Entre o bem e o mal - Klaroline/Hope
26 De volta à Mystic Falls
Notas iniciais
POV Autoras
Toda a “família” está de partida pra Mystic Falls, na verdade, eles já estão dentro do avião. Marcel ficou em New Orleans com os vampiros para garantir que nada interferisse no reino dos Originais e dessa vez jurou a Klaus que não tentaria tomar a cidade de novo. Para alguns essa viagem está sendo ótima, como Caroline, que vai finalmente encontrar sua mãe, para Elena, que vai voltar para sua cidade e para Damon, que vai matar alguns viajantes. Até mesmo Katherine e Elijah estão indo, já que Katherine insistiu que precisa visitar o lugar onde Nadia foi enterrada. Hope está adorando, já que ela vai conhecer um lugar novo e cheio de história que ela adora. Enzo também está no avião, mesmo que contra a vontade de Klaus. Para Jeremy tanto faz, ele tinha gostado de morar em New York, só está indo por muita insistência de Bonnie e Matt. E por falar em Matt, esse está indo acompanhado de Rebekah, que está com medo de que ele fique em Mystic Falls e não queira mais nada com ela. Stefan está levando sua nova namorada, Ivy, que conheceu na França. Ele a chamou e ela foi até New Orleans, passou alguns dias com ele e agora estão indo para Mystic Falls. Kol e Davina estão mais apaixonados do que nunca e também muito bagunceiros. Desde que Davina se tornou vampira, eles têm saído e viajado para “curtir e fazer lanchinhos”. Há alguns dias os dois voltaram de Las Vegas.
–- Ei sweet, por que acha que a Hope gosta tanto desse vampiro? – Klaus cochicha para Caroline, enquanto os dois observam Hope conversar e rir com Enzo, quando ele faz um origami para ela.
–- O nome dele é Enzo, Klaus. E respondendo a sua pergunta, eu não sei. Eles têm uma conexão, é muito especial.
–- Eu não acho isso bom. – Klaus faz uma carranca.
–- Por que não?
–- Porque ela é uma criança e ele é um vampiro de sabe lá quantos anos.
–- Um dia ela vai crescer, sabia? E quando ela arrumar o primeiro namorado? Como vai ser?
–- Ela não vai arrumar namorado nenhum. Pare de falar besteiras.
–- Você precisa superar isso, Klaus. Falando assim, até parece que você é um velho de mil anos. – ela sorri e Klaus fica sério.
Davina e Kol estão sentados em poltronas um do lado do outro, Davina está com as pernas sobre as pernas de Kol e os dois estão entediados.
–- Você vai odiar Mystic Falls. É um lugar horrível, monótono, quase não tem gente morando lá...
–- Ei! – Elena se mete na conversa que estava ouvindo – Não o escute, Davina. Mystic Falls é um lugar ótimo.
–- Como eu ia dizendo – Kol continua – só tem dois lugares bons naquele fim de mundo.
–- Quais? – Davina pergunta.
–- O Mystic Grill, onde o nosso querido zagueiro trabalhava... – Kol olha para Matt, que o encara friamente – Ah qual é, você ainda não superou que eu esmaguei a sua mão aquele dia no baile de Mystic Falls? – Matt não diz nada e volta a conversar com Rebekah – Eu acho que não...
–- E qual é o outro lugar?
–- A minha casa, lógico. É fantástica, você vai adorar.
–- Você quer dizer a minha casa. – Klaus fala, do outro lado do avião.
–- Mas que droga, não se pode nem conversar em paz num avião cheio de vampiros! Usem a audição de vocês para outra coisa.
Depois de um tempo, todos estão reunidos em volta da mesa do avião, exceto Hope, que está brincando com sua Barbie.
–- O plano é o seguinte – Damon começa – Barbie, você vai entrar na cidade com o híbrido do mal e a mini Barbie Klaus. Diga para os otários lá da entrada que você vai apenas visitar a sua mãe. Então você – ele aponta para Klaus – vai lá e já mata esses daí. Quando vocês já estiverem na casa da Liz, que provavelmente vai surtar quando vir o Klaus lá, garantam que todas as portas e janelas estarão trancadas. É aí que nós entramos.
–- Ok, e o que vamos fazer? – Ivy pergunta.
–- Você eu não sei. – Damon responde – Nós, os vampiros, vamos matar todos os viajantes, simples.
–- Eu tive uma ideia. – Stefan fala.
–- Vai escrever no seu diário sobre o dia fantástico que está tendo?
–- Não, Damon. Como Ivy e Matt são humanos, eles podem entrar na cidade tranquilamente. É só eles se esconderem na nossa casa.
–- Perfeito. Mas espera aí, o pequeno Gilbert também é humano.
–- Eu sou um caçador, não sou um humano qualquer! – Jeremy fala – Sem ofensas, Matt e Ivy.
Nesse momento, o piloto do avião particular de Klaus fala, como se alguém ali precisasse de proteção:
–- Senhores passageiros, apertem seus cintos, em alguns instantes pousaremos no aeroporto de Charlottesville, Virgínia.
Após pousarem no aeroporto, todos eles seguem de carro para os arredores de Mystic Falls.
***
–- Vocês! Vampiros! Parados! – um dos viajantes grita para Klaus, Hope e Caroline, que estão quase na entrada de Mystic Falls.
–- Viemos apenas para visitar a minha mãe, a xerife Forbes. Não vamos causar problemas, em poucas horas iremos embora. – diz Caroline a um dos viajantes.
–- Deixe-os entrar. Mas não esqueça, vampira, vamos ficar de olho em vocês. – o híbrido Original acha uma audácia alguém falar assim com a sua mulher, mas agora que eles foram “convidados a entrar” tudo fica mais fácil.
Klaus assente com a cabeça para Caroline continuar andando e quebra o pescoço dos dois viajantes. Caroline segura Hope no colo e tampa seus olhos, entrando na cidade. Mais alguns viajantes vêm, mas nem chegam perto delas porque Klaus os impede, matando-os, claro.
–- Klaus! Será que você não consegue fazer isso sem violência? Parece o Damon! Não é para seguir o plano dele à risca.
–- Não reclame, sweet. Está na hora da sua parte. Soube que a sua mãe está em casa. Pronta?
Ela assente e assim que pisam na varanda de sua casa, ela toca a campainha.
***
Matt e Ivy entraram na cidade sem problema algum, graças ao plano de Damon e Stefan e ao fato de serem humanos. Assim que os dois entram na mansão Salvatore, Ivy fica impressionada.
–- Uau... É aqui que o Stefan morava?
–- É. – Matt responde – Desde mil oitocentos e pouco. Aqui também sempre foi o “point de encontros dos vampiros/híbridos/lobos/bruxas de Mystic Falls”. Você quer beber ou comer alguma coisa?
–- Seria ótimo.
–- Eu vou ver se tem alguma coisa além de sangue e whisky. Já volto.
–- Matt!
–- O que?
–- Eu queria dormir um pouco, estou cansada da viagem.
–- Lá em cima são os quartos. Tem muitos, mas você pode ficar no do Stefan se quiser. Fim do corredor, subindo as escadas, é no sótão. Ah, não entre na primeira porta, é o quarto do Damon, não sabemos o que você pode encontrar por lá.
Ivy ri e segue para o quarto de Stefan.
***
–- Por que temos que ficar aqui parados? Qual é, gente, vamos para a ação! – Kol reclama. Ele, Bonnie e Davina estão escondidos perto do Mystic Grill.
Um dos viajantes estava fora dos limites da cidade e para o azar dele, foi pego por Kol e obrigado a “convida-los” para entrar na cidade. Bonnie precisava de alguma proteção enquanto fazia o feitiço sozinha, então um vampiro Original e uma vampira de 22 anos muito estressada serviram perfeitamente.
–- Por que você nunca para de reclamar, Kol? – Bonnie pergunta.
–- Mereço... Em vez de matar alguns viajantes virei babá de bruxa.
–- Cala a boca, Kol. Me ajuda aqui. – Davina chama.
–- O que você quer que eu faça?
–- Pegue aquelas ervas ali e ponha daquele lado do mapa. – ela indica – Depois fique de vigia e garanta que nenhum viajante se aproxime para que a Bonnie possa terminar o feitiço.
–- Por que eu tenho que fazer tudo?
–- Porque sim! – as duas falam juntas.
***
–- Acabei de falar com Matt. Eles chegaram bem, já estão em casa.
–- Ótimo, Rebekah. Agora eu quero que Jeremy, Elena e você vão para aquele lado e matem o maior número de viajantes que vocês virem. Mas tenham certeza de que eles são viajantes. – ordena Elijah.
–- Por que eu tenho que ir com ela? – Rebekah reclama.
–- Porque você é uma Original. Vai proteger Elena e Jeremy. E também porque você precisa aprender a redirecionar a sua raiva. Você não via Elena há tempos, Rebekah. Já chega. Você me entendeu?
–- Entendi.
–- Eu perguntei se você realmente me entendeu, Rebekah. Responda.
–- Sim, Elijah. Eu entendi. Agora pare de me repreender na frente das döppelgangers mais irritantes do universo.
–- Bom. Agora podem ir.
Assim, Elijah se vira para Damon, Enzo e Stefan, que estão reclamando porque eles poderiam ter acompanhado Elena.
–- Agora vocês três... Parem de reclamar, estão parecendo a Rebekah. Vocês sabem muito bem o que fazer.
–- E quanto a você e a Katherine? – Damon pergunta.
–- Katerina e eu temos assuntos pendentes para resolver nessa cidade. Vamos.
Os vampiros foram espertos, cada grupo usou uma entrada da cidade, que claro, estava sendo vigiada. Eles disseram que tinham algumas pendências na cidade, como pegar obras de arte antigas na mansão Mikaelson, visitar o túmulo de parentes e rever alguns entes queridos. Assim todos entraram na cidade tranquilamente. Claro que essa parte do plano foi de autoria de Elijah, já que para Damon era morte para todos os viajantes e nada além disso.
***
Liz, que estava sentada no sofá, trocando os canais da TV sem parar, já que o toque de recolher outorgado na cidade pelos viajantes já tocou, levanta-se para ver quem está tocando incessantemente a campainha. “Tomara que não sejam eles com outra exigência”, ela pensa. Assim que abre a porta, ela vê Caroline.
–- Ah meu Deus! Minha filha! – ela a abraça e começa a chorar. Há tantos anos não via Caroline, há tantos anos ela esperou pelo dia que veria a sua garotinha voltando para vê-la, há tantos anos ela sonha com este momento.
–- Oi mamãe. Eu estou aqui. Estava com tanta saudade.
–- Eu também estava morrendo de saudade de você! Como entrou na cidade? Como eles deixaram?
Na hora que Caroline ia responder, Liz solta o abraço e percebe que não estão sozinhas. Atrás da filha, ela vê um rosto bem conhecido e não muito amigável, Klaus. Em seu colo uma pequena garotinha de olhos e cabelos claros. Ela não a conhece.
–- Caroline, você tem algo para me contar? – ela questiona.
–- Mãe... Podemos entrar?
–- Claro. – Liz dá passagem para os três, ainda estando muito desconfiada de Klaus.
Depois que já estão acomodados na sala, Liz exige que Caroline tenha uma explicação muito boa para trazer Klaus à sua casa depois de todos esses anos e principalmente para quem é aquela criança e o que Klaus faz com ela.
–- Querida, vem aqui – Caroline chama Hope – suba as escadas e entre na segunda porta. É o quarto da tia Car. Divirta-se.
–- Você sabe que posso escutar lá de cima, não sabe? – Hope fala para ela.
–- Sei. Mas ainda assim, suba. Tenho muitos troféus de quando eu era líder de torcida. Também tem um vestido de princesa no meu armário. Foi o seu pai que me deu.
–- Eu posso ver? – os olhos dela brilham.
–- Pode. Agora vai.
Hope passa que nem um furacão e dá um pouco de privacidade a eles.
–- Bom, mãe... Por onde eu começo? Ah sim... Eu e Klaus estamos juntos. – Liz quase cospe o chá que estava tomando e Klaus se diverte com a situação. Caroline consegue ouvir o som dos risos abafados dele.
–- O que?!
–- Mãe, estamos juntos há anos. – ela prefere ocultar a parte de que foi possuída por Esther, quase morta por Hayley e que ficou viajando pelo mundo por cinco anos – Quando eu saí de Mystic Falls, fui encontrar Rebekah em uma cidadezinha da Louisiana para ajuda-la a cuidar de Hope, aquela menina que você viu. Na época ela era só um bebê.
–- Mas... Eu não entendo – Liz começa – porque vampiros Originais têm interesse naquela menina. O que ela é para vocês? Resolveram abrir uma creche?
–- Na verdade, ela é minha filha. – Klaus fala – Biológica.
–- Isso é impossível!
–- Foi o que eu disse quando soube que a Hayley estava grávida.
–- Hayley? Não é aquela amiga do Tyler?
–- Isso mesmo. Sou parte vampiro, parte lobo. Como eu nasci lobisomem, posso procriar. Uma noite, álcool, vários foras da Caroline e uma loba bonita deram nisso. Hope.
–- O que a sua filha é?
–- Ela é uma mistura de todas as espécies. Meio vampira, meio loba, meio humana e meio bruxa. É a mais poderosa que existe.
–- Meu Deus... Eu nunca poderia imaginar uma coisa assim. Você concordou com isso, Caroline?
–- Mãe... Eu amo a Hope. Amo o Klaus. Amo essa vida maluca. Eu amo tudo isso. Você precisa conhecer New Orleans! É uma cidade fantástica. Hayley comanda a matilha dos lobos, ela é uma Labonair, a coisa mais próxima da realeza que eles têm. Ela vive num lugar mais afastado do centro da cidade chamado Bayou. Klaus e os outros Originais vivem no French Quarter e as bruxas vivem do outro lado da cidade.
–- Eu nem sei o que falar. – Liz fica sem reação – Acho que vou tirar os biscoitos que estão no forno. – ela se levanta e vai para a cozinha.
Hope desce as escadas correndo.
–- O que foi? – Klaus pergunta.
–- Eu ouvi biscoitos? – ela fala – Adoro biscoitos!
–- A minha mãe está lá na cozinha tirando alguns do forno. Por que você não vai ajuda-la? – Caroline fala. Hope assente e vai correndo para a cozinha.
–- Você acha que a sua mãe engoliu a história?
–- Só precisamos manter ela distraída até os outros terminarem, senão ela vai querer sair e isso não vai ser bom.
–- Não estou falando dessa história. Estou falando de nós. Acha que algum dia ela vai aceitar que você fique comigo?
–- Ah meu Deus, quem diria? Klaus Mikaelson preocupado com a aprovação da sogra!
–- Está debochando de mim, sweetheart? – ele não dá chance de Caroline responder e a puxa para um beijo. Desde que saíram de New Orleans ele está com vontade de beija-la, mas ainda não tinham tido privacidade para isso.
Após alguns minutos, Hope e Liz voltam segurando bandejas de biscoitos de chocolate e suco de laranja para todos. Na cozinha elas conversaram sobre muitas coisas e Liz ficou emocionada quando a garotinha disse que nunca tinha conhecido a avó. Bom, no caso de Esther, foi muito bom a garota não ter convivido com ela, já no caso de Marie, mãe de Hayley, foi uma coisa mais trágica.
–- Hey, vejo que viraram amigas... – Caroline levanta a sobrancelha.
–- Ela é uma ótima garota. Sabe, na cozinha, ela tinha se cortado com uma faca, quando fomos cortar as laranjas para fazer o suco...
–- Mas sarou rapidinho. – Hope completa.
***
Katherine e Elijah finalmente chegam ao cemitério de Mystic Falls. Mais cedo, ainda naquele dia, Damon disse a Katherine que eles haviam dado à Nadia um funeral digno. Perto da lápide de Zacariah Salvatore, ela vê o nome: Nadia Petrova. “Ela foi enterrada com o meu sobrenome”, pensa Katherine. Devagar, ela caminha para o túmulo de sua filha.
–- Precisa que eu te dê um momento? – Elijah pergunta, assim que os dois param em frente ao local indicado.
–- Não me leve a mal, mas eu preciso ficar sozinha.
–- Estarei no portão. – em um segundo ele some.
–- Nadia – ela ajoelha – eu só queria pedir desculpas. Me perdoe por nunca ter sido a mãe que você merecia e que você esperou, me perdoe por ser essa pessoa que se importa mais consigo mesma do que com qualquer outra, mas eu precisava sobreviver. Se algum dia eu soubesse onde você estava, eu juro que teria ido atrás de você, juro que teríamos tido uma vida normal, como você sempre quis. Agora é tarde, mas eu faria qualquer coisa para te salvar. Eu te amo, querida.
Katherine se levanta, limpa as lágrimas, retoma a postura de vampira que ela tem e vai encontrar Elijah no portão.
–- Tudo bem? – ela pergunta, quando o vê desligando o celular.
–- Kol me ligou. Eles já conseguiram. Parece que a mãe da Caroline ficou furiosa porque eles esconderam isso dela e usaram a Hope para distrai-la, mas já está mais calma agora.
***
–- Quero propor um brinde! – Damon fala, já meio bêbado.
–- Um brinde a que? – Elena pergunta.
–- Ué... Recuperamos Mystic Falls, matamos todos os viajantes e ninguém mais vai usurpar nossa cidade. Isso não são motivos suficientes?
–- Então um brinde a tudo isso! – Stefan, Elena, Jeremy, Bonnie, Damon e Ivy viram os copos de whisky.
***
Rebekah, Klaus, Matt, Caroline, Hope, Elijah, Katherine e Enzo estão na mansão dos Originais. Eles passarão essa noite lá e na manhã seguinte partirão para o aeroporto de Charlottesville e voltarão para New Orleans. Enquanto Klaus e Caroline colocam Hope na cama, Kol e Davina tomam champanhe, Elijah e Katherine encaram a lareira e Enzo fica entediado, Rebekah e Matt passeiam no jardim e conversam sobre coisas banais, até que chegam no tão temido assunto que pairava já há algum tempo sobre esse casal.
–- O que você vai fazer agora? – Rebekah o encara.
–- Como assim?
–- Digo, vai voltar para New York, vai ficar aqui, vai fazer faculdade...
–- Ah sim... Eu não sei.
–- Você vai me deixar, não é? – ela abaixa a cabeça – Não, não que eu te culpe, você é jovem, tem toda uma vida pela frente, é humano, vai poder casar e ter filhos...
–- Rebekah, não é assim...
–- É assim sim. Isso não é menos do que você merece e mais do que é de direito. Eu realmente espero que você seja feliz.
Matt se sente culpado, mas Rebekah não o deixa falar nada, em vez disso, ela o leva para a frente da casa, onde ela tem uma surpresa para ele.
–- Feche os olhos.
Assim que chegam no local, ela manda que ele abra os olhos.
–- Uau, é um carro e tanto. De quem é? – ele olha apaixonadamente para o Maserati bem na sua frente.
–- É seu. Você me disse uma vez que queria um Maserati. Lembra? No baile que teve aqui.
–- Eu nem sei o que falar.
–- Nem pense em “não posso aceitar, Rebekah”. Vai fazer muito sucesso na faculdade, eu acho.
***
Na manhã seguinte Klaus, Caroline, Hope, Enzo, Rebekah, Kol e Davina estão de partida para New Orleans. Matt decidiu ficar em Mystic Falls e tentar ter uma vida normal, entrar para a Whitmore College e quem sabe seguir os conselhos de Rebekah. Damon, Elena, Bonnie, Jeremy, Stefan e Ivy vão continuar em Mystic Falls, de onde nunca deveriam ter saído. Katherine e Elijah decidiram prolongar as “férias” e ir para a Bulgária, o país que Katherine nasceu. Eles vão visitar a antiga casa da família Petrova e encontrar algumas lembranças, sejam elas boas ou ruins.
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