Do dia seguinte pela manhã depois que todos já haviam indo para seus afazeres diários, Diana e Damian estavam juntos na sala, conversando um pouco e se conhecendo melhor como pai e filha.

Damian: porque quis ser médica?

Diana: grey's anatomy

Damian: por causa de uma série?

Diana: conhece pai? — fala sorrindo.

Damian: sabe que dá sua boca a palavra pai sai mais bonita do que senhor Damian — sorri emocionado — seu pai é um sentimental Diana.

Diana: não tinha melhor pai que o senhor — enxuga as lágrimas do pai — antes tarde do que nunca.

Damian: porque fala isso?

Diana: porque se não fosse o acidente eu nunca teria descoberto que você é meu pai que tanto procurava.

Damian: mas você está nessa cadeira — segura as mãos dela — vou fazer tudo que está ao meu alcance pra você voltar a andar — a abraça.

Diana: ainda abraçada ao pai — ainda não entendo porque meus irmãos me aceitarão tão rápido.

Damian: porque já te queriam antes de saber que você era a irmã mais velha deles.

Valentina é Fernando entram e dão de cara com Diana e Damian.

Valentina: o que ela faz aqui? — fala ciumenta.

Fernando: isso são modos Vale? — a repreende — olá tio.

Damian: está com ciúmes da sua prima?

Valentina: você disse prima? — fala confusa — o que eu perdi?

Diana: eu sou irmã do Arthur.

Valentina: isso é um pouco óbvio garota — fala ríspida.

Fernando: e quem é a mãe tio?

Damian: uma ex noiva que tive antes da tia de vocês que engravidou e escondeu por todos esses anos que tinha uma filha minha.

Diana: quando eu descobri acabei sofrendo o acidente e nosso encontro pai e filha foi adiado — da a mão ao pai — querem sabe mais alguma coisa?

Arthur descia a escada e vai até Diana, mas não tinha percebido Valentina.

Arthur: quando vamos começar as seções de fisioterapia maninha? -se agachou ao lado da cadeira dela — tenho um amigo que é ótimo fisioterapeuta e você conhece.

Diana: o Ricardo?

Arthur: ele mesmo Diana.

Valentina: força uma tosse — bom dia pra você também priminho.

Arthur: olha pra ela com cara de poucos amigos — vejo que seu fim de semana foi muito bom priminha.

Fernando: vocês estão bem?

Valentina: eu estou ótima irmão.

Arthur: se aproxima dos primos — por acaso o seu namoradinho não veio Valentina.

Fernando: o Maurício é meu namorado.

Arthur: seu o que Fernando?

Valentina: ta pensando que eu sou o que — empurra Arthur e sobe pro quarto.

Fernando: você fez uma cagada primo.

Arthur: o que eu faço? Ela não vai olhar na minha cara.

Damian: sobe e vai pedi desculpas.

Diana: é o mínimo depois do comentário de mau gosto.

Arthur: ta bom eu vou — sobe até o quarto de Valentina é toca a porta — queria falar com você Vale.

Valentina: pode entrar Arthur.

Arthur: entra — queria pedir desculpa pelo que eu falei lá em baixo.

Valentina: eu também fui grossa com você.

Arthur: me desculpa? — abre os braços e é abraçada por ela — quer namorar comigo?

Valentina: se separa dele — você é insistente garoto — passa os braços pelo pescoço dele — mais vou te responder da melhor forma — o beija apaixonada e termina com beijinhos no rosto dele — respondi sua pergunta?

Arthur: então a advogada Valentina é minha namorada? — a suspende pela cintura — claro que respondeu Vale.

Valentina: rindo — me bota no chão seu maluco.

Arthur: vamos contar a todos que estamos juntos?

Valentina: claro que vamos Arthur.

Arthur: a coloca no chão e encosta sua testa na dela — te amo Valentina — da um selinho demorado nela.

# duas semana depois orfanato #

Ana: você tá investigando
O tal segurança?

Eduardo: quando eu vi ele no restaurante junto a o Henrique algo me chamou a atenção.

Ana: não vai se meter em confusão Edu — fala preocupada — esse Henrique parece ser perigoso.

Eduardo: por isso tenho que descobrir se ele tem alguma coisa haver com a morte do tal Pedro Pérez — fala e fica pensativo.

Ana: será que esse segurança sabe que você desconfia de algo?

Eduardo: não sei Ana e tenho que descobrir antes que a minha família corra perigo.

Ana: a Victória tem o marido por perto pra proteger.

Eduardo: eu não sei o quanto ele é realmente perigoso.

Ana: por isso que eu to falando pra se afastar enquanto é tempo.

Eduardo: sente um frio na espinha — ele seria capaz de fazer mau a minha família?

Ana: não conhecemos esse homem e é melhor ter cuidado.

Na mansão Lascurain Damian e Victória conversavam no escritório.

Damian: você anda bem inquieta meu amor.

Victória: eu venho tendo pressentimentos ruins esses dias e tenho medo que algo aconteça a nossa família.

Damian: não vou deixar — olha nos olhos dela — nada vai acontecer enquanto eu estiver respirando.

Victória: é confio em você meu amor — beija terno o marido — meu pai fez bem e nos juntar.

Damian: nos obrigou meu amor.

Victória: me casaria mil vezes obrigado com você.

Damian: te amo minha bela — segura na sua cintura e começa a beijar sua boca e desce os beijo até o pescoço — podíamos aproveitar que a porta do escritório ta fechada — a coloca em seu colo frente a frente e não paravam de fazer carícias um no outro — como eu te amo Victória — tira blusa dela sem muita dificuldade — continua tão bela — tira delicadamente o soutien dela e deixa cair no chão.

Victória: aí meu fera — vai desabotoando a camisa dele — você não mudou nada — termina de tirar a brisa dele é acariciá o peitoral dele é distribui beijinhos no seu pescoço — sabe que gosto de provocar?

Damian: já sei disso — tira a calça e a cueca e levanta a saia dela — você me vira a cabeça mulher — tira a calcinha dela e a penetra — te amo Victória.

Victória: huuumm... me... ame sempre assim... aahh...

Damian: sempre assim — vai aumentando as investidas — me faz urrar de prazer.

Victória: o que você quiser meu homem — cravando suas unhas nos ombros dele — serei sua quando desejar.

Damian: gostei muito — aumentando o ritmo até os dois gozarem.

Victória: desaba sobre ele exausta — te amo Damian Lascurain — falava ainda ofegante.

Damian: também te amo minha bela Victória — a beija ternamente.

# Eduardo e Ana voltavam para casa quando são cortados na estrada e para não baterem ele freia bruscamente o carro.

Eduardo: você tá bem Ana? — a olhando preocupado.

Ana: to bem meu amor.

Do outro carro Henrique saia com cinco homens mau encarados.

Eduardo: é o Henrique? — é tirado do carro a força — o que quer? — leva um soco.

Ana: Eduardo não — é tirada do carro violentamente e acaba caindo no chão.

Eduardo: a olha desesperado — não faz nada com ela seu desgraçado — tentando se soltar, mas é em vão — me mata mais deixa ela Henrique.

Henrique: eu vou fazer isso, mas antes eu vou contar o que aconteceu naquele quarto de hotel.

Eduardo: foi você seu desgraçado — tentando ir pra cima dele é acaba levando três cotoveladas fortes que deixam seu rosto puro sangue.

Henrique: vai querer saber a verdadeira história? — com um sorriso sinistro — como eu Henrique Santander matei Pedro Pérez e coloquei a culpa na sua querida irmã?

Mansão Lascurain

Diana: meus irmãos falaram que você já foi presa — pergunta curiosa.

Victória: entrei em um quarto e fui vítima de algum tipo de armadilha de algum assassino.

Diana: você nunca desconfiou de ninguém?

Victória: sabe que eu nunca parei pra pensar isso?

Diana: então é até melhor deixar quieto.

Victória: eu não quero mais confusão pra minha vida.

Diana: agora a senhora merece toda a felicidade do mundo.

Victória: nos merecemos Diana.

Diana: mas eu sei que você nunca ia fazer mau a ninguém mesmo.

Victória: você é uma gracinha Diana.

Diana: a senhora que é dona Victória.

# Voltando para onde Eduardo estava.

Henrique: sabe que eu sempre amei sua irmã e ela sempre preferiu o Damian.

Eduardo: meu cunhado é um homem de bem diferente do assassino que você é.

Henrique: eu sou o que — coloca um soco inglês e disfere vários socos entre a barriga e o rosto de Eduardo — nunca mais fale assim comigo.

Eduardo: ok vossa senhoria matador — recebe um soco tão forte que o faz cuspir sangue — pode mim matar mas nunca vai matar o amor que Victória sente por Damian.

Eduardo: mas posso acabar com algo que você ama agora — aponta a pistola pra Ana — então se acha muito macho ex padreco.

Ana: te amo Eduardo — olha ele ternamente — volte pra sua verdadeira vocação meu amor — sorri — eu vou ficar bem Edu — fala em tom de despedida.

Henrique: já basta de tanta melação — dispara três vezes, uma no peito e as outras duas na barriga — pronto e sem dor.

Eduardo: desgraçado — se debate desesperado — a matou seu demônio — as lágrimas se misturam ao sangue do seu rosto — me fala como matou o Pedro agora.

Henrique: quer saber mesmo?

Eduardo: eu sei que depois eu vou morrer.

Henrique: vai sofrer um pouco pra morrer Eduardo — aponta a pistola para cabeça dele — quero prolongar seu sofrimento.

Eduardo: suspira pesadamente — não vai se dar bem pra sempre Santander — olha ele é depois volta o olhar pro céu — meu Deus vai me dar a força necessária de aguentar tudo isso.

Henrique: então eu vou começar falando o quanto foi fácil conviver Pedro Pérez de encontrar Victória no hotel.

Eduardo: ela não sabia que era ele, por isso foi.

Henrique: isso foi verdade.

Eduardo: mais ela não lembra do momento que cravou a faca nele?

Henrique: porque ela desmaiou e foi a hora que entrei no quarto.

# lembrança Henrique #

Pedro: ela vai ser minha — olha Henrique — você pode se juntar amigo — se aproxima dela mais é empurrado para parede — está louco?

Henrique: você acha que o meu plano era você tocar nela? — sorri — não era seu idiota — se aproxima com a faca na mão — você é um idiota e ainda por cima um verme sem valor.

Pedro: seu desgraçado, calho... — sente a forte estocada em seu peito e olha Henrique assutado — você... não — cai ajoelhado.

Henrique: menos um no meu caminho — sorri sádico — pelo menos vai me ajudar em alguma coisa Pérez — deita ele é depois coloca Victória por cima do cadáver — me perdoa meu amor — da um beijo entre os cabelos dela — não era pra ser assim.

# fim da lembrança #

Henrique: não era pra ser assim, mas foi e não me arrependo — pega um canivete suíço do bolso — mas ela não aceitou casar comigo e aceitou voltar com o caolho — encosta o canivete em Eduardo — quer saber a dor de Pedro Pérez?

Eduardo: você já me causou uma dor maior — olha Ana sem vida em uma poça de sangue — acho que aguento mais tortura seu covar... — leva a primeira estocada e contrai o maxilar violentamente — não tenho medo de cova... — leva mais duas estocadas seguidas e perde a consciência.

Henrique: esse até que aguentou forte — da uma gargalhada — pode soltar o presunto — volta pro carro seguido pelos seguranças.