sua mente, pois seus pais a tinham em alto conceito desde sempre e não havia necessidade de tentar agradá-los o tempo todo.

Desde cedo sofria de uma mania estranha, até mesmo para uma Longfield. Ela tinha uma compulsão medonha em ter uma vida perfeita. Era uma espécie de mania de arrumação evoluída.

Em toda sua vida se apaixonou apenas uma vez.

Foi a primeira vez que pensou ter decepcionado seus pais, mas eles a entendiam bem, sabiam que era comum em sua idade cometer enganos, e embora se preocupassem com as escolhas que sua filha mais velha tomava, confiavam nela e sabiam que sempre poderiam esperar atitudes sensatas de Amee.

Seu nome Era Joseph straubs, mais conhecido na cidade como Joe ou “o chamariz de confusão”, “o encrenqueiro sem futuro”, “filho do prefeito” e por muitos outros adjetivos.

Amee era líder de torcida e tinha uma vida social muito bem estabelecida desde aquela época.

Joe tinha morado fora da cidade por cinco anos e havia retornado há pouco quando os dois se encontraram. A vida dele já estava de ponta cabeça devido aos últimos acontecimentos e se apaixonar por Amee não estava em seus planos, mas ele sempre se metia em encrencas, e quando viu Amee pela primeira vez, não teve o que fazer a não ser encará-la e esperar que ela o notasse.

Joe também nunca havia se apaixonado, e como já foi dito, isso não estava em seus planos. Ele estava em uma fase de sua vida onde queria apenas manter todos longe. Ele tinha seus motivos.

As coisas perderam o rumo no dia em que Amee foi falar com ele. Ela era capitã do time das líderes de torcida e chefe do comitê de boas vindas, então era seu dever dar as boas vindas ao aluno novo.

Lembro-me bem desta cena. Foi uma das cenas mais empolgantes e curiosas de minha existência.

Joe estava sentado em uma das mesas externas do refeitório, e, para variar, estava sozinho.

Como eu disse, ele mantinha os outros longe, mas isso não funcionaria com Amee. Pena que o pobre rapaz não sabia.

Voltemos à parte da história que nos interessa.

Joe estava sentado sozinho, perdido em pensamentos, e então ouviu passos que vinham em sua direção.

Era ela. Ele já a havia visto algumas vezes, mas aparentemente ela nunca o notara. Estava sempre ocupada com os amigos.

Quando seus olhos passearam pelo rosto da moça, Joe soube que algo diferente havia acontecido. Sentia-se nervoso e suas mãos suavam, mas mesmo assim seus olhos não desviaram dos da moça. Ela o olhava com uma expressão séria no rosto diferente de todas as vezes que ele a observara.

Amee, por sua vez, não pôde deixar de analisar o rapaz à sua frente. Não pôde deixar de notar a cor de seus olhos. Um azul vibrante, que era encoberto por cílios fartos. A forma de seu rosto anguloso.

Foi estranho, mas ela não conseguiu dizer uma palavra sequer. Então Joe disse:

– Olá, posso ajudá-la? – perguntou o rapaz, sorrindo. Não conseguiu evitar.

Amee sorriu de volta, apesar de se sentir completamente estúpida. Era ela que deveria oferecer ajuda. Pela primeira vez, se sentiu tímida.

– Oi – disse Amee, usando noventa por cento de sua capacidade cerebral para formular a próxima frase. – Na verdade, sou eu quem veio lhe oferecer ajuda. E desejar boas vindas, é claro! – completou a moça, enquanto sorria abertamente.

Joe a encarava, analisando cada detalhe de sua fisionomia. Seus olhos grandes e castanhos. Olhos que ficariam estranhos em qualquer outra, mas que em Amee só ajudava a torná-la mais bela.

– Bem, no momento eu não preciso de nada – disse ele, encarando a moça. Não foi capaz de notar a sombra de decepção que passou pelo rosto dela. – Mas eu garanto que se precisar de algo, eu te procuro.

Amee assentiu, sem graça. Esperava poder puxar assunto com o novato, mas ele acabara de dispensá-la. Involuntariamente, se sentiu diminuída.

– Tudo bem, então. Seja bem vindo e até mais.

Ela saiu de perto da mesa sentindo-se mal. Sentia-se rejeitada.

Joe, por sua vez, teve vontade de correr atrás de Amee, mas não teve coragem.

Quando disse que essa foi uma das cenas mais curiosas que já presenciei, foi pelo simples motivo de que um encontro como esse era raro. É muito difícil, ainda mais nos últimos tempos, ver duas metades perfeitas.

Sim; Joe e Amee eram duas metades. Não da forma popularmente conhecida, como duas metades de uma laranja. Eu, na verdade, acho bem engraçado as alusões que vocês humanos estão acostumados a fazer.

Os dois estavam mais para duas peças de um quebra-cabeça. Enquanto Amee era o exemplo vivo de perfeição e de “normalidade”, Joe era o filho problemático de uma família importante da cidade. Eles tinham opiniões diferentes em quase tudo, tinham personalidades diferentes, mas quando estavam juntos, era como se fossem parte de um todo. Era assim que se sentiam quando estavam juntos. Completos.

Não demorou muito para que os dois se envolvessem.

Uma cena que me chamou muito a atenção, foi o dia que se beijaram pela primeira vez.

Joe convidara Amee para conhecer o aras de sua família. Era só uma desculpa para tê-la por perto.

– Amee? – chamou Joe, enquanto a observava olhando um cavalo.

– Sim?

– Porque você brigou com Sara?

– Por que você quer saber? Isso não é da sua conta.

Não era a primeira vez que Joseph perguntava isso à moça e todas às vezes ela tinha a mesma reação. Ele sabia que o motivo para a briga havia sido um suposto beijo. Um suposto beijo que ele tinha dado em Sara, outra líder de torcida.

O céu lá fora estava escuro e nublado, diferente de quando chegaram à propriedade da família Straubs.

– Bem, se eu fui o motivo, é claro que é da minha conta.

– Aquela garota quer tudo que é meu – resmungou Amee, e só depois se deu conta do que havia dito. – Espere – completou a moça, notando o sorriso que o rapaz esboçava e com isso ela ficou ainda mais furiosa. – Quem foi que lhe disse que VOCÊ foi o motivo? Você por acaso não se enxerga?

– Se não fui eu o motivo, então qual foi? E como assim “ela quer tudo o que é meu”?

– Você é um idiota! – disse Amee enquanto saía de dentro do estábulo onde estavam.

Lá fora chovia, mas ela estava tão nervosa com Joe que nem mesmo se importou em se molhar.

– Amee! – gritou Joe. – Espere! Por favor.

Amee ignorou o chamado. Não queria conversar com Joe. Não chorando como estava no momento. Sentia-se estúpida por não conseguir controlar o que falava quando estava com Joe. Sentia-se estúpida por ter ciúmes dele, que era apenas seu amigo. E o fato de Joe viver cercado de outras garotas não ajudava em nada.

Mas Joe queria apenas Amee. Só tinha olhos para ela.

Ele conseguiu alcançá-la. Pegou-a pelo braço, fazendo com que a moça ficasse de frente para ele.

– Porque está chorando, Amee? – perguntou ele, tentando olhá-la nos olhos. No entanto, ela desviava o olhar sem querer deixar que ele visse seus olhos. – Me desculpe, eu não quis magoá-la. Eu sou mesmo um idiota.

Dizendo isso, Joe puxou o corpo pequeno de Amee para perto dele. Levantou o queixo da moça para que pudesse olhar em seus olhos. Os olhos de Amee estavam vermelhos por causa do choro e sua maquiagem escorria devido a chuva e em parte pelo choro.

– Me solte. – Amee falou com a voz falha.

– Não, Amee. Vamos conversar? Não quero que fique brava comigo.

– Tarde demais. Eu não tenho nada pra te falar, Joseph.

– Então me deixe lhe fazer uma pergunta. O que você sente por mim?

– Não importa. – Amee foi teimosa como era de seu feitio.

– Bem, para mim é muito importante. – Joe segurou o rosto de Amee, desta vez mais firme. – Eu quero que você saiba Amee... Quero que saiba que eu serei seu se você me quiser.

Amee ficou sem palavras naquele momento. Olhava Joe com os olhos questionadores que ele tanto amava.

Como que para afirmar o que havia dito antes, Joe disse:

– E então, Amee? Você me quer? – sussurrou, aproximado sua boca da de Amee. – Quer que eu seja seu?

Seus rostos estavam próximos, mas não estavam próximos o suficiente.

Joe desceu uma de suas mãos até a cintura de Amee, enquanto a outra se embrenhava pelos cabelos da moça, trazendo-a para mais perto.

Amee perdeu o ritmo de sua respiração quando seus olhos encontraram a boca de Joe, que Àquela altura estava a milímetros da sua.

– Você ainda não me respondeu, Ameee – disse Joe, e Amee pôde sentir o hálito quente dele, que vinha em direção ao seu rosto. – Você quer que eu seja seu?

Foi então que ela colou seus lábios nos do rapaz.

Os lábios de Amee eram mais do que Joe esperava como resposta. Aquilo significava que ela o queria, significava que ela seria dele assim como ele seria dela.

O beijo que começou de forma gentil, aos poucos ficou cada vez mais intenso. Amee sentia arrepios cada vez que sua língua se encontrava com a de Joe. Era a primeira vez que ficavam tão próximos.

Joe Conduziu Amee de volta ao estábulo e a essa altura as mãos da moça já passeavam pelos ombros do rapaz e vira e meche se perdiam por seus cabelos molhados e desgrenhados por conta da chuva.

Ele imprensou seu corpo contra uma das pilastras que sustentavam o estábulo, e Amee que já estava com as pernas bambas por pouco não entrou em colapso quando Joe desceu sua boca pelo seu pescoço, enquanto suas mãos habilidosas subiam e desciam pela cintura da jovem.

Bem, eu não entrarei em detalhes mais profundos.

Vamos voltar à parte complicada da história.

Depois disto os dois engataram em um namoro empolgante, típico de jovens. E embora a família de ambos não fossem exatamente a favor, nenhum dos lados fez nada para impedir o relacionamento.

Eles namoraram por cerca de um ano e meio.

Para eles era estranha a forma como viam um ao outro. Era um amor possessivo que os tornava dependentes um do outro. Joe entrou para o time de futebol da escola e não fazia mais tanto esforço para manter todos afastados.

Vamos pular mais essa parte da história para que possamos avançar e esclarecer o contexto do amor de Amee e de Joe.

Após um ano e meio de namoro, Amee já sentia como se Joe fosse parte integral de sua vida. E foi então que tomou a decisão mais importante para uma jovem de sua idade.

Joe fora o primeiro homem na vida de Amee. Para ambos o momento foi especial, Amee era o conteúdo mais frequente dos pensamentos de Joe e há muito ele não tinha olhos para outras garotas. Ele não entendia como e nem porque amava tanto aquela garota que era cheia de manias irritantes e que tinha o prazer de controlar tudo a sua volta. Por muitas vezes brigaram e como todo relacionamento entre duas pessoas na puberdade, o relacionamento dos dois tinha altos e baixos, mas não conseguiam ficar um dia sequer sem se encontrarem, e a cada dia tinham mais certeza do sentimento que nutriam um pelo outro.

Amee não foi a primeira mulher na vida de Joe, mas para o rapaz foi como se fosse.

Como qualquer outra garota, Amee tinha dúvidas a respeito deste assunto, e sentia como se cada segundo fosse valioso demais para perder, questionando se algo poderia ou não dar certo. Desde o dia em que conhecera Joe, Amee tinha a impressão de que tudo não passava de obra de sua imaginação. Era como se ela soubesse que a qualquer momento perderia Joe e com isso quis aproveitar cada momento a seu lado.

Isso, na verdade, era um pressentimento, e embora Amee soubesse o porquê de tal pressentimento, soubesse de sua origem, ela queria a todo custo acreditar que a sensação não passava disso. Um fruto de sua imaginação.

Tudo aconteceu na noite do aniversario de Amee.

Foi essa a primeira vez que mentiu para seus pais, e para isso contou com a ajuda de uma amiga.

A história oficial contada aos pais de Amee foi a seguinte:

Amee iria dormir na casa de Alice Pryce, outra líder de torcida cuja mãe era funcionária no hospital central de silent Hill, onde a mãe de Amee era diretora da ala de obstetrícia e pediatria.

Mas como toda mentira é manca, algo deu errado naquela noite.

Para começar: quando a Sra. Longfield mencionou à Sra. Pryce que Amee havia dito que iria dormir na casa da mesma, a mulher demonstrou tamanho espanto que não teve como negar que desconhecia tal fato.

Isto serviu para deixar uma pulga atrás da orelha da Sra.Longfield, mas ela não quis desconfiar da filha. Amee não teria motivos para mentir.

Outro erro.

Joe disse ao pai que iria ver Amee naquela noite. Ele não deveria sequer ter dito que sairia.

Após as três horas da madrugada, o prefeito desconfiou da demora de seu filho e assim ligou para o chefe de policia Longfield (pai de Amee).

– Joe disse que estaria com Amee quando saiu esta noite.

– Impossível. Amee está dormindo na casa dos Pryce nesta noite. Ele não está aqui.

– Então acho que os dois mentiram – disse o prefeito em um tom sério que faria qualquer um temer. Menos o Sr. Longfield.

– Eu não sei como criou seu filho, Sr. prefeito, mas sei como Amee foi criada e sei que não está mentindo.

– Eu não quis ofendê-lo, chefe Longfield, mas o que acontece é que ambos são jovens e nós dois sabemos que na idade deles nenhum de nós tinha muito juízo! E é exatamente por saber o filho que tenho que lhe digo que estão mentindo.

Neste momento houve um período de um longo e interminável silêncio.

– Ligue para os Pryce e me diga que eu estou errado. – incitou o prefeito em um tom ácido e autoritário que nunca abandonava sua voz.

E, lamentavelmente, ele estava certo. Amee de fato não estava na casa dos Pryce.

Ela estava com Joe em uma espécie de chalé que ficava em uma das propriedades da família de Joe. Os dois passaram a noite lá.

O Sr. Longfield por pouco não teve um ataque do miocárdio quando descobriu que Amee tinha mentido para passar a noite com Joe. A confusão já estava armada, e a briga entre o prefeito e o chefe de policia Longfield foi séria e por pouco não saíram aos murros.

Depois de tudo isso, os pais de Amee a deixaram de castigo por cerca de três meses, até que pudesse sair de casa sozinha sem ser escoltada por sua irmã Allie, que vira e meche cobrava um saco de doces de Joe para que não contasse a seus pais que os dois andavam se vendo fora do horário permitido.

Com o passar do tempo, quando as coisas foram se acalmando, Amee percebeu que a cada dia ela e Joe estavam mais distantes.

Percebeu também que ele já não ligava com a mesma frequência e que quando marcavam de se ver, Joe sempre arrumava um desculpa. Era como se andasse fugindo dela.

Ele não era mais tão carinhoso como costumava ser, não a tratava mais como o centro de seu universo, e Amee desgostosamente notou tudo isso.

Com o passar do tempo as coisas pioraram, e foram piorando cada vez mais até o dia em que Joe terminou com Amee.

No dia em que Joe terminou com Amee, as coisas saíram do controle. Ela não aceitou bem o fim do namoro, e para convencê-la de que era mesmo o fim, Joe teve que apelar. Disse coisas horríveis. Coisas que, devido à insegurança de Amee, e ao fato de que a pobre moça temia desde sempre o fim de sua recente felicidade, criaram raízes em seu coração, fincando ali as raízes da mágoa e da indignação.

E foi ali que o amor de Amelie Longfield por Joseph Straubs morreu.

Mas as coisas não são tão simples e fáceis como parecem.

Joe teve seus motivos para abandonar Amee. Eram motivos bem fortes, eu lhe garanto.

Neste momento você deve estar achando que Joe era só mais um caipira com aspirações à cafajeste. Mas não se esqueça, meu caro, a realidade é sempre mais complexa do que pensamos.

Eu gosto de me intrometer nas vidas humanas? Sim. Eu complico as coisas na maioria das vezes? Sim, é claro.

Mas eu sou apenas uma consciência. Um fruto de suas decisões. Decisões estas que funcionam como um labirinto de dominós, que a cada queda derruba a peça mais próxima.

Suas decisões são frutos de consequências de atos que vieram de pessoas que vieram antes de vocês.

Pode ter parecido estranho o que eu disse anteriormente, mas entenda: tudo está interligado, acredite você ou não.

Sim, o vento ocasionado pela batida das asas de um beija flor pode interferir direta ou indiretamente na força de um tornado.

Bem, vamos deixar essa conversa sem sentido de lado e tratar do que nos é importante.

Eu gosto das coisas complicadas. Se a vida de vocês, humanos, fosse simples, qual graça teria a minha vida de telespectador?

Diga-me, o conto Romeu e Julieta teria graça se não fosse trágico?

A resposta é simples. Não. Não teria a mínima graça.

Por quê? Oras, porque todo bom romance que se preze precisa de idas e vindas, de altos e baixos.

Senão não há a mínima graça.

É por isso que as coisas acontecem da forma como acontecem na vida das irmãs Longfield.



Notas finais
Ola meninas! de novo... bem eu espero que tenham gostado.
Eu não tenho mais muito o que falar então vamos aos avisos:
1_Eu não sei quando vou ter outro surto, porque eu só escrevo quando estou muito alguma coisa, seja feliz, ou dramática,ou raivosa. Em fim eu tenho que ta muito alguma coisa e não sei quando vai rolar de novo.
2- se vc esta lendo, algum motivo tem então não custa comentar e dizer sua opniao que neste caso é importante.
Em fim. É isso eu espero de coração que tenham gostado bjos e ate mais!