Notas iniciais
Oie!
Estou muito empolgada com essa fic, de verdade.
No começo vocês talvez se percam um pouco, mas espero que continuem acompanhando essas três nessa aventura.
Então, boa leitura e até as notas finais!

Emma acorda com um susto com a agitação que sente no quarto. Abre os olhos e vê Regina de pé nos pés da cama argumentando no telefone.

- Não, mas por que para cá? Não mãe. Não quero ter ela aqui de novo. — Regina ouve Cora no telefone.

- E eu tenho culpa? Ela já é bem grandinha pra ter que morar comigo e com a Em. — Emma encarava sua esposa sentada na cama e como sempre, amava ver Regina brava, ela dizia que a deixava mais sexy. Enquanto seus olhos passeavam pelo corpo da morena apenas de lingerie, a campainha toca no andar inferior. Ela se mexe e levanta não dando atenção ao que Regina dizia com ela. Desceu as escadas com seu roupão vermelho e foi até a porta do solar. Assim que abriu a porta viu a imagem da irmã mais de velha de Regina, Zelena. Com seus cabelos ruivos e cheia de malas entra sem dizer muito Emma e espalha suas coisas pela entrada.

- Olá, Emma. — Ela cumprimenta assim que percebe a presença dela.

- Oi, Zelena. Quer ajuda?

- Não, obrigado. Está tudo sob controle. Você pode me trazer um copo de água? Essa viagem foi exaustiva. — Emma nunca se deu muito bem com Zelena e agora que ela havia aparecido de repente em sua casa não ajudava em nada. Foi até a cozinha sem argumentar e encheu um copo com água para ela. Quando voltou para a sala, Regina estava descendo as escadas.

- Regina. — Zelena exclamou. Correu até a irmã e a abraçou. Emma percebeu que Regina não estava muito feliz com a chegada dela, mas fez o que pode para que ela não percebesse.

- Oi, Zel. Como você está?

- Eu estou bem, to cansada, mas fora isso to animada por vir morar com vocês de novo. — Emma tinha esquecido desse detalhe. Zelena havia morado com elas por uns 2 meses antes de ir para Londres.

- Por que voltou? — Emma pergunta entregando a água.

- Algumas coisas começaram a ficar estranhas por lá, não me perguntem o que, nem porquê, mas mamãe disse que seria bom eu voltar para casa, no caso, a sua casa. Então eu voltei. E eu estava morrendo de saudades daqui.

- Ah. — Foi o único som que saiu de nossas bocas. — Você pretende voltar para lá? — Pergunta Regina.

- Por enquanto não, mas quando as coisas se ajeitarem eu pretendo sim.

- Então você fica permanentemente com a gente aqui? — Agora era Emma que pergunta.

- Acho que sim, vocês tem um quarto sobrando, não tem?

- Temos, então o que devemos lhe dizer é seja bem-vinda. — Regina força um
sorriso. Quando Zelena leva suas coisas até o pé da escada ela deixa ali e volta para nos abraçar.

E quando ela se abraçam, uma luz azulada invade a sala por cima e ilumina os três corpos presentes. Nenhuma das meninas parece ter percebido, mas o clima havia mudado. Regina e Emma se tornaram mais gentis com Zelena e Zelena se tornou mais suportável.

***

Mais tarde, enquanto Regina preparava o almoço para sua mulher e sua irmã, ela não nota algo em cima da mesa.

- Que cheiro bom. — Diz Emma entrando na cozinha indo dar um beijo em
Regina.

- Está mesmo, né? Estou preparando almôndegas. — Ela diz se concentrando novamente em cortar os tomates.

- Hey, Gina, o que isso está fazendo aqui em cima? — Emma aponta para a mesa.

- Isso não era para estar aqui. Isso é dos meus avós. — Enquanto ela argumenta, Zelena entra na cozinha.

- O que é isso? — Pergunta.

- Você não lembra? É a tábua espiritual do vovô. — Regina fala.

- Claro que lembro, ele nunca deixou nós brincarmos com ela.

- É verdade. Mas ainda não entedo como isso veio parar aqui em cima.

- Talvez seja um sinal. — Brinca Zelena. Ela pega a tábua das mãos de Regina e a vira.

"Gostaria de dizer que esse seria um presente, mas se estão recebendo isso, quero dizer que não. Me desculpem meninas. Eu fiz tudo que pude. Mas garanto a vocês que o Power of Three will set you free.*"

Assim que Zelena termina de ler a pequena mensagem, mas uma vez a mesma luz azulada invade a cozinha e agora as três veem. Elas não se assustam, mas ficam surpresas.

- O que isso significa? — Emma questiona.

- Eu não sei, mas me parece que o que vinha acontecendo em Londres tem tudo a ver com isso.

- O que aconteceu lá? — Regina pergunta, curiosa.

- Eu conseguia sentir algum tipo de energia no meu apartamento. As vezes conseguia sentir que alguém me observava. Não sei porquê, mas tudo parece estar fazendo sentido.

- Sentido? Que sentido você está vendo aqui?

- Eu não sei explicar, é como se fosse um sentimento inexplicável.

- Bem, eu não sei o que isso significa. — Emma diz e vira as costas para chegar até o fogão.

- Você acha isso tudo normal, Em?

- Na verdade não, mas não podemos ter certeza do que está acontecendo aqui, não é? — Ela afirma.

- Ela está certa, Regina. — Zelena concorda.

- Tudo bem, vamos deixar isso para lá por enquanto. Vamos comer. Venham.

- Elas se apoiam na bancada enquanto Regina serve os pratos como fazia no restaurante que trabalha. Colocou os pratos na frente delas e apontou para os copos. — Em, pegue os copos por favor? — Assim que ela movimenta sua mão, vários copos explodem e voam para o chão. No mesmo instante Emma os segura com único movimento com as mãos. As três paralisam, sem entender nada do que havia acontecido.

- O que aconteceu aqui? — Regina pergunta ainda com a mão no ar.

- Eu não faço ideia. — Emma responde.

- Como você fez isso, Emma? E como você espatifou os copos assim, Regina?

- Zelena olhava de uma para a outra na expectativa de alguém a responder.

- Eu, eu não fiz nada. — Emma gagueja.

- Nem eu. — Regina rebate.

- Alguma coisa aconteceu aqui. Emma, desfaça o que você fez.

- Como?

- Mexa sua mão como você mexeu antes. — Ela mexe e nada, os estilhaços continuam parados no ar. — Regina, tenta você. — Ela tenta e nada também. — Tudo bem, eu estou assustada. Respirem fundo e continuem tentando. — Zelena tentava manter a situação calma, mas de nada adiantava. Quando Emma perdeu o foco dos copos por dois segundos eles cairam no chão. Elas respiravam pesadamente, e com medo do que aquilo poderia significar.

- Alguma de vocês pode responder se agora alguma coisa faz sentido?

- Nada faz sentido mais. Isso só está acontecendo hoje, e você chegou hoje. Me parece que a causa disso é você. — Emma interveio.

- Não coloque a culpa em mim, eu sei tanto quanto vocês. Como eu já disse, eu só sentia aquilo lá em Londres.

- Talvez isso tenha a ver com o que aconteceu aqui? — Pergunta Regina. Agora um pouco mais calma.

- Eu não sei, talvez haja uma ligação, mas eu não faço ideia de qual seja.

- Nem eu. — Fala Regina.

- Muito menos eu.

- Você não disse que a mamãe falou pra você vir pra cá? Será que ela não sabe de nada? — Regina fala, com tom de esperança.

- Eu não sei, vamos ligar para ela. — As três juntas vão até a sala onde fica o telefone e Zelena disca o número. Ninguém atende.

- Ótimo. Era isso que me faltava.

- Calma, Zel. Ela pode estar ocupada, daqui a pouco a gente liga de novo.

- Se antes disso nada mais acontecer, né? — Lembra Emma.

***

Enquanto elas discutem sobre o ocorrido, no táxi do outro lado da cidade...

- Moço, se o senhor puder acelerar o carro eu agradeço, minhas netas podem estar correndo perigo. — Avisa a avó de Regina.

- Mãe, você pode me explicar o que está acontecendo aqui? — Mary Margaret pergunta.

- Não, não posso. Eu devo isso ao seu pai. As meninas precisam de mim. Você vai saber junto com elas, e vou precisar da sua ajuda para protege-las.

- Protege-las do que?

- Do mal, Mary. — E isso é a única coisa que ela diz.

Notas finais
*O Poder de Três vai libertá-las.
E ai, gente? O que acharam? Me digam suas opiniões para que eu saiba se continuo com essa fic ou não.
Espero suas reviews, xoxo
Até o próximo!