Notas iniciais
Flor da noite: Oi gente linda, Ses tão bem? Espero que sim né. Esse capítulo é cheio de love é também talvez vocês queiram me matar, mas por favor eu gosto muito da minha vida. Kkkk. Espero que gostem deste capítulo, não está lá muito grande, mas acontece bastante coisa.

Acho que encontrei alguém quase tão bipolar quanto eu.

Uma hora chora e outra ri, eu só me dou bem com maluco mesmo. Aliás não sei o que deu em mim mais cedo( falando da bipolaridade....)eu podia ter morrido só por encostar na garota, mas mesmo assim vou e abraço ela.

Acho que estava tão desesperado que nem liguei pras consequências, nunca uma garota havia chorado na minha frente. Também nunca imaginei que a primeira garota a chorar iria ser a Helena, justo ela que me parece tão durona, até tentou esconder o choro. Mas todos temos nossos problemas não é?

A Helena retribuiu meu abraço e as piadas, mas eu também via em seu olhar um pouco de desconfiança. Eu não a julgo, em um lugar desse era impossível viver bem.

— Hey, avoado.- algum mané me tira de meus pensamentos, olho em volta a procura do responsável, era um dos capangas do local.- Você está sendo solicitado.

Bufando vou atrás do homem, passamos por toda a área e entramos numa sala onde mais 4 competidores estavam.

— Kily, Jasper, Alex, Quenian e Brumiam.- A loira da qual eu tenho mais falado ultimamente chama.- haverá uma mudança nos planos, a próxima prova será adiada e vocês cinco viram comigo numa missão até a cidade.

— Que será...- alguém pergunta mas estou muito ocupado encarando tediosamente os olhos verdes esmeralda da loira.

— Agora mesmo. Coloquem essas roupas como desfarce e vamos logo.- ela taca pra cada, um par diferente. Vejo que o que ela me entrega é um estilo empresario, arqueiro as sombrancelha pra ela sorrindo, ela apenas da de ombros, mas sorri também.

— E nós vamos nos trocar aqui mesmo, princesa?- alguém pergunta.- não que eu ligue, na verdade tenho certeza que você vai adorar o que vê.

— mais uma dessas e eu arranco sua lingua, babaca.- ela o ameaça e eu seguro a risada.- há um banheiro alí, mas só cabem 4, então vão vocês aí.

A garota aponta para os outros caras do meu lado. Eles dão de ombro e vão para o banheiro. Helena me olha, apoio a cabeça nas mãos.

-Se eu pudesse descrever a beleza dos teus olhos e enumerar teus atributos em épocas vindouras... diriam: o poeta mente! A Terra jamais foi acariciada por tal toque divino.- recito olhando a loira profundamente.

— Shakespeare?- ela pergunta.

— Ele pode ter escrito, mas com certeza não tinha alguém com olhos tão perfeitos como você para ter recitado.- comento, ela parece estar um pouco sem graça, me aproximo um pouco mais dela.

— Esta roupa é ridícula!- jasper aparece interrompendo. Olho para ele e estava vestido de gari. Alex de faxineiro, Quenian de entregador e Brumiam de segurança.

— Combina com você.- digo, é o cara me encarando. Entro no banheiro troco de roupa e volto logo em seguida de terno e gravata.

— o plano é o seguinte rapazes, Kily vai entrar comigo no prédio como meu advogado, Jasper vai ser o gari que vai recolher o lixo e descobrir se eles jogam algo de importante na lixeira, Alex vai entrar no prédio infiltrado de faxineiro e fingindo que limpa a sala de arquivos vai roubar o arquivo que precisamos. Brumiam vai disfarçado de segurança do prédio e vai se instalar em frente a porta de reuniões do conselho e Quenian vai ficar na van, esperando qualquer emergência.

— não me parece difícil.- falo e todos me olham, eu não costumo falar muito na frente dos caras.

— só espero que saiba ser um bom delegado, vai ter que defender o meu caso.

— Se lascou, é o mais difícil!- alguém ri.

— Não quando se é chamado de ipnotizador.

....

— Você está bem Helena?- pergunto enquanto viramos a esquina já pondo o plano em ação.

— Estou ótima.- ela responde, mas vejo que mente. Sua cara dizia realmente o contrario. Arranco uma flor de um canteiro pelo qual passamos, me lembrando de meu sonho. Ainda não sabia se a bebê era realmente a mesma Helena que a ao meu lado.

— Não fica triste, Lena.- entrego a flor pra ela. A garota fica encantada com aquele gesto simples e me dá um beijinho na bochecha.

— Não estou mais mentindo quando digo que estou feliz.- ela sorri. Por incrível que pareça, ela me dá impressão que sabe do meu sonho.- vamos entrar.

Viramos a rua e entramos no grande prédio existente ali. Seguimos pelos corredores e paramos numa secretaria.

— No que posso ajudá-lo?- a recepcionista se dirigi a mim, claramente interessada.

— Sou Helena kricher, temos uma reunião agora.- a loira entra na minha frente.

— Quinto andar senhorita kricher.- a moça indica murchando seu sorriso.

— Obrigada.- Helena agradece a olhando de forma superior. Entramos no elevador.- não está aqui para paquerar Johns.

— Fala como se eu estivesse dando em cima dela, muito sem sal ainda por cima.- comento, e parece que isso a agrada.

Chegamos na sala onde ocorreria a reunião e nos sentamos. As pessoas estavam entrando e se sentando e logo demos início.

— Boa tarde senhores, sou Steven Mir.- digo usando o meu disfarce.- estou aqui com Helena kricher filha de William kricher e viemos para tratar de uma falsa acusação.

Na verdade, pelo que Helena me dissera não tinha nada de falso na acusação, mas eu tinha que fazer que fosse.

— William kricher é acusado de tráfico de armas.- um dos homens lê a acusação.

Ele foi acusado só por isso? Eles não sabem de nada.

— Senhores tenho aqui algumas provas de que ele não é o homem que pesam que é. Temos todas as transições da conta de William, nenhuma delas condiz ao valor do tráfico.- mostro o documento.

— Ele pode ter dado dinheiro vivo.

— Mas nas provas dizem que há uma transição.

Começo a debater sobre o fato de nas provas da justiça haverem dito ter uma transição, mas que não temos provas de nenhuma transição.

Percebo que conseguiria conquista-los de outra forma, vendo alguns dos funcionários da justiça percebo que os mesmos têm filhos, uma tática.

— Doutor Jean, o senhor tem dois filhos não tem? O senhor os poria em risco? Meteria sua linda filha nessa enrrascada? Meteria ela em perigo?

— Não.- o homem responde.

— É por isso que queremos que acreditem em nós. O senhor Kricher perdeu a respeitosa esposa a vários anos, e ela o deixou uma garota. O pobre viuvo só quer proteger a filha de todos os perigos para evitar que aconteça o que aconteceu com a mãe. Então me digam, porque ele a poria em risco?- finalizo meu discurso, todos me olham emocionados com as palavras, por mais simples que fossem.

— Dou o caso como encerrado, William kricher é inocente.- o juiz declara.

Saímos da sala a passos lentos. Passamos em frente a outra sala, um guarda pisca pra gente, era Brumiam disfarçado. Continuamos andando para não levantar suspeitas, e quando ninguém mais podia nos ouvir, Helena falou:

— Você conseguiu fazer eles ficarem sentimentais, justo ele que são preparados para esses tipo de coisa. Como conseguiu.

— Tenho psicopatia passiva.- digo dando de ombros, talvez já tivesse até dito isso a ela, sei lá.

— Já li sobre isso, mas só encontraram indícios de um único caso.- ela comenta.

— Olha que sorte a sua, está do lado do único caso de uma doeça mental quase totalmente desconhecida onde não tem cura, que divertido!- lhe forço um sorriso.

— Mas você não é perigoso, é por isso que se chama passiva.

— Errado, eu só sou perigoso se eu quiser, há uma diferença.- digo.

— É mesmo? Qual?

Porém não dá tempo de responder pois assim que viramos a esquina no prédio aparecem atrás da gente alguns homens armados.

— É ela, peguem ela! — um deles grita e aponta a arma para Helena e preparam para atirar, a garota não percebe, por tanto quando ouço um disparo a empurro para longe.

— Kily! Você está bem? Kily!- ouço a gritar mais já estou muito tonto para prestar atenção.

Notas finais
Desculpem os erros. E por favor comentem, quanto mais comentários, mais rápido postaremos. Beijos de arco íris❤