Encontros e Desencontros

1 Capítulo 1 - A florista


Notas iniciais
Bem, cá está mais uma fic de minhas mais loucas inspirações... Ela começou como um conto e acabou se encaixando em uma idéia bem maior... Espero que gostem...
Boa leitura...

Engraçado como a vida acontece, numa hora você vai comprar flores para sua namorada e na outra está na cama com a florista. Se pudéssemos prever como as coisas funcionam, tudo seria tão mais simples, mas ai é que está, acho que se fosse simples não seria de fato vida e eu não seria de fato um ser humano no seu mais complexo arranjo de pensamentos e confusões...

Tá bem, nada disso é fácil de se entender, muito menos de fazer sentido, mas engraçado como no fim tudo se explica e já lhes conto como.

Era sexta-feira, estava todo empolgado com a idéia de encontrar a mulher que passei chamando de minha, de namorada, por longos cinco anos e onze meses. Era nosso aniversário de namoro de seis anos naquele dia e como bobo que sou, resolvi fazer-lhe uma surpresa, sem sequer supor que o surpreendido seria eu.

Pois bem, a surpresa começou com uma reserva em restaurante muito importante na cidade, um jantar a luz de velas, especial, coisas que as mulheres dizem que as agrada, em seguida reservei também um quarto de um hotel, bem ao estilo noite especial e romântica, com direito a champanhe e frutas (confesso que nessa parte me inspirei no filme uma linda mulher, minha namorada já havia chorado tantas vezes na frente daquele filme que não pude deixar de levá-lo em conta), passei na joalheria e peguei o anel que tinha encomendado, iria pedi-la em casamento, e depois fui a floricultura, e foi ali que conheci a tal florista.

Uma mulher realmente linda. Não que fosse uma deusa, mas era tão singela, tão leve e tão segura que dava a sensação de estar na frente da mulher mais linda do planeta.

Quando entrei ela segurava um vaso e pelo susto acabou deixando o vaso entornar sobre si.

_Me desculpe. –disse a ajudando com a bagunça.

_Não foi culpa sua, estava distraída. Mas em que posso ajudá-lo?

Minha tenção se perdeu ai e eu demorei a recuperá-la. Ela tinha a blusa molhada, a deixando transparente e marcando os seis fartos, e ela deve ter percebido meu olhar (claro que percebeu, não sei disfarçar certas coisas), e se remexeu desconfortável, dizendo:

_Quer flores?

A encarei nos olhos e quase respondi: Não, vim a floricultura comparar carne. Mas a culpa era minha de uma pergunta tão boba, afinal era só uma forma de tirar a atenção de seus seios sob a roupa molhada.

_É, quero flores... Um arranjo, por favor, de flores brancas, agora use sua imaginação, não faço nem idéia de flores que poderiam compor o arranjo.

_Brancas? Bem, pra sua mãe a gente...

_Não, não é pra minha mãe, é pra minha namorada. Ela gosta de qualquer flor que seja branca.

_Ah, entendo, então vou pegar um catálogo que tenho aqui e lhe mostro um exemplo que acho que pode dar certo.

Eu fiz que sim com a cabeça e a vi se afastar para os fundos da loja. Ela sumiu das minhas vistas e eu comecei a olhar os vasos e os arranjos pelo lugar e encontrei um que era demasiadamente lindo. Era composto por flores azuis e vermelhas, mas era uma coisa muito criativa e delicada, apesar de ser formado por flores grandes e que sozinhas pareçam muito desajeitadas.

_Gostou deste? –era a voz dela atrás de mim.

_Sim, é diferente e muito bonito. –olhei para ela e vi que ela usava uma jaqueta por cima da blusa, e segurava um catalogo preto.

_Dizem que estas flores são estranhas sozinhas, mas se as arrumar direitinho, ficam com um ar bem interessante.

_Eu concordo e a maneira de as arrumar ficou bem diferente e criativa.

_Eu também acho. –ela sorriu.

O seu sorriso era lindo e logo percebi que estava muito interessado nela, então tratei de me concentrar no motivo pelo qual estava lá, ou seja, minha namorada.

_E então, o que sugere?

_Oh, sim... -ela passou para trás do balcão e eu a acompanhei, ficando de frente para ela, ela espalhou as fotos com modelos de arranjos e começou a me mostrar várias idéias e eu realmente estava perdido, não entendia nada de flores.

_Olha, porque não me diz logo qual a melhor opção, eu não entendo nada disso.

Ela riu.

_Está bem, olhe este.

Encarei a foto e era um ramalhete lindo que tinha a cara da minha namorada, então sorri e disse:

_Sim, é este mesmo. –eu estava satisfeito.

_Ótimo, agora me dê o seu endereço e pode escrever o cartão. –ela me passou um pedaço firme de papel e uma caneta.

Satisfeito eu escrevi o cartão enquanto ditava o endereço de minha futura noiva, quando terminamos, eu fiz o pagamento e dei uma última analisada na bela mulher da floricultura. Era realmente muito atraente, com lábios muito convidativos, curvas aparentes e um jeito lindo de sorrir.

Se não fosse pelo amor e devoção a minha namorada, com certeza iria querer o telefone dela e mais ainda, um encontro com ela, mas então afastei qualquer vestígio disso, afinal meu coração, assim como meu corpo, já tinha uma dona única, exclusiva e perpetua, sem que eu me arrependesse disso.

Desejei uma boa tarde a jovem e voltei para meu escritório, onde havia uma dúzia de coisas que eu deveria fazer antes do fim do dia.

Trabalhei feito um camelo, corri para cumprir os prazos como um cavalo de jóquei, tendo que socorrer alguns colegas, mesmo que não gostasse muito disso, afinal, como meu professor me ensinou desde o primeiro dia de aula na universidade: O direito não socorre aquele que dorme, e como advogado essa frase é primordial.

Mas o dia tinha chegado ao fim, tudo estava terminado e eu poderia descansar nos braços de minha amada depois de ouvir um sim ao pedido que lhe faria.

Corri para casa, tomei um banho, me vesti como ela gostava e liguei para ela.

_Oi amor, recebeu minhas flores?

_Recebi sim, são lindas, obrigada.

_Então já posso passar pra te pegar?

_Não precisa, eu lhe encontro lá.

_Tem certeza?

_Tenho sim, já estou pronta, te encontro lá em vinte minutos.

_Por mim tudo bem.

Achei muito estranho ela já estar pronta e querendo me ver tão rapidamente, ela sempre se atrasava pelo menos meia hora, por isso sempre combinava as coisas com ela com alto grau de antecedência, mas imaginei que assim o era porque ela já devia saber o que eu faria, o que me deixou bem nervoso. Encarar uma banca de jurados e um juiz era moleza perto de encarar minha namorada com um anel de noivado, não porque eu não tivesse certeza ou não a amasse, mas sim porque os jurados não passariam o resto da vida ao meu lado e eu não precisaria me preocupar em conquistá-los todos os dias, bastasse uma vez.

Quanto mais eu pensava, mais nervoso ficava, então tratei de esvaziar minha mente e assumir minha pose de advogado impassível, ao menos assim me controlaria até a hora H.

Segui para o restaurante e não precisei esperar muito por ela, eu morava mais perto e por isso ainda cheguei primeiro, ela veio linda, lépida, esbanjando beleza e luz, com os cabelos macios pelas costas, o vestido lhe marcando absolutamente tudo, em um corpo divino, era muito bom pra ser verdade e eu nem acreditava como conseguira conquistá-la, era perfeita de mais para um reles mortal como eu.

Dei o braço a ela e lhe sorri, ela retribuiu pegou um braço.

_Você está linda.

_Obrigada, você também está ótimo.

Adentrei o restaurante com ela e fomos levados a nossa mesa, eu já havia combinado tudo por lá, e todos pareciam reluzentes e solidários a mim, principalmente as mulheres, que diziam que aquilo parecia um sonho e um conto de fadas.

Nos sentamos e começamos a conversar, falávamos sobre coisas diversas como de costume, sempre conversávamos muito e quanto mais tempo passávamos juntos, mais nos tornávamos cúmplices e companheiros, sendo o relacionamento que sempre busquei.

Depois escolhemos um vinho e fizemos os pedidos do que comer, e voltamos a conversar. Segurei a mão dela e ela me encarou profundamente, e eu adorava aquele olhar, então me prendi a ele, enquanto um tremor quente e agitado se apossava de mim, fazendo minhas entranhas revirarem, enquanto borboletas voavam por ali, meu maxilar tremeu levemente, junto as minhas mãos e um leve suor se apossou de mim. Aquelas sensações só haviam acontecido com ela e por ela, sensações que sempre havia achado ridículas, se apossavam de mim de uma maneira avassaladora.

Pedi licença a ela e fui até o banheiro, minhas pernas estavam bambas e meu coração estava a mil por hora, olhei meu reflexo no espelho e pude notar que minhas pupilas estavam dilatadas, então joguei água no roto e me encostei na pia, de costas para o espelho, respirei fundo por alguns segundos e resolvi que agiria de pressa, quanto mais rápido o golpe, menos indolor vi ser, e naquele caso as conseqüências seriam ótimas.

Voltei para a mesa e percebi que minha namorada tinha uma pequena ruguinha na testa, estava preocupada, então resolvi falar de vez.

_Tenho algo que pra lhe dizer. –nós dois soltamos ao mesmo tempo enquanto voltava a me sentar.

Rimos da situação e depois eu disse:

_Pode falar então.

_Não, fale você.

_Não, é melhor você falar.

_Não, fale você, você já veio preparado.

_Sou um cavalheiro, pode dizer primeiro.

_Tenho certeza que você quer falar primeiro, então pode dizer.

_Tem certeza?

_Sim, tenho.

_Certo... –respirei fundo e me ergui, peguei a caixinha de veludo no bolso, a abri e me ajoelhei diante dela. –Você quer se casar comigo?

Ela me olhou com os olhos arregalados, meu queixo tremeu pelas palavras que lhe vieram a boca, mas não foram ditas, e continuou me olhando muito assustada e perdida.

A esta altura, todo o restaurante estava de olho em nós, era possível sentir cada uma daquelas pessoas com a respiração pausada, para que nenhum movimento ou som fosse ouvido para atrapalhar aquele momentos, enquanto eu quase caia de tanto que meu corpo tremia.

_Meu amor... –eu disse de vagar em um sussurro, tentando trazê-la de volta, e ela se moveu, eu a trouxera de volta.

_Porque você não senta um pouco.

Nem em um milhão de anos eu pensei que ouviria aquilo em um momento como aquele, eu poderia esperar tudo, até mesmo um não, o que me destruiria, mas como eu disse, um golpe rápido é menos indolor, mas lá estava ela, prolongando de mais um ato tão simples e que deveria ser tão rápido.

_Mas querida eu...

_É melhor você se sentar. –insistiu.

Então me sentei, era a melhor coisa a se fazer, ou cairia de costas, a encarei e ela baixou o olhar, passando o dedo indicador sobre o anel que estava a frente dela sobre a mesa, agora.

_O que você queria me dizer? –indaguei por fim, engolindo a seco para que s palavras saíssem.

_Eu ia dizer o que pensei que você diria...

_E o que pensou que eu diria?

_Sabe, você sempre foi muito diferente de todos os outros homens com quem já estive, você sempre foi carinhoso, atencioso, romântico, e o sexo entre nós nunca foi problema, de tal forma que éramos companheiros excelentes... –ela parou ai.

_Aonde quer chegar? –a conversa dela me parecia a acusação de promotores em filmes americanos que só servia como voltas em um caminho longo, quando se podia pegar um atalho, mas não seria tão elo e nem tão dramático.

_Somo amigos e amantes, mas não um casal. –ela disse com um ar só, e depois me encarou. –Vivemos bem, temos algo juntos, mas você acha mesmo que serviria para passarmos o resto da vida juntos?

Eu preferi ficar em silêncio, enquanto aquele olhar me consumia e aquelas palavras me esmagavam.

_Um homem só manda flores como aquelas e só nos traz a restaurantes assim com uma intenção, encontrar uma maneira mais amena de dizer que nada mais querem, porque em lugares assim não poderemos fazer escândalos e a coisa termina com um que de requinte, mas você... Olha, nunca quis lhe magoar, mas as coisas aconteceram de maneiras muito diferentes para nós e eu só vim até aqui hoje para terminarmos, e pensei que você o faria, porque preciso de um ponto final nisso, porque já tenho uma nova história se iniciando... –ela baixou os olhos novamente enquanto o mundo baixava sobre minha cabeça.

_Você tem outra pessoa...

_A conheci a alguns meses e a gente vem se conhecendo... Estou apaixonada por ele...

_Apaixonada... Você... Você... Quantas foram as vezes que você disse me amar.

_Me perdoe, eu estava enganada. –ela voltou a me encarar.

Eu não tinha mais nada para dizer, minha mente não funcionava e eu só fazia me prender naquele olhar que levava minha alma.

_Me perdoe, mas não posso aceitar seu pedido. –ela empurrou a caixinha com o anel para mais perto de mim.

Ficamos em silêncio, até que um garçom veio até nós e se dirigiu a ela:

_Senhora, aquele cavalheiro está lhe aguardando.

Nós nos viramos na direção que o homem apontava e lá estava um rapaz, provavelmente mais velho do que eu, corpulento, baixo e o tipo mais estranho do mundo.

_Eu tenho que ir... –ela se levantou. –Mais uma vez eu sinto muito.

Ela esperou alguns segundos, mas como eu não disse nada, ela apenas me deu as costas e foi de encontro ao sujeito, ao qual ela quase se curvou para beijar sobre os lábios e depois saiu abraçada com ele.

Olhei para o anel e depois aminha volta, sentindo que todos me olhavam com pena, então juntei o resto de dignidade e orgulho que ainda me restavam, se é que restava, e me dirigi a porta, acertei a conta e fui para meu carro.

Fiquei parado, com as mãos no volante e olhar perdido no nada a minha frente, sem se quer conseguir pensar, até que uma batida no vidro me despertou com um susto.

_Senhor, temo mais carros para estacionar. –era o manobrista do restaurante.

_Me desculpe. –eu respondi.

Liguei o carro e comecei a dirigir a esmo, eu não sabia pra onde iria, aliás, eu nem sabia quem eu era, se alguém me perguntasse meu próprio nome, naquele momento eu não saberia dizer, e assim resolvi que era melhor parar, ou então acabaria em um acidente, o que não era tão má idéia, para mim eu estava morto por dentro, mas depois comecei a refleti e meu ego resolveu que era hora de agir.

Assim, eu estava vivo e parado, levei a mão ao cinzeiro do carro que eu não usava e peguei o anel de novo, o encarei por algum tempo e depois o joguei dentro do porta-luvas, olhei para fora e vi um bar, era o que eu precisava.

Me dirigi ao bar e me sentei frente ao balcão, pra depois pedir uma cerveja bem gelada. Depois da primeira veio a segunda, a terceira, a quarta e em pouco tempo eu já tinha perdido as contas.

Não, eu não estava bêbado, para me por neste estado eu teria de beber todo o estoque do bar, sou muito forte a bebido, mas eu já tinha bebido muito, e com isso achei que era só uma miragem quando observei a florista se aproximando de mim.

_Por favor, cinco cervejas e cinco doses de tequila, por favor. –eu a ouvi dizer e o som era muito real, e enquanto ela esperava o pedido ser servido, se virou em minha direção e me encarou. –Minha nossa, você era a última pessoa que esperava encontrar esta noite... –ela riu.

_Hum... –eu resmunguei.

_Xi, pelo visto, alguém não teve a noite que achou que teria. –ela ainda sorria. –Que pena.

_Aqui está. –o homem colocou as bebidas sobre o balcão e algumas meninas se puseram junto dela, pegando com ela as garrafas e os copos.

_Espero que tenha uma noite melhor que a minha. –eu disse.

_Eu também... –ela respondeu se afastando com as outras garotas.

Enquanto bebia mais um pouco, observava ela de longe, rindo com aqueles lábios lindos, e falando com aquela voz doce, enquanto todo o seu corpo se mexia.

A uma certa altura, ela resolve ir até uma maquina de musica, colocou o dinheiro e apertou os números referente a que queria, mas a maquina não quis tocar, ela tentou de novo e nada, e acabou perdendo a paciência, frustrada pela teimosia daquele material eletrônico.

Me ergui, dei mais um gole na cerveja e fui até ela.

_Me deixe lhe mostrar uma coisa. –eu disse quando me coloquei ao lado dela.

_Vá lá sabichão. –ela tirou sarro.

Girei uma alavanca e a musica começou a tocar, enquanto a maquina devolvia o dinheiro a mais que ela pusera.

_Simples assim. –completei lhe dando as costas, ao menos um pouco de amor próprio me voltara.

_Espere. –ela me segurou pelo braço. –Não quer dançar?

_Não sei dançar.

_Não tem problema, tenho a noite toda para lhe ensinar.

Bem, depois dessa frase eu não sei descrever muito bem o que aconteceu, e nem como aconteceu, foi tudo tão rápido e envolvente, que a próxima coisa de que me dei conta era que estava em um apartamento desconhecido, que ela dizia ser dela, enquanto me beijava sobre o sofá da sala.

Enquanto eu retribuía o beijo, eu lhe apertava o corpo contra o meu, e seus seios fartos, que haviam me chamado a atenção mais cedo, agora me deixavam louco de desejo de lhes experimentar.

Corri as mãos até a barra da blusa dela e a tirei, ela não reclamou, pelo contrario, fez o mesmo com a minha, e agora eu me deitava sobre ela, lhe puxando a perna direita, para me enlaçar, enquanto lhe beijava o pescoço. As mãos dela eram muito ágeis, me percorria as costas, os ombros, o abdômen, enquanto a boca retribuía os beijos em meu pescoço e minha orelha.

Levei as mãos ao cós da calça que usava e lhe abri, enquanto fazíamos malabarismos para que a retirassem sem que eu saísse de cima dela e sem que parássemos de nos acariciar, e quando ela conseguiu se livrar da peça, se concentrou em repetir o ato comigo, e aos poucos fomos nos livrando de minha calça.

Levei as mãos ao fecho do sutiã dela e o abri, ela terminou de o tirar e eu lhe abocanhei os seis, e eram tão saborosos quanto pareciam ser, e pra aumentar os gemidos que ela começava a emitir, dedilhei-lhe a intimidade quente e úmida, para depois a penetrar com os dedos, a fazendo arfar de uma só vez e erguer o corpo involuntariamente.

Não demorou e ela gozou, então terminamos de nos livrar das peças de roupas e eu peguei uma camisinha na carteira, e depois foi uma festa de sons e toques, em um movimento de vai e vem cada vez mais intenso com nossos corpos entrelaçados e trêmulos, até que ambos nos satisfizemos e deixamos os corpos relaxarem.

A puxei para cima de mim e ela se deitou em meu peito sem nenhuma palavra e permaneceu assim, pra mim aquilo era inédito, todas as outras mulheres com quem eu já estivera, principalmente minha namorada, ou melhor, minha ex-namorada, adoravam falar por horas depois do sexo, e se ofendiam se não estivesse pronto as responde-las e entende-las.

Quando o sono começava a chegar, com nossas funções biológicas mais calmas e normais, nós nos vestimos, e continuamos juntos em silencio, até ela me conduzir ao seu quarto e lá nos deitamos e dormimos juntos, me revelando uma nova forma de intenso prazer e entendimento.

Notas finais
Bom, esse é o primeiro cap. o segundo já está em andamento, então comentem para q eu possa saber se isso vai agradar e como devo prosseguir, está bem?
Até o próximo...