Entre a Bela e a Fera o amor surgira
49 Confissões...
Do dia seguinte pela manhã depois que todos já haviam indo para seus afazeres diários, Diana e Damian estavam juntos na sala, conversando um pouco e se conhecendo melhor como pai e filha.
Damian: porque quis ser médica?
Diana: grey's anatomy
Damian: por causa de uma série?
Diana: conhece pai? — fala sorrindo.
Damian: sabe que dá sua boca a palavra pai sai mais bonita do que senhor Damian — sorri emocionado — seu pai é um sentimental Diana.
Diana: não tinha melhor pai que o senhor — enxuga as lágrimas do pai — antes tarde do que nunca.
Damian: porque fala isso?
Diana: porque se não fosse o acidente eu nunca teria descoberto que você é meu pai que tanto procurava.
Damian: mas você está nessa cadeira — segura as mãos dela — vou fazer tudo que está ao meu alcance pra você voltar a andar — a abraça.
Diana: ainda abraçada ao pai — ainda não entendo porque meus irmãos me aceitarão tão rápido.
Damian: porque já te queriam antes de saber que você era a irmã mais velha deles.
Valentina é Fernando entram e dão de cara com Diana e Damian.
Valentina: o que ela faz aqui? — fala ciumenta.
Fernando: isso são modos Vale? — a repreende — olá tio.
Damian: está com ciúmes da sua prima?
Valentina: você disse prima? — fala confusa — o que eu perdi?
Diana: eu sou irmã do Arthur.
Valentina: isso é um pouco óbvio garota — fala ríspida.
Fernando: e quem é a mãe tio?
Damian: uma ex noiva que tive antes da tia de vocês que engravidou e escondeu por todos esses anos que tinha uma filha minha.
Diana: quando eu descobri acabei sofrendo o acidente e nosso encontro pai e filha foi adiado — da a mão ao pai — querem sabe mais alguma coisa?
Arthur descia a escada e vai até Diana, mas não tinha percebido Valentina.
Arthur: quando vamos começar as seções de fisioterapia maninha? -se agachou ao lado da cadeira dela — tenho um amigo que é ótimo fisioterapeuta e você conhece.
Diana: o Ricardo?
Arthur: ele mesmo Diana.
Valentina: força uma tosse — bom dia pra você também priminho.
Arthur: olha pra ela com cara de poucos amigos — vejo que seu fim de semana foi muito bom priminha.
Fernando: vocês estão bem?
Valentina: eu estou ótima irmão.
Arthur: se aproxima dos primos — por acaso o seu namoradinho não veio Valentina.
Fernando: o Maurício é meu namorado.
Arthur: seu o que Fernando?
Valentina: ta pensando que eu sou o que — empurra Arthur e sobe pro quarto.
Fernando: você fez uma cagada primo.
Arthur: o que eu faço? Ela não vai olhar na minha cara.
Damian: sobe e vai pedi desculpas.
Diana: é o mínimo depois do comentário de mau gosto.
Arthur: ta bom eu vou — sobe até o quarto de Valentina é toca a porta — queria falar com você Vale.
Valentina: pode entrar Arthur.
Arthur: entra — queria pedir desculpa pelo que eu falei lá em baixo.
Valentina: eu também fui grossa com você.
Arthur: me desculpa? — abre os braços e é abraçada por ela — quer namorar comigo?
Valentina: se separa dele — você é insistente garoto — passa os braços pelo pescoço dele — mais vou te responder da melhor forma — o beija apaixonada e termina com beijinhos no rosto dele — respondi sua pergunta?
Arthur: então a advogada Valentina é minha namorada? — a suspende pela cintura — claro que respondeu Vale.
Valentina: rindo — me bota no chão seu maluco.
Arthur: vamos contar a todos que estamos juntos?
Valentina: claro que vamos Arthur.
Arthur: a coloca no chão e encosta sua testa na dela — te amo Valentina — da um selinho demorado nela.
# duas semana depois orfanato #
Ana: você tá investigando
O tal segurança?
Eduardo: quando eu vi ele no restaurante junto a o Henrique algo me chamou a atenção.
Ana: não vai se meter em confusão Edu — fala preocupada — esse Henrique parece ser perigoso.
Eduardo: por isso tenho que descobrir se ele tem alguma coisa haver com a morte do tal Pedro Pérez — fala e fica pensativo.
Ana: será que esse segurança sabe que você desconfia de algo?
Eduardo: não sei Ana e tenho que descobrir antes que a minha família corra perigo.
Ana: a Victória tem o marido por perto pra proteger.
Eduardo: eu não sei o quanto ele é realmente perigoso.
Ana: por isso que eu to falando pra se afastar enquanto é tempo.
Eduardo: sente um frio na espinha — ele seria capaz de fazer mau a minha família?
Ana: não conhecemos esse homem e é melhor ter cuidado.
Na mansão Lascurain Damian e Victória conversavam no escritório.
Damian: você anda bem inquieta meu amor.
Victória: eu venho tendo pressentimentos ruins esses dias e tenho medo que algo aconteça a nossa família.
Damian: não vou deixar — olha nos olhos dela — nada vai acontecer enquanto eu estiver respirando.
Victória: é confio em você meu amor — beija terno o marido — meu pai fez bem e nos juntar.
Damian: nos obrigou meu amor.
Victória: me casaria mil vezes obrigado com você.
Damian: te amo minha bela — segura na sua cintura e começa a beijar sua boca e desce os beijo até o pescoço — podíamos aproveitar que a porta do escritório ta fechada — a coloca em seu colo frente a frente e não paravam de fazer carícias um no outro — como eu te amo Victória — tira blusa dela sem muita dificuldade — continua tão bela — tira delicadamente o soutien dela e deixa cair no chão.
Victória: aí meu fera — vai desabotoando a camisa dele — você não mudou nada — termina de tirar a brisa dele é acariciá o peitoral dele é distribui beijinhos no seu pescoço — sabe que gosto de provocar?
Damian: já sei disso — tira a calça e a cueca e levanta a saia dela — você me vira a cabeça mulher — tira a calcinha dela e a penetra — te amo Victória.
Victória: huuumm... me... ame sempre assim... aahh...
Damian: sempre assim — vai aumentando as investidas — me faz urrar de prazer.
Victória: o que você quiser meu homem — cravando suas unhas nos ombros dele — serei sua quando desejar.
Damian: gostei muito — aumentando o ritmo até os dois gozarem.
Victória: desaba sobre ele exausta — te amo Damian Lascurain — falava ainda ofegante.
Damian: também te amo minha bela Victória — a beija ternamente.
# Eduardo e Ana voltavam para casa quando são cortados na estrada e para não baterem ele freia bruscamente o carro.
Eduardo: você tá bem Ana? — a olhando preocupado.
Ana: to bem meu amor.
Do outro carro Henrique saia com cinco homens mau encarados.
Eduardo: é o Henrique? — é tirado do carro a força — o que quer? — leva um soco.
Ana: Eduardo não — é tirada do carro violentamente e acaba caindo no chão.
Eduardo: a olha desesperado — não faz nada com ela seu desgraçado — tentando se soltar, mas é em vão — me mata mais deixa ela Henrique.
Henrique: eu vou fazer isso, mas antes eu vou contar o que aconteceu naquele quarto de hotel.
Eduardo: foi você seu desgraçado — tentando ir pra cima dele é acaba levando três cotoveladas fortes que deixam seu rosto puro sangue.
Henrique: vai querer saber a verdadeira história? — com um sorriso sinistro — como eu Henrique Santander matei Pedro Pérez e coloquei a culpa na sua querida irmã?
Mansão Lascurain
Diana: meus irmãos falaram que você já foi presa — pergunta curiosa.
Victória: entrei em um quarto e fui vítima de algum tipo de armadilha de algum assassino.
Diana: você nunca desconfiou de ninguém?
Victória: sabe que eu nunca parei pra pensar isso?
Diana: então é até melhor deixar quieto.
Victória: eu não quero mais confusão pra minha vida.
Diana: agora a senhora merece toda a felicidade do mundo.
Victória: nos merecemos Diana.
Diana: mas eu sei que você nunca ia fazer mau a ninguém mesmo.
Victória: você é uma gracinha Diana.
Diana: a senhora que é dona Victória.
# Voltando para onde Eduardo estava.
Henrique: sabe que eu sempre amei sua irmã e ela sempre preferiu o Damian.
Eduardo: meu cunhado é um homem de bem diferente do assassino que você é.
Henrique: eu sou o que — coloca um soco inglês e disfere vários socos entre a barriga e o rosto de Eduardo — nunca mais fale assim comigo.
Eduardo: ok vossa senhoria matador — recebe um soco tão forte que o faz cuspir sangue — pode mim matar mas nunca vai matar o amor que Victória sente por Damian.
Eduardo: mas posso acabar com algo que você ama agora — aponta a pistola pra Ana — então se acha muito macho ex padreco.
Ana: te amo Eduardo — olha ele ternamente — volte pra sua verdadeira vocação meu amor — sorri — eu vou ficar bem Edu — fala em tom de despedida.
Henrique: já basta de tanta melação — dispara três vezes, uma no peito e as outras duas na barriga — pronto e sem dor.
Eduardo: desgraçado — se debate desesperado — a matou seu demônio — as lágrimas se misturam ao sangue do seu rosto — me fala como matou o Pedro agora.
Henrique: quer saber mesmo?
Eduardo: eu sei que depois eu vou morrer.
Henrique: vai sofrer um pouco pra morrer Eduardo — aponta a pistola para cabeça dele — quero prolongar seu sofrimento.
Eduardo: suspira pesadamente — não vai se dar bem pra sempre Santander — olha ele é depois volta o olhar pro céu — meu Deus vai me dar a força necessária de aguentar tudo isso.
Henrique: então eu vou começar falando o quanto foi fácil conviver Pedro Pérez de encontrar Victória no hotel.
Eduardo: ela não sabia que era ele, por isso foi.
Henrique: isso foi verdade.
Eduardo: mais ela não lembra do momento que cravou a faca nele?
Henrique: porque ela desmaiou e foi a hora que entrei no quarto.
# lembrança Henrique #
Pedro: ela vai ser minha — olha Henrique — você pode se juntar amigo — se aproxima dela mais é empurrado para parede — está louco?
Henrique: você acha que o meu plano era você tocar nela? — sorri — não era seu idiota — se aproxima com a faca na mão — você é um idiota e ainda por cima um verme sem valor.
Pedro: seu desgraçado, calho... — sente a forte estocada em seu peito e olha Henrique assutado — você... não — cai ajoelhado.
Henrique: menos um no meu caminho — sorri sádico — pelo menos vai me ajudar em alguma coisa Pérez — deita ele é depois coloca Victória por cima do cadáver — me perdoa meu amor — da um beijo entre os cabelos dela — não era pra ser assim.
# fim da lembrança #
Henrique: não era pra ser assim, mas foi e não me arrependo — pega um canivete suíço do bolso — mas ela não aceitou casar comigo e aceitou voltar com o caolho — encosta o canivete em Eduardo — quer saber a dor de Pedro Pérez?
Eduardo: você já me causou uma dor maior — olha Ana sem vida em uma poça de sangue — acho que aguento mais tortura seu covar... — leva a primeira estocada e contrai o maxilar violentamente — não tenho medo de cova... — leva mais duas estocadas seguidas e perde a consciência.
Henrique: esse até que aguentou forte — da uma gargalhada — pode soltar o presunto — volta pro carro seguido pelos seguranças.
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