Entre beijos e paixões - Season 2
21 Encontro, tensões e ameaças
Notas iniciais
O relógio marcava às 21:00 h, Bia se encontrava pensativa em seu quarto. Esta olhava da janela de seu quarto, diretamente para a rua ou melhor “beco” em que morava. Felina subiu à janela para lhe fazer companhia, nessa hora, a garota sorriu e a fez carinho.
– Hey, gatinha! – Exclamou alguém do lado de fora, a tirando de seus pensamentos. Se tratava de Vivi.
– Sai fora! – Respondeu Bia à zoação da amiga, que riu da situação.
– Eu falei foi com a Felina, tá? – Disse Vivi, rindo. – Não sou lésbica... – Completou. (Leitor observador: Aham Vivi, sei... e.e) – E aí, o que faz aí na janela, tão pensativa? – Perguntou a garota.
– Você já respondeu sua pergunta. Tô pensando. – Respondeu Bia, suspirando.
– Tá, desculpa… – Disse Vivi, levando as mãos para cima.
– Nem foi patada, besta. – Bia revirou os olhos.
– Eu sei. – Disse Vivi, rindo.
– Vai querer entrar? – Perguntou Bia.
– Não, valeu. – Respondeu Vivi. – Tô só de passagem, vou pra casa. – Explicou.
– Uh, que milagre! – Exclamou Bia. – A senhorita nunca vai pra casa essa hora. – Lembrou.
– Pois é… – Disse Vivi. – Milagres acontecem! – Afirmou. – Mas, na verdade, é que amanhã meu irmãozinho completa um ano, aí a Shirley quer organizar uma festinha em casa mesmo, e eu vou ter que acordar cedo pra ajudar. – Contou, revirando os olhos.
– Credo Vivi… – Disse Bia, reparando o “ânimo” da garota (para não dizer o contrário). – Quando vai parar de implicar com o fato da Shirley ter um bebê com seu pai? São casados! – Perguntou, em forma de sermão.
– Eu sei que são casados. – Disse Vivi. – E não é implicância! – Corrigiu. – Só acho que a Tati como irmã já tava de bom tamanho, e tem mais, bebês são chatos demais! – Completou.
– Nossa… – Disse Bia. – Você não tem jeito, né? – Perguntou.
– Quê? E eu sou obrigada a gostar de criança? – Perguntou Vivi. – Dá o maior trabalhão ter que limpar bunda de bebê, e ouvir choradeira toda hora, nem! É por isso que nunca vou inventar de ter filho… – Enquanto Vivi falava asneiras, um calafrio tomou conta do corpo de Bia. O assunto fez com que a mesma lembrasse do incidente mais cedo com a camisinha. – Bia? Você tá bem? – Perguntou Vivi, reparando que a amiga havia ficado pálida sem mais nem menos.
– Tô… Eu só…
– Nossa, você tá pálida… – Interrompeu Vivi. – Tá sentindo alguma coisa? – Perguntou.
– Acho que é fome… – Respondeu Bia.
– Vish! E não tem nada aí pra comer? – Perguntou.
– Sei lá… – Disse Bia.
– Quer que eu ligue pro Paçoca? – Perguntou Vivi. – Eu tava lá no ensaio da Ramsay com as meninas, e ele chamou a Julieta pra sair depois que terminaram de ensaiar. Quem sabe ele não traz um cachorro quente pra você. – Disse Vivi, tirando o celular do bolso.
– Não Vivi, não precisa. Valeu. – Disse Bia.
– Tem certeza? – Insistiu Vivi.
– Tenho. – Respondeu Bia. – Olha, vou me deitar, depois a gente se fala. – Finalizou, cortando o assunto.
– Beleza… – Concordou Vivi. – Dá uma passada lá no aniversário do trapinho, amanhã. Chama o Carlos e o Binho também. – Concluiu.
– Tá bom… – Assentiu Bia. – Valeu! – Despediu-se.
– Falou! – Respondeu Vivi, esta também se despediu de Felina, e então saiu, seguindo para casa.
Bia fechou a Janela, e foi se deitar. Nesse momento, vários pensamentos surgiram em sua cabeça. O que faria se um bebê estivesse a caminho? Só tinha 15 anos, e o Binho 14! Como cuidariam de um filho? Maldita hora em que aquela camisinha tinha que rasgar! E agora? O que seria de sua vida? E a escola? Nem tinha iniciado o primeiro ano do ensino médio ainda! O que todos pensariam? Seu tio lhe poria para fora de casa, com certeza…
– Ai meu Deus, o que vai ser de mim? – Perguntou, em desespero. E agora? A quem recorreria?
Enquanto isso…
Não muito longe dalí…
Carlos e Julieta comiam em uma barraca de cachorro quente.
– Desculpa não poder te levar em um lugar melhor, é que… – Carlos tentava se explicar, quando Julieta o interrompeu, sorrindo.
– Eu não ligo pra isso, Carlos. O importante é que estou em boa companhia. – Afirmou, ganhando um sorriso de Paçoca.
– Então… – Disse o garoto.
– Então… – Repetiu Julieta. Ambos sorriram sem graça.
– O que foi aquilo no ensaio, hein? – Perguntou Carlos, relembrando do momento em que se beijaram.
– Pois é! – Exclamou Julieta. – Nossa, eu nunca tinha beijado alguém antes. – Revelou.
– Sério? – Perguntou Carlos, surpreso.
– Sim… – Afirmou Julieta.
– Nem pareceu, você beija bem. – Falou Carlos, deixando Julieta ainda mais sem graça.
– Obrigada… – Agradeceu a garota, vermelha. Houve um silêncio momentâneo, então os dois continuaram a lanchar. – Paçoca…
– É Carlos!!! – Exclamou o garoto, assustando Julieta. – Foi mal, é o costume… – Desculpou-se. Julieta riu. – Mas, você queria falar algo? – Perguntou, depois de tê-la interrompido.
– Sim, eu… Queria te fazer uma pergunta… – Disse a garota.
– Pode falar. – O garoto esperou que a mesma prosseguisse.
– Aquilo que falou, sobre não conseguir parar de pensar em mim, é mesmo verdade? – Perguntou. Nessa hora, Carlos olhou no fundo de seus olhos e a respondeu.
– Sim, é… – Afirmou. – Não é a toa que fiz aquela música… – Completou.
– Ah… – Julieta fez uma cara estranha.
– O que foi? – Perguntou Carlos.
– Nada, é que… Nenhum garoto tinha se interessado assim por mim antes… – Revelou.
– E você? – Perguntou Carlos. – Foi sincera quando disse que sentia o mesmo?
– Sim… – Respondeu Julieta. – Eu nunca tinha gostado de alguém desse jeito, tipo, sem conhecer por muito tempo. – Explicou. – Pra falar a verdade, acho que nunca gostei de alguém antes. – Completou.
– Nossa, sério? – Surpreendeu-se Carlos.
– É… – Disse Julieta. – E agora? Como vai ser? – Perguntou.
– Bom, agora só resta nos conhecermos melhor, para ver no que dá. – Afirmou Carlos.
– É! – Concordou Julieta, sorrindo. – O que quer saber sobre mim? – Perguntou.
– Sei lá, o que você quiser contar. – Falou Carlos, rindo.
– Ok. – Concordou Julieta. – Bom, meu nome completo é Maria Júlia Guimarães Lemes, eu tenho 16 anos, e sou prima da Janu.
– Maria Júlia?! Sério mesmo? – Perguntou Carlos, surpreso. – Achei que era Julieta. – Completou.
– É só apelido. – Explicou Julieta.
– Ah… – Concluiu Carlos. – Prossiga. – Pediu.
– Eu sou do interior Minas Gerais. – Contou. – Mas vim passar um tempo aqui na casa da minha tia, a mãe da Janu.
– Hum… Algum motivo em especial? – Perguntou Carlos. O garoto notou que Julieta ficou um pouco tensa.
– Não… – Disse a garota, um tanto estranha. Porém, Carlos resolveu deixar pra lá. – E você? – Perguntou a Carlos.
– Eu? – Perguntou Carlos. – Meu nome completo é Carlos Ramos, sei, é curto, mas, é que eu não conheci meu pai. – Disse. – Eu morei com meu tio até uns sete anos e depois fugi de casa. Virei menino de rua, me meti em encrencas, fiz besteira, e tudo isso por que acreditava que minha irmã tava morta, quando na verdade ela sempre teve por perto, no orfanato raio de luz. – Contou, chocando Julieta.
– Nossa… – Disse a mesma.
– Tenso, eu sei. – Disse o garoto. – Mas, se eu não tivesse vivido isso tudo, eu não seria quem sou hoje. – Concluiu.
– Uou! Bem profundo! – Afirmou Julieta.
– Pois é… – Houve mais um momento de silêncio. Nessa hora, Julieta olhou a hora em seu relógio.
– Nossa, já é quase 22:00 h! – Exclamou. – É melhor eu ir pra casa antes que minha tia fique preocupada.
– Tudo bem, eu te deixo até a parada. – Disse Carlos. – Deixa só eu comprar um cachorro quente aqui pra levar pra Bia. – Julieta assentiu.
Logo, depois que comprou o cachorro quente da Bia, Carlos acompanhou Julieta até o ponto de ônibus.
– Gostei muito do nosso passeio. – Afirmou Julieta, sorrindo.
– Eu também. – Afirmou Carlos, nesse momento, os olhos de ambos se encontraram, e logo depois, os lábios.
– Tchau! – Despediu-se Julieta.
– Tchau Ju… – Respondeu Paçoca. Então, a garota pegou o ônibus.
***
No orfanato…
Binho encontrava-se pensativo em seu quarto, quando Thiago chegou, resmungando, ao lado de Neco.
– Não aguento mais a Cris me olhando de cara feia! – Reclamava. – Ela não entende que tô passando por um momento difícil?!
– Foda, cara… – Falou Neco. Nessa hora, os dois perceberam o estado de Binho, o garoto roía as unhas, pensativo em sua cama. E quando Binho roía as unhas, era sinal de que a coisa estava feia. – Xi… Parece que você não é o único a ter problemas aqui. – Reparou Neco.
– Nossa, verdade, quando o Binho rói as unhas, é porque a coisa tá feia! – (Num falei u-u) Afirmou Thiago. – O que houve, cara? – Perguntou.
– N-Nada não… – Disse Binho, entre dentes.
– Mente pra outro, eu te conheço, chapa! – Insistiu Thiago. Mas, Binho sabia que contar segredos a Thiago, era o mesmo que sair gritando num alto-falante.
– Já falei que não é nada! – Permaneceu firme, saindo do quarto.
– Eu hein! O que deu nele? – Perguntou Rafa, que estava entrando no quarto na hora que Binho saiu, e por sinal acabou levando uma barroada do mesmo.
– Não fazemos ideia. – Disse Neco.
– Aposto que o problema é mulher. – Disse Rafa.
– Pode crer, cara. – Disse Thiago. – Mulheres sempre tornam tudo mais difícil. – Afirmou.
– Pior… – Concordou Neco. Os três garotos suspiraram ao mesmo tempo, pensando no quão a vida era complicada, devido as mulheres.
Na cozinha…
Binho tomava um copo d'agua, quando Maria entrou na cozinha. Binho não percebeu que Maria entrou, então quando se virou tomou um susto enorme.
– Porra, que susto, Maria! – Exclamou o garoto.
– Ui, foi mau! – Disse Maria. Logo, esta percebeu que Binho estava tenso. – Tá tudo bem? – Perguntou.
– Não! Tá tudo péssimo! – Afirmou Binho.
– Por quê? – Perguntou Maria.
– Não interessa! – Disse Binho.
– Tá, desculpa. – Pediu Maria. – Só não desconta em mim seu estresse. – Pediu.
– Foi mal. – Disse Binho.
– O que tá te acontecendo? – Perguntou Maria. – É alguma coisa com a Bia? – Perguntou. A garota parecia ter adivinhado.
– E-Eu… Vou dormir! – Concluiu Binho, saindo da cozinha, tenso.
– Aí tem… – Afirmou Maria, esta conseguia sentir o cheiro de tensão no ar.
Enquanto isso…
Na comunidade…
Após deixar Julieta, Carlos voltou para casa. Ao chegar, tudo se encontrava escuro, sinal de que Bia já estava na cama. Então, o garoto entrou sem fazer muito barulho, acendeu a luz, e sentou-se no sofá, passando refletir. Estava mesmo se deixando levar por uma paixão repentina? Nunca tinha tido tal sentimento antes, a não ser por uma garota… Marian. Porém, não deu muito certo, a não ser a base de chantagens ou favores em troca de outros. Mas, ele não era mais assim, não era mais “o Paçoca”, e tentava enfiar isso na cabeça de todos, mas, para alguns era meio difícil de aceitar que agora ele era uma outra pessoa, um homem, era Carlos.
– Como foi o encontro? – Perguntou alguém, o tirando de seus pensamentos.
– Bia?! – Exclamou, olhando para trás. – Nossa, achei que você tava dormindo. – Afirmou.
– Sabe que só consigo dormir quando você chega. – Disse Bia.
– É, eu sei. – Disse Carlos. – Trouxe um cachorro quente. – Completou, entregando o cachorro quente embrulhado à irmã.
– Ainda bem, eu tava com fome! – Afirmou Bia, recebendo o cachorro quente. – E aí, você não me respondeu, como foi o encontro? – Perguntou novamente.
– Foi legal, a Julieta é gente boa. – Afirmou Carlos.
– Tá afim dela mesmo? – Perguntou Bia.
– Bom, ela é legal, e bonita! – Afirmou Carlos. – Estamos nos conhecendo melhor.
– Tendi… – Concluiu Bia. – Soube que até já fez uma música pra ela! – Revelou.
– É? Nossa! Como? Quem te contou? – Perguntou Carlos, meio sem graça.
– A Janu postou o vídeo no perfil dela. – Contou Bia.
– Ah, é. Esqueci que hoje em dia as notícias correm mais rápido. – Lembrou Carlos.
– Pois é… – Disse Bia, séria. Nessa hora, Carlos a encarou e riu.
– Tá com ciúme, é? – Perguntou.
– Ciúmes? Eu? – Perguntou Bia. – Nada a ver! – Negou.
– Sei! – Disse Carlos, rindo.
– Tá, só um pouquinho. – Confessou Bia.
– Sabia! – Afirmou Carlos, rindo. – Não fica! Você continuará sendo minha preferida! – Revelou, abraçando a irmã.
– Sei. – Disse Bia, desconfiada.
– E mesmo assim, você tem o chato do Binho, nem sente minha falta. – Lembrou Carlos.
– Ei, ele não é chato! – Disse Bia, defendendo o namorado. – Mas, eu te perdoo. – Afirmou. – Só por que a música que você fez pra mim é mais bonita. – Completou, rindo. Deixando o irmão com cara de tacho.
– Besta! – Concluiu o garoto, rindo. Bia riu de volta, e abraçou o irmão.
– Amo você. – Disse.
– Também amo você, chatinha. – Respondeu o garoto. Nessa hora, Carlos não percebeu, mas, Bia passou a chorar. A garota continuava preocupada com a possível gravidez.
Enquanto isso…
Julieta chegou em casa um pouco mais de 22:00 h, sua tia havia acabado de chegar do trabalho.
– Julieta, o que faz chegando a essa hora? – Perguntou a mulher.
– Foi mau tia, perdi a hora. – Desculpou-se. – A Janu já chegou? – Perguntou.
– Sim chegou. – Respondeu sua tia. – Ela já tá no quarto.
– Ah, ok! – Concluiu Julieta.
– Eu vou dormir. – Disse sua tia.
– Ok, boa noite tia. – Desejou.
– Boa noite. – Respondeu sua tia. A mãe de Janu era uma mulher super ocupada, quase nunca estava em casa devido ao trabalho. Janu também tinha um irmão mais novo especial, porém este depois do divórcio de seus pais, foi morar com o mesmo em outra cidade.
Janu estava no celular, quando Julieta entrou no quarto.
– E aí, como foi o encontro? – Perguntou Janu.
– Foi ótimo. – Afirmou Julieta, nas nuvens.
– Transaram? – Perguntou Janu.
– Credo Janu, claro que não! – Respondeu Julieta, indiferente.
– To te zoando, sei que não faria isso. – Disse Janu.
– Que bom que sabe. – Disse Julieta.
– Sim… Escuta, a mãe já foi dormir? – Perguntou Janu.
– Sim, ela foi. – Respondeu Julieta. – Por quê? – Perguntou.
– Vou sair. – Respondeu Janu.
– Quê?! – Exclamou Julieta. – Nessa hora? – Perguntou.
– Sim, o Maurício quer falar comigo. – Contou.
– Ah… – Julieta não sabia que Maurício havia agredido Janu. A garota disfarçou o machucado com maquiagem.
Na praça próxima ao orfanato…
Maurício aguardava Janu, enquanto fumava um baseado. Janu o avistou de longe, então, mesmo amedrontada, foi a seu encontro.
– Vi sua mensagem… – Disse a garota, chamando sua atenção.
– E aí… – Cumprimentou o garoto.
– O que você quer? – Perguntou Janu.
– Pode se aproximar. – Falou Maurício, expelindo a fumaça do beck. – Eu não vou te bater de novo. – Afirmou, debochado. Janu o encarou com ódio, se aproximando.
– E então? – Perguntou a garota.
– O que você leu exatamente no meu caderno? – Perguntou Maurício, a encarando firme.
– Eu já te contei, não li nada demais, só a música que tava nas folhas finais! – Lembrou Janu.
– Mentira! – Exclamou Maurício. – Eu sei que você viu mais alguma coisa! – Afirmou, assustando Janu. – Fala logo o que foi! – Ordenou.
– O que tem de tão grave nesse caderno pra você ficar desse jeito? – Perguntou Janu, ao mesmo tom.
– Só me fala, o que mais você viu? – Pediu Maurício, acamando-se.
– Eu não vi nada que me surpreendesse. – Respondeu Janu. – Só a letra da música, que era muito bonita. – Nessa hora, Maurício continuou a encarando.
– Janu, tinha uma foto dentro do caderno. – Disse Maurício. – Ela sumiu, quando você mexeu. – Afirmou.
– Não sei que foto é essa, eu não vi nenhuma foto quando mexi! – Disse Janu. A garota falava a verdade.
– Mentirosa! – Acusou Maurício.
– Eu não tô mentindo! – Disse Janu.
– Beleza, Janu. – Disse Maurício, a encarando calmamente. (O garoto era mesmo um bipolar) – Eu te dou duas escolhas. – Iniciou. – Ou você me traz essa foto até o fim da semana ou…
– Ou…? – Perguntou Janu.
– Ou me traz toda a grana que me deve! – Completou, a surpreendendo.
– O quê?! – Exclamou Janu, aflita.
– E se não me trouxer ou um ou outro, nem queira saber o que acontecerá. – Ameaçou. – Te encontro sábado, na festa do Caio. – Finalizou, sorrindo. Janu nunca se encontrou em tal estado, estava em um precipício.
Fale com o autor