Notas iniciais
Oi pessoas!! Esse capítulo tá carregado de Bipolaridade, e fofura entre os protagonistas....prestem atenção no momento deles!! Uhuul! Coraçõesinhos no ar! ♡♡♡

Quando a prova começou, logo dirigi meu olhar a Kily, que estava entre os valentões, que, suspeitava eu, eram mais experientes que ele, pelo fato de ficarem tirando sarro com o coitado.
Não aguentando mais ver eles falarem daquela forma com ele, quando chegou sua vez, falei baixinho, apenas para que ele ouvisse:
— Arrasa com eles. — Como resposta, ele me deu uma piscadela.
Claro, aquele garoto não para de me surpreender, acertou todos os alvos. E ainda saiu fazendo piadinhas e tirando onda. Homens.
Porém, aquilo foi apenas a ponta do iceberg, o jogo, com mortes de verdade, começaria agora.
Expliquei rapidamente como funcionava e a competição começou.
Logo nos primeiros minutos já tinham 2 mortos, e eu não sei por que, mas eu só conseguia me preocupar com um certo par de olhos azuis. Fiquei dizendo para mim mesma que era por causa da aposta, que eu apenas estava preocupada, com meu próprio bem. Mas, logo depois achei minha atitude muito egocêntrica, e resolvi parar de pensar. Por que eu estava assim?
Logo ao final da competição, vi Kily andando normalmente. Não consegui me concentrar em mais nada tamanho o meu alívio. Falei o que tinha que falar sobre a festa como um robô.
Mas que porcaria de ideia dessas festas. Estou sem clima nenhum.
Saí pensando no que eu iria vestir. Chegando ao meu quarto escolho uma roupa qualquer, mas que seja confortável.
No caminho da saída acabei encontrando a minha prima.
— Hey, Lena. Quanta animação para uma pessoa só, hein?
— Ai Lu. Me cobre lá dessa vez. Não estou no clima. — Disse sentindo meus olhos lacrimejando. Sério que estou chorando? Minha prima me vendo dessa forma me abraçou e disse.
— Ai FloFlo, não fica assim não. Sei como essas competições te abatem. — Ela disse usando meu antigo apelido, bem escroto por sinal. — Descansa, vai relaxar a cabeça no seu lugar. Óbvio que eu te dou cobertura. — Meu lugar que ela queria dizer, é um pequeno penhasco, que da uma vista para o Rio dos mortos.
Assim que atravesso o lugar e vou chegando ao meu destino, acabo vendo os olhos de safira sentado, observanso o rio com um olhar curioso.
— Horripilante, não é? — Perguntei limpando o último vestígio de lágrimas. — Ele se vira para mim um tanto quanto assustado, mas depois acaba concordando.
— Sim. O que é tudo isso?- Pergunta. Enquanto isso, sento ao seu lado.
— Se chama Rio dos Mortos. É onde despejam, o sangue dos traídores e o dos mortos em algumas batalhas.
— Despejam o sangue? Não quis dizer o corpo? — Quando ele pergunta isso, fico ainda mais sensível. Acabou soltando uma risada abafada jundo com um choro.
— Não. É muito pior. Eles drenam o sangue deles e jogam no rio com o intuito dele ficar com essa cor mesmo, faz parte do plano da morte em massa, sabe?
— Nossa.
— Pois é.
— Me desculpa perguntar mas, não parece que você concorda com isso. — Aí eu já não aguentei mais. Comecei a soluçar. Coloquei a mão na boca tentando empedir que ele visse. Mas parece que eu não tive muito sucesso, já que ele me ABRAÇOU. Isso, ele me abraçou.
No começo achei muito estranho e muita ousadia da parte dele, mas depois acabei me entregando e o abracei de volta, chorando. Nunca tinha me sentido tão segura nos braços de ninguém. Me senti tão segura, que até parei de me preocupar que nessa posição, ele poderia facilmente meter uma faca entre as minhas costelas. Ainda o abraçando, falei:
— Você também parece não gostar muito. Quase não matou ninguém nessa prova, e ouso dizer que é muito bom.
— Obrigada. — Ele disse. Foi aí que percebi que ainda estava abraçada a ele. Fui me soltando aos poucos. Ele parecia ser realmente muito legal.
— Mas agora que saquei um pouco de que você não está de corpo e alma na competição vou prestar mais atenção.
— É?
— Sim. Estou de olho em você desde o começo da competição.
— A é? Sua safada. — Ele falou brincando com um sorriso de canto e um olhar safado.
— Sim, mas você seria bem mais bonito se não fosse tão convensido. — Quando terminei de falar isso ele abriu a boca com uma falsa indignação.

— Então se eu não fosse tão convencido você me acharia bonito? Tipo, gatão mesmo?
— Sim. Mas, pode ir perdendo as esperanças por que duvido que você fique mais humilde...
Por fim acabamos rindo juntos das palhaçadas, e mesmo eu sabendo que não podia confiar totalmente pois ele era um competidor que poderia facilmente apenas estar se fazendo de bonsinho, gosto da sua companhia. Então vamos ver o que vai acontecer...

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— Não me enteressa, vai haver a mudança de planos e ponto.

— Mas, pai...

— Mas nada! Você vai resolver isso, e vai fazer isso sozinha com esses incompetentes. Eu quero isso pronto.

Resumindo, nesse momento, eu estou no meu quarto ouvindo meu pai falar sobre a sua insatisfação. Alguns capangas foram enviados para apagar alguns arquivos que estavam na mesa de um advogado. Por acaso, esses arquivos, tinham muita coisa suja sobre o meu pai, e ele quer que eu resolva isso, pois segundo ele, sou bem mais competente. Porém, ao que parece, não serão os capangas que irão me acompanhar. Não. As provas serão adiadas para que eu possa sair com 5 competidores selecionados por mim. Quem não tiver êxito nessa missão ou atrapalhar de alguma forma, está fora.

— Então, Helena! Quero saber quem são!

— Eu não sei! Não me lembro deles de cabeça! Deixe- me dar uma olhada. Amanhã de retorno em relação a isso.

— MERDA NENHUMA! AMANHÃ NÃO! HOJE! TE DOU ATÉ 8 HORAS, SÃO 7, O TEMPO ESTÁ PASSANDO! VAI!— Meu querido pai berrou proferindo as ordens. E pensar que teria um pouco de socego. Odeio a minha vida!

Notas finais
Então...gostaram? Espero comentário, isso nos incentiva muito. Se quiserem, podem até dar sugestões, estamos abertas a ideias. Muitos bjos!! Capítulo escrito por Cor das palavras!!