Entre os mundos

13 O fogo que se alastra.


Notas iniciais
Menores de 18 fechem os olhos kkkkkkkkkkkkk

Senti as mãos dele passeando pelo meu corpo como sem nem um tipo de inibição, e eu adorava isso, me excitava.

Aaron me beijava com afinco, e nossas línguas lutavam sem realmente ter um vencedor, senti a mão dele descer por minhas cochas e me levantar pelas partes internas das minhas pernas, me carregando até o ninho.

– essa é aquela hora que na verdade você me diz que na verdade ainda é virgem como os mocinhos dos livros – perguntei sem folego.

Ele me deu seu costumeiro sorriso cínico.

– eu não sou como os mocinhos mikaella sulivan, gosto mais dos vilões.

Ele me deitou sobre o ninho e suas mãos foram sorrateiramente até o decote do vestido, e com um único puxão ele rasgou mais da metade, o som do tecido rasgando sobre minha pele me excitava mais ainda.

Vendo-o de joelhos a minha frente, sentido sua língua percorrendo meu corpo, é tão excitante e sexy. Apoio as mãos em seu cabelo longo e puxo gentilmente tentando acalmar minha respiração acelerada.

Ele olha para mim através dos, impossivelmente, cílios longos e com seus ardentes olhos verdes. Sobe a mão e termina de puxar o vertido, fazendo-me arquear o corpo para liberar a passagem. Sem desviar os olhos dos meus suas mãos se movem sob o meus quadril e cintura.

Aaron fez um caminho de beijos que iam do meu ombro aos meus mamilos, segurando-os entres as mãos.

– se encaixam perfeitamente em minhas mãos mikaella sulivan – ele murmura, e coloca o dedo indicador na borda do meu seio, acariciando-o. – muito bonitos.

Meus seios incham e meus mamilos se endurecem sob seu insistente olhar, ele chupou gentilmente um mamilo, e desliza uma mão ao outro seio, alongando-o. não consegui reprimir a doce sensação que percorreu meu corpo como uma corrente elétrica e indo direto a minha virilha.

– pare – pedi quase sem voz- pare de me torturar.

– não estou torturando – ele falou se intercalando entre leves sucções – estou te preparando para mim.

Senti um calafrio gostoso percorrer minha espinha.

Levantei a perna e senti sua ereção entre as pernas me fazendo desejar que ele estivesse dentro de mim mais do que qualquer coisa. Tirei sua camisa e arranhei suas costas com força.

– acho que você já está no ponto – ele murmurou – vou checar.

Eu ia perguntar o que ele queria dizer quando senti sua língua invadindo minha intimidade, penetrando-a, brincando como se não tivesse me levando a loucura.

Eu não sou virgem, já dormi com uma quantidade razoável de homens, mas nem um tinha aquele nível de perícia com a língua.

– Aaron – implorei – por favor.

Ele retornou meu corpo abrindo um novo caminho de beijos, deixando minha pele arrepiada e molhada por onde passava, até chegar a minha boca, ajudei-o a tirar as calças de couro entendendo finalmente o por que dele achar que eu precisaria de uma preparação, ele não era um elfo grande só no altura.

– preciso de você dentro de mim – minha voz saiu sussurrante – agora.

Ele abriu minhas pernas com delicadeza, se deito sobre mim fazendo-me arfar com o peso, mas aquilo não importava agora, a única coisa que dominava minha mente era que eu precisava dela mais do que o ar, talvez até mais do que voltar para casa.

Quando ele finalmente entrou dentro de mim, foi um misto de prazer e dor de um jeito único, prazer por me sentir completa pela primeira vez na vida, a sensação que ele me causava era indescritível e dor pelo fato dele ser realmente grande, filho da mãe gostoso.

Eu poderia passar o resto da minha vida descrevendo como é fazer sexo com Aaron, mas penso que isso só deve respeito a mim, quando estávamos devidamente saciados um do outro o dia já tinha ido e o sol já estava nascendo, eu nem havia notado que tinha literalmente dormido com ele até acordar com seus braços a minha volta.

Aaron dormia tranquilo com os cabelos dourados bagunçados em todas as direções, corei ao lembrar que eu que havia feito aquilo com seus cabelo.

Fiquei olhando-o até que suas pálpebras começarem a tremer e ele abrir os olhos de jade, ainda levemente sonolento.

– oi – merda, aquela voz rouca acendia meu corpo novamente.

– Hey – não pude evitar sorrir – dormiu bem?

– na verdade não – ele se sentou esticando-se – digamos que parece que fiquei acordado a noite inteira.

Reprimi a vontade de bater nele.

Ele olhou em volta, parecendo notar que já havia amanhecido.

– droga — ele se levantou – desculpe mikaella sulivan, mas os caçadores tinham que começar a desmanchar acampamento.

– vocês vão voltar? – me levantei também sentindo meu corpo dolorido.

– todos vamos – ele já estava colocando a lança na cocha – reforçamos a segurança em volta do acampamento, qualquer mostro que tentar se aproximar vai virar churrasco.

Aaron olhou para mim, esquadrinhando meu corpo ainda nu.

– vou precisar de umas roupas – pequei o vestido que ele havia destruído – digamos que essa está um pouco rasgada.

Ele concordou com a cabeça e saiu sem falar nada.

Ainda o Aaron de sempre, tinha que me acostumar com isso, ele não era um elfo de muitas palavras, me sentei na cama, mas com certeza era um elfo de ações.

Me assustei quando ele entrou sorrateiramente.

– vista isso – ele foi quase ríspido.

Coloquei o vestido que era uma um verde intenso, e como todas as roupas aqui, transparente.

Achei curioso o fato dele ter ficado, parado na porta apenas olhando enquanto eu me vestia, se ele estava atrasado, por que não me deu a roupa e se foi?

– pronto — anunciei – terminei.

Aaron ainda me olhava de um jeito faminto.

– você está linda – sua voz rouca aqueceu meu corpo – está sempre linda.

– eu vou sair primeiro – corei de prazer.

Passei por ele e na hora que toquei a maçaneta Aaron colocou a mão sobre a porta.

Ele pegou meu rosto com ambas as mãos e me beijou de leve e depois saiu pela janela, sem dizer uma única palavra.

Sai pela porta de fininho, e...

– Mayaan – a voz de Brisa gerou um calafrio nas minhas costa.

Estaquei onde estava.

Ela me abraçou com força, como se não nos víssemos a muito tempo.

– pensei que os deuses a tivessem tirado de mim – ela colocou meu cabelo atas da orelha – onde esteve?

Dormindo com o elfo que você ama.

– eu precisava de um tempo – falei de modo firme – fiquei na floresta esse tempo.

– ah. Pobrezinha — Brisa suspirou – está com saudade de casa?

– estou – fiquei me sentindo mal por mentir para ela –sinto muito por sumir.

– tudo bem – ela passou a mão pela minha cintura –venha, vamos cuidar de chuva.

Chuva?

Quase me esqueci da minha pequena. Caminhei com brisa em direção a minha toca temporária.

Folha estava lá e quase me matou, dizendo que estava muito preocupado, que eu sairá por alguns minutos e não voltara, que ele ficara a noite inteira me esperando, tive que me desculpar milhares de vezes para que ele aceitar minhas desculpas.

Naquele mesmo dia, fomos informados que iriamos voltar a arvore e agradeci aos deuses por sair daquele acampamento e poder voltar para minha linda arvore, que eu dividia com Brisa, eu amava aquele ninho.

Juntamos nossas coisas e nos juntamos ao grupo que iria embora, peguei minha chuva e coloquei em um bolsão amarrado a minha cintura. Sunshine estava ao pé da cerejeira se despedindo de cada elfa, ela abriu um sorriso lindo para Brisa e a abraçou fortemente, disse várias palavras de carinho, tique que ficar esperando, afinal todas as elfas estava numa fila para se despedir dela.

Quando chegou a minha vez, ela me olhou de modo frio, mas para a minha surpresa ela me abraçou, apertando meu braço de forma dolorosa.

– vou te falar uma coisa menina – ele murmurou – da próxima vez trate de gemer mais baixo.

Senti meu rosto corar e tentei me afastar mas ela me manteve presa em seus braços.

– você ainda vai se arrepender humana, meu filho não foi feito para alguém como você.

Quando ela me soltou, havia uma marca vermelha em meu braço.

– sinto pena dela – Brisa comentou quando saímos do acampamento.

– por que? – pena de vadias como aquela não fazia parte do meu currículo.

– ela só pode se encontrar com Enantiomorfos uma vez por ano.

– o que? – meu queixo caiu – agora eu sei por que ela é tão amarga, eu também seria se só pudesse fazer sexo uma vez por ano.

– Mayaan – ela arregalou os olhos, mas não pode deixar de sorrir – ela tem as obrigações dela e ela as dele, por isso mesmo estando por perto ele não tem permissão dos deuses para se veem.

Nossa, isso realmente é uma barra.

Mesmo eu não gostando dela eu tinha que admitir que realmente, entendia que ver a pessoa que você ama apenas uma vez por ano era duro.

– você viu Aaron? – brisa perguntou depois de um tempo — eu não o vejo desde ontem.

Fiquei em silencio, não podia responder para ela, como eu conseguia me sentir tão feliz e culpada ao mesmo tempo? Isso era uma coisa que eu precisaria lidar, pelo menos enquanto vivesse com eles, eu havia tomado minha decisão, eu o quisera, não o rejeitara, então tinha que arcar com as consequências.

Notas finais
Meedo, gente desculpe se ficoou uma porcaria, tipo, tenho um mega problema de escrever hot, espero que tenham gostado. me digam o que acharam???