Encontrando Um Novo Destino
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Estou muito empolgada com essa fic, de verdade.
No começo vocês talvez se percam um pouco, mas espero que continuem acompanhando essas três nessa aventura.
Então, boa leitura e até as notas finais!
Emma acorda com um susto com a agitação que sente no quarto. Abre os olhos e vê Regina de pé nos pés da cama argumentando no telefone.
- Não, mas por que para cá? Não mãe. Não quero ter ela aqui de novo. — Regina ouve Cora no telefone.
- E eu tenho culpa? Ela já é bem grandinha pra ter que morar comigo e com a Em. — Emma encarava sua esposa sentada na cama e como sempre, amava ver Regina brava, ela dizia que a deixava mais sexy. Enquanto seus olhos passeavam pelo corpo da morena apenas de lingerie, a campainha toca no andar inferior. Ela se mexe e levanta não dando atenção ao que Regina dizia com ela. Desceu as escadas com seu roupão vermelho e foi até a porta do solar. Assim que abriu a porta viu a imagem da irmã mais de velha de Regina, Zelena. Com seus cabelos ruivos e cheia de malas entra sem dizer muito Emma e espalha suas coisas pela entrada.
- Olá, Emma. — Ela cumprimenta assim que percebe a presença dela.
- Oi, Zelena. Quer ajuda?
- Não, obrigado. Está tudo sob controle. Você pode me trazer um copo de água? Essa viagem foi exaustiva. — Emma nunca se deu muito bem com Zelena e agora que ela havia aparecido de repente em sua casa não ajudava em nada. Foi até a cozinha sem argumentar e encheu um copo com água para ela. Quando voltou para a sala, Regina estava descendo as escadas.
- Regina. — Zelena exclamou. Correu até a irmã e a abraçou. Emma percebeu que Regina não estava muito feliz com a chegada dela, mas fez o que pode para que ela não percebesse.
- Oi, Zel. Como você está?
- Eu estou bem, to cansada, mas fora isso to animada por vir morar com vocês de novo. — Emma tinha esquecido desse detalhe. Zelena havia morado com elas por uns 2 meses antes de ir para Londres.
- Por que voltou? — Emma pergunta entregando a água.
- Algumas coisas começaram a ficar estranhas por lá, não me perguntem o que, nem porquê, mas mamãe disse que seria bom eu voltar para casa, no caso, a sua casa. Então eu voltei. E eu estava morrendo de saudades daqui.
- Ah. — Foi o único som que saiu de nossas bocas. — Você pretende voltar para lá? — Pergunta Regina.
- Por enquanto não, mas quando as coisas se ajeitarem eu pretendo sim.
- Então você fica permanentemente com a gente aqui? — Agora era Emma que pergunta.
- Acho que sim, vocês tem um quarto sobrando, não tem?
- Temos, então o que devemos lhe dizer é seja bem-vinda. — Regina força um
sorriso. Quando Zelena leva suas coisas até o pé da escada ela deixa ali e volta para nos abraçar.
E quando ela se abraçam, uma luz azulada invade a sala por cima e ilumina os três corpos presentes. Nenhuma das meninas parece ter percebido, mas o clima havia mudado. Regina e Emma se tornaram mais gentis com Zelena e Zelena se tornou mais suportável.
***
Mais tarde, enquanto Regina preparava o almoço para sua mulher e sua irmã, ela não nota algo em cima da mesa.
- Que cheiro bom. — Diz Emma entrando na cozinha indo dar um beijo em
Regina.
- Está mesmo, né? Estou preparando almôndegas. — Ela diz se concentrando novamente em cortar os tomates.
- Hey, Gina, o que isso está fazendo aqui em cima? — Emma aponta para a mesa.
- Isso não era para estar aqui. Isso é dos meus avós. — Enquanto ela argumenta, Zelena entra na cozinha.
- O que é isso? — Pergunta.
- Você não lembra? É a tábua espiritual do vovô. — Regina fala.
- Claro que lembro, ele nunca deixou nós brincarmos com ela.
- É verdade. Mas ainda não entedo como isso veio parar aqui em cima.
- Talvez seja um sinal. — Brinca Zelena. Ela pega a tábua das mãos de Regina e a vira.
"Gostaria de dizer que esse seria um presente, mas se estão recebendo isso, quero dizer que não. Me desculpem meninas. Eu fiz tudo que pude. Mas garanto a vocês que o Power of Three will set you free.*"
Assim que Zelena termina de ler a pequena mensagem, mas uma vez a mesma luz azulada invade a cozinha e agora as três veem. Elas não se assustam, mas ficam surpresas.
- O que isso significa? — Emma questiona.
- Eu não sei, mas me parece que o que vinha acontecendo em Londres tem tudo a ver com isso.
- O que aconteceu lá? — Regina pergunta, curiosa.
- Eu conseguia sentir algum tipo de energia no meu apartamento. As vezes conseguia sentir que alguém me observava. Não sei porquê, mas tudo parece estar fazendo sentido.
- Sentido? Que sentido você está vendo aqui?
- Eu não sei explicar, é como se fosse um sentimento inexplicável.
- Bem, eu não sei o que isso significa. — Emma diz e vira as costas para chegar até o fogão.
- Você acha isso tudo normal, Em?
- Na verdade não, mas não podemos ter certeza do que está acontecendo aqui, não é? — Ela afirma.
- Ela está certa, Regina. — Zelena concorda.
- Tudo bem, vamos deixar isso para lá por enquanto. Vamos comer. Venham.
- Elas se apoiam na bancada enquanto Regina serve os pratos como fazia no restaurante que trabalha. Colocou os pratos na frente delas e apontou para os copos. — Em, pegue os copos por favor? — Assim que ela movimenta sua mão, vários copos explodem e voam para o chão. No mesmo instante Emma os segura com único movimento com as mãos. As três paralisam, sem entender nada do que havia acontecido.
- O que aconteceu aqui? — Regina pergunta ainda com a mão no ar.
- Eu não faço ideia. — Emma responde.
- Como você fez isso, Emma? E como você espatifou os copos assim, Regina?
- Zelena olhava de uma para a outra na expectativa de alguém a responder.
- Eu, eu não fiz nada. — Emma gagueja.
- Nem eu. — Regina rebate.
- Alguma coisa aconteceu aqui. Emma, desfaça o que você fez.
- Como?
- Mexa sua mão como você mexeu antes. — Ela mexe e nada, os estilhaços continuam parados no ar. — Regina, tenta você. — Ela tenta e nada também. — Tudo bem, eu estou assustada. Respirem fundo e continuem tentando. — Zelena tentava manter a situação calma, mas de nada adiantava. Quando Emma perdeu o foco dos copos por dois segundos eles cairam no chão. Elas respiravam pesadamente, e com medo do que aquilo poderia significar.
- Alguma de vocês pode responder se agora alguma coisa faz sentido?
- Nada faz sentido mais. Isso só está acontecendo hoje, e você chegou hoje. Me parece que a causa disso é você. — Emma interveio.
- Não coloque a culpa em mim, eu sei tanto quanto vocês. Como eu já disse, eu só sentia aquilo lá em Londres.
- Talvez isso tenha a ver com o que aconteceu aqui? — Pergunta Regina. Agora um pouco mais calma.
- Eu não sei, talvez haja uma ligação, mas eu não faço ideia de qual seja.
- Nem eu. — Fala Regina.
- Muito menos eu.
- Você não disse que a mamãe falou pra você vir pra cá? Será que ela não sabe de nada? — Regina fala, com tom de esperança.
- Eu não sei, vamos ligar para ela. — As três juntas vão até a sala onde fica o telefone e Zelena disca o número. Ninguém atende.
- Ótimo. Era isso que me faltava.
- Calma, Zel. Ela pode estar ocupada, daqui a pouco a gente liga de novo.
- Se antes disso nada mais acontecer, né? — Lembra Emma.
***
Enquanto elas discutem sobre o ocorrido, no táxi do outro lado da cidade...
- Moço, se o senhor puder acelerar o carro eu agradeço, minhas netas podem estar correndo perigo. — Avisa a avó de Regina.
- Mãe, você pode me explicar o que está acontecendo aqui? — Mary Margaret pergunta.
- Não, não posso. Eu devo isso ao seu pai. As meninas precisam de mim. Você vai saber junto com elas, e vou precisar da sua ajuda para protege-las.
- Protege-las do que?
- Do mal, Mary. — E isso é a única coisa que ela diz.
Notas finais
E ai, gente? O que acharam? Me digam suas opiniões para que eu saiba se continuo com essa fic ou não.
Espero suas reviews, xoxo
Até o próximo!
Fale com o autor