Notas iniciais
Heeey, gente! Gostaria que todos dessem as boas vindas à Dudaa, que agora é oficialmente a co-autora da fic! Dudinhaa, seja muito bem vinda! Também queremos agradecer à Lulu Salvatore Blanco, que recomendou a fic, mesmo só tendo um prólogo e dois capítulos! Muito obrigada querida, esse capítulo é dedicado à você!

PDV Caroline

Eu decidi ficar, decidi cuidar de Hope até que Klaus mandasse ela voltar para New Orleans com Rebekah, então eu iria embora, talvez para Mystic Falls, talvez para qualquer outro lugar do mundo.

–- Rebekah, a água já está quente! – chamei. Eu estava preparando um banho para Hope, já que Rebekah estava com medo de fazer isso sozinha. Em Mystic Falls eu fui voluntária para cuidar de algumas crianças no abrigo, por isso eu tive que aprender como cuidar delas e agora descobri que levo muito jeito.

–- Aqui está. – Rebekah me entregou o bebê, eu tirei as roupinhas dela, depois dei um banho bem relaxante na água morna.

–- Rebekah, se nós formos “morar” aqui nesse hotel, você vai ter que adaptar esse quarto para ela.

–- Ah nós não vamos ficar aqui por muito tempo, eu comprei um apartamento aqui na cidade, perto do lago e nós vamos nos mudar hoje, por isso, nem desfaça suas malas.

Assenti com a cabeça enquanto enrolava Hope na toalha e a secava, pela primeira vez ela sorriu para mim. Aquilo foi lindo, eu sorri para ela instantaneamente, enquanto Rebekah continuava contando como era o apartamento, ao mesmo tempo ela estava fazendo as malas dela e de Hope.

Eu só ouvi a parte que o apartamento tem 3 quartos e um deles já foi completamente decorado para a bebê. Ah, também ouvi a parte sobre a maravilhosa vista para o lago. Fiquei pensando como seria legal se nós fizéssemos um piquenique com Hope perto do lago, com ela correndo e brincando, mas é claro que eu não teria tanto tempo assim com ela, afinal, pelo que Rebekah me contou, Klaus estava mesmo disposto a tomar New Orleans dos lobos. Eu acho que em um mês no máximo, ele irá pedir para que a irmã volte com a filha dele. Decidi aproveitar ao máximo todos os momentos com Hope, eu tenho certeza que ela irá se tornar uma criança maravilhosa.

Quando já estávamos na estrada, indo para o tal apartamento, resolvi fazer um pedido para Rebekah.

–- Rebekah, eu posso te pedir uma coisa?

–- Mais uma? – revirei os olhos – Estou brincando, pode falar.

–- Quando Klaus pedir para você voltar para New Orleans com ela, não me deixe sem notícias dela, ok? Quero que me conte tudo, como está crescendo, se está indo à escola, se tem amiguinhos, tudo mesmo.

–- Caroline fracamente, você acha mesmo que o meu irmão vai deixar você ir embora?

–- Como é?

–- Qual é, você acha que eu não sei sobre o sexo selvagem que vocês fizeram na floresta de Mystic Falls no dia que Katerina estava morrendo?

–- Rebekah, como você sabe disso?

–- Nik me contou. – arregalei os olhos – Ele me conta tudo. As vezes me ama, as vezes me odeia, mas eu sempre fui sua confidente. Ele gosta muito de você.

–- Não diga besteiras.

–- Bom, se você pensa assim o problema é seu. O fato é que logo ele vai ligar para saber como a filha está e eu vou dizer que ela está bem, sob os meus cuidados e sob os seus também. Isso será mais um incentivo para ele retomar New Orleans. – ela piscou para mim.

–- Por favor, não diga à ele que eu estou aqui.

–- Ok, se você quer assim...

–- Obrigada.

–- Chegamos.

Rebekah estacionou na garagem de um grande e luxuoso prédio, bem perto do tal lago. Subimos para a cobertura e enquanto estávamos no elevador, ela me disse:

–- A cobertura não estava mais disponível, já havia sido comprada por uma mulher bem chata, então comprei o andar de baixo.

–- E por que estamos indo para a cobertura?

–- Porque eu a compeli para trocar de apartamento comigo. – ela falou isso com uma naturalidade que deveria ganhar o Oscar.

O elevador abriu e Rebekah destrancou a porta. Sim, era enorme e lindo.

A sala de visitas era bem espaçosa, mas já estava preenchida com muitos móveis lindos e antigos. O carpete era bege claro, havia um sofá em formato de L, uma mesinha de centro com flores, uma lareira em frente ao sofá, com algumas cadeiras antigas em volta. Atrás do sofá havia um espelho com recortes finos e alguns arabescos, do outro lado, a janela que dava para uma varanda aconchegante e com vista para o lago.

–- Uau. – falei, ainda impressionada.

–- Quer conhecer o seu quarto?

–- Na verdade era um quarto de hóspedes, mas quando eu soube que você vinha mandei que preparassem para você. Espero que goste. Terceira porta à direita.

Segui pelo corredor e abri a porta. Fiquei impressionada, quando eu poderia sonhar que Rebekah pudesse ser tão atenta aos mínimos detalhes? Quando eu poderia imaginar que iria ter um quarto como aquele? Mesmo que fosse por pouco tempo, eu estava bem animada.

Meu quarto era espetacular. Abri a porta e me deparei com uma pequena sala de estar dentro do quarto. Tinham duas poltronas brancas com bolinhas vermelhas, uma mesinha com flores, um enorme abajur vermelho, uma mesa de vidro com algumas revistas, outro abajur e uma cadeira branca. Passando pela outra porta havia a cama de casal com lençóis brancos e uma colcha vermelha, um espelho, a porta para o banheiro e um enorme guarda-roupa. O que realmente dava o charme no quarto era o carpete vermelho, que contrastava com as paredes cinza. Rebekah apareceu na porta.

–- E aí, gostou?

–- É perfeito, eu nunca tive um quarto tão lindo, obrigada.

Ela assentiu e me chamou, eu a segui. Chegamos à outra porta, na hora que ela abriu, eu pude ver que era o quarto de Hope, no qual ela já estava.

O quarto da Hope era ainda mais lindo do que qualquer outro que eu já tinha visto. Paredes brancas e listradas, teto branco, com luzes suaves, todos os móveis eram antigos e prateados, inclusive um enorme espelho que havia no lado oposto ao berço. Em cima do bercinho havia um mosqueteiro branco, que combinava perfeitamente com toda a roupa de cama, tanto do berço, quanto do sofá. As cortinas eram cinza claro e havia alguns quadrinhos na parede.

–- Nossa Rebekah... Foi você que escolheu tudo?

–- Claro né Caroline, sou uma vampira de mil anos com um gosto muito refinado.

Revirei os olhos e vi que Hope estava no berço, não estava dormindo, estava observando tudo a sua volta com seus olhinhos claros, claros como os dele, claros como os de Klaus... Klaus, por que será que esse maldito não sai da minha cabeça? Ai que ódio!

–- Vou para o meu quarto arrumar minhas roupas no armário, logo minha mãe vai ligar para saber que loucura foi essa de fugir e só deixar um bilhete.

Voltei para o meu quarto e comecei a desfazer as malas. Meu celular não tinha nenhuma ligação perdida, achei muito estranho, mas talvez ninguém tivesse lido o meu bilhete ainda. Rebekah bateu na porta do quarto.

–- Caroline, preciso de um favor.

–- Mais um?

–- Faça uma lista de tudo que a Hope precisa. Eu vou sair para comprar e aproveito e compro umas roupas novas pra você porque essas aí...

Olhei feio, quem ela pensa que é pra falar assim comigo?

–- O que tem de errado com as minhas roupas?

–- Nada Caroline, só faça a lista. Agora.

Fui até a mesinha do meu quarto, peguei uma folha sulfite, uma caneta e comecei a escrever:

Mamadeira

Leite

Chupeta

Babador

Papinha (sabores variados, seja inteligente)

Roupinhas

Carrinho de bebê

Cadeirinha para o carro

Sabonete suave

Talco

Fraldas descartáveis

Lencinhos umedecidos

Entreguei a lista para Rebekah e ela ficou chocada.

–- Tudo isso?! – fiz uma careta – Tudo bem, estou indo. Tome conta dela direito.

Ela saiu porta a fora e o telefone tocou. Será possível que ela já esqueceu alguma coisa?

–- Alô? – atendi.

–- Onde está Rebekah? Quem está falando? – eu reconheceria aquele sotaque britânico em qualquer lugar... Klaus.

Notas finais
E aí gostaram?? Bom, deem uma passada na Klaroline is Life, teve um barraco entre a Camille e a Caroline e várias revelações! Lembrando que comentários, favoritos e recomendações são muito importantes para nós! Por hoje é só... Beijinhos, Vampira Original e Dudaa.