Notas iniciais
Oi gente!!! (MEU DEUS, A QUEEN TA VIVA!!!! AAAAAAAAAAH) Pois é, eu tô viva gente... E nem sei o que dizer ou como explicar... Bom, sem mais rodeios, aí vai mais um capítulo! Espero que gostem! AVISO, nas notas finais...

Não demorou muito até que as garotas chegaram ao ensaio da banda dos garotos. Antes mesmo de entrarem, conseguiam ouvir o som emanando da garagem da casa de Marcelo. Os garotos ensaiavam uma das músicas de Paçoca.

Música

Logo, as garotas adentraram ao local de fininho para não atrapalhar o ensaio, e sentaram-se num banco largo para assistir. Nesse momento Paçoca encarou Julieta, que sorriu, o garoto sorriu de volta. O casal não foi o único a trocar olhares, André que estava na bateria, não parava de encarar Vivi, que retribuía, porém, do contrário do outro casal, estes se encaravam de forma negativa.

– Até quando você e o André vão continuar sendo inimigos? – Perguntou Janu, reparando o clima ruim.

– Por mim, até os próximos trezentos anos. – Respondeu Vivi, sem tirar o olhar de raiva destinado ao garoto. Nesse momento Janu levou umas das mão ao rosto da amiga fazendo com que a mesma direcionasse o olhar a ela. Janu sorriu.

– Deixa de bobeira, Viviane… – Disse, olhando profundamente em seus olhos, com um leve sorriso. Vivi a encarou por um tempo, o que fez com que a mesma lembrasse do que aconteceu a noites atrás, novamente. Aquilo era um pouco constrangedor em sua opinião.

Enquanto as garotas se encaravam, não percebiam, mas, estavam dando a entender algo a mais, na mente de alguém que as observava atentamente, Juca.

Enquanto isso, na Bélgica…

Devido ao fuso horário, lá já era tarde da noite.

– Bela ideia essa do Mosca… “Meninas num quarto, meninos no outro”. – Resmungava Pata, imitando a voz do irmão, enquanto ela e Mili se preparavam para dormir no quarto de hóspedes. – Fala sério, como se eu nunca tivesse dormido com o Duda desde que venho pra Bélgica. – Acrescentou, impaciente. Mili que antes ria do aborrecimento de Pata, a encarou surpresa.

– Quando você fala “dormir”, tá querendo dizer o quê? – Perguntou Mili, ainda sem crer. – Como assim, Mili? O óbvio, né?! – Falou Pata, sem nenhum problema, mas, Mili continuava sem crer. – O que, não vai me dizer que nunca rolou entre você e o Mosca… – Mili ficou apenas calada. – Ai, não Mili, sério? Você ainda é virgem? Porra! Não acredito! – Pata tentou segurar o riso, porém, não se conteve.

– O que tem de mais? – Perguntou Mili, séria. – É por escolha própria! – Afirmou.

– Tá, desculpa… – Disse Pata, sem tocar mais no assunto.

No outro quarto…

– Nossa, ainda não acredito que você fez essa cagada, Mosca. – Reclamava Duda.

– Né, em vez de curtir com a namorada no quarto de hóspedes, preferiu dormir com o Duda. – Debochou Raul.

– E ainda por cima, me distanciou da Pata. – Detalhou Duda. Nessa hora, Mosca o encarou sério.

– O que você tá querendo dizer? Que dorme com a minha irmã? – Perguntou Mosca, pegando Duda pela gola da camisa.

– Opa! Calma aí! Que você pega minha prima se for por isso. – Retrucou Duda, empurrando Mosca para trás. Nessa hora Mosca se conteve em seu lugar, expressando tensão. Aquilo era mesmo verdade? Até sua irmã caçula tinha vida sexual ativa, e ele NÃO.

Raul percebeu toda a tensão do hóspede, e sacou logo de cara.

– Xi… Pela cara do seu cunhado, maninho… A coisa parece não tá boa pra ele. – Reparou Raul.

– Duvido muito, o Mosca, era o maior pegador antes de namorar a minha prima. – Lembrou Duda, rindo. Porém, ao olhar bem para o garoto, percebeu que este se encontrava desanimado. – Não… Pera, sério mesmo? – Perguntou.

– Não quero falar sobre isso. – Disse Mosca, com cara de tacho. Raul passou a rir do mesmo, que ficou irritado. – Por que não vai lá pro seu quarto, seu mané? – Perguntou.

– Por que a casa é minha e eu fico onde quiser! – Retrucou Raul, falando mais alto.

– Pera lá Raul, melhor você ir. – Pediu Duda, calmamente. – Quero conversar um assunto com o Mosca, afirmou. Logo, Raul saiu, os deixando a sós. – Senta aí Mosca, e me explica essa história direito. – Pediu.

– Ok… – Concordou Mosca.

Enquanto isso, no Brasil…

Na casa de Ana

Ana concentrava suas energias meditando, esta colocou incensos e velas florais por todo o quarto.

– Anima separata, si venerit ad me adiuvare. – Pronunciou, em latim, na intenção de atrair a alma da garota. – Anima separata, si venerit ad me adiuvare. – Repetiu. Porém, nada aconteceu. A garota não estava por perto.

Nessa hora, sua tia abriu a porta do quarto.

– Ágata? – Chamou, interrompendo todo o ritual. – Ah! Mil perdões!

– Tudo bem tia, não tava dando certo mesmo. – Disse Ana.

– Estava tentando contatar algum espirito? – Perguntou Rubi.

– Sim… Uma menina apareceu no meu quarto hoje, mas, acho que já foi embora. – Disse Ana.

– Entendo, isso é normal, eles sentem medo porque estão acostumados a não serem enxergados. – Afirmou Rubi.

– Eu sei… – Disse Ana. – Só espero que ela não demore a voltar. – Completou, preocupada.

***

Na casa de Bia

Bia olhava o relógio impaciente.

– Cadê esse mongo? – Perguntava, irritada. Nessa hora a campainha tocou. – Finalmente! – Exclamou, indo abrir a porta. – Nossa, que demora Binho! – Reclamou.

– Foi mau, gatinha. Tava fazendo hora lá no sambão, aí o Cícero conversa de mais e cÊ sabe... – Disse.

– Tá! Dane-se! – Interrompeu Bia. – A gente tem pouco tempo, daqui a pouco meu irmão tá de volta. – Afirmou.

– Ok. – Disse Binho, encarando a garota.

– Trouxe o que eu pedi? – Perguntou Bia.

– Não, sei… – Disse Binho, fazendo suspense. Logo, o mesmo tirou de seu bolso uma cartela cheinha de preservativos. – Você queria de morango né? – Perguntou, com um olhar safado. Bia sorriu, maliciosamente.

– Seu babaca! – Xingou a mesma, aos risos. Logo esta o puxou para um beijo, então ambos foram rumo até o quarto.

Enquanto isso…

No ensaio…

Os garotos terminavam de ensaiar a música escrita por Marcelo.

Música 2

– Nossa, o Marcelo manda bem com letra. – Reparava Vivi.

– Verdade, bem profundo. – Concordou Julieta.

– Essa letra não é do Marcelo. – Disse Janu, séria.

– É sim, eles disseram antes de tocar. – Lembrou Julieta.

– Eles mentiram. – Afirmou Janu. – Essa letra é do Maurício. – Revelou.

– Quê?! – Perguntou Vivi, surpresa. – Como você sabe?

– Ele tem um diário, e eu li… – Lembrou Janu. – Essa letra tava escrita lá. – Completou.

– Nossa… Nunca pensei que ele se sentisse assim. – Afirmou Vivi.

– Nem eu… – Disse Janu. Na mesma hora, esta lembrou do motivo pelo qual Maurício havia lhe batido. Este a pegou lendo seu diário.

Assim que a música terminou, Paçoca chamou a atenção de Julieta pelo microfone.

– Julieta… – Disse. A garota então o encarou. – Essa aqui é pra você. Logo, este pegou o violão, e passou a cantar e tocar uma música em sua homenagem.

Música tema Paçoca e Julieta

No fim da música, este se aproximou de Julieta, que sorriu emocionada.

– Então? O que me diz? – Perguntou o garoto.

– Ninguém fez algo tão bonito por mim antes… – Disse a garota. – Obrigada… – Agradeceu, o abraçando.

– Desde a primeira vez que eu te vi, não consegui parar de pensar em você… – Afirmou Paçoca.

– Nem eu, em você… – Disse Julieta. De repente todos começaram a gritar “Beija! Beija!” e no embalo, ambos sorriram e se beijaram, fazendo com que todos batessem palmas.

Enquanto isso…

Na Bélgica…

Mosca explicou a Duda toda a situação.

– Nossa cara… Eu nunca pensei. – Afirmou Duda impressionado.

– Pois é, e eu não posso fazer nada… – Lamentou Mosca.

– Será que nem com chantagem emocional você convence ela? – Perguntou Duda.

– Já tentei… Não funcionou. – Contou Mosca.

– Putz, e então? O que você vai fazer? – Perguntou Duda.

– Não sei… – Disse Mosca.

– Cara, já parou pra pensar que ela pode tá escondendo algo? – Perguntou Duda.

– O que ela esconderia, Duda? – Perguntou Mosca, revirando os olhos.

– Sei lá, alguma marca de nascensa horrenda! – Imaginou Duda, deixando Mosca com cara de tacho. – Ou sei lá, e se ela for homem! – Exagerou.

– Não avcalha, cara… – Pediu Mosca.

– Tá… Foi mau. – Disse Duda. – É que depois desse tempo todo que vocês estão juntos, fica dificil encontrar um motivo pra ela não ter cedido ainda. – Afirmou.

– Pior que você tem razão… – Concordou Mosca, pensativo.

Enquanto isso, no Brasil…

Bia e Binho mandavam ver… (Sim, isso mesmo e.e)

– Ai meu Deus! Vai! Eu tô quase! – Exclamava Bia.

– Eu não vou aguentar por muito tempo, gatinha! – Dizia Binho, por trás da garota.

– Você precisa aguentar! – Afirmava Bia. – Não é homem o suficiente pra mim? – Provocou.

– Mas já faz mais de uma hora que a gente tá… Ah! Ah… – Antes que completasse a frase, Binho chegou ao ápice.

– Aff, de novo antes de mim, seu frouxo! – Resmungou Bia.

– Não pude deter… Tava bom demais… – Disse o garoto, saindo de dentro de Bia, porém, ao fazer isso, notou algo de errado. – BIA! – Exclamou.

– O que foi? – Perguntou Bia.

– Rasgou… – Disse o mesmo.

– Rasgou o quê? – Perguntou Bia, se dando conta em seguida. – O quê?! Não! Não me diz que é o que eu tô pensando! – Exclamou, desesperada. A camisinha havia rasgado.

Notas finais
E aí, o que acharam? Comentem! AVISO: Bom, gente, como vocês sabem (ou não) eu descobri que estava doente, mas, graças a Deus, eu tive uma grande melhora! Agradeço a todos (os poucos) que me apoiaram e que nunca me abandonaram, mesmo sem saber o que acontecia comigo. E é graças a vocês, que eu estou voltando aqui, depois de meses! Ps: Bom, eu não vou postar com frequência, mas sempre que puder estarei aqui, como vocês sabem (ou não) o que me aconteceu, me fez enxergar que corremos contra o tempo, e que precisamos dar o máximo de nós a nós mesmos. Enfim, é isso... Um beijo!